domingo, junho 05, 2016
quinta-feira, maio 26, 2016
quinta-feira, maio 19, 2016
Renascer com as manhãs
Quando Jesus falou com o doutor da lei, Nicodemos, sobre nascer de novo, não estava falando apenas sobre as novas existências materiais.
É necessário renascer da água e do Espírito – disse o Mestre, com poesia.
A água representa o elemento material. Os antigos tinham a crença de que toda a vida havia surgido das águas. Assim, a água representa nosso elemento material, os renascimentos em novos corpos físicos.
Porém, Ele falou também em renascer do Espírito e, com isso abriu novos horizontes aos já vastos conhecimentos daquele chefe dos judeus.
Jesus falou em renovar-se. Não basta voltar ao palco terrestre inúmeras vezes. Faz-se necessário modificar-se, esculpir a alma, melhorar-se.
E para isso o Criador nos dá oportunidades grandiosas e mensagens muito claras.
Vejamos alguns exemplos: cada vez que reencarnamos, voltamos como se fosse nossa primeira vida, com este frescor de renovação, com novas chances, esquecendo o passado, ganhando uma nova vestimenta carnal.
Chegamos aqui como bebés, desprotegidos, inspirando amor, cuidados, tendo que reaprender tantas coisas que já sabíamos antes. Tudo em nome desse projecto de renovação.
Recebemos como familiares antigos amores, mas também desafectos, em perfeito sigilo, para que possamos nos adequar a essa nova formação familiar e tentar viver em harmonia.
Há também a proposta dos ciclos.
A existência e a natureza são repletas de ciclos justamente para que possamos, de tempos em tempos, avaliar, recomeçar e renovar.
Quando cada ano termina, fazemos o balanço do que passou, do que fomos e planeamos, e o que desejamos ser.
Traçamos metas e as perseguimos. Cada ano somos novos eus,gradualmente, em busca da perfeição.
Há também os ciclos de nossos anos de vida no planeta. Nossos chamados aniversários.
Cada novo ano completo aqui é também momento de introspecção, de reflectir profundo, de auto-conhecimento: Quem sou eu? O que faço aqui? O que já construí? O que falta? O que virá pela frente? Quanto tempo ainda me resta?
Fechamos um capítulo do livro, abrimos outro.
Temos vidas dentro de uma mesma vida. Infância, adolescência, juventude, vida de casado, filhos, madureza, terceira e porque não, até quarta-idade.
Há pessoas que estão renascendo com seus sessenta, setenta anos! Dando a si mesmas uma nova chance de viver, de aprender, de amar. Afinal, nunca é tarde!
Por fim, dentro dos ciclos, há ainda o de cada dia.
Podemos, dessa forma, renascer com as manhãs, considerando cada nascer do sol uma nova chance que o Criador nos dá de nos reinventarmos, de fazer de novo, de fazer o certo.
* * *
Agradeçamos pelo presente da nova manhã, da nova vida dentro da vida e sigamos adiante.
A existência é feita de renascimentos. O renascer é lei do Universo.
É preciso renascer com as manhãs. É preciso renascer com os anos. É preciso renascer da água e do Espírito para alcançar a plenitude que tanto desejamos.
segunda-feira, maio 16, 2016
domingo, maio 15, 2016
quinta-feira, maio 05, 2016
quarta-feira, abril 27, 2016
quinta-feira, abril 21, 2016
Derradeiro dia
São vários os poetas,
músicos, pensadores a indagar, em suas obras, o que faríamos se hoje fosse
nosso último dia de vida.
Reflectem sobre a
importância da vida, analisam como valorizamos coisas desnecessárias, como nos
iludimos com aquilo que, efectivamente, não nos faz felizes.
Naturalmente, se hoje fosse
o último dia de nossa vida, ou se pudéssemos prever nosso derradeiro dia, na
existência física, as reflexões seriam bem diferentes para cada um de nós.
Na incerteza de quanto
tempo ainda teremos, não nos preocupamos se agimos certo, se valorizamos o que
verdadeiramente merece.
Porém, se é incerto o dia
que partiremos, temos a certeza de que todos iremos morrer.
Por isso, talvez o melhor
seja não nos perguntarmos o que faríamos, se hoje fosse o último dia.
Talvez fosse melhor nos
indagarmos como temos nos preparado para quando esse dia chegar.
Isso porque, ao concluir
nossa jornada na Terra, ao terminar esta experiência física, a vida continuará.
Todos voltaremos para casa,
ao mundo espiritual, de onde viemos quando aqui nascemos.
Conscientes disso, a
pergunta mais oportuna a nos fazermos é: Quais os valores que estamos
conquistando e que constituirão nossa bagagem ao partir?
Será que retornaremos ao
mundo espiritual carregados de débitos morais?
Somos dos que caminhamos na
vida prejudicando, traindo, gerando inimizades e dificultando a vida alheia?
Seremos os que usurpam,
roubam, corrompem, abortam ideais, desviam vidas?
Oxalá sejamos daqueles que
têm juntado em sua intimidade valores nobres e tesouros morais.
Aqueles que atendemos
com rectidão de carácter os compromissos familiares,
a educação dos filhos, que actuamos como profissionais responsáveis e
dedicados, que somos cidadãos cumpridores dos próprios deveres.
Mais do que isso: que
sejamos aqueles que empregamos nosso tempo também para o bem ao próximo, para a
vivência da solidariedade, agindo de maneira positiva na comunidade.
Assim, melhor do que
pensarmos o que faríamos se hoje fosse nosso último dia, é analisar o que temos
feito, o que vimos juntando para a viagem de retorno ao nosso verdadeiro lar.
Nenhuma viagem de grande
porte ocorre com sucesso sem haver programação e dedicação.
Nosso retorno ao mundo
espiritual não deve ser diferente.
Colheremos alegrias ou
grande constrangimento, conforme os dias que hoje vivemos.
Nenhuma premiação ou
condenação divinas, nenhum destino definitivo. Apenas o encontro com a nossa
própria consciência.
Sem a possibilidade de nos
escondermos atrás das máscaras e subterfúgios que aqui utilizamos, iremos nos
deparar, na continuidade da vida, com a realidade de nosso mundo íntimo.
Portanto, são nos dias do
agora, através de nossas atitudes e valores, que construiremos a nossa
felicidade futura, ou dias de dificuldade e dor, quando do nosso regresso à
Casa do Pai.
Pensemos nisso, hoje,
enquanto é tempo.
quinta-feira, abril 14, 2016
terça-feira, abril 05, 2016
Tempo de ação
Estamos no Terceiro Milénio. Pensávamos que este seria um milénio de paz, de tranquilidade.
No entanto, conforme as exortações do Mestre de Nazaré, ouvimos falar de guerras e rumores de guerras.
A orientação é de que não devemos nos perturbar porque forçoso é que assim aconteça. Mas ainda não é o fim.
Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino. E haverá fome e terremotos em vários lugares.
Mas todas essas coisas são o princípio das dores.
Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão.
Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.
E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.
Relendo os apontamentos do Evangelista Mateus é de nos indagarmos o que foi que não entendemos, ainda.
Por que nos escandalizamos tanto com as atribulações deste século quando tudo foi predito pelo Senhor das estrelas?
Ele nos advertira a fim de que nos preparássemos. Muitos de nós não fizemos a lição.
Contudo, há tempo. Há tempo de nos consciencializarmos que os tempos são chegados. Tempos da grande transformação.
Tempos em que as tribulações chegam, alcançando os indivíduos, as famílias, as nações.
É tempo de accionar o amor e a compreensão.
Entender que nos encontramos à beira de um mundo novo. Mas, como toda reforma, necessita ter derrubados alguns velhos conceitos e posturas inadequadas.
Então, parece que tudo se transforma numa convulsão, exactamente como quando nos propomos à reforma de uma casa: poeira, sujeira, desconforto.
Mas, o resultado final é bom. E teremos uma casa mais confortável, arejada, clara.
Portanto, é tempo de idealizar o futuro mas não deixar de olhar o entorno.
Há muita dor a ser atendida. É tempo de nos darmos as mãos e nos auxiliarmos.
Disso nos dão exemplos algumas nações, recebendo exilados fugitivos da fome, da guerra, da violência.
É tempo de pensarmos mais no todo e menos em nós mesmos. Vivermos os momentos de alegria, com certeza, mas não deixarmos de compartilhar com os deserdados do mundo o pão que se mostra farto em nossa mesa.
É tempo de entendermos que a vida na Terra é passageira. Hoje estamos aqui e o amanhã poderá nos surpreender na Espiritualidade, em outra realidade.
É tempo de accionar o amor e buscar o entendimento com os que nos compartilham a existência. É tempo de utilizar menos a soberba e mais a humildade.
Tempo de vivenciar afectos, estender amizades, fazer o bem que se possa, mesmo que seja um simples sorriso a quem passa, um cumprimento a quem encontramos na fila do mercado...
É tempo de preparar esse mundo novo que nosso coração deseja há tanto tempo.
É tempo de amar. Tempo de aguardar o melhor, mas construir, desde agora, o bom.
E não nos permitamos a turbulência dos sentimentos, ante os problemas que o mundo nos mostra. Logo mais, novos panoramas haverão de se apresentar.
Pensemos nisso e sejamos os promotores de ações positivas para que tudo isso se apresse.
com citações do Evangelho de Mateus, cap. 24, versículos 6ss.
domingo, abril 03, 2016
Em Deus...
Em Deus todos os acontecimentos são oportunidades,
afinal para quem sente sua filiação Divina quem mais importante que Deus, seu Pai
domingo, março 13, 2016
Amar-se.
| Comece a amar-se imediatamente. |
Ninguém esta aqui para agradar outras pessoas ou para viver de modo como alguém deseja.
Você veio a este planeta para se realizar e expressar amor em todos os níveis.
Está aqui para aprender, evoluir, absorver e irradiar compaixão e compreensão.
E lembre-se acima de tudo de que quando você deixar este mundo não levará consigo sua conta bancária ou relacionamento.
A única coisa que irá com você é a sua capacidade de amar!
Louise L. Hay .
terça-feira, fevereiro 23, 2016
Voluntários do bem
É uma noite como tantas outras no hospital. Pacientes terminam de jantar, médicos e enfermeiros trocam o plantão.
Pelos corredores, ouvem-se passos suaves.
Parada na porta da enfermaria, a sorridente moça pergunta: Nós viemos fazer uma visita. Podemos entrar? Os pacientes estranham, pois só vêem uma pessoa.
Quando ela entra no quarto, sorrisos e exclamações se fazem ouvir. Ela vem acompanhada por um cachorro!
Um cachorro no hospital? Como pode? Pergunta um rapaz espantado.
A cena se repete em todos os andares.
Voluntários de uma ONG levam seus cães e gatos para visitar e interagir com quem está internado.
As reacções diante da entrada dos animais são positivas.
Alguns pacientes, a princípio, ficam receosos, mas deixam os animais se aproximarem; afinal, são animais de terapia, avaliados e educados para desempenharem essa função. Os que estão hospitalizados acabam se rendendo ao amor incondicional que os bichos demonstram.
Há quem se emocione, abraçando e afagando os animais entre lágrimas, pensando nos amigos de estimação que ficaram em casa e dos quais sentem falta.
A pediatria vira uma festa. Crianças, pais, médicos e enfermeiros esquecem por um momento a dor e o cansaço e aproveitam para acariciar os anjos de quatro patas, que compreendem a delicadeza do momento, recebem de boa vontade os afagos e os devolvem com amor e carinho, lambendo mãos e rostos.
* * *
Aos domingos, esses voluntários vão a asilos levar seus cães e gatos para visitar avôs e avós. Para muitos deles, que não possuem parentes ou cujos familiares nunca aparecem, são a única visita que recebem há anos.
Durante a semana, os animais são levados a escolas especiais para interagir com crianças, jovens e adultos com diferentes tipos de deficiências.
Os profissionais que trabalham nessas escolas contam que o efeito dessas visitas beira o inacreditável, estimulando alunos antes refractários a vencerem dificuldades motoras, cognitivas e emocionais para se aproximarem dos cães.
Os donos desses animais são voluntários que, além de se doarem para levar um pouco de amor ao próximo, compreenderam que seus companheiros de quatro patas também poderiam contribuir para amenizar sofrimentos e dar alegria às pessoas.
Quando saem dos locais visitados, levam consigo a impressão de que receberam mais amor do que doaram e deixam nos corações e mentes dos que ali ficaram motivação para prosseguir.
* * *
Os animais, segundo Francisco de Assis, são nossos irmãos menores. O ser humano é responsável por sua educação e deve colaborar em seu processo evolutivo.
Educar um animal com base no amor, sem punições e sem dor, para que ele ajude a aliviar o sofrimento do próximo, é uma linda maneira de praticar a caridade.
Todos ficam envolvidos em vibrações positivas: quem recebe a visita, quem a faz e também quem presencia. Em momentos como esses, o amor se espraia, deixando, ao longo dos dias, um luminoso raio da mais pura alegria.
com base no trabalho desenvolvido pelos voluntários do Instituto Cão Amigo & Cia (Curitiba) e na reportagem Mascotes terapeutas, da coluna Viver bem, do Jornal Gazeta do Povo
A TEU CONTENDO....
Sempre que tu fazes por estar de consciência plena em que fazes o melhor que te está ao alcance da compreensão, que basicamente significa uma parte de vivências menos fáceis tomadas em tuas mãos resignadamente, tudo mas tudo no Cosmos, estará velando para que as coisas aconteçam a teu contendo.
Necessário será, que não sejas o freio consciente ou inconsciente dessa dinâmica, tomando pensamentos de controlo sobre vivências que te fogem ao controlo, pois a lição soberana é que não tens o controlo de todas as coisas.
Não dominas todos os assuntos.
Não detens toda a sabedoria para bem conduzir todos os assuntos que se te deparam, sobretudo os mais difíceis, envolvendo outras pessoas e seus livre arbítrios.
No entanto, sobre o teu livre arbítrio tens esse ascendente, de após fazeres o que te parece o indicado para uma determinada situação apesar de até te retirar da tua zona de conforto, da tua preguiça ou inércia, findos os esforços e sem vislumbre de soluções para o em causa, tu deixes sair o ar do peito, respires profundamente, e confiadamente entregues a tua vida e a do assunto em questão, às entidades superiores que presidem ao equilíbrio da Natureza, para sob instruções superiores, daquelas que sabem melhor do que tu próprio o que é mais apropriado para ti, a um determinado momento actuem sobre os planos de vida.
Estas entidades amparadoras presentes na vida de todo o ser humano, estão especialmente activas e prazerosas em quem conscientemente lhes entrega as chaves de sua alma.
É esse o desafio maior, para um maior conhecimento de ti próprio.
Entregares a tua alma como corolário do controlo que exerces sob os teus pensamento e acções a quem desconhecendo por ora em pessoa, te guardará, amparará, e conduzirá da forma mais apropriada no teu crescer em harmonia e equilíbrio.
O meu reconhecimento em todas as áreas da minha vida, àquelas amizades espirituais benfazejas que sempre me tem acompanhado, protegido e orientado, sob o peso dos meus passos.
Bendigo a todos os Amparadores da Espiritualidade Médica, Todos os Espíritos Protectores, Todos os Anjos Guardiãos.
domingo, fevereiro 21, 2016
Snarky Puppy feat. Jayna Brown
A musica dos Anjos desce através de uma menina que lhe empresta a sua voz e ao compasso de excelentes músicos de um groove celestial, produzem a cura, a cura do amor divino através do som que emitem, que trás esperança num solo de guitarra e trás uma visão sempre renovada do que é bonito em nós.
sexta-feira, fevereiro 19, 2016
sexta-feira, fevereiro 05, 2016
Uma questão de inveja
Conta-se que um vaga-lume estava no afã de acender seu facho e apagá-lo. Interessante operação. A luz brilhava por segundos e apagava, para logo mais tornar a brilhar.
Uma cobra, que se encontrava nas proximidades, observou aquela luz acendendo e apagando e se esgueirou até onde se encontrava o autor de tal proeza.
Quando estava prestes a desferir o bote, foi percebida pelo minúsculo insecto, que alçou voo e escapou de ser abocanhado.
No entanto, a cobra deslizou rapidamente e foi no alcanço dele. E assim ficaram: ele voava e pousava. Ela o seguia e tentava abocanhá-lo. Finalmente, o vaga-lume pousou e disse para a sua perseguidora:
Dona cobra, pare um pouquinho. Desejo fazer uma pergunta: pode me dizer se, por acaso, eu pertenço à sua cadeia alimentar?
Não, disse sibilante, o réptil. E preparou-se para atacá-lo.
Espere aí, senhora. Diga-me: por acaso, eu lhe fiz algum mal?
Não, tornou a falar a cobra.
Cansado e impaciente, o vaga-lume perguntou:
Pode me dizer, então, por que é que a senhora quer me abocanhar?
Muito simples, disse ela. É que você brilha.
* * *
A fábula nos remete a situações sobejamente conhecidas no mundo. Pessoas que se projectam, normalmente, atraem para si a inveja dos que as rodeiam.
E os invejosos somente pensam em denegrir a imagem de quem se destaca. Ou destruir o seu conceito perante os demais.
Assim, quem se alteia realizando o bem, passa a ser alvo de calúnias porque, afirmam, ninguém pode ser tão bom sem interesse próprio.
Quem se destaca no quadro da honestidade, encontra pelo caminho os que esmiúçam sua vida, seus mínimos atos, à cata de algo que possa demonstrar que, afinal, ele não é tão correto quanto aparenta.
A maledicência anda de braço dado com a inveja porque o que ambas desejam é destruir a boa imagem, a vida, a carreira daqueles que se tornaram seus alvos.
A inveja é capaz de levantar calúnias contra vidas dignas. Com frases vagas, hesitantes, tem a capacidade de difamar o mais nobre carácter.
Por isso, o invejoso é um peso infeliz na economia da felicidade alheia.
E, no entanto, bastaria que mudasse sua postura. Ou seja, em desejando para si os holofotes que se concentram em alguém, poderia se dispor a fazer o que aquele faz, a agir como aquele age, seja no campo da ciência, da arte, do bem, em geral.
Porque, no entanto, prefere não realizar esforço algum, opta pelas armas que possui: o despeito, a raiva, a acusação vazia e, por vezes, alcança seus objectivos maldosos.
Contudo, o invejoso continua desventurado em si mesmo, logo encontrando outro alvo para desferir os seus destructivos dardos.
* * *
Examinemos nossa própria conduta. Caso verifiquemos que nos encontramos nesse caminho tortuoso, modifiquemos o passo.
Busquemos nos iluminar se invejamos o brilho alheio!
Esforcemo-nos para alcançar quem, a esforço pessoal e dedicação, se encontra degraus acima.
Dessa forma, nos sentiremos felizes pelas próprias conquistas. E, com certeza, o mundo será melhor porque seremos mais um ser humano a apresentar o bem, a beleza, o justo.
Pensemos nisso. Façamos isso porque todos os filhos de Deus fomos criados para a luz e para o amor.
com base em fábula, de autoria desconhecida.
domingo, janeiro 31, 2016
quarta-feira, janeiro 27, 2016
Quarta-feira da 3ª semana do Tempo Comum
Evangelho (Mc 4,1-20):
Outra vez, à beira-mar, Jesus começou a ensinar, e uma grande multidão se ajuntou ao seu redor. Por isso, entrou num barco e sentou-se, enquanto toda a multidão ficava em terra, à beira-mar.
Ele se pôs a ensinar-lhes muitas coisas em parábolas. No seu ensinamento, dizia-lhes:
«Escutai! O semeador saiu a semear. Ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e os passarinhos vieram e comeram. Outra parte caiu em terreno cheio de pedras, onde não havia muita terra; brotou logo, porque a terra não era profunda, mas quando o sol saiu, a semente se queimou e secou, porque não tinha raízes. Outra parte caiu no meio dos espinhos; estes cresceram e a sufocaram, e por isso não deu fruto. E outras sementes caíram em terra boa; brotaram, cresceram e deram frutos: trinta, sessenta e até cem por um. E acrescentou: «Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!».
Quando ficaram a sós, os que estavam com ele junto com os Doze faziam perguntas sobre as parábolas. Ele dizia-lhes:
«A vós é confiado o mistério do Reino de Deus. Para aqueles que estão fora tudo é apresentado em parábolas, de modo que, por mais que olhem, não enxergam, por mais que escutem, não entendem, e não se convertem, nem são perdoados».
Jesus então perguntou-lhes:
«Não compreendeis esta parábola? Como então, compreendereis todas as outras parábolas? O semeador semeia a palavra. Os da beira do caminho onde é semeada a palavra são os que a ouvem, mas logo vem Satanás e arranca a palavra semeada neles. Os do terreno cheio de pedras são aqueles que, ao ouvirem a palavra, imediatamente a recebem com alegria, mas não têm raízes em si mesmos, são de momento; chegando tribulação ou perseguição por causa da palavra, desistem logo. Outros ainda são os que foram semeados entre os espinhos: são os que ouvem a palavra, mas quando surgem as preocupações do mundo, a ilusão da riqueza e os outros desejos, a palavra é sufocada e fica sem fruto. E os que foram semeados em terra boa são os que ouvem a palavra e a acolhem, e produzem frutos: trinta, sessenta e cem por um».
segunda-feira, janeiro 18, 2016
Verdadeiro respeito
Ainda hoje é comum se observar desrespeito entre membros de religiões diferentes.
Um ditado popular até inclui religião entre os temas que não devem ser conversados ou discutidos, entre colegas ou amigos. É questão nevrálgica que pode gerar desentendimentos.
É que, quase sempre, um termina por ofender o outro por serem diferentes os conceitos a respeito de Deus, da alma, das penas e recompensas futuras.
Contudo, entre grandes líderes religiosos há muito respeito. Exactamente porque um no outro admira o compromisso integral com sua própria crença.
Recordamos que no ano de 1219, Francisco de Assis, que fora se juntar aos combatentes da Quinta Cruzada, decidiu ir à presença do sultão Al-Malik Al-Kamil.
Ele desejava converter o sobrinho de Saladino ao Cristianismo. E se isso redundasse em martírio, não se importava.
Com seu companheiro Illuminatus foi em direção ao quartel-general do sultão.
Era sabido que os cristãos podiam praticar sua fé em terras muçulmanas. Mas, se tentassem converter algum maometano, estariam sujeitos à pena capital.
Quando Francisco e o amigo se aproximaram do acampamento do sultão foram imediatamente levados à sua presença.
O governante muçulmano tinha a mesma idade de Francisco. Ele governava o Egipto, a Palestina e a Síria.
Era competente em artes militares. Também completamente dedicado às tradições de sua fé e à sua disseminação.
Cinco vezes ao dia, ao ouvir o chamado para a adoração a Alá, era o primeiro a assumir a postura devida.
Francisco de Assis, pois, estava diante de um homem profundamente devoto, que também acreditava em um Deus único.
Francisco, através de um intérprete, falou ao sultão e ao seu conselho sobre a fé em Cristo e o apelo de paz em nome de Jesus, o filho de Deus.
Quando concluiu, os conselheiros presentes opinaram que os visitantes deveriam ser, de imediato, decapitados.
Entretanto, o sultão era homem que apreciava a verdadeira fé onde quer que a encontrasse e disse:
Vou contrariar esses conselhos. Jamais te condenarei à morte. Seria uma perversa recompensa para alguém que voluntariamente arriscou-se a morrer a fim de salvar minha vida diante de Deus, como acreditas.
Até onde os registos medievais, em italiano e francês, bem como as crónicas muçulmanas relatam, o fato não teve precedente na História das relações entre cristãos e muçulmanos.
Os frades ficaram no acampamento durante uma semana. E, ao despedi-los, o sultão forneceu a ambos salvo-conduto de volta ao seu acampamento.
E até mesmo a Jerusalém, pois Francisco desejava venerar os ditos lugares santos cristãos.
Deu-lhes o suficiente em provisões para a viagem de retorno e presentes preciosos. Esses, delicadamente foram recusados por Francisco, o que mais provocou a admiração de Al-Kamil.
Francisco não conseguiu converter o sultão à fé cristã mas saiu de lá com uma impressão bem diferente do seu anfitrião.
Eram dois líderes. Um liderava homens à guerra, motivados por suas convicções religiosas. O outro somente desejava que se implantasse a paz do Cristo no mundo.
Dois líderes. Conceitos divergentes. Batalhas gigantescas a vencer. Armas diferentes.
Mas um ao outro ouviu e deixou bem claras as linhas do respeito.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Doze – 1219 – 1220, do livro Francisco de Assis, o santo relutante, de Donald Spoto, ed. Objetiva.
Em 11.1.2016.
segunda-feira, janeiro 11, 2016
Waiting for the Man - Reed and Bowie
talvez ainda hoje haja uma festa enorme no Céu...
e os bons amigos em nome da música
se reencontrem para mais um concerto...
desta...
Até sempre
RIP - Descansa em Paz David Bowie
A minha sentida homenagem a este herói dos heróis "do meu tempo"
Um criativo de excepcionais aptidões na musica, no cinema, na escrita, com sua presença que marcou construtivamente toda uma geração.
Um dos raros artistas que desenvolveu uma carreira em diversas vertentes artísticas, sempre colaborando com vários artistas de vanguarda e que conseguiu enorme sucesso, sendo uma referencia obrigatória através dos anos, em duas vertentes quase sempre opostas. Só um génio como Bowie conseguiu por mais que muitas vezes harmonizar a sua carreira mais comercial, sempre ditando a inovação, sempre com excelente gosto abrir novas possibilidades aos jovens artistas de seu tempo, sedentos de "sumo" para encaminhar suas carreiras, assim como na versão underground, mais fora dos circuitos da moda, alias a minha preferida, onde uma vez mais e de forma excepcionalmente criativa e timoneira, Bowie foi referencia maior para muitos dos chamados dinossauros da musica underground moderna.
Adorei sua veia de actor, nos filmes onde representou, deixou sempre uma marca de grande qualidade nos papeis que representou.
Hoje também parte uma parte de mim, com o seu desaparecimento.
Resta a sua obra e a saudade deste génio musical, que me acompanhou sempre ao longo da minha juventude, guiando, dando conforto nas horas de maior desorientação, com seus sons e mensagens, sempre com tanto de misterioso como de profético.
Que o caminho pela espiritualidade seja para ti amigo Bowie, o descanso merecido de quem cumpriu a sua missão aqui entre nós, sempre conciliando o seu sonho pessoal com a partilha com o seu semelhante.
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