quinta-feira, abril 21, 2011

A FELICIDADE NAS COISAS...

Sobre um elemento importante na percepção do grau de satisfação, de felicidade, na vida de alguém:

- é mais assertivo e conclusivo avaliar a relação com aquilo que se tem, que pelas coisas que se não tem.

quarta-feira, março 30, 2011

ASHTAR SHERAN MUDANÇA NOS PÓLOS DA TERRA


Este é um período dos mais importantes para o planeta Terra, é o momento da reavaliação interior e reconstrução da vida. Quando anunciamos que a espécie humana adentraria nas frequências do cinturão de fotões, que alteraria sobremaneira os campos electromagnéticos do planeta, essa revelação, para a grande maioria era, em princípio, incompreensível. A interferência do cinturão já se faz tão forte que altera os ciclos de tempo, acarretando mudança na vibração das partículas atómicas que constroem a base da vida. Inicia-se, assim, o descartar do velho para adentrar o novo, ou seja, indirectamente, a sua espécie vem buscando a sobrevivência humana usando despreocupadamente os elementos necessários para sua sustentação desde o início de seu caminhar por este planeta.

Com a penetração total no núcleo do cinturão, essa interferência acelera o calor no âmago dos electrões, forçando a alteração acentuada do fogo, do ar, da água e da terra, energias indispensáveis para que a vida continue sobre este sistema, já que o organismo humano é basicamente feito de estruturas de carbono, hidrogénio e oxigénio. Embora não se perceba que os níveis de hidrogénio já estejam aumentando dentro dos núcleos atómicos que sustentam a vida orgânica, por muito tempo ainda o corpo humano necessitará de quantidade razoável da pureza desses elementos. Exactamente por isso, quanto mais o planeta penetra dentro da influência dos fotões, haverá, até por volta de 2012, tempo terrestre, a expansão da consciência humana após o alinhamento do eixo polar.

A consciência se expande pela força do atrito entre partículas; portanto, o conflito da matéria humana dentro do campo da emoção promove a combustão necessária para impulsionar a consciência a dar o salto esperado para aquele ciclo determinado. Assim, movida pela escassez de água potável e energia eléctrica, a sua espécie se vê obrigada, mais uma vez, a aprender pelo conflito. Aprendizado que vem pela dor, livre escolha dos seres que aqui estão encarnados.

A espécie humana ainda crê que a criança só aprende quando cai e levanta; são os ciclos de ir e vir da energia de abundância. A falta produzirá racionamento, mas ajudará indirectamente a nivelar as classes sociais; afinal, todos, sem excepção, serão obrigados a economizar e valorizar técnicas alternativas. Diante dessas evidências, muita coisa que antes era importante será deixada de lado para abrir espaço a novas teorias, pois a ciência se verá obrigada a pesquisar e incentivar mais de perto ideias que ajudam a manter o equilíbrio do meio ambiente. O planeta como ser vivo conquista, finalmente, o direito à vida e à necessidade de uma sobrevivência mais consciente, dando oportunidade a grandes descobertas, principalmente nas questões que envolvem projectos auto-sustentáveis ligados à energia retirada do elemento ar, o que chamamos de energia livre.

Ao mesmo tempo, os chamados grupos ambientalistas cada vez mais terão a oportunidade de oferecer seus projectos alternativos para suprir a desfasagem de áreas que ainda estão sem sustentação. E a humanidade adentrará uma nova consciência em que o abuso de poder e os desequilíbrios darão espaço para a manifestação da solidariedade e comprometimento responsável pela vida humana. Vencidos os primeiros desafios, movidos pelas discussões quase intermináveis, haverá um transbordar cada vez maior da autonomia consciente da individualidade humana que na tentativa de superar dificuldades urgentes; romperão fronteiras para dar vazão a uma só raça, a do amor.

Não mais separação em pedaços de terra que delimitam territórios, mas uma nação de um só corpo que atua principalmente pela sincronicidade do equilíbrio entre acção e responsabilidade. Assim é o crescimento e a ascensão dos seres que se desprendem cada vez mais dos apegos limitantes da matéria. Ao mesmo tempo, sua chama interior brilha, fulgurante, marcando seu espaço/tempo, sobressaindo em meio à noite escura dos mundos mais densos. E nesse estágio, estarão prontos para enfrentar o deslocamento dos pólos, alcançando novos rumos e experienciando outros aprendizados.

A trajectória terrena sugere um aprendizado inigualável para todos os seres que escolhem viver subjugados às leis de causa e efeito neste plano. É nessa lei que aprendem o real valor das vibrações de energia, como se processam e reagem em suas mais variadas formas inferiores e superiores de manifestação. Tudo é energia e, como tal, é necessário envolver-se totalmente, iniciando o aprendizado a partir da base assim chamada mundos inferiores de consciência, onde é possível reconhecer a força de coesão máxima trazida pela lei de unidade da matéria. Unidade da matéria e suas leis que tornam possível a materialização das partículas de vibração mais densa, somente realizável nas zonas de refrigeração como é o caso da Terra.

Assim o corpo físico se faz presente, vivo e alerta neste plano físico, da mesma forma que ocorre ao colocar-se água na geladeira para fazer gelo. O corpo-luz da origem primeira, ao se difractar em inúmeros fotões, pacificamente, viaja a distâncias infinitas somente para ter a oportunidade de, a cada passagem por mundos de vibrações diferentes, aumentar seu poder de expansão. Por isto afirmamos: a luz é sempre presente, por mais que penetre em frequências de vibração mais baixa, está oculta no âmago inerte de cada partícula. Ela se permite a variação vibratória na medida que passa por locais com maior ou menor calor. Esta é a chave da evolução: experienciar, assimilar e governar a si mesmo.

Quando a partícula sai em viagem, já possui um programa pré-estabelecido que dá, ao mesmo tempo, oportunidade de crescimento, e assim cumpre a tarefa de germinação estelar em vários mundos diferentes durante seu estágio.

Portanto, ela penetra nas leis universais e caminha consciente, pelo bailado cósmico, dançando no esplendor celeste, passando por vários estágios de retracção e expansão vibratória. Depois de assimilados os primeiros estágios vibracionais de luz irradiante, penetra em zonas onde possa construir um corpo mais denso, tomando a forma necessária ao próximo estágio de assimilação da experiência. É como conduzir sementes à sementeira com condições viáveis à germinação de plantas que um dia embelezarão um jardim. A Terra é uma sementeira que oferece as condições adequadas para encapsular partículas de luz e, na força da lei de coesão, densificar o corpo físico que será utilizado durante determinado período. É nesse instante que as partículas de luz são atraídas pela força das leis da matéria, pois os campos de ilusão, atraentes como são, criam um encantamento maravilhoso e quase poético. O primeiro ser que ousou penetrar nessa poesia foi um primogénito da luz, que, com coragem amorosa, usou a inteligência para se submeter às frequências mais baixas atraindo milhares de partículas semelhantes para adentrar nesta zona de menos calor, a Terra. E assim tudo começou; eles vinham munidos da semente do amor e da inteligência para viver a individualidade. Na força máxima de coesão, espargem mais formas humanas com partículas de carbono suficientes para contrabalançar o peso atómico do planeta. Eis a primeira e mais importante missão.

Quando a partícula de luz chega nesse estágio, está plenamente consciente. Eis aqui os pólos energéticos que todos os seres possuem quando penetram nestas zonas mais densas. Aqui fazemos referência aos pontos de energia conhecidos por vocês como chacras, que são consciências a serem vivenciadas durante as encarnações terrestres.

Quando o alinhamento destes pontos acontece, o primeiro e o sétima chacra sofrem uma inversão polar, dando origem à manifestação de uma outra dimensão de consciência-luz. Dessa forma, enquanto não assimilam completamente todas as experiências dessa polarização, estarão encarnando e desencarnando, ou seja, transformando a energia constantemente no jogo de materializar e desmaterializar. A morte e a vida física diferem apenas na forma de apresentação da energia. Diz-se que o espírito abandona a matéria deixando-a inerte, mas preferimos dizer que a energia da matéria se transforma em energia de espírito novamente, voltando a realizar a tarefa de elevação de consciência depois que assimilou as experiências da vida física. Enquanto não esgotar todo o aprendizado do sistema ao qual está inserida, retorna por própria vontade e força de atracção ao plano físico. Ou seja, a substância espiritual transforma-se outra vez em matéria densa.

Quando o ser já está pronto para sair deste plano, depois de assimilado todo o aprendizado do sistema de vida, inicia-se o expurgo, a limpeza profunda onde fisicamente encarnado, reactualiza todas as suas experiências já vividas durante todo o processo de encarnações físicas. Uma experiência marcante causa um impacto profundo em sua consciência básica, abrindo a visão ilimitada do papel que ocupa diante do cosmos. É nesse exacto momento que o ser espiritual aflora, tornando possível a lembrança daquilo que é, o que está fazendo aqui e para onde vai. Ele reconhece qual o papel que ocupou em cada uma de suas passagens anteriores, obtendo as respostas necessárias para adaptar o ego humano, que é o instrumento que viabiliza a entrada do espírito na matéria. Sem ele, não haveria condições de manifestação da personalidade humana. Portanto, a última batalha é travada porque é exactamente nesse instante que os dois irmãos, espírito e matéria ou ego superior e ego humano, reconhecem que são frutos da mesma fonte.

Este estágio final de completude sugere muita dor e sofrimento, pois os egos se reconhecem como manifestações divinas, são da mesma origem. Antes desse reconhecimento, promovem uma luta que expõe emoções, forças mentais e físicas para fora, provocando uma reviravolta na vida do indivíduo e de quem convive com ele. Isto é a separação do joio e do trigo que, qualificando energia, expurga de si mesmo tudo o que não pode mais fazer parte daquela essência.

Isso marca o período da mudança dos pólos do próprio ser, alterando tudo que está à sua volta, reagindo em seu meio ambiente com força violenta, até aceitação completa de liberar o velho para adentrar o novo. Com a experiência das forças polares a que se submete, totalmente assimiladas, ele pára de lutar e se entrega completamente para o alinhamento ao universo central. Esta experiência o conduz a penetrar em novos estágios de consciência, e dá a ele a capacidade de ver e reconhecer os seus mestres, guias e essência estelar à qual pertence. Somente alinhado a este centro, depois que reconhecer em si mesmo as virtudes superiores, ele volta a receber o impulso necessário para penetrar e viver em dimensões mais altas de consciência.

A Terra abriga em seu seio um número incontável de seres que estão passando por esta experiência de aprendizado. Como ser vivo, o planeta também possui chacras e pólos de manifestação energética e está, neste exacto momento, procurando seu alinhamento à fonte central. Quando um ser vivo expande a sua consciência, tudo que está à sua volta sofre o impacto disso; portanto, quando 20% da consciência humana alcançar um estágio vibratório de mesma intensidade, automaticamente a inversão dos pólos do planeta acontecerá e o planeta penetrará em outra dimensão de consciência. A inversão dos pólos é um movimento cíclico que tem acontecido com a passagem das eras, tem como referencial os equinócios e soma aproximadamente 26000 anos.

Está previsto para o sistema terrestre quando o planeta alcançar o índice referencial do ciclo dos 13, que é marcado pela metade da era, ou seja, 13000 anos. Sempre que um fato desta relevância acontece sobre o planeta, milhares de seres humanos contactam realidades paralelas para que se lembrem da origem e função auto-escolhida. São os suportes necessários para ancoragem da força mental adequada para manutenção do equilíbrio planetário.

Você que lê essa mensagem pode estar sentindo diferenças nos padrões de sono com sonhos muito vívidos, problemas nos relacionamentos, sistema imunológico alterado que não corresponde à normalidade principalmente ligada ao pâncreas e à tiróide e a relação do tempo/espaço que já não mais condiz com os relógios terrestres. Portanto, dores musculares, enxaqueca, formigamento nas extremidades do corpo, choques eléctricos na coluna, aumento de problemas respiratórios, enjoo e tonturas frequentes são sintomas naturais da adaptação do corpo de luz movimentado pelo cinturão de fotões que já altera o campo magnético do planeta. Não há medicação que resolva estas sensações, mas muita disciplina e atenção ao corpo que pede calma e tranquilidade para se adaptar ao novo ritmo do planeta. É necessário desenvolver paciência e ter actividades físicas que possam purificar o corpo possibilitando a abertura dos poros na pele que deve respirar livre. Ampliem a capacidade respiratória, lembre-se: a Era de Aquário é mental e pede intensidade no contacto com o elemento ar.

Para alguns humanos, esta linguagem expressa a nova Idade do Ouro, ou seja, a idade da pureza em que as forças polares não ocupam lugar. Nesse momento, o jardim florescerá para que a vida seja plenitude e abundância. Cada indivíduo que penetra nesta frequência é mais uma flor no jardim onde a borboleta azul, de quando em quando, vem sorver o pólen perfumado. Despretensiosa nesse acto de amor, poliniza os campos de paz e prosperidade. Assim se faz a vida de um sistema planetário que em breve alcançara a vibração e sintonia esperada.

Essa é a tão falada mudança polar profetizada há tanto tempo. Muito mais que mudanças no eixo físico planetário provocando acções desastrosas, essa mudança ocorre dentro de cada ser humano, quando está pronto para tomar novos rumos de consciência. Quanto mais o homem da Terra tornar-se consciente do potencial mental que possui, fazendo bom uso de sua inteligência, expandindo cada vez mais o centro irradiante onde brota o amor, muito rapidamente ele poderá conduzir essas mudanças sem dor e sofrimento. É o próprio homem que altera a rota dos acontecimentos, pois a ele foi dado o maior presente de toda a eternidade: a vida consciente habitante da matéria física, onde a mente criadora realiza o sonho de tornar-se humana.

Este é o tempo da humanização da vida e só cabe a humildade de aprender com aqueles que certamente já possuem a experiência assimilada em sua prática diária.
Ser humano: ser um com todos

"Quando o eixo físico terrestre for alterado, com certeza um número incontável de seres humanos estará pronto para conduzir essa missão com inteligência e alegria".

www.vialuz.com

quinta-feira, março 24, 2011

Um mundo em transição

O ano de 2011 está assinalado por muitas catástrofes. É como se observássemos uma grande revolta dos elementos naturais, buscando local próprio.

A tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, transformando cidades e edificações em um mar de lama e pedras, ceifando incontáveis vidas, abalou os brasileiros. 

Mas, ainda não refeitos desses fatos que motivaram gestos de solidariedade de variadas localidades, os terremotos no Japão nos levam ao quase terror.

Mais do que as cenas do cinema catástrofe, as imagens televisivas nos impressionaram ao mostrar o mar erguendo-se em enormes vagalhões e engolindo tudo.

Destruição em segundos do que o homem levou muito tempo para construir. Belos edifícios, cidades inteiras, lugares aprazíveis, tudo levado de roldão, arrasado.

Carros e máquinas arrastadas como brinquedos pela correnteza inclemente.

E vidas, quantas vidas ceifadas. Desaparecidos sem conta. E, depois, continua o tsunami em sua jornada, ameaçando outros países, que se colocam em alerta.

E dizer que todos recebemos o Ano Novo com tanta esperança. E vivemos o Terceiro Milênio em anseio de um novo tempo.

Como entender tamanha destruição?

Recorremos ao Evangelho de Jesus. Ele não nos enganou, em momento algum.

Falou de um mundo em extinção para o aparecimento de outro. Falou de dores, de desolação, de tempos amargosos: Pedi a Deus que a vossa fuga não se dê durante o inverno. A aflição desse tempo será tão grande como ainda não houve igual desde o começo do mundo até o presente e como nunca mais haverá.

E se esses dias não fossem abreviados, nenhum homem se salvaria. Mas esses dias serão abreviados, em favor dos eleitos.

Em verdade vos digo: chorareis e gemereis, e o mundo se rejubilará. Estareis em tristeza, mas a vossa tristeza se mudará em alegria.

Uma mulher, quando dá à luz, está em dor, porque é vinda a sua hora. Mas depois que ela dá à luz um filho, não mais se lembra de todos os males que sofreu, pela alegria que experimenta de haver posto no mundo um homem.

É assim que agora estais em tristeza. Mas, eu vos verei de novo e o vosso coração rejubilará e ninguém vos arrebatará a vossa alegria.

Jesus predisse os últimos tempos de um mundo de dores em transição para outro onde o bem predominará.

Assim, o que hoje observamos e que nos leva à solidariedade, ao auxílio de tantas vítimas é a concretização daqueles tempos anunciados.

Muitas dores se farão no mundo para que a grande renovação se apresente.

Muitos irão de retorno à Pátria Espiritual, outros tantos retornarão, Espíritos renovados para promover a grande transformação moral do planeta.

O mundo físico também sofre as transformações e por isso treme, alteram-se paisagens, modificam-se elevações.

Tudo é um grande estertor. Mas, como Jesus mesmo afirmou, após as grandes dores, virá o tempo da bonança.

Auxiliemo-nos enquanto as dores nos maltratam e aguardemos a aurora nova de um novo mundo.

O Senhor está no leme.

Redação do Momento Espírita, com citações extraídas do Evangelho de Mateus, cap. XXIV, vv. 15 a 22 e do Evangelho de João, cap. XVI, vv. 20 a 22.
Em 24.03.2011.

terça-feira, março 22, 2011

Viajar...

Viajar! Perder países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!

Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E a ânsia de o conseguir!

Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.

20 - 9 - 1933 | In Poesia 1931-1935 e não datada , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 2006 | via Casa Fernando Pessoa

domingo, março 06, 2011

hieróglifos do cosmos

bem se pode considerar, para os olhos que sentem para do olhar,


os hieróglifos do cosmos... são o céu sob o teu olhar

quinta-feira, março 03, 2011

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

retorno...

 
aquilo que usando, aprendeste a reconhecer de grande valia...
verá seu expoente multiplicado N de vezes...
logo o entregues para de onde o recolheste e abrigaste.

é que o sem forma não escolhe, nem está confinado a conteúdos.
identifica-se e gera-se até de seus opostos...

não deseja reconhecimento, bastando-se a si próprio
na sem forma que a todos reconhece como sendo seus próprios
para logo os admirar assim mesmo, como se fazem percepcionáveis...

para logo mais os esquecer, entregando-os à vida,
... que os viu nascer...

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Lisa Gerrard & Pieter Bourke - The Unfolding

and heaven came....

A PRÓXIMA TAREFA

A próxima tarefa é aprenderes a vibrar pelo que és.
Sem máscaras, sem falsos atributos, sem revestimentos.
A próxima tarefa é seres quem és. Sem desvios nem omissões.
Sem rasgos de oportunismo juvenil. Sem arestas.
Seres quem és exige de ti agora todo o empenho deste
mundo. Seres quem és, respeitares o que sentes, vai exigir
muita energia de ti agora, nesta fase da tua vida.
Ou porque nunca respeitaste a tua essência, e está na
hora de mudar o rumo das coisas, ou porque tens treinado
bem, e agora está na hora de dar o grande salto.
Só tu podes responder a essa questão. Tu… e eu, claro.
Por isso, fixa bem o que te vou dizer. Põe o pensamento
no peito e sente. Sente, simplesmente. Mais nada.
E quanto mais te acostumares a só sentir, sem pensar
em nada, mais rapidamente te vais ligar à tua alma e descobrir,
finalmente, quem és e o que andas por cá a fazer.

O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

Eles viverão

A Espiritualidade Superior ensina que os planetas funcionam como educandários.

Os Espíritos neles encarnam para ter as experiências evolutivas de que necessitam.

A Terra por ora serve de morada e escola para Espíritos de reduzida evolução.

Embora, em geral, não falte inteligência aos habitantes do orbe, eles ainda vacilam no quesito da moralidade.

Têm facilidades de raciocínio, mas possuem dificuldades nos planos do sentimento, da conduta.

Certamente incontáveis se esforçam para viver com dignidade e o conseguem.

Entretanto, ainda é comum o triste espectáculo da leviandade, da corrupção e da crueldade.

Em um mundo imperfeito, a impunidade dos espertos e dos poderosos costuma ser frequente.

Não raro, esse panorama de vício aparentemente vitorioso causa indignação.

Muitos desanimam quando se deparam com certas cenas.

Pode ser o político corrupto que segue livre, mediante a adopção de estratagemas legais.

Ou quem, para enriquecer, não se incomoda de destruir o meio ambiente.

Talvez seja quem abusa da inocência ou oprime os fracos.

Ou então quem vence demandas na justiça contando com testemunhos falsos.

Não faltam exemplos de maldade vitoriosa, ao menos na aparência.

Seguramente, todos devem agir, no limite de suas forças, para que o bem se instale no mundo.

Mas, quando o mal parece vencer, não há razão para raiva ou desânimo.

Não há necessidade de desejar o mal para os que semeiam a desgraça nos caminhos alheios.

Para manter o coração em paz, basta reflectir que eles viverão.

Sim, a morte não existe e todos seguirão vivos para sempre.

A vida dispõe de recursos para produzir arrependimento nos que se fizeram culpados.

Cedo ou tarde, chega o momento de rever a própria conduta e de enfrentar as consequências do que se fez.

Tal pode se dar na mesma encarnação, mediante importantes decepções, ignoradas da colectividade.

Ou no plano espiritual, onde não há disfarces possíveis quanto à própria realidade íntima.

Ou mesmo em outras existências, nas quais se experimentem as dores que se semeou na vida do próximo.

A vida constitui o melhor remédio para qualquer gênero de decadência.

Todos viverão para sempre e cada qual será feliz ou desgraçado, conforme as opções que fez.

A cada um segundo suas obras, como bem disse Jesus.

Assim, não convém praguejar contra quem fere, rouba, ilude ou mata.

Basta saber que os corruptos, os mentirosos e os defraudadores da paz alheia também viverão.

A cada homem incumbe o dever de ser digno e solidário, de esclarecer, amparar e socorrer.

Os desvios incontornáveis, segundo a óptica humana, ficam por conta da Lei Divina, sempre perfeita e actuante.

Pense nisso.

Doce...

se eu fosse um doce?...

seria um doce de crépito...



amigos ...


Sem os amigos o tempo custa a passar cada hora parece um dia...

Embora tenhamos beijos, abraços, ninguém cura a ausência de um amigo... pois eles fazem parte do nosso passado e do nosso futuro...

São a luz que fazem o dia brilhar sem eles vivemos no escuro...

...os amigos merecem tudo de bom... e através destas letrinhas silenciosas transmito todo o carinho que tenho por ti...

domingo, fevereiro 20, 2011

Peter Gabriel & Paula Cole / Don't Give Up

Gabriel ... the Angel, and Paula Cole

VOYAGE OF BRAN - Brendan Perry

a spiritual song to regarding the heart as a light ...

Martin Grech - Push



Não adianta querer mudar o trajecto fora de teu próprio trajecto. 
O que virá será origem do que é...

Dead Can Dance - The Carnival Is Over

the comedy of life as it hides a lot of drama, the feeling of an orphan ... a castaway ... the desire to find a port, the longing for home ...

Sara Tavares - Ponto de Luz

Olá amiguinha... Agradeço-te do meu coração a tua deslumbrante musica, a tua mensagem como uma coisa sagrada e linda e sobretudo tão antiga, que tu libertas do teu peito desde o centro de tua juventude. Desejo muito que passe rápido as tuas provações de saúde, e brevemente compareças a deixar os caminhantes menos sós um pouco, tu que aconchegas com tua entrega pura, os sóis de luz que desejam arder dentro do coração. Estou olhando por ti mana...

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Solilóquio


Velhice é quando os desequilíbrios que acontecem na mente, surgem no corpo espontâneos sem teres tempo para refinar.

Sabedoria quando a tua mente inicia o processo de aprender com os gestos do corpo, aquilo que ele reflecte espontaneamente como sendo o mais puro legado da mente.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Siddartha Gautama e o Sermão de Benares

"- (...) Oh monges, a sublime verdade que o ser humano, uma vez que nasce neste mundo, não consegue escapar dos seguintes sofrimentos:
 
- o nascimento;
- o envelhecimento;
- o confronto com aqueles que contrariam seus desejos;
- a perda de quem se ama;
- a impossibilidade de se obter tudo o que se deseja;
- as enfermidades e a morte.

(...) enquanto meditava, descobri que nossas vidas são eternas, mas nascem neste mundo, carregadas de Skandhas (virtudes, moralidade, nossas tendências positivas) e Nidânas (vícios, defeitos, nossas tendências negativas), acumulados em vidas anteriores, e esta é a verdade sublime da causa de todo sofrimento humano: 

- o desejo pelo prazer dos sentidos e a luta para obter poder e assim gozar a vida física, arroja as almas a seguidos renascimentos(Sansara).

Queimar todo mau karma, fonte do sofrimento, e aumentar o próprio Dharma é possível ao ser humano, evitando levar a vida em busca de prazeres físicos e reconhecendo que o eu e o outro somos na verdade somente um. 

Os sofrimentos da vida física gerados pelo apego à temporaneidade, podem ser dominados através do cultivo da compaixão, da sabedoria e da prática da meditação. 

Pelo seu esforço pessoal o homem pode libertar-se de todas as servidões e sofrimentos. 

Aprende, pois, o que é o sofrimento, embora não haja nada para aprender; abandona as causas do sofrimento, embora não haja nada para abandonar; concentra-te na cessação, embora nada possa cessar; pratica os meios de chegar à cessação embora não haja nada a praticar; despertando assim a consciência não para o conhecimento apenas, mas sobretudo para a sabedoria que revela a realidade última, o Nirvana, que pode ser alcançado trilhando o dourado caminho do meio (saúde perfeita, mente perfeita, integração com o mundo perfeita). 

A libertação de cada ser depende da sua própria compreensão da verdade. Cada um é responsável pela sua felicidade ou pelo seu infortúnio. Quem souber descobrir dentro de si a verdadeira natureza dos laços que determinam o encadeamento sem fim das causas e dos efeitos, quebrará o círculo infernal e atingirá a libertação. 

Feliz daquele que no período de vida desenvolve skandas, pois cria os próprios meios de evolução; infeliz daquele que desenvolve nidânas, pois dificulta a sua evolução e, ao morrer, assume formas demoníacas.

A partir desse momento, oh monges, meu espírito está liberado para sempre. 

Com toda segurança vivo esta minha última reencarnação.

Depois de minha morte, nunca me reencarnarei neste universo de homens.

Por favor, escutai atentamente este conselho: Decadência é inerente a todas as coisas existentes. 

Somente o Dharma perdurará para sempre.

Oh monges, busquem, com todo afinco, por sua liberação."

  Siddharta Gautama - Buda