quarta-feira, maio 26, 2010

Abrindo os olhos

Quando não há nada mais a ser dito, silencia.

Quando não há mais nada a ser feito,

permite apenas ser, apenas estar,

e fica na companhia do teu coração e este indicará o momento apropriado para agires.

Quando a lentidão dos dias acomodar tua vontade, enlaçando-te com os nós

da intranqüilidade, descansa

e refaz tua energia.

Não há pressa, a prioridade é que encontres novamente a tua essência para que tenhas presente em ti a alegria de ser e estar.

Quando o vazio instalar-se em teu peito,

dando-te a sensação de angústia e esgotamento, repara tua atenção e

encontra em ti mesmo a compreensão

para este estado.

É necessário descobrirmo-nos em tais estados, para que estes não se transformem no desconhecido, no incontrolável.

Tudo pode ser mudado,

existe sempre uma nova escolha para

qualquer opção errada que tenhas feito.

Quando ouvires do teu coração que não há nenhuma necessidade em te preocupares

com a vida, saibas que ele apenas quer que compreendas que nada é tão sério a ponto de te perderes para sempre da tua divindade, ficando condenado a não ver mais a luz que é tua por natureza.

Não te preocupes; se estiveres atento a ti mesmo verás que a sabedoria milenar está contigo, conduzindo-te momento a momento àquilo que realmente

necessitas viver.

Confia e vai em teu caminho de paz.

Nada é mais gratificante que ver alguém emergir da escuridão apenas por haver acreditado na existência da luz.

Ela sempre esteve presente...

Era só abrir os olhos.

quarta-feira, maio 19, 2010

Necessidade da meditação‏

A meditação é recurso valioso para uma existência sadia e tranquila.

Você medita?

Caso sua resposta tenha sido não, é sempre tempo de começar. Através dela o homem adquire o conhecimento de si mesmo, penetrando na sua realidade íntima e descobrindo recursos que nele dormem inexplorados.

Meditar significa reunir os fragmentos da emoção num todo harmonioso que elimina as fobias e ansiedades, liberando os sentimentos que aprisionam o indivíduo, impossibilitando-lhe o avanço para o progresso. As pressões e excitações do mundo agitado e competitivo, bem como as insatisfações e rebeldias íntimas, geram um campo de conflito na personalidade. Esse campo de conflito termina por enfermar o indivíduo que se sente desajustado.

A meditação propõe a terapia de refazimento, conduzindo-o aos valores realmente legítimos pelos quais deve lutar. Não se faz necessária uma alienação da sociedade. Tampouco a busca de fórmulas ou de práticas místicas ou a imposição de novos hábitos em substituição dos anteriores. Algumas instruções singelas são úteis para quem deseje renovar as energias, reoxigenar as células da alma e revigorar as disposições optimistas.

A respiração calma e profunda, em ritmo tranquilo, é factor essencial para o exercício da meditação. Logo após, o relaxamento dos músculos, eliminando os pontos de tensão nos espaços físicos e mentais, mediante a expulsão da ansiedade e da falta de confiança. Em seguida, manter-se sereno, imóvel quanto possível, fixando a mente em algo belo, superior e dinâmico. Algo como o ideal de felicidade, além dos limites e das impressões objectivas.

Esse esforço torna-se uma valiosa tentativa de compreender a vida, descobrir o significado da existência, da natureza humana e da própria mente. Por esse processo, há uma identificação entre a criatura e o Criador, compreendendo-se, então, quem somos, por que e para que se vive. Esse momento não deve ser interrogação do intelecto. É de silêncio.

Não se trata de fugir da realidade objectiva mas de superá-la.

Não se persegue um alvo à frente. Antes, se harmoniza o todo.

O indivíduo, na sua totalidade, medita, realiza-se, libera-se da matéria, penetrando na faixa do mundo extrafísico.

* * *

Crie o hábito da meditação, após as fadigas.

Reserve alguns minutos ao dia para a meditação, para a paz que renova para outras lutas. Terminado o seu refazimento, ore e agradeça a Deus a bênção da vida, permanecendo disposto para a conquista dos degraus de ascensão que deve galgar com optimismo e vigor.

Com base no Cap. 16 do livro Alegria de viver, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

terça-feira, maio 18, 2010

Arrojo

É um arrojo... um arrojo retirar das paredes da tua alma todos os enfeites.


É um arrojo, despir o que torna insuportável a tua nudez .


É um arrojo mergulhar nesse abismo e depois esbarrar em sólidas paredes... feitas de carne, de osso... e sangue...


Afinal não é muito mais suportável o labirinto das futilidades?
Não escondem no seu ruído brilhante e cinzento, a dores legitimas de um coração aprisionado?
Quem não deseja as paredes de sua prisão decoradas e enfeitadas, como se em cada um desses enfeites encontra-se, um sentido para o próprio esquecimento.


Afinal, quem deseja ter como decoração de seus muros, um  singular traço de cimento?


Um arrojo pensar que se não tem muros...


Arrojo fazer deles companheiros de viagem...
até ao dia ou à noite em que como um suspiro,
um balão de luz irrompa súbito e estoure...
no que o entendimento chama de entrega total.

quarta-feira, maio 12, 2010

Levar o amor

Que eu leve o amor... A mim, em primeiro lugar.
 
Que eu leve o amor para dentro de mim e que todo auto-ódio

se converta em chance, em nova chance.

 
Que eu me dê novas chances... De amar de novo,

de acertar de novo, de dar ao menos um pequeno

passo adiante, afastando-me da estagnação.

 
Onde houver ódio em mim, que eu leve o amor;

não esse amor de plástico, disfarçado de complacência,

que mais me engana do que me enobrece.

Que seja um amor maduro, que proclama seguro:

Eu sei quem sou! Eu sei quem quero ser!
 
* * *

Que eu leve o amor... À minha família.

Onde houver ódio em minha família, que eu leve o amor...

Que eu seja a luz, mesmo que pequenina,

a iluminar a escuridão dos dias difíceis em meu lar.

 
Que eu leve o amor aos que sofrem em silêncio

e não querem falar de suas mazelas.

Que minhas preces e meu sorriso os guarde em paz...

 
Que eu leve o amor quando seja ofendido, maltratado,

menosprezado, esquecido.

Que eu lembre de oferecer a outra face do ensino do Cristo.

 
Que eu leve o amor quando meus filhos sejam ingratos.

Que minha ternura não seque tão facilmente.

 
Que eu leve o amor quando meus pais não me compreendam

e não sejam os pais que gostaria de ter.

Que minha compreensão desperte de seu sono e perceba

que eles buscam acertar, que buscam dar o melhor de si,

embora nem sempre tenham êxito.

São os pais que preciso.

São os pais que me amam.

 
Que eu leve o amor quando o romance esfriar e algumas

farpas de gelo me ferirem o coração.

São os espinhos da convivência.

Não precisam se transformar em ódio

se o amor assim desejar.

 
Que eu leve o amor... Aos meus inimigos.

 
Que eu leve o amor mesmo a quem não me tem amor.

Que eu respeite.

Que eu compreenda.

Que eu não me entregue ao ódio tão facilmente.

 
Que eu leve o amor aos que me querem mal,

evitando aumentar seu ódio com meu revide,

com minha altivez.

 
Que ore por eles.

 
Que lhes peça perdão em prece, mesmo muitas vezes

não recordando dos equívocos que macularam seus corações.

Que lhes mostre que ontem errei,

mas que hoje estou diferente, renovado,

disposto a reconstruir o que destruí.

 
Que eu leve o amor... A minha sociedade.

Que eu leve o amor aos que não conheço,

mas que fazem parte de meu mundo.

Que eu aprenda a chamá-los todos de irmãos...

 
Que eu leve o amor ao mundo,

perfumando a Terra com bons pensamentos,

com optimismo, com alegria.

 
Que eu leve o amor aos viciados em más notícias,

aos pessimistas, aos que já se entregaram à derrota.

Que meu amor os faça ver a beleza da vida,

das Leis de Deus, do mundo em progresso

gerido por Leis de amor maior.

 
Que eu leve o amor aos carentes,

do corpo e da alma. Que meu sorriso

seja a lembrança de que ainda há tempo

para mudar, para transformar.

 
Sou agente transformador.

Sou agente iluminador.

Sou instrumento da paz no mundo.

 
Que eu leve o amor...


segunda-feira, maio 03, 2010

Um passo a mais

Há momentos onde parece difícil prosseguir... Algo como se não mais houvesse chão para caminhar, nem palavras para falar, nem risos para compartilhar, nem amor para dar... Estes momentos, onde perdemos o contato com nós mesmos, com a fina centelha que nos banha com sua eterna amorosidade, são suficientes para que o referencial seja esquecido, colocando-nos numa redoma onde a luz parece não estar presente, pois nossos olhos estão cerrados pelos lenços úmidos da ilusão. Observando, aprendemos que um passo a mais em nossa própria direção é suficiente para recobrarmos a memória daquilo que somos, daquilo que representamos. Um passo a mais e tudo a nossa volta se transforma. A coragem é a bênção daqueles que são determinados em crescer. E quando o desejo é evoluir no amor, na criação, a oportunidade é dada, e a nós cabe usufruí-la ao máximo. Dê mais um passo, apenas um, antes de pensar em desistir.

Mistério

Todo o lugar onde uns olhos pousam, perde o seu mistério.
Porque ganha uma história, porque deixa de ser intacto…

Porque mostra um caminho, para que possa ser compreendido…

Porque se deixa vislumbrar…

Haverá vezes poucas, onde uns olhos humanos,  conseguindo olhar imaculadamente…

Observem a plenitude de um mistério, suas histórias sem julgar.

Então abençoados podem ser considerados, aqueles que pelo olhar de alimento servem a alma, do néctar de luz…

Na claridade desvendada…

quarta-feira, abril 21, 2010

Mensagem ao Planeta do Afecto

Extensões e extensões de vida fresca,
orvalho que se evapora no ar,

luz azul que magoa os olhos de respirar e que doi no peito
quando brilha fundo porque já não estamos habituados

narinas dilatadas,
mãos quentes de nervoso miúdo,
faces rosadas e calor
regatos de gargalhadas
colinas de abraços meigos
muito, muito horizonte
de todos nós,

mesmo assim entrelaçados
nos afectos de todos nós

autoria: preservada

terça-feira, abril 20, 2010

Missão Reiki

… Alano deu por si num tempo impossível de descortinar mas indiscutivelmente real.

A noite estava fresca nessa pequena cidade costeira e fervilhava de actividade. Uma agitação geral e ainda que Alano não pudesse explicar a si próprio, sentia a tranquilidade de uma protecção sem medo.

Ao percorrer uma das ruas mergulhadas na maior escuridão, Alano reparou que o céu estava excepcionalmente iluminado e a cidade sob a característica escuridão da falta de energia eléctrica.


Enquanto cruzava as ruas, via alguns clarões atrás dos prédios, percebia movimentos de viaturas e também alguns clarões daquilo que lhe parecia como o clarão de um ferro de soldar gigantesco. Enquanto caminhava pela escuridão iluminada, naturalmente seus olhos acabaram fixando repetidamente o céu, onde aquilo que parecia até então estrelas imóveis e brilhantes como diamantes, Alano reparou que se moviam. A sua percepção, ao assistir à formação de uma perfeita recta como um imenso traço brilhante no altíssimo céu, ou melhor no espaço, com pequenos pontos brilhantes que tanto se afastavam como se reagrupavam, foi de estar a assistir a algo nunca visto. Entendeu que não era um fenómeno natural que estava a presenciar e quase simultaneamente começaram a sobrevoar vários objectos voadores lentamente sobre os telhados e as ruas da cidade. Alano não conseguiu vislumbrar as suas formas porque suas fuselagens inferiores eram munidas do que lhe pareceu cerca de seis enormes e potentes projectores de luz branca.


Alano achou que era o momento certo para começar a afastar-se, pois apesar de não entender o que se estava a passar, não queria ficar de alguma forma para trás para saber…


Correu pelas ruas escuras, ocasionalmente passava uma nave a cerca de 20 ou 30 metros de altura efectuando manobras lentas, com uma atitude que entendeu como patrulhamento. A um dado momento, enquanto Alano se deslocava oculto e camuflado pela escuridão para evitar alguma surpresa desagradável, após a passagem de uma destas naves notou que havia dois pequenos aparelhos que nunca havia visto, pairando à sua frente. Estes aparelhos imobilizaram-se bem à sua frente a cerca de 1,50mt do solo, obrigando-o a parar e a ficar frente a frente com eles. Sem saber muito bem o que fazer, Alano agarrou um deles, o que tinha uma forma muito semelhante a um pequeno foguete, enquanto o outro, uma espécie de pequeno cilindro com um “nariz” de papagaio numa das extremidades rapidamente sumia, em direcção ao alto.


Assim que agarrou este mini foguete como Alano lhe chamou, o aparelho ganhou gravidade e ficou como um objecto inerte em sua mão que se apressou em atirar para longe, na esperança que ele retomasse a sua acção e Alano pudesse seguir o seu caminho sem interferir no que estava a acontecer, garantido assim alguma segurança. Por alguma razão, ao ver o objecto imóvel caído no chão, Alano correu a apanhá-lo, talvez pudesse tentar lança-lo novamente e assim passar despercebido à sua origem. Ao caminhar em direcção a ele, desembocando numa outra rua para onde o aparelho havia sido projectado, Alano reparou numa viatura que se dirigia em sentido contrário e em direcção a si. Alano apressou-se e acoberto da escuridão conseguiu evitar que os faróis da viatura o detectassem antes de apanhar o mini foguete, ocultá-lo sob a sua camisa e virar as costas baixando o rosto para o chão. Ainda deu para pelo canto dos olhos ver à passagem, que no seu interior iam duas pessoas, militares fardados, que pela experiencia de Alano, eram dois elementos da força aérea e de patente superior. O acompanhante do condutor levava um mapa e a luz do habitáculo estava acesa. Foi assim que Alano viu momentaneamente o que descrevo, o que o conduziu imediatamente à conclusão de se tratar de elementos da base aérea internacional estacionada no aeródromo militar lá próximo.


Assim que a viatura desaparecia na rua em direcção ao mar, Alano deslocava-se para norte numa rua transversal àquela que o carro seguiu. Mais à frente os clarões intensificavam-se e Alano percebeu um ajuntamento de viaturas e pessoas, quando de súbito, mesmo antes de lá chegar uma nave se imobiliza mesmo por cima de Alano.


Enquanto gesticulava sem convicção de sua libertação, Alano dá por si a flutuar horizontalmente com o rosto para baixo, a uns 3 metros de altura, entre o solo e a nave. Curiosamente tudo lhe pareceu muito natural, e enquanto se deliciava com a sensação de flutuação, perante o receio expresso de uma possível queda, foi sossegado por uma voz que escutou dentro de sua cabeça, que lhe dizia que estivesse calmo. Por detrás de Alano desce um ser humanóide que ele não vislumbra completamente. Alano sabe que é ele que lhe dirige os pensamentos telepáticamente. Flutua lentamente junto a Alano e imobilizasse, um pouco mais abaixo de Alano, ao seu lado.


Fica a Nave imobilizada, Alano no meio, o ser logo abaixo de si e por fim o próprio solo. Entre eles todos excepto no solo, uns fios algo dourados como se fosse esparguete que logo se dissolvem. Sem se virar, pairando à frente, Alano escuta a suave mas firme voz que diz a Alano que coloque a sua mão nas costas dele. Ao som da sua voz Alano olha para ele melhor. É uma forma humana masculina do tamanho de um adulto. Calvo, sem vestuário Alano vê que a pele deste ser apresenta cicatrizes de ferimentos terríveis, como se suas costas tivesse sido outrora retalhadas por profundos golpes. Não conseguindo desviar o olhar destas costas tão duramente castigadas, enquanto Alano coloca a sua mão sobre a omoplata desse ser, apercebe-se do desgaste geral da pele desse ser, que apresenta uma cor que vai do um dourado a um dourado queimado, só contrastando as costas e seus profundos riscos em cor vermelha, de ferimentos profundos.


Assim que Alano colocou a mão em seu ombro castigado, foram planando até tocar o solo onde já em pé e sempre com a mão no ombro do ser, Alano vê pela primeira vez o seu rosto.


- Coloca as tuas mãos sobre eles – diz-lhe enquanto o olha de frente. Quando Alano pára de olhar para ele para entender ao que se referia, sente que é o contacto da sua mão nele, que possibilita que o ser fale o dialecto de Alano, e de sua boca saem o som das palavras que conhecemos.


Alano pensa: Estamos no canto angular entre duas enormes viaturas. Juntas formam um ângulo recto.


Na estreita passagem que sobra entre o espaço onde estas se encontram, Alano vê umas quatro ou cinco criaturas humanóides. O ser orienta Alano para elas, e Alano é surpreendido pelo estado de seus corpos, ainda piores. Estão horrivelmente negras estas criaturas, como carbonizadas apesar de estarem vivas. Alano retira a mão de seu companheiro e inicia a colocar as mãos nestas piedosas criaturas que ao toque mais parece a Alano estar a tocar em golfinhos que humanóides. As suas peles e articulações aproximam-se mais de um ser aquático que de um ser terrestre. E estão terrivelmente queimadas. Assim lhes coloca as mãos, a uma e a outra, uma delas diz-lhe abnegadamente assim que vai a ser tocada: - a ele primeiro.


Então Alano repara que uma delas está terrivelmente deformada, todo queimada e contorcendo-se silenciosamente num sofrimento indescritível. Assim que Alano lhe coloca a mão sobre o dorso, o contacto é de uma superfície mole e seus ossos mais parecem uma vez mais, antes um mamífero aquático que um mamífero terrestre. Mas assim que lhe coloca as mãos, e uns aos outros, todos rapidamente adquirem um tom diferente e uma postura mais elevada, e de seus corpos irradiam uns sorrisos perfeitos, maravilhosos, uns sorrisos que abraçam.


Alano está envolvido por este grupo de seres, entretanto tudo supervisionado pelo primeiro ser que desceu da nave, e Alano sente-se maravilhado e tenta perceber o que se passa.


Compreende então que estavam estes seres a ser massacrados pelos seus próprio irmãos humanos, militares e mesmo alguns civis ao que lhe pareceu, quando foram resgatados pelos seus companheiros do céu.


Alano percebeu que tinha sido escolhido por estes seres maravilhosos, para interprete da linguagem humana, para ajudar a desmontar um circo cruel e desumano, assumir o papel de verdadeiro irmão.


Alano emitiu por essa altura a sua primeira palavra, que ainda agora ressoa em sua mente, ininterruptamente. Enquanto olhava para um deles, estando todos em contacto, com as mãos nos ombros, no peito e nas costas, exclamou com o coração emocionado:


- Nunca fui amado tanto!


Enquanto trocavam olhares amistosos, uns para os outros, o primeiro companheiro de Alano unido pelo contacto das mãos, traduzia para eles para que compreendessem o que Alano acabava de dizer. E eles então, sorriam ainda mais, numa expressão que fazia esquecer e apagar seus corpos maltratados pelos irmãos terrestres.


Foi então que Alano entendeu, a missão do Reiki.

segunda-feira, abril 05, 2010

nu... desde pequenino

As vozes dos meus irmãos silenciam-me.

Silencia-me a beleza do rio, 
silencia-me o teu olhar, 
silencia-me o rio.

É então que silenciado pela graça dos teus manifestos, 
enfim encontro alguma calma, 
alguma paz, 
algum esvaziamento.

Este vazio, perde a noção do tempo...

 Acordar, ainda que por breves momentos.
Viver. 
Tudo entregue. 
Sem medo, nem vontade. 

Só... 
só... 
só... como Deus está só.

Entrega os teus votos, fica nu.
desde pequenino...

nós...

...nós somos a revelação possível 
de um relacionamento com Deus...

sábado, março 06, 2010

disponibilidade para viver

A verdade é uma disponibilidade no Ser.

A vida é uma oportunidade no seu todo... em sua manifestação inteira.

Não raras vezes muito mais...
que aqueles momentos isolados que dela escolhemos na esperança de alguma revelação.

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

História de Shumann...

Era uma vez um jardim com muitas plantas de todas as cores e feitios. Mas era um jardim diferente dos que conhecemos.
Dentre essas plantas, havia uma raça delas, que tinha a tarefa de, imagina, regar as outras. A sua função era a de serem os depósitos da água/alimento de que o resto das plantinhas precisava. Era a mais humilde das funções, e a mais nobre também. Pelas funções que lhe cabiam essas plantas tinham hastes compridas, que podiam estender a seu bel-prazer até às nuvens, de onde retiravam o suprimento para encher os seus depósitos.
Reparei então, que no meio do jardim, uma dessas plantas se destacava, era alta, bela, luminosa e os seus ramos, de tanto exercício efectuado devido ao seu trabalho, eram mais compridos que os das outras e que com facilidade adentravam as nuvens, retiravam toda a agua que precisavam, e lá voltavam a fazer o seu trabalho no meio das suas irmãs.
No entanto, essa facilidade e dom que tinha, começou a fazer-lhe pensar que todas as habitantes do jardim deveriam fazer o mesmo!
Que fosse cada uma buscar o seu alimento, pois ela tinha mais que fazer… bem podia aproveitar o seu tempo em explorar mais, pois quando os seus ramos iam buscar água ela sentia uma paz, uma alegria, uma felicidade incomparável que provinha do interior das nuvens.
Com o tempo, ia demorando mais tempo em cada viagem para ir recolher a agua, e cada vez, se esticava mais e mais para poder ver e sentir o que estava para lá do interior das nuvens. E foi-se convencendo de que o seu lugar era lá, nesse fofo mundo de algodão! Que o seu trabalho no jardim estava aquém das suas capacidades, que assim como ela, as outras tinham que crescer por elas próprias e irem recolher o seu alimento.
Os dias passavam, e as hastes da plantinha esticavam cada vez mais, e o chamado do alto era cada vez mais apelativo.
Nesse entres sim, foi descuidando a sua tarefa de regar as outras habitantes do jardim, e elas começaram a secar.
Um dia, essa planta despertou com uma estranha sensação, as suas belas e compridas hastes estavam ressequidas - não tinha força para as elevar – olhou para o alto, a distancia até ás nuvens era intransponível pois ela própria estava mirrada.
Foi então, que voltou os seus olhos para o chão, para a terra, e reparou em algo para o qual nunca se tinha dado ao trabalho de ver: 
 - Naquele jardim, todas as plantas tinham as suas raízes entrançadas, cada uma com o seu caule e características únicas, mas a raiz matriz era uma só.
- Apercebeu-se que o suprimento de agua que diariamente trazia para as suas irmãs, as mantinha vivas, mas também vivificava a raiz comum que era também a dela própria.
- Apercebeu-se também que as outras plantinhas que estavam ligadas a ela, e que ela deixara de alimentar, estavam já a ser supridas amorosamente, por outras que tinham as mesmas funções que ela tivera e que o trabalho e a vida de todas as plantas do jardim, tinham funções diferentes, mas todas elas importantes para o bem comum.
- Apercebeu-se por fim que de tanto se esticar para chegar ao mundo das nuvens, as suas raízes cederam, desprenderam-se da raiz comum… por isso, e para isso morria, doando os seus fluidos à terra para de novo renascer, e numa próxima função, entender que tudo e todos tem a sua valia, que tudo é Uno.
As nuvens, lá do alto, olharam-na com compaixão.
Com gotinhas de água cristalina a rodearam e reanimaram, e em coro as suas vozes murmuravam:
Tudo é UNO 
– Na tua essência és o Todo – O Todo está em Ti
O Absoluto é composto por todas as células de vida 
– Não Corras Para Ele – Faz o Caminho Com Ele
autoria: Maria Adelina

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

EU SOU HILARION

Alô de novo, Amados Trabalhadores da Luz,
Essa semana existem muitas coisas, sobre as quais Eu quero lhes falar. As poderosas Energias Cósmicas que estiveram vertendo sobre o seu Mundo aumentaram agora em frequência e vibração. A maioria de vocês que estiveram se preparando, podem agora ouvir um tom superior nos seus ouvidos à medida que se ajustam a esse novo nível. Agora é tempo de se assegurarem, de novo, de lembrarem-se de tomar muita água diariamente, de modo que os seus corpos estejam bem hidratados, em todos os momentos. A água como vocês ouviram antes, é um grande condutor de energias e é de muita ajuda para cada um de vocês nesses tempos.

Ouçam os seus corpos e se tornem sintonizados com eles. Os seus corpos sabem exactamente o que é necessário, o tempo todo, para levar vocês para a próxima fase de seu crescimento espiritual, para a sua Ascensão. Há ocasiões que os seus corpos suplicam por sobremesas e outros doces que vocês estiveram evitando de forma persistente. Se vocês sentirem o desejo por um alimento ou por um prato especial, então o procurem por todos os meios cabíveis e façam isso, sendo indulgentes consigo mesmos, pois é melhor se tomar o caminho da menor resistência e satisfazer a demanda do elemental do seu corpo. Fiquem confortáveis consigo, e tomem conhecimento de que existe algo no interior daquele alimento que os seus corpos precisam nesse momento em particular.

Agora é tempo de cada um de vocês permanecer sintonizado consigo, com o seu Eu Superior, com a Grande Divina Presença Eu Sou, pois está acontecendo uma grande metamorfose no interior de cada um de vocês, e o processo de alinhamento com o seu corpo de Luz está bem à caminho. Não fiquem preocupados se são incapazes de verem isso, quando se olham no espelho... É uma remodelação energética, a menos que todos os seus sentidos superiores estiverem totalmente operantes, isso não será perceptível com facilidade.

Existem muitos downloads e sintonizações acontecendo e Eu estou seguro de que cada um de vocês está sentindo isso. Procure sempre, se elevar para níveis cada vez mais altos, no seu esforço pessoal e na disciplina espiritual. Seguindo a sua intuição e a sua orientação interna, e assuma a próxima etapa que lhe é dada. Ao fazer isso, mais graça irá envolver você com facilidade, pois isso, é o que é pretendido para lhe acontecer através do fluir das energias.

Se vocês se depararem fazendo uma coisa totalmente diferente do que tinham planeado na noite anterior, ao começarem um novo dia, não lutem contra, apenas façam isso e irão ter experiências de abundância e alegria de viver à cada momento, no agora. Sintonizando- se com o ritmo do seu Eu Superior, da sua Grande Presença Eu Sou, você irá dar os maiores passos nos movimentos de expansão e progresso. Expandindo as suas consciências, ao explorar as novas ideias e métodos de fazer as coisas, mantêm as consciências em movimento, desenvolvimento e aprendizado e desse modo vocês estão mudando com as mudanças que estão acontecendo no interior e sobre o seu Planeta.

Tentem sintonizar-se com o ritmo da Mãe Terra, e também tentem escutar o Seu som, pois as novas grades cristalinas estão agora online e estão informando para aqueles que conseguem ouvir as actividades que estão acontecendo em todo o Planeta. Existem também muitos acontecimentos e mensagens que estão chegando através dos nossos Irmãos e Irmãs Galácticos. 

A linguagem da Luz está de novo estabelecida sobre a Terra e as crianças da Terra estão aprendendo suas nuances em cada faceta de suas vidas diárias. Haverá um tempo quando todos sobre a Terra estarão tão sintonizados com a Terra que irão realizar que são e sempre foram Um com Ela. Isso será uma experiência alegre e cheia de glória para todos. Muito se tem esperado por aqueles que estão se movimentando para os Reinos Superiores de Consciência, muito que irá deliciar vocês em caminhos indizíveis.

Esse é o seu destino, Meus Amados.

EU SOU HILARION

Mestre Hilarion através de Marlene Swetlishoff

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Diálogos de Amor


"Paro, escuto...reflicto. O coração bate enquanto as velas ardem...o conflito entre a anestesia da vida e da alma enquanto viva faz parte do poder temporal de um coração recheado de mistérios.
Há que saber escutar...
Há que saber sentir... Há que saber esperar!"
(IMAFA)


Receber este maravilhoso texto, conduziu à partilha do seguinte tema:

Proponho meditar sob dois cenários possíveis para uma mesma situação. Uma pessoa que pode ser qualquer um de nós, sujeita a uma observação e suas etapas que se desenvolvem a partir de uma mesma origem.
Só a dinâmica do desenrolar através destas etapas é que irá em última instancia, conduzir a diferentes destinos.

Proponho a visualização desta pessoa desde tenra idade.
Os primeiros anos, na infância sua experiência com o mundo ao seu redor é sobremaneira física, material. A sua aprendizagem está condicionada aos estímulos dos sentidos localizados mais à flor da pele, o tacto, o olfacto, o som, o olhar. Suas primeiras relações pessoais são as de maior proximidade física e de afecto; os pais, familiares, vizinhos e até os amigos. É assim através destas interacções, que timidamente se inicia a construção do que constituirá o seu primeiro campo psico-emocional. Este campo emocional está para a pessoa como as traves mestras estão, para a construção de um edifício. De uma forma natural, são os primeiros estímulos a revelar a base que norteará a pessoa em suas futuras interacções com o mundo. Sob o manto da infância e de sua característica inocência, a pessoa mais se foca em receber que em conjecturar acerca do que recebe.

Na adolescência, a pessoa normalmente inicia nova etapa.

Motivada por recursos psicológicos em expansão, também por não estar deveras formatada com nenhum tipo de educação em especial, a pessoa começa a tentar conciliar uma rede de identificação entre as várias experiências a que é submetida. Sujeita a uma torrente cada vez maior de experiências e cada vez mais intensas, no sentido de as tentar organizar dentro de si, procura elementos comuns naturais a todas as experiências. Afinal uma forma natural e espontânea de ordenar um certo caos que tende a instalar-se tanto pela multiplicidade das experiências como dos intervenientes. A um certo nível é também a procura de simplificar, estabelecer um elemento comum, facilitador entre tudo o que acontece à pessoa.
Nesta altura surgem perante as óbvias dificuldades em harmonizar situações por vezes tão complexas e díspares, as primeiras questões. Sobretudo na adolescência, surgem na pessoa os primeiros contactos íntimos consigo própria e consequentemente os primeiros confrontos interiores entre os seus resultados e a necessidade de sua compreensão.

Nesta altura a pessoa inicia um trajecto em que passa a viver gradualmente mais intensamente os seus relacionamentos interiormente. Surge nesta altura a característica irreverência dos jovens, a rebeldia e em casos extremos, a revolta. Por esta altura a pessoa, de um campo de batalha entre os estímulos que lhe chegam do exterior e do resultado da sua actividade interna, resultam em parcelas cada vez maiores, questões, dúvidas, algumas delas muito importantes no sentido de orientar a pessoa para o desenvolvimento da sua psico-esfera emocional e consequentemente comportamental.

Cenário 1: a pessoa passa desta etapa para a idade adulta, desenvolvendo-se mais orientada para os estímulos que chegam do exterior. Todas as experiências e os intervenientes do seu meio ambiente ainda agem estimulando que assim seja, até por questões culturais.
Muitas das questões características da adolescência, do tipo - porque é que és meu pai e não outro? Porque é que nasci nesta família e não noutra? Porque é que sou assim, sinto desta forma e não doutra, como por exemplo aquela pessoa?, ficam sem abordagem e resposta. Sem estímulo de conversação. Pelo contrário a cada dúvida que surge, a pessoa “esbarra” com um estímulo em sentido contrário, mais banalmente todo o género de estereótipo, seja ao nível pessoal, ao nível religioso, a todo o tipo de nível. A resolução para toda a questão sensível e sem resposta pronta, é substituída por algum tipo de estímulo compensação contrária, mais do tipo plausível, verificável.

Gradualmente a pessoa é inserida numa dinâmica em que se despe pela sua tendência de simplificar a linguagem, de todo conteúdo de difícil resposta. Passa a graduar-se mais pelo nível dos estímulos externos e materialistas, e consequentemente a esvaziar-se das questões complicadas que são substituídas pelas respostas fáceis, mais plausíveis. Passa inclusive a deixar de colocar questões para simplesmente se aperfeiçoar na navegação orientada por estímulos exclusivamente visíveis, muito identificáveis com os processos presentes em dinâmicas onde impera a competição.
Ironicamente dá-se uma espécie de retorno ao modo de operar que a pessoa utilizou na infância. O adulto cristaliza-se a pouco e pouco nos sentidos “tácteis”.

Este comportamento que ainda é preponderante neste mundo junto da humanidade, é causa de inúmeras patologias graves, de milhares de lares desfeitos, de famílias de costas voltadas competindo ferozmente pelo mesmo espaço. De solidão e desespero, de um sem número de suicídios, de dependências de todo tipo, de todo o tipo de subversão, corrupção, ingerência, etc.

Cenário 2: a pessoa entra na fase mais agitada de seu desenvolvimento, onde como já vimos as questões afloram abruptamente, questões ao nível dos afectos, das emoções, das relações e do próprio corpo em erupção, quando a cada uma das suas dúvidas são colocados desafios ainda maiores.
Neste cenário, quando possível é explicado à pessoa porque é que sente como sente, quando não é possível porque nem tudo pode ser explicado retoricamente mas vivenciado, é pelo menos pelo exemplo, demonstrado qual o posicionamento correcto para que a percepção de uma possível resposta possa emergir. A pessoa entretanto tem acesso a um meio ambiente equilibrado. Na falta de respostas fáceis, encontra pelo menos uma disponibilidade para a partilha genuína das questões, não se sentindo inibida ou coibida em exteriorizar os seus sentimentos. Resumindo, encontra um terreno favorável em seu redor entre aqueles que são as suas principais referências, para exteriorizar seus abundantes sentimentos, que emergem em complexidade e número. A pessoa sentirá encorajamento para confrontar estímulos e referências externas, com o seu mundo interior, para de uma forma natural se organize interiormente. A pessoa sem intenção e de forma natural meditará mais, terá necessidade de alargar seus períodos de reflexão e tenderá a usar dos estímulos externos para condimento do que será o seu prato principal, preparado lá no seio de si mesma. Esta pessoa exercitará uma noção de tempo mais identificada com o seu biorritmo, com a sua digestão por assim dizer. Mais auto-confiante, descontraída e simultaneamente mais natural, na falta de obter respostas que considera importantes através de um contacto humano directo, estará receptiva a procurar sob diferentes formas, com elevada tendência para todas as formas de arte, seja a literatura, a música, o teatro etc.

Esta pessoa desenvolve um autoconhecimento elevado, é positiva e benéfica para o ambiente. Onde se encontre, as dificuldades são vistas como oportunidades de aprendizagem e não como fatalidades. Tem uma acertada noção de intervenção respeitando de forma pacífica, as conversações e o estabelecimento de acordos. É amante da beleza natural, não se detém mais que o indispensável no sensualismo. Aprecia o que lhe é benéfico, mas não despreza a dificuldade por lhe reconhecer a oportunidade. Valoriza o bom uso do seu corpo e mente, e está em perfeito controle de seu trajecto, fluindo e adaptando-se às circunstâncias, sem se vangloriar, sem competir e sem perder sua genuinidade. Seu envolvimento natural em todas as questões da existência, fazem desta pessoa uma pró-activista do desenvolvimento sustentado de todo tipo de manifestação conhecido, à face deste planeta. È uma pessoa integradora, integral, cuida do que serve de seu alimento, cuida do que serve de seu plano, cuida de seus relacionamentos com verdade, alinha-se pela sua natureza, o seu intimo aliado. É interveniente, e se tiver que se opor não o faz cegamente, mas olhando o opositor nos olhos e muitas vezes com um sorriso de conciliação. Uma pessoa que em adulta, já algo madura, se dá conta de estar a receber a todo o instante, através de expressões artísticas, das formas mais inusitadas, imensas respostas a questões que havia colocado em jovem e que já havia esquecido. Uma pessoa que pela sua dinâmica de constante descoberta, a monotonia não existe, a rotina não limita, as paredes não contém. Uma pessoa que se ergue de manhã cedo já emitindo pensamentos de gratidão, pelo plano que permite a sua própria revelação. Alguém que sorri com o coração. Que ama com o coração. O alquimista de seu coração. O explorador de sua vastíssima experiência. O aprendiz sem medo. A ascensão.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Mãe Maria



 
Mensagem de Mãe Maria

Eu sei que muitos de vocês ainda estão passando por tempos desafiadores e desejo me referir a isso e garantir a todos vocês que se trata de uma época temporária de transição.

A mudança está ocorrendo drástica e rapidamente e todos vocês estão respondendo a essas mudanças energéticas do seu jeito próprio e exclusivo.

Para alguns de vocês os desafios são mais físicos, para outros são mais mentais e emocionais, e para outros eles se dão mais nas situações e eventos da vida.

São suas áreas que mais precisam de equilíbrio que estão mudando agora.

As novas energias que têm chegado ao planeta estão forçando seu sistema de energia a se equilibrar. E quando digo “forçando”, não pensem que isto se dá sem o seu consentimento, pois não é este o caso.

Aqueles de vocês que estão despertando nesta época escolheram este caminho de vida como parte daquilo que vocês vieram fazer nesta época. É parte do que vocês contrataram.

Mais sobre este tópico.

Vocês todos planeiam o que irão realizar enquanto estiverem na Terra em cada encarnação. Suas principais áreas de estudo são aprender coisas específicas sobre as quais vocês têm curiosidade e aprender mais sobre o Amor. Todos vocês escolheram uma área principal de estudo – sua opção específica, e devem ter sempre a mesma confiança total no amor.

As situações que surgem em suas vidas costumam focar-se na sua área de estudo especial.

Por exemplo, sua especialidade é a mestria, aprender a ter a mestria de sua vida e de seus dons. Para aprender isto, vocês escolheram uma família e situações em que vocês se sentem vítimas, em que seus dons não são aceitáveis para os outros. Então vocês passam sua vida aprendendo primeiro o que sua mestria não é, e então o que a mestria é.

Ao terminar esta aprendizagem, muitos escolhem partir e ir para casa para planear seu próximo estudo, seja ele em forma humana ou não. A maioria de vocês gradua-se tendo completado esta aprendizagem e muitos de vocês decidem que isto é muito difícil e optam por não mais continuar esta área de estudo.

Não há julgamento de certo ou errado pois vocês estão realizando esta aprendizagem somente para benefício de sua própria alma e não pelos outros. É como uma criança aprendendo a andar de bicicleta. Não é errado que leve algumas semanas e não é certo que aprenda em alguns dias. Ela simplesmente aprende e todos os desafios que se apresentam são somente parte do processo de aprendizagem.

Assim são suas vidas.

Não há nem certo nem errado naquilo que vocês fazem já que vocês aprendem o que vieram aprender. Vocês escolhem a velocidade da aprendizagem através de quanto vocês praticam essas lições e vocês são os encarregados pelo que fazem ou não para ajudarem-se a aprender.

É como cursar uma universidade, ou aprender a andar de bicicleta, os resultados que vocês obtêm normalmente são um reflexo de quanto tempo e esforço vocês aplicaram no estudo e no treino.

O que está acontecendo agora para muitos de vocês é que vocês decidiram que queriam completar rapidamente seus estudos para estarem prontos para começar a ensinar aos outros aquilo que vocês sabem. As lições estão chegando rapidamente e isto causa a aflição que muitos de vocês sentem.

Conforme vocês aprendem, seu sistema de energia muda, e vocês podem sentir isto através de sintomas físicos, emocionais e mentais conforme vocês se ajustam à nova frequência que vocês alcançam quando concluem cada lição.

Há uma abertura de oportunidade nos próximos dois meses para acelerar várias lições que muitos de vocês escolheram se dedicar.

Se estiver rápido demais, simplesmente peçam ajuda para desacelerar.

Se estiver ficando desafiador demais, simplesmente peçam ajuda para facilitar. Se vocês não estiverem mais aguentando, peçam adiamento e conforto já que vocês precisam descansar.

Não há modo certo ou errado para atravessar este tempo de mudança. Para a maioria de vocês, simplesmente deixar as coisas serem e continuarem como elas estão, é a melhor solução, pedindo a ajuda de seus guias e anjos quando vocês precisam de ajuda.

Eles estão esperando para ajudar, mas vocês precisam pedir.

Na Primavera, vocês serão como a borboleta que saiu de seu casulo de aprendizagem.
A Universidade logo acabará e será a hora de começar a ensinar o que vocês sabem aos outros.
E tal como vocês têm áreas especiais para aprender, vocês terão áreas especiais para ensinar.

Isto lhes surgirá passo a passo assim que vocês pararem de tentar adivinhar e simplesmente confiarem na sua orientação interna para guiar na direcção correcta.

Saibam que os desafios são temporários e vocês têm uma escolha sobre como experimentar este tempo de mudança.

Há abundância de ajuda e muitos de vocês estarão mudando para um novo modo de ser e podem experimentar mudanças na vida que reflectem seu novo status como graduados e preparados para ensinar.

Abençoando sua jornada,
Maria, sua Mãe Divina

Canalizadora: Sheryl Pedersen em 23 de janeiro de 2010

quarta-feira, janeiro 27, 2010