quarta-feira, junho 24, 2009
segunda-feira, junho 22, 2009
até a ti
quinta-feira, junho 18, 2009
quarta-feira, junho 17, 2009
O Porquê das Mortes Colectivas?
sábado, junho 13, 2009
domingo, junho 07, 2009
Frentes de Trabalho
Em comunidades humanas é comum, quando de acontecimentos catastróficos, formarem frentes de trabalho. Muitas pessoas que se unem no propósito de suprir socorros aos vitimados.
Também, nós, aqui dos planos sutis, temos os mesmos procedimentos. Formamos caravanas que vão aos pontos mais variados da Terra para levar o socorro que se faz requerente.
Todavia, para a eficácia dessas providências se faz indispensável o concurso associativo com encarnados.
Quase de um modo geral, os integrantes encarnados o fazem inconscientemente. Porém, dadas as premências que se avizinham, carreadas por situações anômalas, e que a sociedade humana da presente era não conhece tão graves acontecimentos, faz-se necessário que os encarnados contribuam conscientemente, pois que assim os resultados que dessa associação que formarão conosco venham de ser mais efetivos.
Estamos, portanto, formando grupos em que se juntarão desencarnados e encarnados num só padrão de emissões energéticas.
Para tanto é necessário disposição consciente e responsável, pois todos atuarão como antenas repetidoras de ondas mentais.
Explico: Não importa onde os fatos requerentes aconteçam. Poderá ser em qualquer quadrante do globo. Com a organização desses pontos repetidores espalhados por várias regiões, as ondas energéticas se retransmitirão ao destino desejado.
Nada de excepcional se pede aos participantes pretendentes. Basta que, a todo dia, em horário invariável, se disponha a centrar sua mente ao objetivo que, de forma genérica, daremos o nome de operação para o bem do globo.
O processo consiste em mentalizar o planeta usando aquela imagem já muito conhecida, de um globo azulado, aquela mesma que as reportagens televisivas exibem. Mentaliza-la, estando o planeta envolto por uma névoa energética na cor violeta.
Os esotéricos sabem muito bem que a cor violeta é curativa, do que fazem uso em suas terapias. Assim, esse envolvimento do planeta nessa névoa violeta estará proporcionando um efeito higienizador. Um efeito regenerador, também, como forma de restabelecer equilíbrio de forças sobre regiões onde os conflitos psíquicos, e por decorrência, os beligerantes, têm sido dramáticos e impeditivos de se formalizar uma ordem social aceitável e humanitária.
E´ bem possível que a grande maioria da população do planeta ignore o real volume de dor que massacra determinados povos, já que os meios de divulgação se encontram, TODOS, censurados por grupos de interesse, de tal forma que os disfarces criados impedem de a verdade chegar a todos.
Entretanto, nossos olhos não estão impedidos de assistir, horrorizados, a esses descalabros.
Mas nos faltam mãos que minimizem a dor permanente que assola esses irmãos que voltaram à Terra para reajustar suas vidas.
Todavia, fazendo-nos portadores desses planos que se originaram nas comunidades que de mais Alto dirigem a Terra, estamos a organizar o que chamamos frentes de trabalho, e nelas, interligando milhares de mentes encarnadas voltadas ao mesmo proceder, estaremos criando uma massa crítica que nos dará maiores elementos – recursos energéticos – para higienizarmos as psicosferas das regiões vitimadas.
Portanto, aos que se interessarem, nada de especial precisarão fazer para estarem inscritos nesta corrente profilática, do que, determinarem um horário que lhes seja facultado, e diariamente, neste horário escolhido, se postarem em mentalização, como citado linhas atrás, durante o período máximo de 10 minutos.
Nada, além disso, lhes é solicitado. Por força desta mentalização serão sintonizados, onde quer que se encontrem, e, interligando-os a tantos outros, se somará o teor de suas vibrações, em prol de tantos ignorados que estão a viver em condições subumanas tais que suas imaginações não conseguem alcançar.
E´ uma força de solidariedade que, se não podem faze-la pessoalmente, façam-na vibracionalmente.
Adicionalmente, informo que não somos nós, especificamente que por este canal temos escrito, que fazemos esta solicitação. Somos, somente, mais um dos contingentes espirituais aderidos ao plano que nos vem de mais Alto.
O tempo urge para a Terra como um todo. Não podemos deter o tempo. Podemos, porém, aliviar tensões enquanto este mesmo tempo nos permita.
Abram seus corações.
Joelson
quinta-feira, junho 04, 2009
... normose ...
terça-feira, junho 02, 2009
doutrinar Vs evangelizar
sexta-feira, maio 29, 2009
terça-feira, maio 26, 2009
domingo, maio 24, 2009
terça-feira, maio 19, 2009
Uma nova realidade
segunda-feira, maio 18, 2009
Nossa hora
Era um dia como outro qualquer. As malas do casal já estavam prontas desde o dia anterior. Despediram-se do único filho e saíram em viagem para participar das festividades do casamento de uma sobrinha, que residia em Estado vizinho. Tão logo se distanciaram do lar, a esposa pediu ao marido que retornasse, pois gostaria de despedir-se do filho. O marido a fez lembrar que já o haviam feito, mas ela insistiu. Aquela mãe sentia que não voltaria a rever o filho amado, nem iria estreitá-lo num abraço apertado na presente existência. Sentia que aquela viagem era definitiva. De alguma forma ela pressentia isso. O marido, um tanto contrariado, atendeu ao pedido da esposa e voltou. O filho, ao vê-los, pensou que se haviam esquecido de algo. Mas a mãe logo o envolveu num suave abraço maternal, como a dizer-lhe adeus. Como quem se despede sem saber quando voltariam a reencontrar-se novamente.
Seguiram viagem, participaram das festividades, reviram os parentes, e por fim, o retorno.
Antes porém, a esposa pediu ao marido que fizesse uma prece, ao que ele respondeu que já havia orado, que o fato de não abraçarem a mesma religião não o fazia menos crente
Aquela mãe e esposa pressentia que já era hora de fechar a mala e retornar à pátria espiritual.
Alguns meses depois de sua partida, um médium espírita, amigo da família, que a conhecera ainda no corpo, trouxe a notícia de que a havia visto no mundo espiritual, que ela estava bem, feliz por ter deixado na Terra dois homens: o marido e o filho. Feliz não por tê-los deixado, mas por tê-los deixado bem. O filho já moço e o marido bem orientado. Cumprira a sua missão de esposa e mãe.
* * *
Fatos como esse acontecem diariamente. Uns voltam à pátria espiritual pelas portas do túmulo e outros tantos chegam pelas portas do berço. Mas a questão é se estamos preparados, ou se preparamos os nossos entes caros para quando chegar a nossa hora. Que ela chegará, não nos resta dúvida, mas quando chegará não sabemos. É importante que vivamos sempre em harmonia com nossos afectos, para que o remorso não nos dilacere a alma, depois da partida. É preciso que deixemos as nossas coisas sempre em ordem, não esperando a morte, mas com previdência, para que em chegando a nossa hora, não deixemos os nossos em situações difíceis. Será que nós, que temos filhos, temos procurado edificar suas vidas de forma que quando não tiverem mais a nossa presença saibam tomar decisões acertadas?
Ou será que os mantemos em total dependência nossa?
Pensemos nessas e noutras questões, e sejamos de fatos previdentes. Deixemos a nossa mala sempre arrumada para quando chegar a nossa hora, a fim de que evitemos dissabores mais tarde.
* * *
A preocupação com os afectos que ficaram é uma das causas de sofrimento para o Espírito desencarnado. A maioria dos que partem diariamente nunca se preocupou em deixar em dia seus negócios, papéis e as relações de afecto. Por isso sofrem quando se dão conta que é tarde demais. Muitos dariam tudo que lhes fosse possível, pela oportunidade de algumas palavras com os entes caros, com intuito de alertá-los para a realidade que a todos nos aguarda após a aduana do túmulo. Acontece como na Parábola de Lázaro e o Rico, narrada nos Evangelhos. O rico, deparando-se com a realidade após a morte, queria voltar para falar aos familiares para que mudassem o rumo de suas vidas. Mas o Espírito de Abraão disse-lhe que ele tivera tempo para isso, e que seus familiares tinham os Profetas, que os ouvissem portanto.
Pensemos nisso.
sábado, maio 16, 2009
arrepio de amor
segunda-feira, maio 11, 2009
Quem tem condições
sexta-feira, maio 08, 2009
2012
2012
Que representa 2012 para a quantidade de anos vividos, quarenta seis anos dos meus, … significa aceitação pela onda da qual me sinto filho, do turbilhão do qual me sinto irmão, do destino do qual o meu órgão?
2012 não sinto como um dia, na sequela dos seus eventos como apregoam. Sinto como aquele acto de amor nascido no dia da auto-consciência, antes do calendário até bem depois do meio dia.
2012 estava lá. Forrando a parede de meu quarto. Brincando com minha atenção sob o desenrolar dos dias, da minha consciência.
Ele é um norte que se insinua sedutor, amantíssimo só aceite por quem se descobre do véu de Maya. Esteve em boas vindas desde o imemorial de minha preconcepção, esteve nos bons dias do meu vislumbre carnal, em todas as formas dos planos que concebi, dentro e fora e no entre, 2012 esteve antes do calendário, na ara e no refúgio, antes mesmo do plano, na auréola do advento, que é afinal onde estamos nós…
2012 não tem a mínima da importância que os humanos lhe dão, pois a eles se lhe emancipou antes de eles mesmos principiarem a compreender-lhe o curso.
2012 é para o humano incompreensível na sua concepção actual do que é a vida e seu aspecto antropológico. Nas suas referências escassas acerca do domínio do escatológico da alma.
Alegorias são premonições, nos repetidos retratos sob o olhar cúmplice de todos… com as minorias.
2012 é , não vai ser.
O momento em que te escutas assertivo, seja de que maneira for, claro, em perfeita e aceite fusão com tua situação, ambígua pela dinâmica do agir, sempre sob teu controlo, e das estrelas.
2012 não é medo, não é solução fácil, nem receita, nem panaceia, nem bitola, nem nada do que já tenhas experimentado por certo.
2012 assemelha-se a um acto de amor não previsto, a uma anti-estatística, a um contacto, um deslumbre ou um feixe de luz.
2012 já acontece dentro de ti, desde antes de tu planeares dar-lhe alguma atenção. Aconteceu no peito de tua mãe, no amor atractivo de tuas células.
2012 é faz-te pai duma criança em ti, só tu a desejaste, só tu lhe alentas o espírito muitas vezes em segredo… e ela não desejou nunca estar só. Não desejou ser uma marionete de teus caprichos. Ele vibra com a vida própria, a vida que lhe deste.
quarta-feira, maio 06, 2009
quarta-feira, abril 29, 2009
imagina...
IMAGINA
Imagina que chegas à conclusão após muito pensar, após muito sofrer, após muito debate entre o que sempre soubeste e o que sempre lutaste, imagina… que chegas à conclusão nos olhos do teu vizinho, que ambos sofrem uma circunstancia de vida que os leva de uma forma sofrida mas natural, à conclusão que se juntarem, aproximarem, equilibrarem, suas horas de refeição, seus parcos pertences, seus tesouros e bens, suas diferentes capacidades e bens, seus entes mais queridos, sob o derrube de algum egoísmo sonho ultrapassado, o alimento rende. E enche as barriguinhas de todos, na partilha, em alguma discussão, mas sempre num gesto necessário e de amor.
Imagina… que já faltou +
