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quarta-feira, dezembro 02, 2015

saber para não entender...

agora é o tempo chegado
de saber para não entender...

não entender as arrelias,
os desentendimentos desconhecer...

não conhecer os sentidos do intelecto,
quando estes professam acima de si mesmos...

não ofuscar as fragilidades alheias,
com as arrogâncias que sobram de si mesmo...

não escrever histórias parvas,
vestidas de explicação para o mundo que se desconhece, apenas porque se julga saber tanto.

o mundo já conheceu sua regeneração...
afinal esteve sempre onde a fossem capaz de percepcionar...

nunca deixou ninguém de fora, 
apenas não enche taças cheias de si mesmo...

agora é  tempo da primavera
onde a matéria finalmente se decompõe
de resíduo em gaz esférico

onde os sonhos do criador e de seu filho predilecto fazem de nós próprios...
a razão do nascer e pôr do Sol...

agora não existe motivos de ser incompreendidos
pelas vozes que não articulam sons
e todos os celestiais ouvidos
escutam e encantam...

agora não mais tens que temer algum desfecho
de qualquer historia queiram contar
se ela não te trás o que acreditas ser
não mais levará o que não queiras dar.

só amplamente dá
quem não espera receber

agora afinal é o tempo 
de no tempo tua alma desnudar.

terça-feira, novembro 24, 2015

ironias...

as pessoas mobilizam-se juntando-se em círculos fechados, 
para orarem por um mundo que desejam ver mais aberto...

sexta-feira, novembro 20, 2015

Poesias?...

O tempo acontece e as peles enrugam
as ondas lavam quebrando o quebra-mar

Enlouquecer para quê se a sanidade ainda aqui não morou.

Concordo... concordo contigo, estás contente… 

Ou estarás a mentir?

O som esse me leva onde me traz
Tem gente que eu amo dentro…

Fazem acreditar na ilusão que eu sou
Palavras pequenas…
Pequenas palavras…
Aumento.

Sou tão feliz que nem sei
e nas imagens até acredito,
que do faço não resto mais, 
O Homem velho morreu…

para que o homem novo morra…

Afinal não é a morte o alimento da existência…

O homem não é o sal de Deus?

Por enquanto somente…
serei a pedra do meu sapato.

brisa na viagem de um momento

fiz as contas sem pensar
aconteci então interrupto

afinal era mesmo o momento
de registar o meu passei.

afinal não acreditamos todos,
que não há o fim…

que toda a morte é vida que nasce

que tu não tens qualquer domínio sobre si
que ela transcende a forma e o fim
se banquetea com a impressibilidade do destino

se me compreenderes já não estarei só.

Mas como assim não é
jogo correndo o destino tomando
os dias um de cada vez…

procurando perder-me até não me achar mais.

quarta-feira, novembro 18, 2015

paisagem...


todos os pensamentos sou capaz de absorver, 
absorvo não deixo nem 1 para desaproveito

todos os detalhes de cada coisa, de cada som, 
de cada luz e sombra, de cada cor

escolho deleitar-me assim com o que habituado a viver numa espécie de solidão interior, agora constitui um apêndice de mim próprio, uma espécie de extensão


a sua beleza, a das coisas contempladas, supera de longe a insensatez dos juízos mantidos por uma mente relutante

tudo o que trago de belo e conclusivo ao domínio da mente, acaba invariavelmente por se constituir em carma, pelo que falho no corpo e pelo juízo da própria mente, dominadora

os planos contemplativos da própria consciência são bem mais atractivos

ai não existem regras impostas, não existe desejo de forma alguma, não existe julgamento

apenas no não existir a consciência contemplativa da própria ausência de ser se percepciona levemente...

é o tipo de testemunho e celebração à vida,
sem peso ou o ónus da tua própria existência.




Às vezes...

às vezes o vento sopra onde não o esperas,
às vezes não...

depois tem a linha do mar, 
nas palmas da mão,

o singular aperto do coração.

às vezes o chegar até só, 
ainda que sonhos sejam acompanhados
de pessoas, de quimeras...

depois falas com um livrinho, 
como se leva-se a um destino
exacto, perene...
às vezes não.

as trajectórias não se perdem em vãos de escada

o sol laranja seduz e encanta,
enquanto se esconde por detrás da neblina marítima.

pede um desejo de amor que hoje,

na Aguda às vezes...

terça-feira, outubro 13, 2015

MUNDO INFORMÁTICO

NO DIA EM QUE AS PROMESSAS, AS PROFECIAS, JORRAREM JOGADAS NA RUA
SABERÁS QUE O DIA CHEGOU ANTES DE TERES DADO CONTA
CAPTURADO
PODERIAS TER EVITADO

AGORA SABERÁS TER ENFRENTADO.

segunda-feira, outubro 12, 2015

Da escuridão para a Luz

Para a autoconsciência desta migração constante de um para outro extremo, será interessante algumas propostas de reflexão.

Sendo dois estados opostos, ambos detém um centro comum e ao menos duas vias principais comunicantes entre eles.

Imaginemos na manifestação de vida e mais concretamente num humano, seria proposto o humano como o eixo ou centro, ou ainda consciência destes dois extremos, a um lado escuridão e sua via comunicante e a um outro luz e sua respectiva via comunicante.


 A visualizar esta proposta como um balancé, temos nos opostos os assentos e nos seus prolongamentos em direcção ao centro onde está montada a estrutura que os suporta, o eixo ou ponto central de onde as forças são diametralmente opostas e semelhantes.

Assim, é a consciência centrada que detém o desvio de se deslocar para qualquer um dos extremos, originando desequilíbrios.

A luz proporciona a consciência do seu oposto e vice-versa.

Assim dentre estes dois extremos necessária se faz a consciência, que é o que devolve equilíbrio e equanimidade.

No ser humano ainda que sendo constituído na menor parte por matéria, sua densidade magnética é característica e fundamental para a constituição ou base expancional dos restantes atributos não materiais desta mesma constituição humana.

Tem por interesse para o mantenimento do posicionamento equilibrado e equidistante de ambos, luz e escuridão, o centro ou o igual afastamento do corpo da matéria de seus extremos.

Resumindo;

No decurso das actividades diárias humanas, a consciência pessoal secundada pela consciência colectiva, constituem a habitação do espírito.

Esta habitação ou corpo manifestado é consubstanciado nos extremos, estes por sua vez descaracterizados na periferia do ser.

A luz ambiciona os estados iluminados.

A escuridão ambiciona os estados caóticos.

O ser humano consciente ambiciona o equilíbrio entre estes dois de forma de perpetuar a espécie e a evoluir sustentavelmente.

Faz-se neste propósito todo o sentido, daqueles movimentos filosóficos que promovem o caminho do meio ou o Tao, como caminho de virtude e de transcendência. 

No absoluto compromisso do correcto entendimento da transitoriedade humana, a promoção da espécie está correctamente garantida, sem tabus, mitos ou dogmas.

Somente no mergulho para dentro de si mesmo o Ser Humano almejará sair de si próprio para uma dimensão externa e expansionada. Mergulho tanto mais eficaz quanto mais autenticamente cultivado a sós, sem cultivo de grupo nem de piscina grupal.

Chega lá quem o funde em si ou seja por ele fundado.

terça-feira, outubro 06, 2015

Verdade e consequência

Existe um jogo que na adolescência muitos faziam em grupo e era motivo de grande brincadeira. Denominava-se verdade ou consequência, seja ou se respondia com veracidade a uma questão colocada ou não o desejando se ficava sujeito a cumprir uma tarefa ou um outro qualquer castigo.

Não é deste jogo que trata o texto mas de um outro denominado, o jogo da vida.

É do tipo verdade e consequência, algo que nem todos reconhecem mas todos sem excepção podem confirmar assim o desejem.

Temos escolhas na vida e consequentemente geramos o que lhes está diametralmente oposto. Não raro as denominamos de escolhas erradas ou fora do nosso caminho. Escolhas não acertadas para nós apenas porque não definimos seguir. 

Abordando este tema  mais profundamente, estas referidas escolhas que perfazem o nosso lado sombrio por assim dizer, tendemos a identifica-las como escolhas pouco positivas, indesejáveis ou mesmo prejudiciais. Umas vezes é assim outras nem por isso.

Esta outra margem do que escolhemos para nós, gera em resultado da nossa escolha o que se pode denominar de uma consciência da transgressão. 

A consciência da transgressão é uma projecção de si mesmo deslocada para o plano ambivalente de si próprio. 
Genericamente, temos:

O que eu sou, onde estou e o caminho que escolho com todo o seu conteúdo.

O que eu não devo ser, onde não devo estar e o caminho que determino rejeitar com todo seu conteúdo.

É sobre este último as considerações e partilha de observações.

As forças entre estes opostos é diametralmente igual; quanto maior a intensidade despendida num deles maior o refluxo automático na ausência (apetência) do outro.

Assim enquanto realizas um caminho construído passo a passo corajosamente, tem um outro que imaterializado ganha atractividade e não é razoável de menosprezar.

Considerando que quando se move uma pessoa do campo das suas escolhas descriminadas para uma irresistibilidade de umas outras que em princípio se rejeitariam, assim se entra em transgressão consigo mesmo.

Notas acerca da transgressão. 

No humano a possibilidade da Transgressão é imensa, ao contrário de algumas ciências que pretendem delimitar os seus atributos, ela é potencialmente muito vasta. 

É muitas vezes associada a uma liberdade imensa, superior até ao gosto de cumprir. 

Trás junto consigo um espírito de rebelião, de fazer o que me havia destinado a não fazer, de coabitar com essa espécie de monstro dominador criado por mim e que em última instância me irá aprisionar. 

Numa sociedade essencialmente convencional, a transgressão converte-se facilmente num apetite insaciável, devorador da vontade, onde uma espécie de  liberdade demoníaca encontra a sua maior expansão.

No entanto saiba-se que esse fervor apesar de fascinar facilmente, não cumpre, não é o Céu nem tem Asas.

Não é um Paraíso cultivar assim o conhecimento do seu próprio negativo. 

É mais parecido com a suite de luxo do inferno.

terça-feira, setembro 29, 2015

TU ÉS TUDO AQUILO QUE FORES.


Assim como nas vias físicas, o cuidado, o prazer, a preocupação, o receio que sentimos por aqueles que estimamos muito, afecta a nossa vida e a de a quem apontamos o sentir, condiciona e interfere com uma intensidade ainda maior, ao nível do invisível.

Neste processo, tem o que pensas e o que fazes, em grande parte pela enorme quantidade de atenção necessária em graus de consciência desiguais e até desequilibrados.

Tu consegues muitas, algumas ou apenas uma vez que seja, compreender testemunhando esse processo natural. De sentir em ti mais que uma dinâmica de consciência acontecendo simultaneamente, muitas vezes do tipo seres o que és e ser auto-confrontado simultaneamente com o que gostarias ou acharias que deverias ser.

Dois caminhos distintos a partir da mesma origem, desiguais, intemperados e não poucas vezes divergentes, cheios de regra distintas moralidades e esforços intrínsecos.

Tem a certeza porém que o que acontece no campo das tuas percepções ditas grosseiras, acontece pela mesma natureza no campo ainda mais vasto e desconhecido da tua própria linguagem desconhecida ou seja invisível.

Como um invisual sentes e levas com ela, quer queiras quer não queiras e é assim que lhe testemunhas a acção.

Feliz nascimento esse de reconhecer a acção inequívoca daquilo que tu próprio geras ainda que lhe não reconheças o rosto.

Mas é assim mesmo, os cuidados que não reconheces mas expressas de alguma forma, eles criam uma vontade própria gerada no seio de ti mesmo e afectam a todos os que te rodeiam e em última instância, aqueles a quem são dirigidos.

Assim todas as tuas queixas tem origem em processos que te são legítimos e muito possivelmente tu alimentas. 

Assim nada mudará de fora para dentro porque não tem lá a sua origem. 

Assim, não adianta lamentares todas as desgraças que afinal são apenas lembrete à tua capacidade de criar, mal dirigida.

Tudo afinal acontece por sermos literalmente uns Deuses, cismados em negar o imenso poder que detém nossa própria vontade, auto-limitados pelo aspecto visível das emoções fortes, trágicas ou exageradas, renegando a nossa génese Divina a favor duma amálgama de turvas intenções que de forma organizada procuram arrecadar todos e cada um para o redil dos capturados.

Acordar para as capacidade que em ti residem, que sabes em ti se inquietam, calar o dialecto da banalidade que te assalta todos os dias, é reconhecer uma ajuda importante e Altíssima que tem a sua origem em ti mesmo e é capaz de mover montanhas… invisíveis é claro.

O teu futuro é construído agora.

A vida daqueles que para ti são mais influentes bebe desse destino que lhes dás, assim como tu desse néctar és alimentado.

Atenção portanto no teu processo de criar arte em ti.

Deixa as formas externas que sem tua participação nada valem. 


Do externo que não passe pelo crivo da tua consciência nada vale, são apenas figuras de estilo coordenadas a alimentarem estilos de vida morta, de esterilidade que nada vai doar de si mesma a ninguém porque não possui em si mesmo o Dom de doar a vida que não possui, que apenas aparentemente a toma pela sua forma externa.

À que acordar interiormente os níveis de percepção superiores, necessários a promover as nossas vidas e a dos demais. Tudo em nome de um destino que já nos está reservado pelos direitos que nos foram concedidos. 

Quem tem ouvidos para ouvir que ouça, como disse um Homem de Sonho.



quinta-feira, junho 18, 2015

+ como Tu...

Estou convencido que assim comecem a surgir entre nós mais como Jesus, que o mundo acelerará de forma irretornável, para um clima crescente de paz, segurança e fraternidade entre os povos.

E não será mais preciso, para alcançar estes patamares de enorme evolução humana e civilizacional, nenhum tipo de suplicio ou enorme sacrifício. 

Esse esforço já está cumprido. Assumiu-o voluntariamente o próprio Mestre Jesus enquanto esteve cá entre nós fisicamente, no suplicio e martírio a que foi sujeito apesar de inocente e que resultou na entrega de sua própria vida pela remissão dos nossos pecados seja, pelo carma pesado que teríamos todos ainda que superar, para absorver os profundos conhecimentos das maravilhas do Pai.

Reflexão que aponta para a importância essencial para cada um de nós usar a força da intenção dirigida, do pensamento direccionado, da oração, da meditação, para que estes fluidos benevolentes e curadores sejam um balsamo renovador num mundo presentemente tão acometido de injustiças, incompreensões e intolerâncias.

Orar seja no livre método de cada um, uma responsabilidade para si, para os seus e para aqueles que quando partirmos hão-de vir.

Assim Seja!

quarta-feira, junho 17, 2015

Dia Litúrgico: Quarta-feira da 11ª semana do Tempo Comum

Hoje fui sujeito a uma situação corriqueira. 

Numa fila de pessoas para atendimento num estabelecimento comercial uma pessoa com quem tinha estado a conversar sobre banalidades, mas também sobre um certo teor de certo e errado, ao entrar um seu conhecido na recepção aproveitou e mesmo depois de conversar comigo, utilizando-se dum ardiloso impulso, passou à minha frente com ar de grande naturalidade. 

Eu não quis levantar escândalo e freei meus impulsos, ainda perplexo pela atitude inesperada daquele que conversando amenamente comigo, estava agora a comportar-se lamentavelmente.

Quase imediatamente outro personagem preparava-se para fazer o mesmo. Não teve hipótese, já que levantei a voz chamando atenção para aqueles que já aguardavam à sua frente para serem atendidos. 

Percebi que a primeira personagem enquanto era atendida estava envergonhada do que fizera e ainda que me olhasse tentando conquistar simpatia, eu comportei-me como se ela deixasse de existir, apesar de antes ter estado a falar com ela descontraidamente. 

Por essa altura questionava-me se no momento de se retirar, ao cumprimentarmo-nos a iria repreender. Achei que ela tinha entendido e que já bastava, deixando o tema à sua própria consciência, preferindo ignorar o assunto.

O senhor acabou saindo sorrateiramente e eu nem lhe dignei um olhar de reprovação. Apenas o ignorei. Achei que assim ainda lhe tinha poupado uma vergonha porque se viesse despedir-se ia ser repreendido com certeza absoluta.

Resumo da forma como me senti em relação ao assunto mais tarde umas horas: 

Em primeiro lugar queria ter uma atitude de tolerância e acabei alimentando uma atitude de orgulho. Depois cuidei que ninguém escutasse em voz alta a falha do senhor em questão e acabei por certificar-me que ele ficasse como que confrontado pela sua imprudência. Afinal tudo que tentei fazer para que não lesasse o meu irmão acabou por ser transformado numa espécie de refinada tortura, para que ele ficasse marcado pela sua falha.
Julgamento, orgulho, Intolerância, soberba... grande fiasco... quando aprenderei????

Mais tarde uma horas, acabo cruzando com a seguinte passagem do evangelho:

Evangelho (Mt 6,1-6.16-18): «Cuidado! não pratiqueis vossa justiça na frente dos outros, só para serdes notados. De outra forma, não recebereis recompensa do vosso Pai que está nos céus. Por isso, quando deres esmola, não mandes tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos outros.

Em verdade vos digo: já receberam sua recompensa. Tu, porém, quando deres esmola, não saiba tua mão esquerda o que faz a direita, de modo que tua esmola fique escondida. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa. 

»Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de orar nas sinagogas e nas esquinas das praças, em posição de serem vistos pelos outros. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa. 

»Quando jejuardes, não fiqueis de rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para figurar aos outros que estão jejuando. Em verdade vos digo: já receberam sua recompensa. Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que os outros não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está no escondido. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa».

-não consigo deixar de pensar.... que maravilhosa forma de ver a vida e suas complexas relações... que maravilhosos pensamentos... que nobreza de carácter... cada vez amo e admiro mais este maravilhoso homem, que foi Jesus de Nazaré...

quinta-feira, maio 14, 2015

2 passos atrás para dar 5 à frente

Em pleno clima de urbanos excessos, com a oferta a superar a procura em praticamente todas as áreas da vida quotidiana, ocorre-me reflectir como a expressão “ 2 passos atrás para dar 5 à frente” tem tanta actualidade.

Eis alguns dos incontáveis exemplos que se podem encontrar e que “desmontando” a questão poderiam ser por si só suficientes à desejada mudança de paradigmas disfuncionais, desactualizados e desarmoniosos.

- No estudo da espiritualidade, na instituição da Trindade, PAI – Absoluto Poder, FILHO – Absoluta Presença, ESPÍRITO SANTO – Absoluto Casamento, cabe ao Ser Humano manter equilíbrio entre estes três mistérios actuantes entre si. Qualquer excesso ou sobreposição de um deles abala de imediato o equilíbrio entre os restantes. O bom e eficiente entendimento destas três forças maravilhosas e actuantes, constitui a percepção da realização do caminho.

Assim, se o estudo se adianta demasiado à vivência é necessário parar de estudar para reunir atenção e energia no máximo aproveitamento das vivências. Aparentemente em relação ao estudo se estaria andar para trás quando na realidade isso é falso, pois essa aparente pausa, dinamiza a percepção das vivências, o que é absolutamente necessário para que o estudo se co-substancialize.

Inversamente demasiada vivência sem estudo, irá forçosamente acabar por desnutrir o candidato, pois que derramando-se sobre o plano continuamente sem nutrir o espírito, depois de o conduzir a uma banalidade vivencial, acabará exaurindo-lhe o sentido de caminho.

Saber parar a um determinado momento, ainda que socialmente se esteja imerso num padrão de adesão continua, além de ser um acto de coragem é inteligente e uma prova de autenticidade para com o próprio sistema, que idealmente deveria reflectir pessoas autênticas para a autenticidade em si mesmo.

Esta regra aplica-se a cada um de nós, em todas as áreas da nossa vida. Das mais elaboradas e subtis às mais básicas e primárias, porque é uma lei da Natureza e não dos homens.

Só por ser acessível toda quantidade de alimento, toda a variedade de alimento, não quer significar que tens que te alimentar a toda a hora, de todas as coisas, senão vais enfermarte.

Se a um dado momento te excedeste, seja porque outros o fizeram e tu achaste - porque não? Ou um outro motivo qualquer, - PÁRA! – Tu deves parar. Deves parar para desintoxicando o organismo, possas voltar a disciplinar os teus hábitos alimentares de acordo com o que te é mais adequado ou seja, para evoluíres e cuidares da tua saúde. 

Andar aparentemente para trás para poder andar para a frente.

A ideia irresistível pós-guerra e capitalista de que na nossa vida é “tudo estrada”, é um enorme engano promovido afim de alimentar um monstro insaciável, insustentável e destruidor.

É necessário cuidar do corpo e da Alma. 
Cuidando destes tem que se lhe dar um sentido, ou seja cuidar do espírito. 
Cuidando do espírito é necessário repensar tudo de novo. 
Repensando tudo de novo cresce-se reposicionando o objectivo, ilustrando o caminho. 

Tudo isto não nada vale  se não existir um destino… o Sal desta Alquimia…, é necessário a cada passo abrir as portas da fé em cada estágio de crescimento, é necessário dedicar amor e atenção ao entendimento por todas as coisas.

Existem muitos modelos, o modelo de Jesus é um modelo de Salvação. 

Alguns de seus atributos mais actuantes para nós são a humildade. Sem ela não tem o homem capacidade de reconhecer a necessidade dos demais. 

A caridade, sem ela não tem o homem a possibilidade de frutificar suas obras. 

A Fé, sem ela não tem o homem acesso ao seu cordão umbilical cósmico.

Enfim muito mais provém deste maravilhoso Mestre, e estudando suas parábolas, estudando seu proceder nos episódios conhecidos de sua vida, suas tribulações e seu amor pela humanidade, pode qualquer um de nós, sem se deslocar a nenhum lugar especial, nenhum grupo de pessoas especiais, conhece-lo intimamente e enriquecer a sua vida.

Jesus vive onde disse que o encontrariam, na tua família, entre os teus entes queridos, no cumprimento das tuas obrigações para com todos os irmãos e na solidão do deserto do teu coração.

Para quê procurar a Cristo, nos lugares onde tudo o que te oferecem não o pode trazer a ti.

És tu que tens que o Encontrar em ti.

Muitas vezes, é necessário parar. Dar mesmo um passo atrás, deixar cair projectos que cheios de boas intenções se tornaram um centro de vaidade para o ego, de ruína espiritual e de desvio de muitos irmãos desprevenidos. 

É necessário dar 2 passos atrás para dar 5 à frente.`


E isso só pode acontecer dentro de ti…

sexta-feira, maio 08, 2015

Conversas Transcendentes...



"..mas a minha questão vai um pouco mais à frente, por quanto tempo, vidas ou eras, podemos ser genuínos ​
se não evoluímos? e o evoluir ou não, está nas nossas mãos e não na genética original​."

- Obviamente não tenho resposta nem ideia formada sobre a maioria dos assuntos e temas que se vão adiantando à própria vivência de os experienciar, mas na minha modestíssima e meio ignorante opinião acho que no Universo está provado que não existe essa coisa de estagnação evolutiva. 

A evolução está presente em todas as vertentes da natureza apesar de muitas vezes ser muito difícil percepciona-la "a olho nu". Pode ser que a evolução pressupõe diversas dinâmicas, transmutação, transformação e inclua na sua caminhada deixar para trás certos estados e adquirir outros novos. 

Se na aparente observação isso corresponder a um certo andar para trás, ou andar para a frente, para o alto ou para baixo, ou mesmo para o lado, não deixa de ser uma manifestação de vida, de movimento. Resumindo, não acredito haja alguém ou coisa alguma que tenha o poder de impedir a evolução em seus próprios ritmos e mistérios. Nem a própria morte celular que como sabemos corresponde apenas a uma passagem para outros planos de existência. Portanto, no meu entender a evolução permanente em seus variados níveis de manifestação é um dos testemunhos soberanos de Deus e apenas Ele tem as ferramentas de trabalhar a esses níveis, ou seja de "parar" se assim O entendesse.

Analogamente quanto a ser genuíno ou não, associo o tema mais ao âmbito da escolha do ser, do seu livre arbítrio que aliás constitui um outro grande mistério da evolução. No meu entender, relaciono a genuinidade com uma escolha que se faz, com um estado de alerta que se cultiva de uma presença ou procura de Deus na pessoa, de uma postura consciente e trabalhosa de trazer dentro do peito a Eucaristia Crística. 

Muito a um nível pessoal, acho que ser genuíno é viver apaixonado pela imagem de Jesus Cristo, é viver sob sua orientação e incondicional entrega. É  um outro grande mistério ou iniciação, trazido à natureza humana pela encarnação da personagem de Jesus.

É este mesmo livre arbítrio no ser humano que lhe possibilita desvios à sua natureza e acabar num estado não genuíno, esteja consciente ou não e numa proporção quase exacta, reflecte um afastamento dos preceitos Cristãos. 

Quanto mais afastado esteja um ser humano de Jesus Cristo, mais distante de si próprio, de sua genuinidade e de sua salvação. 

No entanto permanece evoluindo, simplesmente numa direcção diferente, quiçá involuindo. Aliás estes temas estão perfeitamente presentes em variadas passagens do Evangelho, em diversas parábolas de Jesus, referindo-se ao tema.

Então acredito que tudo está relacionado em sua perfeição natural, a genética de mãos dadas em seus planos paralelos e através dos tempos vai modelando a existência atribuindo-lhe as ferramentas potenciais, de acordo com escolhas ancestrais pelos genes do pretérito. É um tema muito bem estudado pelos espíritas cristãos do passado e por algumas religiões do oriente.

A genética apenas dá respostas, ás questões colocadas no passado, e uma vez mais para cumprimento de um processo evolutivo, marca de uma Divina Previdência.

Está tudo maravilhosamente ligado, como uma teia celeste onde as existências se passeiam pelos anais dos tempos."

Evangelho (Jn 15,12-17): «Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi e vos designei, para dardes fruto e para que o vosso fruto permaneça. Assim, tudo o que pedirdes ao Pai, em meu nome, ele vos dará. O que eu vos mando é que vos ameis uns aos outros».

quinta-feira, abril 23, 2015

OS DONS

Os dons não são bens adquiridos dispensados de atenção.

Então o que é um dom?

Um dom é algo de que se dispõe naturalmente e sem esforço algum, comparativamente à maioria dos seus semelhantes, sendo que quanto mais difícil é de encontrar semelhante dom em seus semelhantes, mais raro e único se torna esse dom em seu portador.

Um dom pode em muitas vezes ser replicado com maior ou menor sucesso tecnicamente, por meio de muito estudo, dedicação e entrega, sendo que em sua essência, o portador não é e nunca será efectivamente um portador nato desse dom, mas antes um estudante aplicado que consegue por seu mérito replicar por assim dizer, as principais características desse dom.

Um dom não é algo necessariamente vitalício.

No ser humano muitas vezes é um facilitador de uma certa qualidade ou capacidade, sendo que simbologicamente se assemelha a uma semente que poderá ou não ser germinada pela intenção consciente ou não do seu portador.

Também se dá o caso de muitos dons, ao não serem realizados em sua potencialidade, pela intenção nula ou falta de reconhecimento do portador, se dissipam ou perdem atributos ao longo do tempo ou trajecto do portador.

Um dom muitas vezes é uma referência de origem, uma facilidade de reconhecimento das áreas certas para que o portador se desenvolva e aprimore tecnicamente, para com a ferramenta do saber consiga através de sua dedicação reforçar e fazer brilhar o que afinal já trazia dentro de si latente. Poder-se ia dizer que é uma espécie de alma gémea do ser, já que se catalisa dentro da mesma essência, do mesmo ADN; gerar através de uma capacidade ou afinação acima da média, por vezes sobre-humana, o sentimento de realização.

Um dom também é um testemunho de Deus, de sua presença e do mundo sobrenatural, um meio de comunicação utilizado pela realização, entre o plano humano e o transcendental.

Para que seja permanentemente activado este dom natural, pressupõe um constante e crescente reconhecimento do seu portador.

Por ser naturalmente sobre-humano e de origem transcendental, necessita o seu portador de o compreender e debruçar-se sobre sua especifica linguagem, seja a da esperança, seja a da fé, seja a da consciência do Divino, seja a da transitoriedade dos fenómenos e da vida no próprio plano.

Resumindo, ninguém é embaixador de um País sem que queira e estude as particularidades, os costumes, a língua e a história desse País. Querer não basta para encontrar e sim para buscar.

É necessário atrair o objectivo de nosso foco, com um coração desprendido e apaixonado. 

Num dom e seus atributos, sua intensidade é proporcional à presença de Deus no seu portador.

Um portador conscientemente desenvolvido, é um melhor candidato a embaixador de Deus.

Deus representa-se em quem bem entender e nunca pelas características de um portador. Só Deus conhece os seus Divinos planos e reconhece as suas Divinas motivações, sendo que o portador, é como um instrumento de Deus, que pode pela sua parte, falar a linguagem de Deus mais ou menos afinado, pelo que é a gestão do seu equilíbrio da sua responsabilidade.

Tu existes.
O dom existe
Deus realiza através de Ti
A obra de Deus manifesta-se

Nesta pirâmide, se Tu não reconheceres os teus próprios processos de existência, tudo mais não se realiza. Nessa medida a consciência de Tua existência em tudo que tu fazes, é a iniciativa ou iniciação necessária a que tudo mais se possa desenvolver (reconhecer) e por consequência no aumento da intensidade de teus próprios dons a presença de Deus e a sua obra manifestada.

terça-feira, abril 07, 2015

Opções

A linguagem de Deus está presente nas tuas opções.
A sua ausência também de igual maneira, no exercício das tuas opções.

Em cada um de ti, existem as variadas opções de pela condução de ti mesmo te tornares o que queres, rodeado do que desejas, mesmo que isso seja estares ilusoriamente só.

As ansiedades manifestam-se sempre, afinal desvios de tua vontade autêntica.

Não vale de nada mentir, esconder de ti o que tu conheces ser. Mesmo que isso seja tortuoso é a linguagem que julgas ser necessária à tua vida.

Ser simplesmente não é ser bruto.
Ser complexo não é ser culto.

Muitas vezes ser muito é ser pouco.

Nem o Sol se levantaria sem que a Lua lhe indicasse o ensejo,...

sexta-feira, janeiro 23, 2015

Atos 8

E Saulo estava aprovando o assassinato de Estêvão. Saulo persegue a Igreja. 

Daquele dia em diante, estabeleceu-se grande perseguição contra a Igreja em Jerusalém. Todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judeia e de Samaria. Alguns homens piedosos sepultaram Estevão e derramaram seus corações em pranto por seu martírio. Saulo, por sua vez, devastava a Igreja, invadindo casa após casa, arrastando homens e mulheres para jogá-los ao cárcere. A Igreja prega para todos

Enquanto isso, os que haviam sido dispersos pregavam a Palavra por onde quer que fossem. Indo Filipe para uma cidade de Samaria, ali lhes anunciava a Cristo. Assim que o povo ouviu a Filipe, e viu os sinais e maravilhas que ele realizava, deu unânime e absoluta atenção ao que ele ensinava. Porquanto os espíritos imundos abandonavam a muitos, aos berros, e um grande número de paralíticos e aleijados eram curados. E, por este motivo, grande alegria sobreveio àquela cidade. 

Um mago em busca de poder

Havia um homem chamado Simão que, há algum tempo, vinha praticando feitiçaria na cidade. E isso impressionava toda a população de Samaria. Ele se dizia poderoso e notável, e todas as pessoas, das mais simples às mais ricas, davam-lhe grande crédito e exclamavam: “Este homem exerce um poder divino, chamado o Grande Poder!” E muitos o seguiam, pois vinham sendo iludidos por ele há bastante tempo por meio de suas artes mágicas. Contudo, quando Filipe lhes pregou as Boas Novas do Reino de Deus e do Nome de Jesus Cristo, creram nele, e foram baptizados, tanto homens quanto mulheres. O próprio Simão, da mesma forma, creu e foi baptizado, e acompanhava com curiosidade a Filipe por toda parte, contemplando perplexo os grandes sinais e maravilhas que eram realizados.

Pedro repreende o falso crente

Então, os apóstolos de Jerusalém, ouvindo que o povo de Samaria havia acolhido a Palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João. Estes, assim que desceram até eles, oraram para que recebessem o Espírito Santo, porquanto o Espírito ainda não havia sido derramado sobre nenhum deles; tinham apenas sido baptizados em o Nome do Senhor Jesus. Sendo assim, à medida em que Pedro e João lhes impunham as mãos, recebiam estes o Espírito Santo. Observando Simão que o Espírito era concedido por meio da imposição das mãos dos apóstolos, ofereceu-lhes dinheiro, propondo: “Dai-me também a mim este poder, para que a quem eu impuser as mãos, ganhe o Espírito Santo!” Diante disto, replicou-lhe Pedro: “Que o teu dinheiro siga contigo para tua perdição, pois intentaste comprar, por meio dele, o dom gratuito de Deus! Tu não tens parceria nem porção neste ministério, porque o teu coração não é honesto perante Deus. Arrepende-te, portanto, dessa tua malignidade e ora ao Senhor; é possível que te seja perdoada a intenção do teu coração; pois vejo que estás cheio de amargura e atado pelos laços do pecado”. Entretanto, Simão lhes respondeu: “Orai vós por mim ao Senhor, para que nada do que dissestes sobrevenha a mim”.
E, havendo testemunhado e proclamado a Palavra do Senhor, Pedro e João regressaram a Jerusalém, pregando o Evangelho em muitos povoados samaritanos. 

Filipe é enviado em missão

Então, um anjo do Senhor falou a Filipe e lhe ordenou: “Apronta-te, e vai em direcção ao sul, pelo caminho deserto que desce de Jerusalém a Gaza”. Ao que ele se levantou e partiu. No caminho encontrou um eunuco etíope, alto oficial, administrador de todos os tesouros de Candace, rainha dos etíopes. Esse homem viera a Jerusalém para adorar a Deus e, retornando para casa, sentado em sua carruagem, ia lendo o livro do profeta Isaías. E aconteceu que o Espírito disse a Filipe: “Aproxima-te e acompanha essa carruagem. Então Filipe correu para a carruagem, ouviu o homem lendo o profeta Isaías e lhe perguntou: “Compreendes o que estás lendo?” Ao que ele replicou: “Como poderei compreender, a não ser que alguém me explique? E pediu a Filipe que subisse e se sentasse ao seu lado. O eunuco estava lendo esta passagem da Escritura: “Ele foi levado como ovelha para o matadouro, e como cordeiro mudo diante do seu tosquiador, assim Ele não abriu a sua boca. Em sua humilhação, a justiça lhe foi negada. Quem poderá contar a respeito dos descendentes dele, uma vez que sua vida na terra foi tirada”. Então, o eunuco indagou a Filipe: “Por favor, peço-te que me esclareças sobre quem o profeta está falando? De si mesmo ou fala de algum outro?” E, Filipe, tomando a palavra e iniciando por aquela mesma passagem das Escrituras, pregou-lhe o Evangelho: 

Jesus. 

Prosseguindo pela estrada, chegaram a um lugar onde havia água, e foi quando o eunuco observou: “Eis aqui água! Que me impede de ser baptizado?” Ao que Filipe orientou-lhe: “Tu podes, se crês de todo o teu coração”. Em seguida, declarou-lhe o eunuco: “Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus!” Assim, deu ordem para que parassem a carruagem. Então, Filipe e o eunuco desceram à água, e Filipe o baptizou. Quando estavam saindo da água, o Espírito do Senhor, de repente, arrebatou a Filipe. O eunuco não o viu mais, contudo, pleno de alegria, seguiu o seu caminho. Entretanto, Filipe apareceu em Azoto e, indo para Cesareia, pregava o Evangelho em todas as cidades pelas quais passava.


(NOT- em atos 8 encontro uma referencia e simultaneamente uma advertência, aos pressupostos essenciais para que um reikiano exerça o poder de cura, segundo os preceitos do Espírito Santo. Neste texto é impossível considerar omissão na instrução apresentada e é em absoluto rigor indispensável saber, que quem exerce a terapia de cura fora destes preceitos de conduta e intenção de coração, fora deste puro legado, está inequivocamente a exercer a terapia utilizando outro tipo de energia e possivelmente de conexão. Que certamente irá causar mais dano que beneficio, tanto para o que se diz reikiano como para aquele que paga para obter alívio de suas maleitas. Salvaguardando as opções de cada um, sugiro uma séria reflexão ao texto, às origens do reiki e de seu fundador, para que se entenda de uma vez que não será por ignorância nem por falta de aviso, se pratique a Arte inspiradamente e correctamente.
Não é possível ofender a Deus e sair incólume, eu não o creio de forma alguma.)