terça-feira, dezembro 20, 2011
quinta-feira, dezembro 15, 2011
sábado, dezembro 10, 2011
segunda-feira, dezembro 05, 2011
Os papéis e o essencial
Ter constantemente em mente, cultivar no coração,
Tu não és os papéis que representas.
É através deles que descobres quem és.
Tu não és os papéis que representas. Além do mérito ou da
falta dele nas tuas acções, nos teus empreendimentos, tu não és essencialmente na forma final e visível do que consideras o teu caminho ou
os teus deveres.
Os papéis que desempenhas com maior ou menor afinco, são
a maravilhosa forma natural de cresceres no caminho da obtenção da tua essência, o que procuras tanto afinal.
A essência o essencial não é o destino, mas o caminho que se trilha, como se trilha,... a senda.
Não te prendas demasiado aos resultados das tuas acções nem ao mérito que
dai advenha. Sente que é no fluir em continuidade enquanto te mantens imóvel em teu interior, nesse contraste, que obtens parcelas de conhecimento acerca da tua essência, fruto dessa contemplação.
Não são os papéis que revelam a essência de si mesmo, mas
sim o relacionamento desprendido que deles advém.
domingo, novembro 27, 2011
Anjos de guarda
Quem
cuida de seu filho quando ele não está sob seus olhos?
Você
diz que, na escola, os professores são os responsáveis; que em seu lar, você tem
uma babá igualmente responsável.
Enfim,
você sempre acredita que alguém, quando você não estiver por perto, estará de
olho nele.
Parentes,
amigos, contratados à parte, há, também, uma proteção invisível que zela por seu
filho.
Você
pode dizer que é seu anjo de guarda, seu anjo bom. A denominação, em verdade,
não importa.
O que
realmente se faz de importância é esta certeza de que um ser invisível debruça
sua atenção sobre seu filho, onde quer que ele esteja.
E
também sobre você. Não se trata de uma teoria para consolar as mães que ficam
distantes de seus filhos longas horas.
Ou
para quem caminha só nas estradas do mundo. Refere-se a uma verdade que o homem
desde muito tempo percebeu.
Basta
que nos recordemos de gravuras antigas que mostram crianças atravessando uma
ponte em mau estado, sob o olhar atento de um mensageiro celeste.
Ou que
evoquemos o livro bíblico de Tobias, onde um anjo acompanha o jovem em seu longo
itinerário, devolvendo-o ao pai zeloso, são e salvo.
É doce
e encantador saber que cada um de nós tem seu anjo de guarda. Um ser que lhe é
superior, que o ampara e aconselha.
É ele
que nos sussurra aos ouvidos: Detenha o passo! Acalme-se! Espere para
agir!
Ou nos
incentiva: Vá em frente! Esforce-se! Estou com você!
É esse
ser que nos ajuda na ascensão da montanha do bem. Um amigo sincero e dedicado,
que permanece ao nosso lado por ordem de Deus.
Foi
Deus quem aí o colocou. e ele permanece por amor a Deus, desempenhando o que lhe
constitui bela, mas também penosa missão.
Isso
porque em muitas ocasiões, ele nos aconselha, sugere e fazemos ouvidos surdos.
Ele se entristece, nesses momentos, por saber que logo mais sofreremos pela
nossa rebeldia.
Mas
não afronta nosso livre-arbítrio. Permanece à distância, para agir adiante,
outra vez, em nova tentativa.
Sua
ação é sempre regulada, porque se fôssemos simplesmente teleguiados por ele não
seríamos responsáveis pelos nossos atos.
Também
não progrediríamos se não tivéssemos que pensar, reflexionar e tomar
decisões.
O fato
de não o vermos também tem um fim providencial. Não vendo quem o ampara, o homem
confia em suas próprias forças.
E
batalha. Executa. Combate para alcançar os objetivos que pretende.
Não
importa onde estejamos: no cárcere, no hospital, nos lugares de viciação, na
solidão, ele sempre estará presente.
Esse
anjo silencioso e amigo nos acompanha desde o nascimento até a morte. E, muitas
vezes, na vida espiritual.
E
mesmo através de muitas existências corpóreas, que mais não são do que fases
curtíssimas da vida do Espírito.
* * *
Você
pode ter se transviado no mundo. Quem sabe, perdido o rumo dos próprios
passos.
Pense,
no entanto, que um missionário do bem e da verdade, que é responsável por você,
pela sua guarda, permanece vigilante.
Se
você quiser, abra os ouvidos da alma e escute-o, retomando as trilhas
luminosas.
Ninguém,
nunca, está totalmente perdido neste imenso universo de almas e de homens.
Pense
nisso!
com base nos itens 492, 495 e 501 de O livro dos Espíritos, de Allan
Kardec
segunda-feira, novembro 14, 2011
belo momento
Qual é o belo momento;
o momento em que nada se corrompe.
Qual é o segundo belo momento;
o momento em que dás conta do
que se corrompe.
O terceiro belo momento;
quando dás conta do que necessitas
para que não se corrompa.
O quarto belo momento;
quando na prespectiva de se corromper,
já não se corrompe.
O quinto belo momento;
quando o belo momento perde o seu
sentido.
segunda-feira, novembro 07, 2011
A institucionalização de Deus.
Institucionalizaram Deus. Criaram hierarquias em Seu nome. O dividiram em
partes.
Lhe atribuiram limitações. Disseram que Ele necessitava recursos,
cobraram impostos.
Profetizaram recados divinos, obrigatórios sacramentos,
irrevogáveis sacrilégios.
Num insiginificante planeta, perdido nalgum ponto do
vasto universo, foram ainda mais mesquinhos, Lhe reservaram uns metros quadrados
para viver, sacralizaram amontoados de tijolos.
Crentes em suas crenças,
subtraíram aquilo que professam. Vilependiaram a Onipresença Divina.
Fragmentaram Sua Onisciência. Diluiram Sua Onipotência.
Se Deus se expresasse
frente à este disparate, creio que riria.
Gargalhadas penosas causadas pela
inocente prepotência humana.
quinta-feira, novembro 03, 2011
Sobe. Vem ter comigo.
Sobe, sobe, sobe. Vem ter comigo. Sobe pelos portais.
Cada um há-de se abrir para que possas cruzá-los em depuração absoluta da tua
energia. E a cada portal que passares, mais subtil ficará a tua energia, e mais
capacidade terás para me sentires quando chegares cá acima.
Medita. Sobe. Deixa as tristezas aí em baixo. Deixa aí
todas as preocupações, todas as leviandades, todo o orgulho, resistência e ego.
Deixa aí em baixo tudo o que te limita como ser humano, tudo o que atrofia a
justeza e dignidade da tua alma. Deixa isso tudo aí em baixo e vem.
E quando chegares cá acima, terei uma festa à tua espera
em homenagem à tua convicção pura em subir, e para que te esqueças dos anos
todos que passaste aí em baixo sem conhecer o significado da palavra
amor.
E depois desta subida, quando voltares para a tua vida,
estarás tão diferente, tão transformado, que irás emanar uma nova energia
pacificada. E essa energia vai mudar o teu mundo. E tudo vai ficar diferente. E
vais compreender a necessidade de subir. E vais conhecer o meu toque
transformador. Vais senti-lo. E nunca mais vais olhar para a tua vida e
acreditar que não há nada a fazer.
Vais saber que tens de subir. Que tens de vir cá acima
sempre que for possível.Porque fazes parte de um grupo de pessoas que foi
escolhido para transformar o mundo. Transformá-lo através da sua própria
transformação. E eu conto contigo para essa tarefa. E sei que estás preparado
para ela.
segunda-feira, outubro 31, 2011
Antes que seja tarde
É bastante comum pessoas, no leito de morte, desejarem
aliviar a consciência. Fazem confissões apressadas de erros passados, pedindo e
esperando perdão.
Acreditam que, por estarem partindo, tudo será
perdoado e esquecido. Não é verdade.
Em algumas circunstâncias, revelações das faltas
cometidas deixam, nos corações dos que ficam na Terra, muita mágoa e azedume. Mágoa
e azedume que, como vibrações negativas, chegarão ao Espírito liberto,
perturbando-o, na vida espiritual.
Outros, antevendo a proximidade da morte, apresentam
suas últimas vontades. Dessa forma, os que os assistem nessa hora final, ficam
constrangidos a executá-las, gerando-lhes, por vezes, muitos incómodos.
Moribundos há que desejam falar, mas não dispõem de
voz, debatendo-se em aflição.
Por tudo isso, pensa e age de forma diversa.
Se sabes que um dia a morte te arrebatará o corpo,
providencia já o que acredites necessário. Não faças, nem alimentes inimigos.
Perdoa sempre. Desfaz, quanto antes, o mal-entendido, para que, depois da
morte, não venhas a te perturbar, por causa de remorsos, que serão tardios.
Se desejas presentear alguém com o que te pertença, ou
almejes adquirir, providencia de imediato. Não aguardes o tempo futuro. Ele
poderá não te chegar. Faz testamento, regulariza a doação. Executa tua vontade,
agora. Se pensas em reparar erros do ontem, toma logo a atitude. Não relegues a
outrem o acerto dos teus desatinos. E, para que não te arrependas, depois da
partida, não economizes palavras e gestos aos teus amores. Acarinha, abraça,
beija.
Após o desenlace, poderás desejar o retorno para dar
recados e falar do amor que nunca expressastes na Terra. Poderá ocorrer que a
Divindade não te permita. Ou que não tenhas as condições para a manifestação. Ou
não encontres a quem falar e dizer. Por ora, podes falar e agir. Faze-o. Depois
da morte, precisarás contar com quem te interprete o pensamento, quem te deseje
ouvir, te sintonize.
E lembra que se não semeares afeições e simpatias,
enquanto no trânsito carnal, não terás frutos a recolher na Espiritualidade. Nem
quem te recorde no mundo.
Se almejas fazer o bem, servindo à comunidade,
prestando serviço voluntário, engaja-te hoje ainda. Não aguardes aposentadoria.
Dá hoje a hora que te sobra ou conquistas, entre os
tantos compromissos agendados, porque poderá acontecer que não venhas a gozar
os dias que esperas. Ou que, por circunstâncias que independam da tua vontade,
necessites alongar a jornada profissional por mais alguns anos. Vive
intensamente. Matricula-te no curso de idiomas, na aula de música, pintura,
bordado.
Esmera-te no aprendizado para que, ao partir, leves
contigo uma grande bagagem. De braço dado com quem amas, realiza a viagem
sonhada. E fotografa tudo com o coração, para não esquecer nenhum detalhe. A
máquina fotográfica poderá falhar, por defeito técnico ou inabilidade de quem a
manuseia. Mas o teu coração não esquecerá jamais o que viveu amorosamente.
Feito tudo isso, se a morte chegar, de rompante ou te
abraçar de mansinho, poderás seguir sem traumas, sem medos, em paz. E em paz
deixarás os teus familiares, os teus amigos, os teus colegas e conhecidos.
Pensa nisso.
domingo, outubro 23, 2011
sexta-feira, outubro 21, 2011
quinta-feira, outubro 20, 2011
terça-feira, outubro 11, 2011
domingo, outubro 09, 2011
quarta-feira, setembro 28, 2011
terça-feira, setembro 27, 2011
CANÇÃO DE AMOR
Meus amigos,
Ainda há pouco eu cantei. Abri minha alma a Deus e cantei do mais profundo
de meu ser. Pedi a inspiração dos Gandharvas e entreguei-me à energia da
canção. Cantei pelos biliões de pobres, físicos e extra-físicos, que vivem
neste planeta conturbado pela dor das emoções densas. Cantei pelos biliões
de miseráveis de todo jaez.
Usando a canção como médium (ou seria eu o médium da canção?), irradiei o
amor e sorri. Contudo, um estranho fenómeno aconteceu: vi a canção fluir
para os espiritualistas de vários lugares.
Na verdade, não entendi o motivo disso. Se a canção era para os pobres, por
que ela foi direccionada para os espiritualistas?
Bom, apesar de não entender, continuei cantando. Em dado momento, surgiu um deva à minha frente e disse-me o seguinte:
“Você cantou para os pobres e pediu nossa inspiração. Pois bem, estamos
canalizando sua canção para os espiritualistas pobres de amor.
Eles precisam de muitas canções, pois têm fácil acesso às riquezas do
conhecimento espiritual, mas estão pobres de discernimento. Veja seus olhos:
não brilham em sintonia com as ideias espirituais que esposam.
Seus semblantes estão marcados pela inércia e muitos ainda portam os
resquícios de antigas violências, praticadas em vidas anteriores. Alguns se
consideram muito importantes e grandes, e por isso mesmo é que parecem tão
pequenos.
Apesar de participarem de um estudo espiritual, seus corações estão
apertados, pressionados por intuições discordantes. Muitos deles são capazes
de urdir tramas mesquinhas ou de praticar vinganças atrozes. Eles são ricos
de oportunidades reais de crescimento espiritual, mas estão pobres!
Falta-lhes brilho, amor e sorriso. Cante por eles, filho.
Ainda há pouco eu cantei. Abri minha alma a Deus e cantei do mais profundo
de meu ser. Pedi a inspiração dos Gandharvas e entreguei-me à energia da
canção. Cantei pelos biliões de pobres, físicos e extra-físicos, que vivem
neste planeta conturbado pela dor das emoções densas. Cantei pelos biliões
de miseráveis de todo jaez.
Usando a canção como médium (ou seria eu o médium da canção?), irradiei o
amor e sorri. Contudo, um estranho fenómeno aconteceu: vi a canção fluir
para os espiritualistas de vários lugares.
Na verdade, não entendi o motivo disso. Se a canção era para os pobres, por
que ela foi direccionada para os espiritualistas?
Bom, apesar de não entender, continuei cantando. Em dado momento, surgiu um deva à minha frente e disse-me o seguinte:
“Você cantou para os pobres e pediu nossa inspiração. Pois bem, estamos
canalizando sua canção para os espiritualistas pobres de amor.
Eles precisam de muitas canções, pois têm fácil acesso às riquezas do
conhecimento espiritual, mas estão pobres de discernimento. Veja seus olhos:
não brilham em sintonia com as ideias espirituais que esposam.
Seus semblantes estão marcados pela inércia e muitos ainda portam os
resquícios de antigas violências, praticadas em vidas anteriores. Alguns se
consideram muito importantes e grandes, e por isso mesmo é que parecem tão
pequenos.
Apesar de participarem de um estudo espiritual, seus corações estão
apertados, pressionados por intuições discordantes. Muitos deles são capazes
de urdir tramas mesquinhas ou de praticar vinganças atrozes. Eles são ricos
de oportunidades reais de crescimento espiritual, mas estão pobres!
Falta-lhes brilho, amor e sorriso. Cante por eles, filho.
E diga-lhes que os devas da música das
esferas sempre estarão cantando PAZ E LUZ invisivelmente em seus
corações”.
O deva me olhou por um instante e, a seguir, alçou voo cantando...
Milhares de bolas luminosas surgiram à sua volta e seguiram-no em seu voo
O deva me olhou por um instante e, a seguir, alçou voo cantando...
Milhares de bolas luminosas surgiram à sua volta e seguiram-no em seu voo
autoria: www.consciencial.org
segunda-feira, setembro 26, 2011
A confortável Deauville...
Em continuidade com umas fotos que coloquei de todas as motos que serviram de montada desde a primeira até a um longo interregno, pode-se ver em Julho de 2008 as fotos, actualmente voltei a utilizar este económico meio de transporte e prazer.
Tem sido um reencontro muito recompensador.
Passando às apresentações:
Honda Deauville 650V de 1999
Uma moto muito estável e económica, que permitiu uns bons passeios
Aqui na Serra da Freita em 2011
quinta-feira, setembro 22, 2011
vendas...
Se as pessoas soubessem o que é morrer, não viveriam...
Se as pessoas soubessem o que é viver, não morreriam...
segunda-feira, setembro 19, 2011
depressa e bem não há quem.
Em toda a
actividade humana, não existe melhor e mais preciso instrumento de avaliar um
desempenho, senão pela simples observação do seu “timming”, do seu ciclo de
manifestação.
A manifestação
de um desempenho é transversal às áreas que a circunscrevem e até envolvem,
assim serve perfeitamente para a caracterizar.
Na espiral
dos acontecimentos existe um padrão que ao repetir-se, ainda que seu actual
momento possa e até é desejável, tecer particulares considerações, existe no
padrão espiralado dos eventos, que constituem a contagem do tempo, uma
sobreposição de ciclos que constituem um padrão.
A percepção
destes maravilhosos eventos misteriosos, que a conduta do desempenho humano
gera, são mesuráveis pela observação do padrão rítmico de suas sobreposições.
Apesar de suas origens serem indetectáveis no tempo que antecede o observador do desempenho, assim como o seu destino evolutivo, pela singularidade da espiral dos eventos, pelo amor e pela oportunidade, torna-se o ritmo como uma canção cósmica acerca deste próprio desempenho, um testemunho e espécie de assinatura.
É assim que
se confirma o método e o motivo de todo o desempenho sábio, tomar o seu tempo,
e numa aparente lentidão relativamente ao mundo moderno, consegue sobreviver à
precipitação dos eventos e seus indesejáveis efeitos.
Assim sobre
a exclusividade humana, quando alguém age aceleradamente, precipitadamente,
está unicamente a ignorar padrões de si mesmo que consequentemente, terá que
repetir até entender as suas sobreposições, de modo a naturalmente integrar ou
conscientemente assumir, a sua própria razão de ser.
Em analogia,
repare-se o trajecto dos humanos reconhecidamente sábios, tendencialmente
desacelerados, como quem deseja saborear uma boa refeição sem pressas.
São
estes humanos assertivos sobre as considerações do seu desempenho e em
resultado detentores de uma clarividência a toda a prova. Podem determinar com
exactidão os precisos momentos dos eventos, suas implicações múltiplas, onde se
desarmonizam, onde se dissipam por cumprimento.
Num mundo manifestado
onde o corpo e a alma trocam mimos, estes procedimentos são factores de uma imensa
e natural auto-realização.
Porque para
a integração de um determinado evento ou momento, não deixam de considerar os
eventos ou momentos que os derivam (impulsionam), em espiral sobreposição.
Todo o
afastamento do momento em que tudo acontece a seu tempo, é uma ficção
antinatural que não raras vezes se paga caro, senão com a própria asfixia do
porvir.
Aquele que
em nome do que quer que seja, para o fazer incidir sobre si ou os demais esqueça, ignore
ou despreze o padrão que o conduziu até então, está a espetar a faca do anátema
em suas próprias costas à traição, enquanto tenta convencer o mundo e a si próprio, de algum
tipo de salvação.
A interdependência da existência
Na interdependência da existência, o ser humano não vive para si mesmo.
Cada indivíduo vive para o benefício do todo, assim como para o benefício pessoal.
Existe um balanço que deve ser encontrado neste aparente ambíguo caminho que a vida apresenta.
Se vive para si só, a pessoa se torna um arrogante egocêntrico e, por outro lado, se vive apenas para os outros, torna-se um miserável serviçal.
É necessário entender e encontrar a harmonia. Social e pessoal. Ideal.
Cada indivíduo vive para o benefício do todo, assim como para o benefício pessoal.
Existe um balanço que deve ser encontrado neste aparente ambíguo caminho que a vida apresenta.
Se vive para si só, a pessoa se torna um arrogante egocêntrico e, por outro lado, se vive apenas para os outros, torna-se um miserável serviçal.
É necessário entender e encontrar a harmonia. Social e pessoal. Ideal.
Pensamento 787
quinta-feira, setembro 08, 2011
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