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quinta-feira, julho 20, 2017

Os anjos

O menino voltou-se para a mãe e perguntou: Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.

Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo. É uma boa ideia, falou a mãe. Irei com você. Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado. A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava.

Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.

De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis. Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:

Você é um anjo?

Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro, que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada. Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.

Ela não era um anjo, não é, mamãe?
Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.

Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou: Você é um anjo?

Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz: Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo. Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu. Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado. O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul. Aquela moça, certamente, não era um anjo. O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.

Você me carrega?

É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim. Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou: Mãe, você não é um anjo? A mãe sorriu e falou mansinho: Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu.

*   *   *

Anjos são todos os que na Terra se tornam guardiães dos seus amores. São mães, pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam. As mães, sobretudo, prosseguem a se doar e velar por seus filhos, mesmo além da fronteira da morte, transformando-se em Espíritos protectores daqueles que na Terra ficaram, como pedaços de seu próprio coração.

com base no cap. sobre anjos, de O livro das virtudes, v. 2, de William J. Bennett, ed. Nova Fronteira.

quarta-feira, agosto 07, 2013

...há muito mais no mundo...

"há muito mais no mundo  à nossa volta do que conseguimos ver com os nossos olhos físicos,  
ouvir com os nossos ouvidos físicos,  
sentir com os nossos corpos além do nosso tacto comum.

E quando nos esquecemos disto, 
esquecemos a magia de estarmos vivos."

        Marcos
Reflexão oferecida por um amigo maravilhoso que admiro muito, ensina  muito e a quem eu quero muito.

Meu forte abraço aos estudantes de Tai Ji Quan, Qi Gong e ViaTao que trilham semanalmente comigo as práticas do Tao... os Mestres seguramente olham com carinho colectivamente e por cada um de nós.

Cada um de vós colegas estudantes, constitui um mundo maior, maravilhoso, onde posso sentir-me em casa, voltar ao mais importante de mim e reaprender com isso, das dinâmicas dos Mestres Maiores.

A todos vós eu amo muito e desejo boas férias até Setembro... para a retoma semanal da celebração das Artes Marciais em tom Maior.


Abraço d´1 coração sincero.

sexta-feira, junho 14, 2013

Thomas Merton

Hoje lá em casa... dormia-se ... a preguiça era algo bom... um sonho...
 o olhar do Xicho parecia dizer: ó pázinho... tás tu a fazer??? vai dormir...
 o Romeu transmitia aquela dormência paralisante... 
mas porque é que não acordam?...
A Carolina e o Xicho não aguentaram mais, e em resposta acenaram: 
Ó pá, desliga a luz e deixa agente dormir!!!!

Não tive outro remédio, que pousar a câmara e me ir juntar a eles... hum que quentinhos... 
até logo!

sexta-feira, setembro 07, 2012

O que cada um é para seu semelhante…


talvez uma história que gostaria ouvir ser contada?
ou talvez uma história que gostaria de contar?

do irmão para a irmã,
da irmã a sua melhor amiga.

de pai a sua esposa,
ou de esposa a sua família…

de namorado a sua namorada,
de namorados a seus amantes

de padre a sua ordem,
de empregado a empregador,
de aluno a professor...

O resumo queda nas palavras - a essência o portal possível.

aquele das vontades sobre si mesmo e sobre os outros,
dos sentimentos e considerações frustradas,
que abre em si próprio o caminho do coração,
o portal do coração… 

há os de colo e os que ferem,
também esses afinal são nada, 
assim como aquele que ferido
com eles afinize

o portal do coração que vive no peito,
esse é a razão da existência,
 que a compreende pulsante em si própria.

não as reclamações de que se sente,
porque dos dias esqueceu a sua presença.
nascer uma vez e outra mais, a todo momento
em qualquer ser é milagre que se transcende, 
num coração que se abra disponível, 
num portal de realização...

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Não estranho nada,… quando dois estranhos se relacionam como dois velhos conhecidos, dois velhos amigos, cheios de delicada confidencia e entrega, mútua de sentires…
 
… Tanto como, dois conhecidos desde antes de suas memórias, que se relacionam como uns perfeitos desconhecidos, cheios de reserva, medo, etiqueta…

O amor desenhado no céu, não fala a linguagem dos sons, somente e através dos corpos que se esquecem, para regozijo da alma.

Afinal sempre soube, que a filiação minha é a da família amorosa sem pieguice, abrangente e forte, delicada e frágil, somente como um sussurro das estrelas, ….

Por vezes, respiro confesso na maravilhosa missão que me transporta pelos ares, com os pés sob a batuta dos Anjos, as saudades de casa, que espero não tarda e sei, já ao lado espreita.

Os homens e as mulheres deste mundo, beijada a fronte do que os une, saudarão o advento das maravilhas que já espreitam, ao virar do vale, na nascente do Sol.

Nada do que és ou foste, perderás… tudo te pertence.

Somos a parte brilhante da poeira do Cosmos, somos aqueles que reluzimos na vasta e infinda noite, no leito dos deuses.

O som de nossa saudade é música e balsamo para as almas sós, e então em uníssono, cantam uma só nota de luz.

Portal do Céu

Andava meio sem saber para onde,... procurava decifrar um alivio que o coração sentia,
enquanto lágrimas lavavam a alma da solidão e do reencontro...

... subitamente numa rua sem saída, sob a calçada de pedra, antiga, despercebido encontrou o que pensava ter procurado... um sinal...



.. mais à  frente, deixou vagar o olhar inexpressivo, sob a vida, os espinhos e os anjos



 foi assim que o alivio rompeu num inesperado pranto, que sossegado acalmou o viajante, ao encontrar-se junto a um portal de sua casa...


terça-feira, abril 20, 2010

Missão Reiki

… Alano deu por si num tempo impossível de descortinar mas indiscutivelmente real.

A noite estava fresca nessa pequena cidade costeira e fervilhava de actividade. Uma agitação geral e ainda que Alano não pudesse explicar a si próprio, sentia a tranquilidade de uma protecção sem medo.

Ao percorrer uma das ruas mergulhadas na maior escuridão, Alano reparou que o céu estava excepcionalmente iluminado e a cidade sob a característica escuridão da falta de energia eléctrica.


Enquanto cruzava as ruas, via alguns clarões atrás dos prédios, percebia movimentos de viaturas e também alguns clarões daquilo que lhe parecia como o clarão de um ferro de soldar gigantesco. Enquanto caminhava pela escuridão iluminada, naturalmente seus olhos acabaram fixando repetidamente o céu, onde aquilo que parecia até então estrelas imóveis e brilhantes como diamantes, Alano reparou que se moviam. A sua percepção, ao assistir à formação de uma perfeita recta como um imenso traço brilhante no altíssimo céu, ou melhor no espaço, com pequenos pontos brilhantes que tanto se afastavam como se reagrupavam, foi de estar a assistir a algo nunca visto. Entendeu que não era um fenómeno natural que estava a presenciar e quase simultaneamente começaram a sobrevoar vários objectos voadores lentamente sobre os telhados e as ruas da cidade. Alano não conseguiu vislumbrar as suas formas porque suas fuselagens inferiores eram munidas do que lhe pareceu cerca de seis enormes e potentes projectores de luz branca.


Alano achou que era o momento certo para começar a afastar-se, pois apesar de não entender o que se estava a passar, não queria ficar de alguma forma para trás para saber…


Correu pelas ruas escuras, ocasionalmente passava uma nave a cerca de 20 ou 30 metros de altura efectuando manobras lentas, com uma atitude que entendeu como patrulhamento. A um dado momento, enquanto Alano se deslocava oculto e camuflado pela escuridão para evitar alguma surpresa desagradável, após a passagem de uma destas naves notou que havia dois pequenos aparelhos que nunca havia visto, pairando à sua frente. Estes aparelhos imobilizaram-se bem à sua frente a cerca de 1,50mt do solo, obrigando-o a parar e a ficar frente a frente com eles. Sem saber muito bem o que fazer, Alano agarrou um deles, o que tinha uma forma muito semelhante a um pequeno foguete, enquanto o outro, uma espécie de pequeno cilindro com um “nariz” de papagaio numa das extremidades rapidamente sumia, em direcção ao alto.


Assim que agarrou este mini foguete como Alano lhe chamou, o aparelho ganhou gravidade e ficou como um objecto inerte em sua mão que se apressou em atirar para longe, na esperança que ele retomasse a sua acção e Alano pudesse seguir o seu caminho sem interferir no que estava a acontecer, garantido assim alguma segurança. Por alguma razão, ao ver o objecto imóvel caído no chão, Alano correu a apanhá-lo, talvez pudesse tentar lança-lo novamente e assim passar despercebido à sua origem. Ao caminhar em direcção a ele, desembocando numa outra rua para onde o aparelho havia sido projectado, Alano reparou numa viatura que se dirigia em sentido contrário e em direcção a si. Alano apressou-se e acoberto da escuridão conseguiu evitar que os faróis da viatura o detectassem antes de apanhar o mini foguete, ocultá-lo sob a sua camisa e virar as costas baixando o rosto para o chão. Ainda deu para pelo canto dos olhos ver à passagem, que no seu interior iam duas pessoas, militares fardados, que pela experiencia de Alano, eram dois elementos da força aérea e de patente superior. O acompanhante do condutor levava um mapa e a luz do habitáculo estava acesa. Foi assim que Alano viu momentaneamente o que descrevo, o que o conduziu imediatamente à conclusão de se tratar de elementos da base aérea internacional estacionada no aeródromo militar lá próximo.


Assim que a viatura desaparecia na rua em direcção ao mar, Alano deslocava-se para norte numa rua transversal àquela que o carro seguiu. Mais à frente os clarões intensificavam-se e Alano percebeu um ajuntamento de viaturas e pessoas, quando de súbito, mesmo antes de lá chegar uma nave se imobiliza mesmo por cima de Alano.


Enquanto gesticulava sem convicção de sua libertação, Alano dá por si a flutuar horizontalmente com o rosto para baixo, a uns 3 metros de altura, entre o solo e a nave. Curiosamente tudo lhe pareceu muito natural, e enquanto se deliciava com a sensação de flutuação, perante o receio expresso de uma possível queda, foi sossegado por uma voz que escutou dentro de sua cabeça, que lhe dizia que estivesse calmo. Por detrás de Alano desce um ser humanóide que ele não vislumbra completamente. Alano sabe que é ele que lhe dirige os pensamentos telepáticamente. Flutua lentamente junto a Alano e imobilizasse, um pouco mais abaixo de Alano, ao seu lado.


Fica a Nave imobilizada, Alano no meio, o ser logo abaixo de si e por fim o próprio solo. Entre eles todos excepto no solo, uns fios algo dourados como se fosse esparguete que logo se dissolvem. Sem se virar, pairando à frente, Alano escuta a suave mas firme voz que diz a Alano que coloque a sua mão nas costas dele. Ao som da sua voz Alano olha para ele melhor. É uma forma humana masculina do tamanho de um adulto. Calvo, sem vestuário Alano vê que a pele deste ser apresenta cicatrizes de ferimentos terríveis, como se suas costas tivesse sido outrora retalhadas por profundos golpes. Não conseguindo desviar o olhar destas costas tão duramente castigadas, enquanto Alano coloca a sua mão sobre a omoplata desse ser, apercebe-se do desgaste geral da pele desse ser, que apresenta uma cor que vai do um dourado a um dourado queimado, só contrastando as costas e seus profundos riscos em cor vermelha, de ferimentos profundos.


Assim que Alano colocou a mão em seu ombro castigado, foram planando até tocar o solo onde já em pé e sempre com a mão no ombro do ser, Alano vê pela primeira vez o seu rosto.


- Coloca as tuas mãos sobre eles – diz-lhe enquanto o olha de frente. Quando Alano pára de olhar para ele para entender ao que se referia, sente que é o contacto da sua mão nele, que possibilita que o ser fale o dialecto de Alano, e de sua boca saem o som das palavras que conhecemos.


Alano pensa: Estamos no canto angular entre duas enormes viaturas. Juntas formam um ângulo recto.


Na estreita passagem que sobra entre o espaço onde estas se encontram, Alano vê umas quatro ou cinco criaturas humanóides. O ser orienta Alano para elas, e Alano é surpreendido pelo estado de seus corpos, ainda piores. Estão horrivelmente negras estas criaturas, como carbonizadas apesar de estarem vivas. Alano retira a mão de seu companheiro e inicia a colocar as mãos nestas piedosas criaturas que ao toque mais parece a Alano estar a tocar em golfinhos que humanóides. As suas peles e articulações aproximam-se mais de um ser aquático que de um ser terrestre. E estão terrivelmente queimadas. Assim lhes coloca as mãos, a uma e a outra, uma delas diz-lhe abnegadamente assim que vai a ser tocada: - a ele primeiro.


Então Alano repara que uma delas está terrivelmente deformada, todo queimada e contorcendo-se silenciosamente num sofrimento indescritível. Assim que Alano lhe coloca a mão sobre o dorso, o contacto é de uma superfície mole e seus ossos mais parecem uma vez mais, antes um mamífero aquático que um mamífero terrestre. Mas assim que lhe coloca as mãos, e uns aos outros, todos rapidamente adquirem um tom diferente e uma postura mais elevada, e de seus corpos irradiam uns sorrisos perfeitos, maravilhosos, uns sorrisos que abraçam.


Alano está envolvido por este grupo de seres, entretanto tudo supervisionado pelo primeiro ser que desceu da nave, e Alano sente-se maravilhado e tenta perceber o que se passa.


Compreende então que estavam estes seres a ser massacrados pelos seus próprio irmãos humanos, militares e mesmo alguns civis ao que lhe pareceu, quando foram resgatados pelos seus companheiros do céu.


Alano percebeu que tinha sido escolhido por estes seres maravilhosos, para interprete da linguagem humana, para ajudar a desmontar um circo cruel e desumano, assumir o papel de verdadeiro irmão.


Alano emitiu por essa altura a sua primeira palavra, que ainda agora ressoa em sua mente, ininterruptamente. Enquanto olhava para um deles, estando todos em contacto, com as mãos nos ombros, no peito e nas costas, exclamou com o coração emocionado:


- Nunca fui amado tanto!


Enquanto trocavam olhares amistosos, uns para os outros, o primeiro companheiro de Alano unido pelo contacto das mãos, traduzia para eles para que compreendessem o que Alano acabava de dizer. E eles então, sorriam ainda mais, numa expressão que fazia esquecer e apagar seus corpos maltratados pelos irmãos terrestres.


Foi então que Alano entendeu, a missão do Reiki.

sábado, agosto 15, 2009

Voltei

Cheguei de férias, o interregno de trabalhos rotinados, aqueles dias diferentes vivenciados e submetidos a mesmos horários.

Não posso revelar de melhor modo o meu interesse pela mudança, que pela imensa melhoria ao nível das relações comigo mesmo, mais descontraídas, com os meus entes queridos… mais descontraídas. Descontraído embato no brilho do sol que imenso tento controlar sobre mim, e doseio ao custo de bronzeador e semelhantes, ver as crianças crescer, ver o mar azul…

Verão… férias, um par de dias que se repetem desta vez no dialogo dos que se amam pela procura de um tempo que quebre o restante do ano que passou.

Uma disponibilidade, para entregar desta vez tudo, não à chuva ao vento ou ao frio, mas ao sol. Ao imenso e enorme Sol. Ao mar, ao salgado e imenso Mar…

Abrir os olhos debaixo de água, habituar as orbitas do olhar ao imenso do profundo mar, tentar destrinçar-lhe os limites, as profundidades, nadar, sacudir os membros e soltar os acúmulos contidos numa suavidade reencontrada de saudade e de felicidade, de temor pelo mar. Ansiar suas criaturas, vislumbra-las, assemelhar-se secretamente a elas, no seu mundo puras e misteriosas.

Sei que nestas férias de verão, reaprendi a lição que me ensina que todos temos que encontrar o nosso caminho. Que este caminho não é nosso, mas exclusivamente teu. Que cada um em sua única expressão se deve deleitar com o prazer e beneficio com que presenteia ao seu.

Tem nestas férias uma frase, solta em brincadeira e momento de genial inspiração, frase que a minha queridíssima filha pronunciou, livre e sem condicionalismos, em perfeita fusão com a Lua mãe que se fazia lá fora.

Declamou ela no auge de seus 10 anos de idade, em plena pose teatral improvisada, soerguendo-me do meu estado de então, de há uns dias até agora mesmo e quiçá depois:

"- Como é que se sente a Luz no olhar do Céu?"

Fiquei eu desde lá, cheio de perguntas e de amor pelas respostas…

quarta-feira, setembro 17, 2008

Namastê (http://pt.wikipedia.org/wiki/Namaste)

Vi-te brincar com o teu cachorro junto à margem do rio. A cada gesto teu nascia em mim um genuíno sentimento de compreensão por esse momento. Só, verdadeiramente nada procuravas então. Apenas as corridas do teu cachorro atrás de um seixo do rio que atiravas. Depois veio o silêncio em mim. E quando retive em minha mente a recém-chegada imagem dessa ilusão, pude respirar. O mundo parou, e depois em analogia encontrei tanta gente perdida por esse mundo... encontrada na única alma.
Aqueles que agradecem sua individualidade a reconhecem, prezam, estimam, amam e compartilham. Sem guerra, sem ansiedade, apenas por ser assim, … humana com asas de anjo. O amor de viver fez-se assim, tanto numa parede dos Himalaias como numa de uma cidade. Realidades que nunca se parecem juntar, cada uma têm vida própria no campo de suas ilusões. Ai de quem desmonte frágil teia do que é natural, vai de encontro à sua própria perdição. Cada um de nós… com enorme sede de nós. Desde antes do momento de nossa própria concepção.
Quem como tu, procure o senhor… quem como tu eu amo tanto. Por ser anónimo e contido o conteúdo dos teus anseios.
Somos assim como uma criança, um rei… olhamos de dentro do nosso reino… à procura de um bem, que nem nós entendemos. Amamos só e apenas o estar assim, É contra as nossas ansiedades que nos manifestamos lá dentro, escondidos. Queremos ter mais qualidade de vida, e de poesia também. É bom ser simples, ou mesmo simplificar. Num triângulo impensável, fazemos para além…, muito para além das nossas ansiedades um triângulo mágico.
Eu, tu e Deus em nós três. E a grande compensação…, saber que no final,
hás-de ficar tu e Deus, e nós três.

terça-feira, setembro 16, 2008

A Grande Invocação

Do ponto de Luz na Mente de Deus,
Flua luz às mentes dos homens.
Desça a luz sobre a Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus,
Flua amor aos corações dos homens.
Volte Cristo à Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens;
O propósito que os Mestres conhecem e servem.
Do centro a que chamamos a raça dos homens,
Cumpra-se o Plano de Amor e Luz
E feche-se a porta onde mora o mal.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

quinta-feira, julho 24, 2008

Ascendendo "Sobre os Dramas Pessoais" por Kryon

Saudações, meus anjos, Eu Sou KRYON do Serviço Magnético. Não deixa de ser curioso verificar que velhos amigos,velhos conhecidos, grandes Obreiros Estelares, grandes Construtores Planetários, estejam reunidos na sua condição de humanos, reivindicando a capacidade de se afastarem e ganharem uma nova perspectiva sobre os seus dramas pessoais.
Se ainda houvesse alguma dúvida acerca da eficiência do véu, esta seria a prova inequívoca.
Do nosso ponto de vista, não deixa de ser engraçado ver um anjo a solicitar um maior ângulo de visão para os seus dramas pessoais. Mas só deste lado nos apercebemos - ou temos a capacidade de nos aperceber - que vocês são ANJOS.
Devido á presença do véu, evidentemente que essa verdade vos está vedada. Quanto maior é a consciência da origem de um ser, menor é a sua capacidade de gerar dramas pessoais. O drama é evidentemente, um tópico, um atributo, uma característica dessa dimensão na qual vocês passaram muitos milénios, muitas vidas, muitas existências, na qual fizeram muitas experiências de aprendizagem, e da qual, como sabem, estão a sair, porque ganharam um forte potencial de saída. E é claro que os dramas pessoais funcionam como ÂNCORA, COMO PESOS. Ninguém volta ao lar com dramas. Drama é um atributo dessa dimensão. Eu diria que o drama é a consequência da confusão. Clarifiquem a vossa mente, adiram à transparência, co-criem a transparência. .. e acabam-se os dramas. Ponham de lado, de uma vez por todas, a ideia de que precisam seja do que for... e acabam-se os dramas. Caminhem resolutamente em direcção à vossa autonomia ...e acabam-se os dramas. Os dramas geram-se porque alguém "acha que não tem", ou porque alguém "acha que perdeu". Ou não tem uma coisa que julga que precisa, ou deixa de ter uma coisa que julgava que lhe fazia falta. Esta é a raiz do drama pessoal. Muitos Seres Humanos fazem drama "antes de terem" e, depois, fazem drama porque "deixaram de ter". Esse foi, aliás um riquíssimo caminho de aprendizagem: aprenderam através do sofrimento de "não ter", e, depois, voltaram a aprender através do sofrimento de "perder". Porém, não há necessidade de continuar a ser assim. Uma vez que conquistaram o acesso a uma via directa para o Eu Superior individual, evidentemente que ganham progressivamente a capacidade de co-criarem nas vossas vidas o que vos der vontade de ter. E, como evidentemente, por detrás disto está uma considerável lucidez espiritual, é claro que as criações - a manifestação das intenções - têm um carácter, um objectivo e uma amplitude bastante considerável. Ou seja, essas intenções começam a ser, cada vez mais, exclusivamente POSITIVAS - espiritualmente falando, se é que me entendem.
Nenhum mestre utiliza o seu poder de co-criação para criar algo prejudicial para um irmão seu ou para sí mesmo. Assim, o drama pessoal é algo que tem os dias contados, pelo menos para aqueles Humanos que pretendem assumir a sua mestria permanecendo no planeta. Assumir a mestria permanecendo encarnado no planeta, em aprendizagem, significa que é um ser que tem "TUDO EM UM". É um ser que já não sabe se os seus anjos estão dentro ou fora .Sabe, evidentemente, que há algo que o transcende, que, obviamente, há algo que numa perspectiva hierárquica está acima dele (embora esta perspectiva hierárquica precisasse de ser explicada, porque não se trata duma hierarquia no sentido militar, como vocês o conhecem na Terra). Mas no que toca à função que tem de desempenhar, ele está sozinho. Estar sozinho, não significa estar desamparado.
Estar sozinho significa que já tem tudo o que necessita. É uma pessoa que já tem tudo o que necessita, que já integrou, não tem dramas ou não faz dramas, não transforma em drama aquilo que acontece. Perante algo que aconteça, a " resposta dourada" surge de imediato. E ele assume a inteira responsabilidade das consequências dessa resposta que é implementada. Por isso foi dito que os Humanos, hoje estão e ser testados na forma como utilizam o seu poder (o seu poder de criação, evidentemente) . Os Seres Humanos, já foi dito também, estão a ser preparados para construírem outro Universo, e não podem ser soltos nesse Universo enquanto não souberem criar responsavelmente dentro das suas próprias vidas enquanto estão encarnados. Ou seja, não podem ir para o espaço fazer disparates (para o espaço inter-dimensional, entenda-se). Por isso foi dito que os Seres Humanos, hoje são anjos em fase de treino. Estamos aqui a conversar sobre estas coisas, e algo está a ocorrer noutros planos, assim como algo está a acorrer neste plano. Está a ocorrer o que tem de ocorrer para que a vossa intenção seja respeitada, para que, de fato, cada um dos presentes, o leitor do actual momento, possa distanciar-se facilmente dos seus dramas pessoais e discernir claramente o que há a fazer, sem medo. Se tiver que dizer dirá, se tiver que agir agirá, porque aquilo que o faz levantar todos os dias de manhã já não é qualquer objectivo terreno, mas sim o objectivo de se manter nesse planeta manifestando outra condição. Esse é o objectivo último de um Trabalhador da Luz. Um Trabalhador da Luz produz Luz, trabalha a Luz, gera Luz. Desperta e levanta-se para isso, age em conformidade e lapida-se nessa direcção, com esse intuito, sem distracções. E faz as suas escolhas - da sua expressão enquanto Humano - em função desse objectivo. Está na hora de mudar o cartaz do teatro, de deixar de escrever dramas ou de representar dramas, e passar a representar comédias. Já foi dito que um dos atributos da Luz é a alegria. É por isso que quando estão a viver vossos dramas, não conseguem sentir essa alegria. Ou seja, utilizando a vossa linguagem, estão deprimidos. A depressão é a falta da alegria. É por isso que os deprimidos são tristes. É por isso que o cinzento é a cor da depressão. Então, talvez a pergunta seja: Para que são necessários os dramas? Já disse que os dramas foram necessários como motores de aprendizagem. Mas esses motores de aprendizagem funcionavam com a energia da Velha Energia. Esse combustível foi retirado e, portanto, os motores do drama não funcionam com a Nova Energia. A vibração da Nova Energia, da Nova Rede Magnética Planetária, não alimenta os motores dos dramas. Por isso é bastante mais simples que quem esteja a viver um drama, às tantas se aperceba que está a ser ridículo ou que a situação é ridícula. E se conseguir sorrir, de certeza que vai escolher de outra maneira .Portanto, podem ficar descansados, pois fazemos jus à vossa condição de criadores. Manifestaram a intenção de criar essa situação nas vossas vidas, e é isso que vai acontecer. Mas não se esqueçam de que há algo que têm de fazer. NÓS NÃO PODEMOS RESOLVER OS VOSSOS DRAMAS. Se não introduzirem dados novos no processo, o drama não se resolve. Manifestar a intenção de abandonar os dramas significa não perder tempo à procura da solução que têm de implementar, significa ter clareza total do que é preciso fazer e FAZÊ-LO. Aí acaba-se o drama. A lamentação começa a soar mal, inclusivamente até para os ouvidos de quem se lamenta. Então, vocês declararam, co-criaram e, agora basta esperar pelos resultados. Muito obrigado por terem decidido e escolhido nessa direção. Foram atendidos ao mais alto nível, assim como teriam sido atendidos ao mais alto nível se a vossa decisão tivesse sido outra. Cada vez mais nós estamos em vós. As fronteiras estão a esfumar-se. Mas, seja como for, é sempre um prazer enorme estar perante Humanos, com as insígnias de Seres em aprendizagem no planeta Terra. Fiquem em Paz. E assim é. KRYON

domingo, setembro 09, 2007

que será de mim...

que será de mim... agora,
mãe que estás de partida para uma viagem
que será agora de mim... sem as tuas mãos...
o sangue da minha espiritualidade

terça-feira, agosto 28, 2007

Frases de Paramahansa Yogananda

A verdadeira prática da religião consiste em sentar-se quieto, em meditação, e conversar com Deus... A maioria dos freqüentadores de igrejas não consegue ficar sentada quieta por uma hora, a não ser que alguma atividade esteja ocorrendo o tempo todo, para distrair suas mentes.

Os que pensam em Deus brilham pouco, mas não são capazes de dar luz ao mundo. Pessoas religiosas comuns são como estrelas, emitindo apenas uma débil luz.

Quem não está disposto a renunciar a tudo o que possui para encontrar Deus não O conhecerá. Quem pretende conhecer Deus deve ser capaz de abandonar tudo o mais por Ele.

Não há forma de serviço maior que falar de Deus. Se você convencer alguém de que o caminho do erro leva ao vale da morte e que o caminho da meditação, à vida eterna, terá dado algo mais valioso do que um milhão de dólares. O dinheiro é perecível, mas a realização divina nos acompanhará além dos portais do túmulo.

Para quem se comporta mal, o Ser é um inimigo. Ajude o Ser e Ele o salvará. Não há outro salvador, além do seu Ser.

Ser iogue é meditar. Assim que acorda de manhã, o iogue não pensa primeiro em alimentar o corpo; ele nutre a alma com a ambrósia da comunhão com Deus. Saciado com a inspiração que sua mente encontrou, ao mergulhar profundamente na meditação, está apto para cumprir com êxito todos os deveres do dia.

Ao analisar o que você é, tenha o firme desejo de eliminar suas fraquezas transformar-se no que deveria ser. Não se permita desanimar com imperfeições que são comumente reveladas através de uma auto-análise sincera.

Que o homem eleve o eu pelo eu; que o eu não se degrade. Para aquele cujo eu foi conquistado pelo Ser, o Ser é o amigo do eu; mas, em verdade, o Ser comporta-se de maneira hostil, como um inimigo, para com o eu que não foi subjugado.

Você agora está limitado; quando, porém, pela meditação diária e profunda, puder transferir sua consciência do finito para o Infinito, será livre. Você não se destina a ser prisioneiro do corpo. Você é filho de Deus e deve viver à altura dessa herança divina.

As pessoas mundanas buscam as dádivas de Deus, mas o sábio busca o próprio Doador. Nosso empenho deve ser não apenas adquirir segurança financeira e boa saúde, mas procurar o significado da vida. A vida: de que se trata?... Quando pensamos com suficiente profundidade, encontramos uma resposta em nosso interior. Esta é uma forma de prece atendida.

Não deixe que ninguém o chame de pecador. Que importância tem o que você foi ontem?

Você é filho de Deus, agora e sempre.

(enviado por uma querida amiga)

terça-feira, maio 22, 2007

saudades… tenho saudades… tuas

meu irmão que foste mundo a fora pela certeza de um mistério numa estrada que não segui. Perdoa-me e aguarda-me. Pois quando nos encontrarmos, não será só que me apresentarei a ti, pelo que são muitos os que te amam.

domingo, maio 06, 2007

Dia da Mãe

Uma Mãe chora, a dor lancinante da angústia. e o seu choro fere e pela frente purifica, as gangrenas do dia a dia, inesperado… Uma Mãe encarquilha-se no peso dos anos como um caracol, para acomodar melhor o jugo de seus filhos, seus cadilhos, sua feroz libertação. Uma Mãe rasga o peito em sangue vivo, em sangue tão vivo! como a luz, que os seus filhos como vampiros, disputam entre si, entre gritos violentos, de inconsciência. Uma Mãe desespera nas marés, não tanto pelas ondas que trás, mas pelas que leva. Como disse o meu irmão: Uma Mãe é um Sol, de um brilho Divino, onde dependentes gravitam mil planetas e estrelas, cheios de vida! Mãe que disforma o seu ser graciosamente, para albergar em seu ventre, um novo ser, um novo mundo. E tantas Mães são um único Pai!... …Mamã!...

quarta-feira, março 14, 2007

Hierarquias Angelicais

O Mundo Angelical possui 72 Anjos Guardiães, divididos em nove Hierarquias, onde cada hierarquia tem seu Príncipe. Veja abaixo, os nomes das hierarquias e como são representados seus Anjos nas esculturas, nos quadros ou em qualquer manifestação angelical.
SERAFINS São representados normalmente com seis asas e rodeados de fogo. A categoria angelical mais próxima de Deus. Apesar de Anjo não ter sexo nem idade, os Serafins são considerados os mais velhos de todos os Anjos. São entidades superiores que conhecem a infinita bondade. Seus deveres são velar, adorar e louvar à Santíssima Trindade, assim como propagar o Princípio da Vida Universal e manifestar a gloria de Deus. Possuem poderes de purificação e iluminação. O Príncipe desta categoria chama-se METATRON, ele governa todas as forças da criação em benefício dos habitantes da Terra. Reúne nas mãos o esplendor das sete estrelas.
QUERUBINS Sua representação é de uma criança gordinha, bochechuda, com jeito de garoto maroto e travesso. Recebem os raios da Divina Sabedoria de Deus e são responsáveis pela ordenação do caos universal. Oferecem aos homens o conhecimento e as idéias. Acredita-se que o trono do Papa é guardado por 4 Querubins. O Príncipe desta categoria chama-se RAZIEL, que é o Anjo dos mistérios, o príncipe do conhecimento e guardião da originalidade. São os bebes, retratados com simpatia e graça pelos pintores.
TRONOS São representados como Anjos jovens, bonitos, que levam nas mãos um instrumento musical como a Harpa, a Citara ou uma Trombeta.
Possuem uma essência muito pura e zelam pelo trono de Deus, oferecendo ao homem o sentido de união. Recebem de Deus as ordens para depois comunicá-las às dominações e a outros espíritos de menor poder. O Príncipe desta categoria chama-se TSAPHKIEL, que simboliza as forças criativas em acção, ajuda-nos a contemplar o futuro e é associado com a Terra.
DOMINAÇÕES Trazem como símbolo o ceptro e a espada, representam a autoridade e o poder divino sobre toda a criação. Fazem cumprir a vontade do Senhor em todos os seres celestiais. Aspiram à verdadeira soberania. Despertam no homem a força para vencer o inimigo interior. O Príncipe desta categoria chama-se TSADKIEL, que auxilia nas emergências e processos de todas as naturezas, é o príncipe da profecia e da inspiração. Traz ideais transformadores para concretizar as metas das pessoas fracas e desanimadas.
POTÊNCIAS Seu símbolo é a espada flamejante. Tem o grande objectivo de proteger todos os seres humanos do poder maligno e destrutivo do demónio. São responsáveis pela ordem e pelos quatros elementos: Água, Terra, Fogo e Ar. Quando invocados, interferem contra todas as tentações. O Príncipe desta categoria chama-se KAMAEL, que interfere nas relações interpessoais e disciplinadoras. É o príncipe encarregado de receber as influências de Deus, para transmiti-las aos Anjos dessa categoria.
VIRTUDES Podem ser representadas levando na mão um cajado ou um bastão. São representados pelo Reino Mineral e pelas leis que regem a criação, de acordo com a vontade Divina. Traduzem o desejo de Deus e oferecem ao homem discernimento. Eles têm o poder de acalmar a fúria da natureza, como tempestades, maremotos e terramotos. Trabalham com milagres.
O Príncipe desta categoria chama-se RAPHAEL, que é o auxiliador dos trabalhos de cura, ele é a medicina de Deus. Será ele quem conduzirá a nova geração para o ano 2000 e deverá remediar os males da humanidade.
PRINCIPADOS São conhecidos pelo ceptro e pelas cruzes que trazem nas mãos. São os protectores das comunidades e responsáveis pelo reino vegetal. Cada país, município, bairro ou igreja tem um vigilante para defesa e amparo geral. Os principados vigiam os líderes de todos os povos, seus protegidos tem facilidade de encontrar solução para os problemas. O Príncipe desta categoria chama-se HANIEL, que ajuda a resolver todos os problemas de amor, é invocado contra as forças do mal.
ARCANJOS Levam nas mãos uma espada e um escudo. São os lideres entre os Anjos. Deus confia a essas criaturas celestiais, missões extraordinárias e revelações acima da compreensão humana. Deus enviou o Arcanjo Gabriel para dar a notícia à Maria de que ela seria mãe de Cristo. As pessoas abençoadas pelos Arcanjos são religiosas de carácter impecável. O Príncipe desta categoria chama-se MIKAEL, seu nome é um grito de batalha, invocado para coragem, defesa forte e protecção divina. Todo primeiro domingo de cada mês, às 10 horas, o Arcanjo Mikael, está mais próximo da Terra.
ANJOS
Não existe uma representação especial, tomam a forma com que você os imagina. Encarregados de orientar e influenciar os homens no caminho da vida. São seres de luz, responsáveis pelo desenvolvimento espiritual dos humanos. Não ocupam atribuições ou postos especiais no exercício celestial. As pessoas sob o domínio dos Anjos gostam de liberdade, não tem apego ao dinheiro, são bem-humoradas e inteligentes. O Príncipe desta categoria chama-se GABRIEL, é o Anjo da esperança.