quinta-feira, setembro 05, 2013

Senhora da Penha


Meus 50 anos decidi festejar de forma o mais possível diferente e memorável.Assim partilho esta notável experiência que muito me encantou...
 
Lenda da Penha da Senhora da Serra
 
Os vestígios arqueológicos conhecidos sugerem uma ocupação humana do território provavelmente desde o Neolítico e Calcolítico, projectando-se num crescimento de testemunhos que se referem às idades do Bronze e do Ferro, na Época Romana e no período dos Visigodos e dos Muçulmanos.
 
Numa cota de cerca 1147 metros, no alto da Serra da Gardunha, sobre a vertente norte da aldeia de Castelo Novo, situa-se uma intrusão granítica, trata-se do sítio de Nossa Senhora da Penha. As coordenadas geográficas:  40º 05' 50,86'' N. e 07 º 30' 40,44'' O .

É um sítio Magnífico, situada no cimo da serra da Gardunha, de onde se domina toda a cova da beira para norte e toda a campina a Sul. Certamente de uma enorme vantagem na Antiguidade, este ponto Granítico no cimo do monte Ocaya, assim se chamava a Serra da Gardunha na Antiguidade.

Os Montes na Antiguidade eram em alguns casos lugares Sagrados,  tendo mesmo o nome de Monte Sacro que derivou para Monsanto, na antiguidade acreditava-se que  os Montes, por  se encontrarem mais próximos do Mundo Celeste onde residiam os principais Deuses, por esta Razão encontramos os principais Templos em cotas elevadas.


O Penhasco da senhora da Penha não é exclusão, há regra terá existido ali um local Sagrado, onde os povos da idade do Bronze e do Ferro ( povos Indígenas  que ocuparam este local cultoavam as suas divindades e sendo assim divindades como Trebaruna, Reva e outras poderiam ter ali sido cultoadas pelos Lancienses Ocelenses. 
 
Em baixo surpreendeu a diferença de cor na vegetação, onde parece existir um "corredor mais seco entre vegetação. 

Lá em baixo na curva o ponto quase imperceptível, é a Honda TransAlp em que fiz a viagem de cerca de 680 kms em dois dias e portou-se sempre como quem dizia; QUERO MAIS!!!!
 
deste mesmo ponto elevado na direcção oposta
 
Lá no alto da Gardunha, no meio de um sem fim de fragas que se entranham pelo Céu a dentro, em terras do Souto a dar para Castelo Novo, por baixo de um dos múltiplos penhascos, aparece a gruta da Capela da Senhora da Serra.

Local aprazível, onde o horizonte termina bem longe, e o domínio visual sobre a Gardunha é soberbo. O imaginário, o misterioso, a fantasia, o oculto, a surpresa, a dúvida o conto e a lenda têm todos lugar aqui, – no Sítio da Penha.

Vamos apenas falar do que sabemos. E mesmo isso, referimo–lo porque no–lo contaram!

A Penha, toda ela se encontra situada nos limites da Freguesia do Souto da Casa. Logicamente e por consequência daquela afirmação, a gruta que durante muitos anos albergou a Capela da Senhora da Serra, encontra–se completamente dentro daqueles mesmos limites.

Importa ainda referir para uma melhor compreensão daquilo que pretendemos transmitir,que a delimitação da nossa Freguesia com a de Castelo Novo é "por águas vertentes".

Consta que: A disputa da posse da Capela e da Imagem da Senhora da Serra, foi uma constante durante muitos anos, criando uma rivalidade temerária entre os dois povos vizinhos. De tal ordem se criaram situações extremas, que a população de Castelo Novo cuja povoação se encontra bem mais perto da Penha que a do Souto da Casa, chegou a "roubar" a imagem da Capela e instala–la na sua Igreja Matriz.

«Porque a Senhora não queria nada com o Povo de Castelo Novo», regressou pouco tempo de pois à sua "moradia" original: – à Capelinha, na Penha.

Não satisfeitos com tal situação e desconfiados que tivessem sido os seus vizinhos a levar a Imagem de volta à Penha, os de Castelo Novo voltaram a traze–la para a sua Aldeia.

Dias depois (poucos, naturalmente!), meia dúzia de homens destemidos e corajosos do Souto da Casa, pela calada da noite, resolveram fazer a vontade à Senhora e carregando–a ao colo, levaram–na de regresso à Sua verdadeira Casa.

Novamente o orgulho, a força do desafio e o sentimento da rivalidade soou mais alto e os homens de castelo Novo tornaram à Penha para levar consigo a Imagem da Santa que tanto desejavam como sua. Só que desta vez, «a Senhora chorou». 

E «fê–lo porque não queria mais ser roubada por ninguém. – também, porque não era Seu desejo ir novamente para Castelo Novo»

Os de Castelo Novo, temeram aquelas lágrimas mas jamais iriam prescindir de uma preciosidade a que se julgavam com direito.

Os dos Souto da Casa, cumprindo com o desejo da Santa, não mais voltaram a resgatá–La. Preferiram antes, sair prejudicados no seu orgulho e nos seus sentimentos, que voltar a sentir lágrimas no rosto da Santa.


Por tudo isto, ainda hoje, a Imagem da Senhora da Serra continua em Castelo Novo e a Sua Antiga Capela no alto da Serra, – no sítio da Penha, continua vazia e sem qualquer utilidade.
 
outra versão-«...uma mulher de Alcongosta ter ido à lenha para a serra,fazendo-se acompanhar pela sua filha de tenra idade, esta ali se perdeu, sem que fosse possível descobri-la, apesar das diligencias feitas. Voltou a mãe ao seu povo muito melancólica por este acontecimento e foi com os seus vizinhos novamente procurar a menina perdida, aonde só a puderam achar ao fim de 3 ou 4 dias dentro da Gruta de nossa senhora da Serra! 

Tendo ficado estupefactos, quando encontraram a menina viva, pois já todos a supunham morta.

Achando-a dentro da Caverna formada entre dois rochedos; mas qual seria a sua admiração quando fitaram os olhos numa perfeitíssima imagem da Senhora da Serra (...), e mais admirados ficaram quando a menina lhes disse: - que a senhora lhe havia dado de comer, alimentando-a por todo o espaço de tempo, através de uma campainha!

Este milagre foi divulgado pela região e fizeram-se romarias á senhora da Serra. (...), sendo parte da despesa abonada por El-Rei  o senhor D. João V, datada de Maio de 1731:

"poderão os vereadores gastar um jantar, na festividade que costuma fazer-se a nossa senhora da serra, por voto muito antigo do povo".» (CARDOSO,J. I.; 2005)

 
estas rochas em cimo da Serra mais pareciam cortadas como muralhas, da forma em alguns locais que entretanto explorei enquanto houve luz, estavam talhadas em linhas espantosamente rectas.
 
 
parece uma imagem gravada nesta espécie de recipiente natural...
 

 
O facto de aparecer uma imagem em Pedra muito 
antiga, que aparece como explicação de
uma imagem de nossa senhora em Pedra, trazida 
pelos Godos quando em 711 fugiram
aos Muçulmanos e tendo-se refugiado na Gardunha os habitantes da Idanha. 

Certo que Guarda de unha, significa refugio e o nome actual de Gardunha poderá derivar destas duas palavras.

podemos pensar ainda que a senhora da serra, que já não existe, uma vez que se partiu numa das procissões e terá mandado fazer uma réplica em Coimbra, réplica esta que se encontra em Castelo Novo.

Não é de excluir a hipótese de esta imagem ser uma Deusa Pagã em Pedra e ao ter sido compreendido tal facto pelo Bispo da Guarda e aproveitando-se dos factos dos desentendimentos entre povoações, terá resolvido mandar destruir o sitio de culto, não seria caso único esta situação, a população pensou ter caído no local um raio que destruiu a Capela.

Se pegarmos nos textos de Estrabão Geo III  sobre os 

Lusitanos «..que viviam em Castros, sacrificavam os 

prisioneiros atirando-os das montanhas e abriam-lhes as 

entranhas para adivinharem o futuro...» 

( ESTRABÃO: geo III) É evidente que só uma intervenção 

arqueológica profunda um dia poderá  esclarecer 

estas duvidas.
 
 
A LENDA DA GARDUNHA
No tempo em que vieram os Mouros, com muitas guerras, havia na povoação de Idanha-a-Velha um homem viúvo e rico que se casou com uma mulher muito mais nova que ele.

Esse homem tinha uma filha da primeira mulher, ainda pequena e muito linda, que a madrasta não tratava lá muito bem, ralhando-lhe por tudo e por nada.

A menina tinha um cão, que era seu grande amigo e a acompanhava para todos os lados.

A madrasta maltratava o cão, para fazer zangar a menina que era sua enteada. A menina chorava agarrada ao cão.

Um dia, a madrasta bateu com um pau no cão e a menina refilou com ela. Em resposta, levou duas lambadas da madrasta, que ainda lhe disse que, se dissesse alguma coisa ao pai, que a matava. A ela e ao cão.

A menina mais se pôs a chorar. Agarrou-se ao seu amigo cão e disse-lhe que iam os dois fugir de casa. Às escondidas, arranjou uma merenda com pão, queijo e chouriça, pôs um xaile pelos ombros e correram para fora da povoação. Avistando uma serra ao longe, a menina disse para o cão:
Farrusco, vamos para aquela serra, que nós lá nos arranjamos!

O cão sacudiu as orelhas, deu dois pinotes e arrumou-se às pernas da amiga.

Lançaram-se, então, pelos caminhos na direcção da serra, que se alevantava ao longe. Caminharam, caminharam, por veredas e caminhos. Quando chegaram aos altos da serra, já estava o dia quase a acabar. Andando mais um pouco, pelo cimo, a menina viu uns grandes penedos, onde encontrou uma grande lapa. O cão entrou na lapa e voltou a abanar o rabo. Com medo, a menina entrou logo na lapa, com o amigo cão. Sentaram-se e comeram a merenda. 

Já pelo escuro, a menina e o cão aconchegaram-se no xaile para passarem a noite. A menina estava afoita, porque tinha o cão que a guardava. Lá adormeceram.

Já com a claridade da manhã a entrar na lapa, a menina sentiu que alguém lhe batia no ombro. Levantou-se, olhou em volta, mas apenas vislumbrava alguma claridade. Ao lado, o cão pulava.

Os ares tornaram-se mais claros e no fundo da lapa apareceu um grande brilho. De lá, saiu uma Senhora muito linda, vestida de branco e a sorrir.

A menina e o cão ficaram parados a olhar para a Senhora.

Então, a Senhora, com uma voz que parecia vir dos altos, disse:
- Menina! Tens de ir à tua terra, para levares um recado.

A menina arrepiou-se e perguntou à Senhora:
- Quem é vossemecê?

A Senhora, rindo-se, disse-lhe:
- Eu sou a Nossa Senhora! Vim do Céu para te ajudar, a tia e ao povo da tua terra!

A menina ficou muito atrapalhada, a olhar a Senhora.
A Senhora caminhou para junto da menina, pôs-lhe a mão no ombro e disse-lhe:
- Vai a correr à tua terra e diz ao teu pai e a todo o povo que fujam para aqui, porque os Mouros já vêm perto, para matarem tudo. Aqui, podem muito bem defender-se, para se salvarem.

A menina e o amigo cão correram logo pela serra abaixo. O cão à frente, porque conhecia melhor o caminho.

Logo que chegou à Idanha, a menina contou ao pai o que tinha acontecido. Que a Nossa Senhora lhe apareceu e que lha disse para fugirem da Idanha.

O pai não acreditou e disse à filha que ela devia estar doente ou a sonhar.

A menina continuou a dizer ao pai que tudo era verdade. Que a Senhora lhe disse que veio do Céu para os avisar e lhes acudir. Que fugissem todos para a serra, porque os Mouros já estavam perto da Idanha.

A notícia correu logo pelas ruas e pelos campos. O povo, cumprindo o que a Senhora dissera à menina, logo fugiu e foi acoitar-se pelos penedos e pelas lapas da serra, esperando o que viesse, bom ou mau.

Quando os Mouros chegaram, já ninguém estava na Idanha. Só encontraram as casas vazias. Correram para a serra, procurando os da Idanha, mas foram derrotados pelo povo que fugiu. Nas alturas da serra, estavam em posições vantajosas e ainda, por cima, protegidos pela Nossa Senhora.

O povo da Idanha, que fugira para a serra, por ter sido avisado pela Nossa Senhora, começou a chamar Gardunha à serra, o que queria dizer: Guardou os da Idanha.

O povo da Idanha-a-Velha, refugiado na serra, logo transformou a lapa, onde aconteceu a aparição, numa capela e nela colocou uma imagem da Senhora, à qual passou a chamar Nossa Senhora da Serra e a adorá-la pelo milagre que fez.


Narrada por Laura Saraiva, natural de Castelo Novo, 97 anos, 1987, Alcaide.
 
 



 a pedra da meditação lá longe


o testemunho - a direcção





a passagem





































o falo
a noite...



... e muitas mais fotos haveria para partilhar, 
não há mesmo como deixar de lá ir...

Eu... certamente irei voltar!

terça-feira, setembro 03, 2013

Mantendo a alegria de viver

Eles sobreviveram a duas guerras mundiais. Assistiram aos cenários de mais de uma revolução. Ouviram as notícias da construção do muro de Berlim e assistiram à sua derrubada.

Tiveram as noites da infância iluminadas por velas e lampiões e aderiram, de forma rápida, à invenção de Thomas Alva Edison.

Viram os tostões darem lugar a uma nova moeda, que modificou sua denominação e seu valor várias vezes.

Viajaram em lombo de mulas, carroças, carruagens e se surpreenderam com o Ford Bigode de Henry Ford.

Lembram de Yuri Gagarin, o russo solitário no espaço, e da emoção da chegada do homem à lua.

Do radinho simples, que era o elo de comunicação com o mundo, receberam a televisão como a grande novidade e, ao mesmo tempo, uma companhia para as horas solitárias.

Das rodas de amigos, em torno do mate, do chimarrão, do café da tarde ou do chá das cinco, migraram para o teclado do computador, até horas mortas da madrugada.

Alguns os vêem como quem já viveu tudo e nada mais aguardam. Contudo, essas pessoas que trazem o rosto coberto de rugas, que são depositárias da história e têm muitos casos para contar, são uma lição viva de alegria de viver.

Eles mantêm a vontade de sorrir, acreditando que o bom humor faz bem para o corpo e para a alma. Encaram a vida de frente e enfrentam os problemas que surgem.

Desejam viver, embora alguns já tenham ultrapassado o centenário. Num mundo onde a juventude é sinónimo de beleza, eles trazem brilho no olhar.

As rugas, que tecem arabescos no rosto, são as marcas de uma vida bem vivida. Cada uma delas conta uma história de dor, de alegria, de superação.

Uma história de quem sofreu o devastar dos ventos da adversidade, mas soube se reerguer depois da tormenta.

História de quem esteve inúmeras vezes nos aeroportos da vida, recebendo novas gerações e despedindo-se de amores, de amigos, de companheiros de jornada.
Partidas e chegadas. E foram tantas...

Uns se apresentam com a memória mais ágil que outros. Alguns são portadores de certas limitações físicas. De um modo geral, apresentam dores nas articulações ou problemas de audição, de visão.

Mas não permitem que se instale a depressão em seu estado de espírito. Agasalham entusiasmo pela vida.

E tecem planos para os dias futuros.

O pai do conhecido maestro João Carlos Martins iniciou sua vida como escritor aos oitenta e seis anos.

Legou à posteridade sete livros. O último livro que escreveu, aos cento e um anos, causou tal impacto que o Guinness book o registou na condição de escritor que iniciou a carreira com a idade mais avançada.

Desencarnou aos cento e dois anos.

*   *   *

Esses idosos de sorriso aberto, de esperanças ainda em flor, nos são exemplos.

Esses idosos que não se permitem ao "status" pelas décadas acumuladas nos ombros, nos dizem que somente é infeliz quem maldiz a própria idade e a culpa por todos os seus fracassos.

Eles nos dizem que a vida é um bem extraordinário e deve ser vivida em toda sua essência e substância. Deve ser sorvida, até a última gota, até o último amanhecer...


Pensemos nisso.

quarta-feira, agosto 21, 2013

Meditação

Meditação ganha, enfim, aval científico

Estudos sérios estão afastando as dúvidas que costumavam pairar sobre a prática e mostram que ela é extremamente eficaz no tratamento do stress e da insónia  pode diminuir o risco de sofrer ataque cardíaco e até melhorar a reacção do organismo aos tratamentos contra o câncer

A receita para lidar com dezenas de problemas de saúde é fechar os olhos, parar de pensar em si e se concentrar exclusivamente no presente. A ciência está descobrindo que os benefícios da meditação são muitos, e vão além do simples relaxamento.

"As grandes religiões orientais já sabem disso há 2.500 anos. Mas só recentemente a medicina ocidental começou a se dedicar a entender o impacto que meditar provoca em todo o organismo. E os resultados são impressionantes", afirma Judson A. Brewer, professor de psiquiatria da Universidade Yale.

Iniciada na Índia e difundida em toda a Ásia, a prática começou a se popularizar no ocidente com o guru Maharishi Mahesh Yogi, que nos anos 1960 convenceu os Beatles a atravessar o planeta para aprender a meditar. Até a década passada, não contava com reconhecimento médico. 

Nos últimos anos, os pesquisadores ocidentais começaram a entender por que, afinal, meditar funciona tão bem, e para tantos problemas de saúde diferentes. 

"Com a ressonância magnética e a tomografia, percebemos que a meditação muda o funcionamento de algumas áreas do cérebro, e isso influencia o equilíbrio do organismo como um todo", diz o psicólogo Michael Posner, da Universidade de Oregon.

A meditação não se resume a apenas uma técnica: são várias, diferindo na duração e no método (em silêncio, entoando mantras etc.). Essas variações, no entanto, não influenciam no resultado final, pois o efeito produzido no cérebro é parecido. Na prática, aumenta a actividade do córtex cingulado anterior (área ligada à atenção e à concentração), do córtex pré-frontal (ligado à coordenação motora) e do hipocampo (que armazena a memória). Também estimula a amígdala, que regula as emoções e, quando accionada  acelera o funcionamento do hipotálamo, responsável pela sensação de relaxamento.

Não se trata de encarar a meditação como uma panaceia universal, os estudos mostram também que ela tem aplicações bem específicas. Mas, ao contrário de outras terapias alternativas que carecem de comprovação científica, a meditação ganha cada vez mais reconhecimento pelas pesquisas realizadas por grandes instituições.

O Budismo no Ocidente

O Budismo no Ocidente

“Quer sejamos ricos ou pobres, instruídos ou incultos, pretos ou brancos, do Oriente ou do Ocidente, nosso potencial é igual. Somos todos mental e emocionalmente iguais.” (Dalai Lama, trecho de discurso proferido no Central Park em 1999)

A busca pela felicidade sempre foi mundial e inerente à condição humana. Todo ser carrega em si o desejo de ser feliz e assim estar longe do sofrimento.

As religiões constituem um dos caminhos para que essa busca se realize. Assim, diversas culturas encontram no catolicismo, no espiritismo, na umbanda, e em outras religiões um caminho para serem felizes.

Até pouco tempo o Budismo estava associado ao Oriente, e pouco se estudava e se sabia sobre seus princípios e filosofia.

No entanto, com a busca continua por novidades, o ser humano resolveu voltar seus olhares para o Oriente e aprender com eles o que é o Budismo e o que ensina essa religião.

Os ensinamentos de Buda vêm a nós como uma filosofia de vida, uma nova forma de encarar e conviver com nossas dificuldades pessoais, dando-nos ferramentas para agir de formas diferentes, sem que para isso seja necessário abrir mão de nossas antigas crenças.

Por isso essa filosofia se expandiu tão rapidamente no Ocidente, e entrou como uma nova opção para buscar a felicidade.

Nós, ocidentais, temos pouco hábito de introspecção, não sabemos meditar e encaramos as verdades como únicas absolutas, sem questioná-las na sua essência.

O Budismo ensina que o ser humano sofre, principalmente, porque não enxerga a realidade sem estar absorto nela, ou seja, é preciso pensar sobre um fato e analisar se não é uma projecção do nosso ego.

Nós, ocidentais, até então só aprendemos a nos buscar fazendo terapia e mesmo assim, não são todos que buscam esse auto-conhecimento.

Sem dúvida é um longo e sofrido caminho que percorremos dentro de nós mesmos, porém só podemos ser felizes a partir do momento que sabemos quem somos.

Enxergar nossas dificuldades, nossos medos e ansiedades não é tarefa fácil, pois o reconhecimento delas implica na necessidade de uma atitude humilde, onde eu aceito meus defeitos e através dessa consciência, busco a melhora.

O budismo nos traz técnicas de meditação onde aprendemos a aquietar a nossa mente, sempre poluída de pensamentos e imagens, que nunca consegue descansar. Para ser budista, é preciso aprender a meditar, e não é um exercício fácil. Quando nos colocamos em silencio e buscamos a paz, nos observamos, nossa mente não para e o afluxo de sensações imagens e ideias é constante. Manter uma mente quieta significa conseguir ter controle sobre ela e deixá-la fluir como a água do mar.

Através desse estado é que nos libertamos de nossos apegos e podemos ter a mente limpa para analisar qualquer fato, sentimento ou sensação.

Um exemplo: vamos supor que você discuta com sua filha de uma forma autoritária. Provavelmente, nem vai se questionar se tem razão ou não, pois pela criação ocidental é implícito que, sendo adulto, você sabe o que é melhor para ela e sabe mais do que ela.

Numa visão budista, o ideal é se acalmar, se libertar dessa omnipotência de tudo saber e olhar o outro lado da moeda, ou seja, será que o que ela esta fazendo era realmente errado? E se ela teve motivos para agir de tal forma?

Avaliar esses dados amplia o campo de raciocínio e assim, podemos julgar com menos apego e mais razão.



Como ocidentais, temos muito a aprender com o Budismo, pois é um caminho para a introspecção, para a revisão de nossos valores, o desapego e a conquista da felicidade.

quarta-feira, agosto 07, 2013

...há muito mais no mundo...

"há muito mais no mundo  à nossa volta do que conseguimos ver com os nossos olhos físicos,  
ouvir com os nossos ouvidos físicos,  
sentir com os nossos corpos além do nosso tacto comum.

E quando nos esquecemos disto, 
esquecemos a magia de estarmos vivos."

        Marcos
Reflexão oferecida por um amigo maravilhoso que admiro muito, ensina  muito e a quem eu quero muito.

Meu forte abraço aos estudantes de Tai Ji Quan, Qi Gong e ViaTao que trilham semanalmente comigo as práticas do Tao... os Mestres seguramente olham com carinho colectivamente e por cada um de nós.

Cada um de vós colegas estudantes, constitui um mundo maior, maravilhoso, onde posso sentir-me em casa, voltar ao mais importante de mim e reaprender com isso, das dinâmicas dos Mestres Maiores.

A todos vós eu amo muito e desejo boas férias até Setembro... para a retoma semanal da celebração das Artes Marciais em tom Maior.


Abraço d´1 coração sincero.

segunda-feira, agosto 05, 2013

Sant. Trind.

a vida compõe-se de uma experiência tridimensional em movimento,
Pai, Filho, Espírito Santo.

quarta-feira, julho 31, 2013

Conhecer...

quem se mostra é porque se quer dar a conhecer
ou revela o desejo de se encontrar...
de ser encontrado


para além deste desejo que nasce da humanidade, de encontrar e de ser naturalmente encontrado, é onde se constitui corpo, onde se ganha expressão, a passagem da subjectividade de um ser para a constituição de um ou vários egos...


o inicio das amarras da liberdade
do ser livre e em verdade




quarta-feira, julho 24, 2013

Cristo...

as profecias da chegada do Reino de Cristo à humanidade....
são hoje muito mais necessárias, que a sua própria chegada ...

Natureza...

Somente na observação autentica e genuína  da tua própria natureza, encontras os elementos necessários à tua harmonia e paz...
do exterior derivam os processos de aprendizagem...

nunca de reencontro directo 
com a fonte de onde brotas.

terça-feira, julho 23, 2013

Francisco... de Deus

Quando já não esperava que a Igreja Católica fosse capaz de me surpreender, depois de mostrar uma incapacidade de todo tamanho para se  purificar de velhos costumes da Cúria Romana, eis que sob um céu cinzento e sem esperança, surge um raio de Luz Pura, rompendo com a indiferença, a descrença e a maledicência. 

Meu coração ao escutar o que se conta sobre este humilde Sacerdote não fica indiferente, ignora o que instituiu minha mente para se comover profundamente. Depois eis que inesperadamente ao tomar o pequeno almoço num café, quando na televisão colocaram um excerto de sua mensagem aos irmão brasileiros na visita ao Brasil, sou surpreendido com uma enorme agitação e fico emocionado, uma enorme vontade de chorar, um choro profundo, do fundo da minha alma, como se o tom da sua voz fosse um convite irresistível à purificação e à celebração da mensagem de Cristo. 

Este Santo homem ainda no inicio da sua difícil tarefa, de falar de amor a um mundo dormente, à distancia e só pelo tom da sua voz, difundida com a presença de legiões de imaculados anjos, convida irresistivelmente a fazer do meu agora uma Eucaristia  de agradecimento e devoção à vida, à natureza e a todos os seres com que é dado a partilhar esta maravilhosa criação de Deus,  o nosso Lar.

Abençoado sejas Francisco e que a Mãe do Céu olhe por ti, Abençoado sejas ...

quinta-feira, julho 18, 2013

DEVEIS ESFORÇAR-VOS...

DEVEIS ESFORÇAR-VOS POR CONTROLAR OS VOSSOS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS 

Senhor Kuthumi 

EU SOU Kuthumi e vim até vós! 
Venho aproveitar esta oportunidade para falar convosco. Vocês conhecem-me como um Mestre-psicólogo e também como a pessoa que, juntamente com El Morya, ajudou a fundar a Sociedade Teosófica, que disponibilizou à Humanidade o Conhecimento anteriormente oculto. Conhecem-me como o Instrutor do Mundo, cargo que partilho com o meu amado irmão Jesus. Conhecem as minhas encarnações como Pitágoras e Shah Jahan. Sabem muito sobre mim. Sou um Mestre aberto. 

Eu sou o Mestre que mantêm o contacto com a humanidade ainda não ascendida e trabalho com muitos de vós. No decurso dos últimos 150 anos, proporcionamo-vos uma grande quantidade de conhecimentos. E vamos continuar a fazê-lo para todos os que estão prontos para os compreenderem e aceitarem. Mas, antes de mais, é fundamental que sejam capazes de dominar as lições que vos foram dadas no passado. 

Certamente concordarão que, embora o homem sempre tenha aspirado a receber esse conhecimento, por esta ou aquela razão, nunca o aplicou de maneira adequada ou satisfatória. Mas, para aqueles que já absorveram os conhecimentos que lhes foram oferecidos, é legítimo proporcionar-lhes mais alguns novos. Os outros simplesmente serão incapazes de os aproveitar. 

A vossa consciência pode ser comparada a uma espécie de navio de carga. Quando um ser está encarnado, a sua consciência é limitada mas o livre-arbítrio permite-lhe decidir o conteúdo com que irá encher o reservatório de sua consciência. 

Acontece frequentemente que um discípulo esteja pronto para assimilar uma certa quantidade de conhecimentos, mas a sua consciência não possui ainda a necessária aspiração e determinação. Neste caso, ele prefere encher o reservatório de sua consciência com tudo o que encontra no mundo externo - o que lê nos jornais, assiste na TV, ouve no rádio. Uma maneira tão dispersa de receber informações é-lhe permitida até um determinado momento. Mas só até um determinado momento. 

Se uma pessoa não se esforça para limitar o fluxo de informações que chega à sua consciência externa a partir do mundo físico, vai enchê-la com uma massa de coisas desnecessárias. E quando chega o momento cósmico para transmitir o verdadeiro conhecimento à humanidade, infelizmente, a consciência de tal indivíduo será simplesmente incapaz de o absorver. Mas o que é ainda pior é que tal indivíduo não consegue orientar-se no meio do caos informativo que domina a sua consciência. Essa falta de discriminação conduz a que ele atribua à informação que recebe dos mass media a mesma importância que a recebida dos Mestres Ascensionados.

Uma parte desta informação inútil é transferida para o subconsciente e instala-se aí. Às vezes, há momentos em que certos conteúdos psicológicos perturbados se unem com vibrações similares que emanam dos mass media. O resultado disso manifesta-se na imprevisibilidade do comportamento externo das pessoas que ninguém, nem mesmo um psicólogo, consegue explicar ou controlar. 

No entanto, são vocês que criam os próprios problemas. Fazem-no exactamente a partir momento em que colocam na consciência todo o tipo de informação disponível sem ponderar nas consequências. Já foi repetidamente dito através desta Mensageira que 90% das informações que vos rodeiam no mundo material é falsa ou inútil e irrelevante para a vossa evolução como seres espirituais. 

É por isso que sugiro que devem começar por controlar a curiosidade omnívora da vossa natureza material e deixar de fazer demasiada confiança na informação que vos chega do mundo externo. 

Para começar, devem aspirar a controlar os vossos pensamentos e sentimentos. Comecem por dispor, diariamente, de cerca de 10 a 15 minutos apenas para vocês, em momentos em que nada desvie a vossa atenção, por exemplo, antes se de irem deitar. Examinem os vossos pensamentos de perto. Escrutinem-nos. Imaginem que os pensamentos são como peixes num aquário. Um pensamento nada até vocês. Examinai-o. A que está ele associado?
Se ele vos prende a este mundo material, se vos faz concentrar no mundo circundante, deixai-o ir. Não precisam dele para o vosso crescimento espiritual. Em seguida, examinai atentamente um outro pensamento e um outro ainda. A vossa consciência está repleta de inúmeros pensamentos que nada mais são do que energia que atraem do exterior (formas-pensamento) e que se encontra em sintonia com a energia dos vossos corpos astral e mental. 

À medida que se forem habituando a esse processo, poderão começar a analisar todos os pensamentos ao longo do dia. E então entenderão que a vossa consciência está tão ocupada a processar uma infinidade de informações desnecessárias que simplesmente não tem força suficiente para iniciar o processamento da informação que é realmente útil para a vossa evolução espiritual. 

É por isso que a vossa tarefa mais importante é decidirem não preencher a vossa consciência com informações desnecessárias provenientes do mundo exterior. Possivelmente, poderão também decidir praticar algum tipo de meditação que vos ajudará a libertarem-se dos pensamentos que vos prendem a este mundo. O objectivo de qualquer verdadeira prática de meditação é atingir um estado de esvaziamento da mente, libertando-a de quaisquer pensamentos. E quando conseguirem manter esse estado por um tempo suficientemente longo, serão então capazes de aceder à informação verdadeira, aquela que é realmente necessária para a vossa evolução espiritual. Chegou o tempo da purificação do campo mental do planeta. 

Sugiro-vos que revejam seriamente a vossa posição para com esta atitude impensada de permitirem que a vossa consciência esteja, em permanência, sob a influência de fluxos de informação provenientes do mundo material. Libertem-se de toda essa informação inútil para poderem aceder àquela informação que vos é realmente necessária. 

O mesmo pode ser dito sobre os vossos sentimentos. 

Analisem-nos atentamente ao longo do dia. Não precisam de estar permanentemente fixados nos outros e nas suas vidas. Observem o curso dos vossos sentimentos durante o dia. Quantas vezes sentem amor e alegria genuinamente sinceros, quantas vezes experimentam estados de espíritos elevados? Quanto vezes encontram tempo para desfrutar a beleza das árvores ou das nuvens? Quantas vezes param para apreciar a natureza? 

As vossas emoções e pensamentos estão sob a influência do campo astro-mental da Terra. 

A sua densidade impede que as imagens e ideias provenientes das oitavas superiores penetrem no mundo físico. A humanidade mantém-se presa, por culpa própria, numa espessa rede formada pelos seus próprios pensamentos e sentimentos imperfeitos e o seu expurgo deve ser o objectivo dos vossos primeiros esforços na senda espiritual. 

Os mass media estão sintonizados com o nível médio da consciência humana e é por isso que impedem o acesso aos níveis mais elevados de consciência. 

Este mundo é apenas um reflexo da vossa própria consciência. Se a mudarem, serão capazes de atrair para vós mesmos fenómenos mais perfeitos do mundo superior. E essas imagens perfeitas acabarão progressivamente por se instalar na vossa consciência. Elas já foram preparadas para vocês há muito tempo pelas mentes mais avançadas da humanidade e estão apenas à espera que lhes dêem a oportunidade de descer ao vosso mundo. 

O objectivo da minha palestra de hoje é lembrar-vos que sois responsáveis por tudo o que acontece na Terra. Não sejam comodistas. Comecem desde já a transformação da vossa consciência. 

EU SOU Kuthumi e vim até vós com amor. 

verdades....

vem alguém e defende esta verdade...
depois outro alguém e defende outra verdade.
Mais além, outro junta à sua verdade um método...

Outro à sua verdade junta a sua cultura e o seu saber, recheado da sua experiência...

No final vem aquele supremo, que se move com destreza entre... várias verdades possíveis...

Com tantas verdades... como é possível distinguir a mentira?



É na simplicidade...

Todo e qualquer plano, por toda e qualquer intenção que seja...
de qualquer tipo de visão ou visualização, ou que seja,
que uma pessoa faça sobre seu semelhante,
 pode facilmente constituir uma grandes injustiça.


Injustiça para a pessoa que de forma tão unilateral e arbitrária seja colocada
numa perspectiva que alguém tenha sobre si, que desconhece ou pode discordar.
Injustiça para a pessoa que o comete para si própria, pela força emocional que imprime
sobre si mesma à pressão... como se estivesse realmente para cumprir algum desígnio
que inventou e agora é compelida a escolher personagens...

A vida não é um filme, não é uma visão, não constitui em bom senso um plano,
 nem tão pouco verdadeiramente se conhece  para além da própria experiência de viver
que gravada nos sulcos... pode elevar a consciência um pouco além de si própria...

a grande ilusão do mundo, as formigas a quererem rugir como leão...


até as formigas que caminham ordenadas em carreiros intermináveis,
não andam aos pares...


aos pares deverão andar alternadamente os passos, um de cada vez...



quarta-feira, julho 10, 2013

O Retiro da Alma


Há quem procure lugares de retiro no campo, na praia, na montanha; e acontece-te também desejar estas coisas em grau subido. Mas tudo isto revela uma grande simplicidade de espírito, porque podemos, sempre que assim o quisermos, encontrar retiro em nós mesmos. Em parte alguma se encontra lugar mais tranquilo, mais isento de arruídos, que na alma, sobretudo quando se tem dentro dela aqueles bens sobre que basta inclinar-se para que logo se recobre toda a liberdade de espírito, e por liberdade de espírito, outra coisa não quero dizer que o estado de uma alma bem ordenada. Assegura-te constantemente um tal retiro e renova-te nele. Nele encontrarás essas máximas concisas e essenciais; uma vez encontradas dissolverão o tédio e logo te hão-de restituir curado de irritações ao ambiente a que regressas. (Marco Aurélio) 

quinta-feira, julho 04, 2013

ser...

é quando deixo a vida viver observando, que assisto participando privilegiado, na sobrenaturalidade dos simples e mágicos eventos.

todos somos um em evolução constante, sobre vários planos simultaneamente.

sem caridade, sem amor ou carinho sem cobrança, não acontece as revelações nem tão pouco a redenção necessária a qualquer tipo de salvação.



quarta-feira, julho 03, 2013

sexta-feira, junho 28, 2013

a sua vida...

a sua vida deverá ser um ato de amor,
deverá conter em seu interior, os rituais inventados...
que lhe assegure a desejada sensação de propósito,
de estar integrada  na evolução de seu trajecto...

não lhe bastará cumprir calendário, assim não chega,
para saciar sua sede de explorar a razão dos dias,
ao longos dos seus anos de viagem...
pode parecer pouco mediante um tempo cósmico...

pode parecer um fragmento espalhado em seara desconhecida...
dai ser tão importante a sua vida ser um ato de amor...
essa é a carta de convocatória à razão e sentido de ser...
a percepção superior de onde deve incidir sua energia...

nunca estará só aquele que se revê em tudo que o rodeia...
não precisará de explicações, nem de expressar nada mais, 
que não seja sua presença, prazer e gosto, por apenas existir,
não sabe por quanto tempo, por onde, mas também não interessa.

o importante já entende, ser descoberto em seu interior o fogo,
que ao arder em seu coração sob sua existência adoça em seu amor,
a linguagem, sentir e vibração de planos superiores seu sonho acordado,
onde estiver sempre é menos importante, como esteja.

sexta-feira, junho 14, 2013

Thomas Merton

Hoje lá em casa... dormia-se ... a preguiça era algo bom... um sonho...
 o olhar do Xicho parecia dizer: ó pázinho... tás tu a fazer??? vai dormir...
 o Romeu transmitia aquela dormência paralisante... 
mas porque é que não acordam?...
A Carolina e o Xicho não aguentaram mais, e em resposta acenaram: 
Ó pá, desliga a luz e deixa agente dormir!!!!

Não tive outro remédio, que pousar a câmara e me ir juntar a eles... hum que quentinhos... 
até logo!

quinta-feira, junho 06, 2013

destino solar...

...na incontornável e crescente Natureza Solar sobre a condição humana, deixará em breve de ser possível  qualquer tipo ou género de ocultação. Tal facto deve-se à própria natureza solar, que à medida que vai sendo activada no humano, deixa de permitir qualquer tipo de ocultação por ele intentada, simplesmente por não estar mais na sua origem. 

A Natureza Solar não permite nenhum tipo de ocultação, não lhe está na essência. A humanidade, tem o seu destino antropologicamente ligado à Natureza Solar, assim à medida que vai evoluindo vai "despertando" irresistivelmente para a sua "linguagem" e analogamente afastando o que deixa de lhe ser natural. 
Em breve, muito em breve, não será mais possível a maledicência,  a ocultação, a mistificação, tudo isso será em breve uma confirmação histórica, de uma linguagem que no futuro dirão, fez parte do passado, e esteve na origem dos maiores atrasos da humanidade, entretanto autista e servil de um falso progresso.