and heaven came....
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
A PRÓXIMA TAREFA
A próxima tarefa é aprenderes a vibrar pelo que
és.
Sem máscaras, sem falsos atributos, sem revestimentos.
A próxima tarefa é seres quem és. Sem desvios nem omissões.
Sem rasgos de oportunismo juvenil. Sem arestas.
Sem máscaras, sem falsos atributos, sem revestimentos.
A próxima tarefa é seres quem és. Sem desvios nem omissões.
Sem rasgos de oportunismo juvenil. Sem arestas.
Seres quem és exige de ti agora todo o empenho
deste
mundo. Seres quem és, respeitares o que sentes, vai exigir
muita energia de ti agora, nesta fase da tua vida.
mundo. Seres quem és, respeitares o que sentes, vai exigir
muita energia de ti agora, nesta fase da tua vida.
Ou porque nunca respeitaste a tua essência, e está
na
hora de mudar o rumo das coisas, ou porque tens treinado
bem, e agora está na hora de dar o grande salto.
Só tu podes responder a essa questão. Tu… e eu, claro.
hora de mudar o rumo das coisas, ou porque tens treinado
bem, e agora está na hora de dar o grande salto.
Só tu podes responder a essa questão. Tu… e eu, claro.
Por isso, fixa bem o que te vou dizer. Põe o
pensamento
no peito e sente. Sente, simplesmente. Mais nada.
E quanto mais te acostumares a só sentir, sem pensar
em nada, mais rapidamente te vais ligar à tua alma e descobrir,
finalmente, quem és e o que andas por cá a fazer.
no peito e sente. Sente, simplesmente. Mais nada.
E quanto mais te acostumares a só sentir, sem pensar
em nada, mais rapidamente te vais ligar à tua alma e descobrir,
finalmente, quem és e o que andas por cá a fazer.
O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu
Responde,
de Alexandra Solnado
de Alexandra Solnado
Eles viverão
A Espiritualidade Superior ensina que os planetas funcionam
como educandários.
Os Espíritos neles encarnam para ter as experiências
evolutivas de que necessitam.
A Terra por ora serve de morada e escola para Espíritos de
reduzida evolução.
Embora, em geral, não falte inteligência aos habitantes do
orbe, eles ainda vacilam no quesito da moralidade.
Têm facilidades de raciocínio, mas possuem dificuldades nos
planos do sentimento, da conduta.
Certamente incontáveis se esforçam para viver com dignidade
e o conseguem.
Entretanto, ainda é comum o triste espectáculo da leviandade,
da corrupção e da crueldade.
Em um mundo imperfeito, a impunidade dos espertos e dos
poderosos costuma ser frequente.
Não raro, esse panorama de vício aparentemente vitorioso
causa indignação.
Muitos desanimam quando se deparam com certas cenas.
Pode ser o político corrupto que segue livre, mediante a adopção de estratagemas legais.
Ou quem, para enriquecer, não se incomoda de destruir o meio
ambiente.
Talvez seja quem abusa da inocência ou oprime os fracos.
Ou então quem vence demandas na justiça contando com
testemunhos falsos.
Não faltam exemplos de maldade vitoriosa, ao menos na aparência.
Seguramente, todos devem agir, no limite de suas forças,
para que o bem se instale no mundo.
Mas, quando o mal parece vencer, não há razão para raiva ou
desânimo.
Não há necessidade de desejar o mal para os que semeiam a
desgraça nos caminhos alheios.
Para manter o coração em paz, basta reflectir que eles
viverão.
Sim, a morte não existe e todos seguirão vivos para sempre.
A vida dispõe de recursos para produzir arrependimento nos
que se fizeram culpados.
Cedo ou tarde, chega o momento de rever a própria conduta e
de enfrentar as consequências do que se fez.
Tal pode se dar na mesma encarnação, mediante importantes
decepções, ignoradas da colectividade.
Ou no plano espiritual, onde não há disfarces possíveis
quanto à própria realidade íntima.
Ou mesmo em outras existências, nas quais se experimentem as
dores que se semeou na vida do próximo.
A vida constitui o melhor remédio para qualquer gênero de
decadência.
Todos viverão para sempre e cada qual será feliz ou
desgraçado, conforme as opções que fez.
A cada um segundo suas obras, como bem disse Jesus.
Assim, não convém praguejar contra quem fere, rouba, ilude
ou mata.
Basta saber que os corruptos, os mentirosos e os
defraudadores da paz alheia também viverão.
A cada homem incumbe o dever de ser digno e solidário, de
esclarecer, amparar e socorrer.
Os desvios incontornáveis, segundo a óptica humana, ficam por
conta da Lei Divina, sempre perfeita e actuante.
Pense nisso.
amigos ...
Sem os amigos o tempo custa a passar cada hora parece um dia...
Embora tenhamos beijos, abraços, ninguém cura a ausência de um amigo... pois eles fazem parte do nosso passado e do nosso futuro...
São a luz que fazem o dia brilhar sem eles vivemos no escuro...
...os amigos merecem tudo de bom... e através destas letrinhas silenciosas transmito todo o carinho que tenho por ti...
domingo, fevereiro 20, 2011
Martin Grech - Push
Não adianta querer mudar o trajecto fora de teu próprio trajecto.
O que virá será origem do que é...
Dead Can Dance - The Carnival Is Over
the comedy of life as it hides a lot of drama, the feeling of an orphan ... a castaway ... the desire to find a port, the longing for home ...
Sara Tavares - Ponto de Luz
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Solilóquio
Velhice é quando os desequilíbrios que acontecem na mente,
surgem no corpo espontâneos sem teres tempo para refinar.
Sabedoria quando a tua mente inicia o processo de aprender
com os gestos do corpo, aquilo que ele reflecte espontaneamente como sendo o
mais puro legado da mente.
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
Siddartha Gautama e o Sermão de Benares
"- (...) Oh monges, a sublime
verdade que o ser humano, uma vez que nasce neste mundo, não consegue escapar
dos seguintes sofrimentos:
- o nascimento;
- o envelhecimento;
- o confronto com aqueles que
contrariam seus desejos;
- a perda de quem se ama;
- a impossibilidade de se obter tudo o
que se deseja;
-
as enfermidades e a morte.
(...)
enquanto meditava, descobri que nossas vidas são eternas, mas nascem neste
mundo, carregadas de Skandhas (virtudes, moralidade, nossas tendências
positivas) e Nidânas (vícios, defeitos, nossas tendências negativas),
acumulados em vidas anteriores, e esta é a verdade sublime da causa de todo
sofrimento humano:
- o desejo pelo prazer dos sentidos e a
luta para obter poder e assim gozar a vida física, arroja as almas a seguidos
renascimentos(Sansara).
Queimar
todo mau karma, fonte do sofrimento, e aumentar o próprio Dharma é possível ao
ser humano, evitando levar a vida em busca de prazeres físicos e reconhecendo
que o eu e o outro somos na verdade somente um.
Os sofrimentos da vida física gerados
pelo apego à temporaneidade, podem ser dominados através do cultivo da
compaixão, da sabedoria e da prática da meditação.
Pelo seu esforço pessoal o
homem pode libertar-se de todas as servidões e sofrimentos.
Aprende, pois, o que é o sofrimento,
embora não haja nada para aprender; abandona as causas do sofrimento, embora
não haja nada para abandonar; concentra-te na cessação, embora nada possa
cessar; pratica os meios de chegar à cessação embora não haja nada a praticar;
despertando assim a consciência não para o conhecimento apenas, mas sobretudo
para a sabedoria que revela a realidade última, o Nirvana, que pode ser
alcançado trilhando o dourado caminho do meio (saúde perfeita, mente perfeita, integração
com o mundo perfeita).
A libertação de cada ser depende da sua
própria compreensão da verdade. Cada um é responsável pela sua felicidade ou
pelo seu infortúnio. Quem souber descobrir dentro de si a verdadeira natureza
dos laços que determinam o encadeamento sem fim das causas e dos efeitos,
quebrará o círculo infernal e atingirá a libertação.
Feliz daquele que no período de vida
desenvolve skandas, pois cria os próprios meios de evolução; infeliz daquele
que desenvolve nidânas, pois dificulta a sua evolução e, ao morrer, assume
formas demoníacas.
A partir desse momento, oh monges, meu
espírito está liberado para sempre.
Com toda segurança vivo esta minha
última reencarnação.
Depois de minha morte, nunca me
reencarnarei neste universo de homens.
Por favor, escutai atentamente este
conselho: Decadência é inerente a todas as coisas existentes.
Somente o Dharma
perdurará para sempre.
Oh monges, busquem, com todo afinco, por
sua liberação."
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Tudo está certo
Conta uma antiga lenda
norueguesa que um homem cuidava com muito zelo de uma capela, num distante
povoado.
Haakon era seu nome e
via, todos os dias, muita gente adentrar a ermida e orar, com devoção, frente a
uma cruz muito antiga.
Certo dia, Haakon,
impulsionado por um sentimento de generosidade, ajoelhou-se diante da cruz e
fez uma oferta ao Crucificado.
Senhor, desejo padecer por Vós. Deixai-me
ocupar o Vosso lugar.
O Senhor da cruz abriu
os lábios e falou:
Amigo, posso atender a tua rogativa, mediante
uma condição.
Qual é, Senhor? Será uma condição muito
difícil? Estou disposto a cumpri-la.
Então, lhe disse o
Cristo: Escuta-me. Aconteça o que acontecer, não
importa o que vejas, terás que guardar sempre absoluto silêncio.
O homem, resoluto,
respondeu: Eu prometo, Senhor!
Fizeram a troca sem
que ninguém viesse a perceber. O tempo passou e aquele que substituía o
Crucificado conseguia cumprir o seu compromisso de sempre se manter calado.
Um dia, porém, um rico
foi até a capela orar. Ao sair, esqueceu a sua bolsa sobre um dos bancos.
Haakon viu e se calou.
Também não disse nada quando, umas duas horas depois, alguém que também viera
orar, encontrou a bolsa e a levou para si.
Ainda ficou calado
quando um rapaz veio pedir as graças dos céus antes de empreender uma longa
viagem.
Contudo, o rico
retornou em busca do que esquecera.
Como não encontrasse
sua bolsa, pensou que o rapaz se teria apropriado dela. Voltou-se para ele e o
interpelou, com raiva, exigindo que lhe devolvesse o que lhe pertencia.
Não peguei nenhuma bolsa! – Defendeu-se o jovem.
Mentiroso! – Gritou o homem rico. E arremeteu furioso contra ele, no intuito de
agredi-lo.
Então, uma voz forte
soou: Pára!
E a imagem falou,
defendendo o jovem e censurando o rico pela falsa acusação.
Este saiu aniquilado
do local. O jovem, porque tinha pressa para empreender a sua viagem, saiu logo
em seguida.
Quando a ermida ficou
vazia, Jesus dirigiu-Se a Haakon e lhe disse: Desce da cruz. Não serves para ocupar o meu
lugar. Não sabes guardar silêncio.
E, ante as
justificativas do servidor, trocaram de lugar, concluindo o Cristo: Tu não sabias que era conveniente para aquele
homem perder a bolsa que trazia o preço de muita maldade.
Quanto ao rapaz, que iria receber alguns
golpes, as suas feridas o teriam impedido de fazer a viagem que, para ele, foi
fatal.
Faz uns minutos seu barco soçobrou e ele se
afogou.
Tu não sabias, mas eu sabia. Por isso, eu
sempre me calo.
* * *
Toda vez que
acreditares que as tuas preces não foram ouvidas porque não foram atendidas,
pensa que tudo está certo.
Logo mais ou um pouco
depois descobrirás que Deus estava certo em Se manter silencioso.
Tenha certeza: nada te
acontece que não seja o melhor para ti, naquele momento.
Isso porque Deus nunca
Se engana.
com base em lenda norueguesa
quarta-feira, fevereiro 02, 2011
segunda-feira, janeiro 31, 2011
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Tao Te Ching - 53
Torne-me naturalmente firme e possuidor do saber
Percorrendo o Grande Caminho
Temendo apenas o desperdício
O Grande Caminho é bastante tranquilo
Mas os homens gostam bastante de atalhos
Governo com excesso de degraus
Campo com excesso de erva daninha
Armazém com excesso de vazios
Vestir bordados coloridos
Carregar espada afiada
Satisfazer-se comendo e bebendo
Possuir moedas e bens em excesso
Isto se chama roubo e auto-encantamento
Roubo e auto-encantamento negam o
Caminho
Sortudo
Somos todos umas extensões de nós
mesmos, literalmente.
Como se o Cosmos fosse um colossal e inimaginável instrumento
musical e cada um de nós, um som de escala, dessa escala de sons emitidos.
Nessa escala cada um de nós,
relacionados como as notas de uma escala sobre uma melodia.
Todos facetas
imanentes de nós próprios, complementares, envolvidos no mesmo vislumbre momentâneo
da melodia Universal.
Como é que uma nota de escala se
poderá relacionar, fora da melodia da sucessão de notas que a compõe?
Porque há-de o Humano esquecer
que tem à sua mercê o que pediu, todas as notas da sua melodia…, as pessoas, os
seres e os eventos que cruzam consigo diariamente a mando do Cosmos, em seu
serviço.
Como querer estar noutro lugar?
Como recusar o Pão Nosso de Cada
Dia? - Se em cada pedaço de tudo que me acontece está o que pedi. Porquê virar
as costas e perder o olhar no horizonte, quando a mesa está posta?
Todas as alegrias,
contrariedades, festejos e dores necessárias, para ti te foram ofertadas, para
pleno desfruto.
Tudo para o teu crescer. Que esperas?
Achas que por voares para longe,
vais deixar os teus fantasmas para trás?
Não vês que tudo que tu és, por
amor de teu Pai por ti, levas contigo para onde fores.
É que tal relaxares e entregares
a tua Alma aos gozos que o teu Pai te preparou.
E que tal seres o tal filho
pródigo, com a imensa capacidade Universal de amar tudo que a vida te dá
manifestado e não manifestado...
Sortudo
sábado, janeiro 22, 2011
terça-feira, janeiro 18, 2011
Morrendo para viver
Conta-se que, no tempo de Buda, uma jovem chamada Kisa Gotami sofrera uma
série de tragédias. Primeiro foi seu marido que morreu, depois um outro
familiar.
Tudo que lhe restava era seu único filho. Logo ele também adoeceu e morreu. Lamentando-se de dor, ela tomou nos braços o corpo do filho morto e passou a carregá-lo por toda parte, pedindo ajuda.
Deveria haver, em algum lugar, alguém ou algo, um remédio, uma poção que o trouxesse de volta à vida.
Sua busca, no entanto, se mostrou infrutífera. Até que ela se achegou frente a Buda, que estava ensinando em um bosque.
Aproximando-se, suplicou em pranto para que ele trouxesse seu filho de volta à vida.
Buda, de imediato, concordou. Disse-lhe, contudo, que ela precisava lhe trazer um punhado de sementes de mostarda. Com um detalhe muito importante. Deveria obter as sementes de uma família onde ninguém tivesse morrido. Nem pai, nem mãe, nem esposo, nem filho ou amigo.
A jovem voltou correndo para a vila. Na primeira casa que entrou e explicou a sua tragédia, logo recebeu as sementes. Quando se retirava, lembrou-se de perguntar se alguém morrera naquela casa.
Sim, disseram eles. Foi no ano passado.
Ela saiu a correr. Entrou na casa ao lado. E na outra. E outra mais. Em todas, alguma morte havia ocorrido. Era uma tia, um filho amado, uma filha recém-nascida. Um pai amoroso. Uma mãe carinhosa.
O que quer dizer que, depois de uma longa busca, ela não encontrou nenhum lar que não tivesse entrado em contato com a morte.
Debruçando-se de dor, deu-se conta de que o que acontecera a ela e ao seu filho, acontece a todos. Todos os que nascem, morrem um dia.
Então, carregou o corpo do filho morto até onde estava Buda e lá o enterrou.
Depois, curvou-se diante de Buda e pediu que ele lhe ensinasse as coisas que lhe trouxessem sabedoria e refúgio, neste mundo onde se nasce e se morre.
Os ensinamentos de Buda calaram profundamente em seu coração e ela iniciou a importante atitude de educar-se para a morte.
* * *
Na qualidade
de pais, nos preocupamos bastante em educar os nossos filhos, desejando vê-los
se tornarem cidadãos produtivos e honrados.
O nosso é o anseio de os ver progredir, alcançar êxito na vida, sucesso em suas carreiras profissionais. Tornarem-se pais e mães conscientes.
Tudo muito louvável. Mas seria bastante oportuno que nos lembrássemos de os preparar, desde a infância, para a realidade da morte.
Isto porque o encontro com a morte é certo. Informá-los a respeito do que ela significa e afastar o terror de a enfrentar, acenando-lhes com a vida imortal é sinal de previdência e sabedoria.
* * *
É curioso notar que em
nosso tempo cuidamos da educação para a vida e esquecemos de que vivemos para
morrer.
A morte é o nosso fim inevitável e, no entanto, chegamos a ela sem o menor preparo.
Quem primeiro cuidou da educação para a morte, em nosso tempo, demonstrando a necessidade do homem aprender a morrer, foi o mestre francês Allan Kardec.
Por anos seguidos, ele falou a respeito com os Espíritos dos chamados mortos e, em agosto de 1865, lançou uma obra que descreve a situação dos Espíritos no plano espiritual.
Chama-se O céu e o inferno - a Justiça Divina segundo o Espiritismo.
com base em conferência proferida por Divaldo Pereira Franco.
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