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segunda-feira, setembro 26, 2011

A confortável Deauville...

Em continuidade com umas fotos que coloquei de todas as motos que serviram de montada desde a primeira até a um longo interregno, pode-se ver em Julho de 2008 as fotos, actualmente voltei a utilizar este económico meio de transporte e prazer. 

Tem sido um reencontro muito recompensador. 

Passando às apresentações:

Honda Deauville 650V de 1999 

Uma moto muito estável e económica, que permitiu uns bons passeios

 Aqui na Serra da Freita em 2011

quarta-feira, julho 30, 2008


Com uma moto igualzinha a esta terminei "oficialmente" a minha relação com estes veículos de duas rodas. Destas que aqui referi porque foram as que comprei, mais por via de empréstimo ou experiência passaram por mim. Do andar de motorizada e moto, fica em minha memória muitos passeios, aventuras, amizades, acidentes espectaculares mas nunca demasiado graves, e muita .... muita saudade e gratidão... daquele tempo em que montar uma moto, era sinal do inicio de uma descoberta de prazeres garantidos... Um abraço grande a todos os motoqueiros e em especial aos que acompanharam o meu crescer: Fredo- Suzuki RG50, Nelo- Casal de 6, Orlando- Casal de 6, Nitos- sachs50 Formula1, Vilarinho- Casal de 6, Puxinha- Maxi Puck, Rui Zuco- Casal de 5, Pedro- FanticMotor 50, Virgilio- Casal 50 de turbina (jurássica),... enfim aos mais que muitos que não recordo de momento, igual e merecido reconhecimento.

a que me passou pelas mãos era na côr preta... linda!!!

tive esta na versão 175

tive uma destas...

depois tive uma destas ... num modelo posterior

quinta-feira, março 20, 2008

Não pertenço tanto às pessoas, … mas aos momentos…

Explico: Não vejo durante longos períodos, tipo uns anos sei lá… alguém que eu de uma forma responsável considere para mim, seja uma descoberta essencial permanente. No entanto curioso e, melhor… fantástico, maravilhoso, indescritível… (retomando), cada um e todos conseguem ter em mim momentos de uma importância nuclear, … sim ao nível do átomo. Tem alturas … várias, ao longo do dia, ao longo dos diversos cenários onde por qualquer motivo me vejo no guião, lá está, aquela pessoa que de um modo inconsciente, sem o saber me toca de uma forma impar, de uma forma que me vai conduzir a um moldar do próprio presente, do agora. Que poder, que fantástico poder, este de sermos todos invariavelmente contradições das estatísticas que dizem que somos todos substituíveis…. Substituíveis, uma treta!