quarta-feira, julho 11, 2007
quinta-feira, julho 05, 2007
Uma vez ou outra uma onda de pessimismo varre o País. Fala-se em crise, crise muito séria, e a onda vai contaminando as pessoas. Entra-se no Supermercado e escuta-se a reclamação dos preços."Já não se pode comprar nada. O dinheiro não dá."
Mas quem assim fala não sai de mãos vazias. Ao contrário, sai com pacotes, pacotinhos e até sacolas."0 salário está uma miséria." Que ele anda desfasado, está correcto. Mas miséria é exagero. O que ocorre é que se está pintando com tintas muito negras o céu do presente. Tudo isso nos recorda de uma história que colhemos em revista de grande circulação nacional:
Um homem vivia na beira da estrada e vendia cachorro-quente. Não tinha rádio e não lia jornais. Em compensação, seu cachorro-quente era muito especial. Ele resolveu colocar um cartaz na beira da estrada, anunciando a sua mercadoria. As pessoas paravam e compravam. Então, ele aumentou o pedido de pão e salsichas, e acabou construindo uma mercearia. O negócio cresceu. Ele resolveu chamar o filho que estudava na Universidade, para ajudá-lo a tocar o negócio. O filho chegou e disse ao pai: "Papai, o senhor não tem ouvido rádio? Não tem lido jornais? Não sabe que há uma crise no País e que a situação internacional é muito perigosa?"
Diante disso, o pai pensou: "Meu filho estudou na Universidade, ouve rádio e lê jornais. Ele deve saber o que está dizendo." Então, reduziu os pedidos de pão e salsichas, tirou o cartaz da beira da estrada e não ficou mais por ali apregoando os seus cachorros-quentes. As vendas caíram do dia para a noite. Convencido, o pai disse ao filho: "Você tinha razão, meu filho, a crise é muito séria."
Crise se combate com trabalho, com bom ânimo, com esperança. Esperança de dias melhores. Por mais semelhantes que sejam, os dias não são iguais. A chuva que ontem caiu não é a mesma de hoje, pois as gotas são outras. O sol que ontem brilhou não o faz hoje da mesma forma. A árvore da rua já não está com o mesmo número de folhas de ontem. O vento arrancou algumas, outras caíram por si mesmas. Há uma flor no jardim por onde você passa. Flor que ontem era só botão. As pessoas que você encontra no ônibus, na rua não são exactamente as mesmas.
Já observou que nessas pequenas coisas está a mensagem de Deus de que nada se repete exactamente igual? Cada dia é um novo dia. Oportunidades novas, chances que se apresentam. O sol que se mostra espancando as trevas da noite que teima em ficar é a mensagem do bom ânimo. Sol, claridade, novo dia! Espanque as brumas do pessimismo com o sol do seu sorriso, com sua disposição de vencer!
Hoje é um dia sem igual! Horas como as de hoje nunca as tivemos antes. Ânimo! Hoje é dia de vencer, de triunfar! Tornemos o nosso fardo leve, com Jesus no coração e muita disposição para vencer. O cristão nasceu para ser um triunfador!
Você sabia?
...que Abraão Lincoln, o décimo sexto presidente dos Estados Unidos da América do Norte, se candidatou para a Câmara e para o Senado duas vezes e perdeu as duas vezes? Durante a Guerra de Secessão perdeu diversas e importantes batalhas e perdeu a popularidade também. E você sabia que ele nunca se mostrou pessimista e é considerado uma das mais notáveis personalidades da História da Humanidade?
domingo, julho 01, 2007
quinta-feira, junho 28, 2007
sábado, junho 23, 2007
terça-feira, junho 19, 2007
sexta-feira, junho 15, 2007
quinta-feira, junho 14, 2007
Sérgio - STUM
Foto captada pelo Hubble, o telescópio espacial da Nasa.
"A imagem acima mostra a galáxia que foi chamada de Sombrero, distante 28 milhões de anos luz da Terra, e que é simplesmente a casa de 800 bilhões de sóis! Ela é tão vasta que um raio de luz gasta 50.000 anos para ir de um lado a outro! É realmente complicado imaginar algo tão imenso, tão extraordinário, com números que extrapolam nossa ainda modesta e pouco estimulada capacidade de compreensão... e vale lembrar que esta foto retrata somente uma ínfima parte do universo conhecido! Quando deixo a imaginação solta, quando sintonizo essas maravilhas que estão tão harmoniosamente se deslocando no espaço sideral, sempre percebo que tudo se encontra em permanente e divina ordem, num sistema tão perfeito e tão equilibrado que até esta distante galáxia passa a ser importante em nossa vida, fazendo parte de nossa realidade, interagindo com sua força gravitacional com outros corpos celestes num mecanismo que sequer conseguimos adjetivar. Não há, entre as palavras que usamos, nada que consiga descrever tamanha Obra, tamanha grandeza. Quantos bilhões de planetas estarão orbitando aquela infinitude de sóis? Quantos destes planetas terão civilizações habitando-os? Que níveis de evolução terão atingido? Qual o propósito de algo tão complexo e extraordinariamente majestoso? Quanta abundância de espaço, de vida e de possibilidades... saber que fazemos parte deste conjunto, que temos o poder de criar a nossa realidade, que não somos somente um corpo físico, uma casca, mas seres imortais se deslocando temporariamente como passageiros da espaçonave Terra, numa viagem infinita, que nos tem como protagonistas principais rumo a algo fabuloso, talvez ainda pouco compreensível, mas que está à nossa frente, nos chamando, pedindo que sigamos a Luz, os sinais que estão espalhados pelo caminho, que se nos abre, escancarado, glorioso e belo. Chegaremos lá todos, mesmo que agora muitos companheiros de jornada ainda vibrem emoções negativas, de medo, de perda, de separatividade e escassez. A energia que movimenta o Universo está agindo também em nossas Almas, pois todos somos feitos dos mesmos elementos e sujeitos às mesmas leis imutáveis e que somente foram estabelecidas para que tudo evolua mais e mais, numa expansão - creio - sem fim! A que níveis de evolução poderemos chegar como um todo, se pensarmos que, apenas 400 anos atrás (o tempo de uma simples respiração cósmica), Galileu Galilei quase acabou seus dias na fogueira da inquisição por teimar publicamente que a Terra não era o centro do Universo... Quanto ainda estamos condicionados negativamente pela imagem que nos foi gravada em nossa mente de um Deus severo e implacável que pune suas criaturas com castigos eternos... Vamos tirar de vez de nossas mentes estas imagens erradas e que somente travam nosso crescimento! Quantos de nós não percebem ainda sua própria divindade, o fato de pertencer, de considerar o Universo como nossa casa acolhedora e cheia de oportunidade e recursos para sustentar todos os seus filhos? Como podemos ainda lutar entre irmãos, buscar nas diferenças motivo de discórdia e conflito? Como é possível ainda - com testemunhos tão belos ao nosso alcance - não perceber nossa missão cósmica, nossa preciosa participação neste processo? Vamos nos inspirar em tamanha beleza sideral e lançar nosso olhar muito além do horizonte atual e realizar com intensidade e dedicação nossa parte aqui e agora, mirando-nos na grande realização Cósmica de Deus Pai/Mãe que essas imagens expressam muito além de qualquer palavra... afinal, também somos feitos à imagem e semelhança D'Ele. Seja Feliz! "do boletim quinzenal do STUM, da autoria do Sérgio
segunda-feira, junho 11, 2007
consciência ecológica
Uma cascata fluindo branca, como uma cortina rendada; um céu repleto de estrelas, o cheiro da terra molhada após a primeira chuva, gotas que brilham em pétalas. A natureza é um espectáculo para se contemplar em silêncio respeitoso, com o coração em prece. Deus se mostra, majestoso, nas Suas obras monumentais. A arte, o belo, o refinamento, a exactidão. Tudo é visível na natureza. Por isso, um dos maiores filósofos da Terra, grafou palavras que resumem de forma completa o que representa a natureza para o homem habituado a pensar em Deus.
É de Immanuel Kant esta bela frase: "Duas coisas enchem minha alma de admiração e respeito: o céu estrelado sobre mim e a lei moral dentro de mim".
E diante desse espectáculo de formas, cores e perfumes, o que fazemos nós, os seres humanos?
Poluímos, matamos, utilizamos sem cuidado. Somente a poucos anos a Humanidade passou a observar que o nosso Mundo está maltratado. A palavra Ecologia então entrou na moda, ganhou o Mundo, tornou-se sinónimo de consciência ética. Mas muitos de nós ainda estão distantes do sentimento de reverência que a obra divina deveria merecer de todos.
Florestas devastadas, rios transformados em canais pútridos, animais torturados e vendidos como mercadoria barata. Isso nos mostra o quanto ainda estamos distanciados do ideal de amor e respeito que a obra de Deus merece. A casa planetária – saqueada, poluída, agredida – geme sob o domínio humano. E os resultados começam a surgir, preocupantes: aquecimento global, doenças, morte de espécies. Eis que o produto de nosso descaso se volta contra nós. Furacões, tsunamis, tufões. Quando ocorrem as grandes tragédias, decorrentes de fenómenos naturais, o homem é a primeira vítima. E mesmo assim, resiste em continuar cego para os sinais de que algo está profundamente errado na forma como nos relacionamos com a natureza. Como reverter esse quadro? Como restaurar o equilíbrio?
A resposta está na palavra educação.
Essa arte de educar os caracteres é a chave para que as futuras gerações tenham uma visão mais larga sobre o papel do ser humano, como agente causador da destruição do planeta em que vivemos. Aos homens do futuro – que hoje são crianças e adolescentes – nos cabe oferecer uma consciência mais apurada e uma noção mais plena sobre preservação do meio ambiente.
Mas... como fazer isso?
Educando-os desde hoje. Uma educação que vai além da escola formal. A educação do Espírito, que consiste em implantar novos conceitos ético-morais no indivíduo. A educação do Espírito é completa. Não apenas o informa sobre as regras de gramática e as normas da geometria. Fala ao homem sobre seu papel no Mundo. Educa-o para a convivência fraternal com todos os seres - humanos, animais e vegetais. E prepara-o para cuidar do lugar que vive.
No dia-a-dia, essa educação se mostra no combate aos desperdícios de toda espécie, na economia dos recursos naturais, no respeito integral a toda forma de vida. Um exemplo dessa consciência superior pode ser encontrado em Francisco de Assis, que amava a obra divina a tal ponto que chamava de irmãos ao sol, à lua, ao vento, à água e às estrelas.
Quem de nós poderia traduzir melhor o amor do que abraçando a natureza com palavras de amor?
segunda-feira, junho 04, 2007
quarta-feira, maio 30, 2007
terça-feira, maio 29, 2007
Soft Machine Legacy - Seven for Lee
vão conferir uma banda de jazz de fusão do melhor que se fêz nos 70
SÓCRATES E A IMORTALIDADE DA ALMA
No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, a maiêutica, este momento do "parto" intelectual, da procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres "Só sei que nada sei" representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre reflectiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou: "Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas."
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranquilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
"Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho! Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança."
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
O Codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, indagou aos imortais:
"No momento da morte, qual o sentimento que domina a maioria dos homens? A dúvida, o medo ou a esperança?" Ao que os Espíritos lhe respondem:
"A dúvida para os descrentes endurecidos; o medo para os culpados; a esperança para os homens de bem."
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança.
Texto da Redacção do Momento Espírita com base no livro O Fédon, de Platão, Colecção Filosofia - Textos nº 4. Ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Colecção Aos pensadores, Ed. Nova Cultural.
domingo, maio 27, 2007
sexta-feira, maio 25, 2007
quinta-feira, maio 24, 2007
ornatos violeta
e como é bom depois de um bombom um outro som, deixo aqui um outro lado da canção... esta é da cidade donde nasci!
ZEN
certamente uma das maiores bandas de rock portuguesas de todos os tempos, já desaparecida, sem pós-promoção, sem discos na rua.... completamente underground.
ai, ai,... saudades do que é bom...
terça-feira, maio 22, 2007
saudades… tenho saudades… tuas
segunda-feira, maio 21, 2007
consciência VERSUS ónus
ninguém chega a santo para provar a sua santidade,
mas muitos necessitam ser profanos para encontrar a sua santidade
domingo, maio 20, 2007
quinta-feira, maio 17, 2007
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