segunda-feira, fevereiro 20, 2017
quarta-feira, fevereiro 08, 2017
Evangelho (Mc 7,14-23)
Chamando outra vez a multidão, dizia: «Escutai-me, vós todos, e compreendei! Nada que, de fora, entra na pessoa pode torná-la impura. O que sai da pessoa é que a torna impura».
Quando Jesus entrou em casa, longe da multidão, os discípulos lhe faziam perguntas sobre essa parábola. Ele lhes disse: «Também vós não entendeis? Não compreendeis que nada que de fora entra na pessoa a torna impura, porque não entra em seu coração, mas em seu estômago, e vai para a fossa?». Assim, ele declarava puro todo alimento. E acrescentou: «O que sai da pessoa é que a torna impura. Pois é de dentro, do coração humano, que saem as más intenções: imoralidade sexual, roubos, homicídios, adultérios, ambições desmedidas, perversidades; fraude, devassidão, inveja, calúnia, orgulho e insensatez. Todas essas coisas saem de dentro, e são elas que tornam alguém impuro».
domingo, janeiro 29, 2017
ARMAGEDDON
EU SOU Sanat Kumara. Om.
Hoje decidi trazer à vossa consciência certas coisas que não são muito agradáveis. Pensei longamente sobre isso e cheguei à conclusão de que isso será importante para vos ajudar a fazer as vossas escolhas de uma forma mais consciente. O tempo em que viveis pode ser caracterizado pelo termo "guerra espiritual” - uma batalha feroz entre a Luz e a escuridão.
Apesar de vos poder parecer que o céu está pacífico e que não existe devastação nas vossas proximidades, Amados, muitos de vocês têm um entendimento errado e muito limitado sobre a batalha que está a ocorrer.
Esta batalha pode manifestar-se no plano físico sob a forma de guerra, explosões, bombardeamentos ou ataques de artilharia.
No entanto, a batalha que está a decorrer pela conquista das vossas almas é muito mais assustadora. Esta é a batalha que está em pleno andamento agora.
Talvez alguns de vocês não estejam conscientes desta batalha. Aquilo que vos preocupa é tentarem proteger-se daquilo que vos parece pior - uma guerra convencional ou actos de terrorismo semelhantes aos que decorrem em tantos cantos do mundo.
Não, Amados. Esta guerra, esta batalha que agora se trava é muito mais perigosa porque vocês nem sequer se apercebem que se encontram no meio dela e que o seu alvo é a conquista das vossas almas para as trevas ou para a Luz.
Permitam-me aqui desviar-me brevemente do tópico para que possam compreender melhor como as forças da Luz funcionam e como as forças opostas operam.
Vocês sabem que no início deste século fizemos uma tentativa de trazer o Nosso Ensinamento para a Rússia sob a forma de Mensagens. Dissemos muitas vezes que esta é uma oportunidade absolutamente sem precedentes e uma grande misericórdia dos Céus. Repetimos uma e outra vez que cada Mensagem é acompanhada por um enorme dispêndio da energia Divina. E assim é, Amados. Por que terão os Céus feito tais esforços? Terão sido justificados?
Só agora vos posso dizer parte da verdade sobre o propósito para o qual o Ensinamento foi dado. Nós estávamos a preparar o Nosso Mensageiro a um ritmo acelerado. Regozijávamo-nos com o facto de tudo aparentemente estar a correr bem. O navio estava pronto para transmitir a energia da Luz. Começamos a libertar a Ensinamento e a libertar a Luz que o acompanha.
A transmissão do Ensinamento durou mais de 10 anos.
Como disse, só agora estou pronto para vos trazer parte da verdade acerca das razões que levaram a que estas transmissões fossem tão necessárias. Cada vez que um ciclo cósmico chega ao fim, chega o momento em que as almas devem fazer uma escolha. Em função dessa escolha, elas continuarão a sua evolução num novo nível evolutivo, ou perderão as suas realizações e continuarão sua evolução num nível muito mais baixo, ou a evolução terminará completamente e os anjos da morte farão a sua colheita. É por isso que no final de cada ciclo cósmico a humanidade tem a oportunidade de receber o Ensinamento de uma forma renovada que permitirá às almas ter os pontos de orientação apropriados e manter a capacidade de continuar a evolução. Começamos a nossa missão na Rússia. Este país foi seleccionado de propósito, pois exactamente no tempo presente, as melhores almas que haviam sido especialmente seleccionadas para esta missão aí encarnaram.
Várias centenas de almas se ofereceram voluntariamente para salvar milhões de almas não só na Rússia, mas em todo o globo.
Começamos a nossa missão na Rússia. Uma quantidade tremenda de Luz foi libertada. No entanto, algo que não tínhamos planeado aconteceu: o corpo da Rússia rejeitou o nosso Mensageiro. O Nosso Mensageiro teve que deixar o território russo. Esperamos por mais quatro anos com a esperança de que os portadores de Luz viessem a seus sentidos e pudessem trabalhar juntos e mudar a situação.
No entanto, isso não aconteceu.
Como sabem, a natureza abomina o vácuo. Assim que as Nossas energias deixaram de iluminar o território da Rússia, as forças opostas inundaram-no como um poderoso fluxo de lama. As forças escuras apoderaram-se directamente do país. Este foi o resultado da escolha feita pela parte mais consciente da sociedade, pelos portadores de Luz que escolheram não cumprir a sua missão. Os portadores de Luz retiraram-se sob um pretexto ou outro, desde a traição directa até a inactividade silenciosa. O corpo da Rússia foi tomado pelas forças que se nos opõem. Amados, a guerra está em pleno andamento. É a guerra espiritual com o final mais doloroso. As almas das pessoas são mortas usando os meios mais insidiosos.
Os jovens são o alvo especialmente preferido. Eles são o foco das tecnologias que atingem a alma e não permitem que ela continue a sua evolução espiritual.
Desde os jogos de computador, a música destrutiva, as drogas, os falsos ideais morais, a instigação dos desejos e a motivação permanente dos jovens para cumprir esses desejos por qualquer meio, sem parar em nada - até mesmo o assassinato. O nível de vibrações do espaço circundante fica reduzido a tal ponto que as Nossas energias não são mais capazes de penetrar no espaço de qualquer grande cidade. Sem a Nossa ajuda, as pessoas ficaram completamente desamparadas contra a traição das forças opostas.
Podem agora compreender o ponto essencial que Nos levou a trazer-vos as Nossas Mensagens. Nós esforçamo-nos para tentar retornar as vossas almas ao caminho evolutivo do desenvolvimento. Esse caminho é impossível sem Deus. Deus não vive num templo ou igreja. Deus reside no coração das pessoas.
Quando a maioria crítica de pessoas rejeita o Divino, então toda a sociedade se torna cativa das forças opostas…e o Caminho fecha-se. Todos os dias, a chama morre nos altares de mais e mais novas igrejas, templos e mesquitas. Todos os dias, centenas de milhares de pessoas perdem as chamas queimadas nos altares de seus corações. Todos os dias, centenas de milhares de pessoas ficam privadas da oportunidade de continuarem a evolução. Esse é o resultado da vossa escolha colectiva. Este é o resultado de recusarem o Divino e a Sua orientação. É triste ouvir isso. No entanto, é ainda mais lamentável trazer esta triste verdade para a vossa consciência - o mundo inteiro move-se inexoravelmente em direcção à morte da alma.
"Não só a Rússia, mas o mundo inteiro." Esta profecia foi anunciada no início deste milénio e está-se a tornar uma realidade diante dos vossos olhos.
Nada menos do que a perfeição Divina pode entrar no próximo estágio do desenvolvimento evolutivo. Um grande ciclo cósmico está a chegar ao fim. Tudo o que não estiver em sintonia com o Divino estará sujeito à destruição. Para testar o estado das almas, Deus permite a intervenção maciça das forças opostas. O seu trabalho é higienizar o planeta do lixo que a humanidade criou.
EU SOU Sanat Kumara. Om.
terça-feira, janeiro 10, 2017
A sabedoria do bem
Quando, na Antiguidade, alguém queria matar um urso, pendurava uma pesada tora de madeira em cima de uma vasilha com mel. O urso empurrava a tora com força, a fim de afastá-la do mel. A tora voltava e o atingia. O urso ficava irritado, feroz, e empurrava a tora com mais força ainda, e esta o atingia por sua vez com muito mais força. Isso continuava até o urso ser morto.
Se nos fixarmos neste fato, numa reflexão rápida e despretensiosa, poderíamos afirmar que fazemos o mesmo quando pagamos o mal com o mal que recebemos dos outros. Pensamos então: Será que nós, seres humanos, não podemos ser mais sábios do que os ursos?
Empurramos a tora cada vez com mais força, mesmo sabendo que ela irá retornar e nos ferir! As leis de Deus - em especial a lei de causa e efeito – é muito precisa ao nos revelar esta sua característica. Todas nossas ações são causas que irão gerar uma consequência no mundo. Quando retribuímos, com voz alterada e raivosa, uma palavra agressiva que nos fere o íntimo, estamos apenas empurrando a tora, e esquecendo o mel. Nesta analogia, o mel seria o entendimento com o outro, a felicidade, a paz que tanto desejamos. Só que, comummente, nos entretemos tanto com os empurrões da tora, que acabamos deixando o mel, a felicidade, esquecida num canto.
O objectivo do urso nunca será empurrar a tora. Sua meta é o mel, o alimento. A tora é um obstáculo a contornar, um desafio apenas. Se o animal pudesse raciocinar como o ser humano, nessa situação em particular, certamente pensaria numa forma de cortar a corda que sustenta a tora, ou num jeito de retirar o pote de mel debaixo dela.
Esta é a sabedoria do bem. Procurar outra alternativa que não a de retribuir o mal com o mal. A sabedoria do bem proporciona, ao recebermos palavras amargas, uma pequena reflexão antes da reacção iminente. A sabedoria do bem busca compreender o momento do outro, a dor do outro, a angústia e infelicidades íntimas que o moveram a soltar pela boca o veneno que guarda na alma. A sabedoria do bem nunca é conivente com o mal, e nem mesmo tolerante com ele. É, sim, compreensiva com o outro ser. Tolerante, indulgente com seu irmão. A sabedoria do bem requisita criatividade, para que consigamos abrir a mente e pensar em outras soluções para resolver nossos problemas, que não a vingança. A vingança será sempre a acção mais reactiva, menos pensada, e que trará, sem dúvida alguma, a tora de volta para nos machucar tantas e tantas vezes. A sabedoria do bem requisita amor. Amor pela vida, pelo Criador, sabendo que nenhum desastre, nenhum mal nos alcança sem razão.
Só quem ama o Criador confia em seus desígnios, confia que tudo acontece para nosso bem e, dessa forma, não cultiva ódio por seus opositores na Terra, apenas compaixão. Só a sabedoria do bem consegue eliminar os círculos viciosos nos quais nos aprisionamos ao longo dos milénios. Só a sabedoria do bem em acção irá expulsar deste mundo a guerra, o ódio e a violência.
O verdadeiro ensinamento do amor é forte: ele mata o mal antes que o mal possa crescer e tornar-se poderoso.
Com base em trechos do livro Pensamentos para uma vida feliz,de Léon Tolstói, ed. Prestígio.
domingo, janeiro 08, 2017
quinta-feira, dezembro 29, 2016
Nossa solidão
Como ainda podemos nos sentir sós num mundo tão conectado, onde temos tanto acesso à informação, onde podemos nos comunicar com tanta facilidade uns com os outros?
A resposta é simples, ao mesmo tempo indigesta: solidão tem a ver com algo mais profundo do que a presença de pessoas ao nosso lado, do que movimento das gentes, do que estar ou não conectado ou acompanhado.
A prova disso é que alguns podem passar muito tempo sozinhos e não se sentirem sós. Outros, por sua vez, podem ter cônjuge, filhos, contarem amigos às centenas nas redes sociais, mas sofrerem de imensa solidão.
Nietzsche foi capaz de dizer com todas as letras: Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou com a ausência das pessoas.
A solidão patológica, que se instala como gigante da alma, tem a ver com a distância entre o ser e sua essência. Tem a ver com o vazio que ainda reina absoluto em nós.
Há um imenso espaço a preencher dentro de nós, um espaço que apenas agora estamos descobrindo. Um universo onde ainda reina o silêncio – um silêncio incômodo, que tentamos preencher com os barulhos do mundo.
Por isso falamos tanto e ouvimos tão pouco. Por isso buscamos tanto entretenimento e tão pouca cultura. Por isso apreciamos locais e músicas ruidosos. Tudo isso nos afasta do silêncio.
O silêncio nos assusta. O silêncio nos força a ouvir os ecos da alma, nos força a olhar para dentro, a nos encontrarmos.
Mas é justamente aí que está o caminho para tratar a solidão. Temos que buscar nossa essência através de dois grandes movimentos: amando a nós mesmos e amando ao próximo.
A lição não é nova. Já fomos orientados, há muito tempo, sobre esse movimento necessário em direção ao Criador: nós e nosso próximo na direção de Deus.
Conhecendo-nos, aceitando-nos, podemos dar os primeiros passos no rumo do autoamor.
Autoperdão, disciplina, persistência são outros componentes importantes desse processo, que é longo, mas que precisa ser iniciado com urgência.
Ao mesmo tempo, o amor ao próximo irá nos mostrar como nos preencher interiormente de outra forma. A lâmpada que ilumina o caminho de alguém, antes de tudo, clareia a si mesma.
Quem ama se sente pleno, quem ama se completa, quem ama nunca se sente só.
Ao invés de querermos a companhia de alguém, nos tornamos companheiros do outro. Ao invés de desejarmos que satisfaçam nossas carências, atenderemos as carências alheias.
Quem é solidário, nunca estará solitário, diz-nos, com propriedade, o Espírito Joanna de Ângelis.
Esses dois amores primordiais, a nós e ao nosso próximo, colocam o ser, naturalmente, na direção do amor ao nosso Criador.
Assim, enfim, a criatura que sempre esteve abraçada pelo Criador, mas nunca percebeu, agora o abraça conscientemente e diz: Não me sinto mais só.
* * *
Não estamos sós, embora nosso coração ainda se sinta dessa forma.
O mundo talvez não nos trate da maneira como desejaríamos. Criamos expectativas que se frustram com frequência.
Aqueles que desejam nosso bem estão sempre ao nosso lado. Conversemos mais com eles. Paremos um pouco, façamos uma oração, em qualquer lugar, quando sentirmos vontade, e não nos sentiremos mais assim.
Percebamos a vida pulsando à nossa volta.
Não estamos sós.
sexta-feira, dezembro 23, 2016
Natal Chique
Percorro o dia, que esmorece
Nas ruas cheias de rumor;
Minha alma vã desaparece
Na muita pressa e pouco amor.
Hoje é Natal.
Comprei um anjo,
Dos que anunciam no jornal;
Mas houve um etéreo desarranjo
E o efeito em casa saiu mal.
Valeu-me um príncipe esfarrapado
A quem dão coroas no meio disto,
Um moço doente, desanimado...
Só esse pobre me pareceu Cristo.
Vitorino Nemésio, in 'Antologia Poética'
segunda-feira, dezembro 12, 2016
quinta-feira, dezembro 08, 2016
segunda-feira, novembro 21, 2016
quarta-feira, novembro 02, 2016
Façamos ou Sejamos?
Porque é para tantos de nós sabendo o poder da oração, ainda assim reservar os momentos necessários à sua prática é de tal forma difícil, que parece levamos uma vida quase completamente oposta à oração.
Porque é que a vida assim contraposta com esta realidade nos parece em consequência algo profana? - Atenção!, muito cuidado com esse terrível equivoco.
O que é de Deus não tem nada de profano, a vida que nos é dada pela existência é de origem divina e benevolente até nos mais pequeninos detalhes, nossa conduta é que deverá estar desviada...
Aqui surgem as dúvidas: - "mas faço por cumprir, por ser cumpridor das regras que entendo ser as do bom convívio, fraterno, solidário, então porque é que o tempo que me resta e dedico à oração, às minhas conversas com Deus, me parece algo ilusório?
Porque Deus quer que lhe dediques a tua atenção dentro da Sua Realidade, ou seja dentro de tua vida e em todas as coisas da tua vida.
Deus deseja que a tua vida seja uma oração por inteiro, que a tua existência seja uma longa e interminável conversa com ele,... e não um acto ritualizado de onde sais de tua vida comum, para o ires procurar onde tão pouco o encontrarás.
Deus não quer tanto que façamos orações mas sim, que sejamos as próprias orações. Que todo o ar que inspiremos seja em nossos actos, por nossos actos purificado, que sejamos autores coo-criadores do mundo que ele nos sussurra na alma.
Assim o desafio é esse: Sê uma Oração!
quarta-feira, outubro 26, 2016
O incrível poder das flores.
Decorar a casa com flores, ramos e galhos naturais não é um costume do momento. Os antigos Egípcios já usavam lírios e flores de papiro como decoração. Os sumo sacerdotal orientavam o povo sobre a protecção que um vaso de flores trazia a casa.
Os gregos tinham as flores naturais em pétalas, as quais usavam nos banhos para perfumar e principalmente para purificar o espírito, que acreditavam estar carregado com o mal.
Em casamentos era costume derramar pétalas de rosas no chão para os noivos passarem. Este ato era mais espiritual do que decorativo, pois era usado para espantar os demónios da discórdia e trazer tranquilidade ao casal.
Os Sacerdotes Celtas quando pressentiam a presença do mal, pediam às famílias que fizessem coroas de flores naturais, que eram usadas quase que diariamente. As flores também eram usadas para proteger as crianças.
As flores são a alegria para o coração, fortalecimento para o espírito e estímulo para o físico. O aroma das flores nos traz tranquilidade, porém, causa efeito contrário para os maus espíritos, causando-lhes repulsa e espantando-os.
Casas decoradas com flores ou ramos naturais tornam o ambiente leve, alegre e harmónico. As flores estão programadas, para filtrar as energias densas, e transmutá-las em vibrações mais elevadas.
As flores doam suas vidas para manter a energia positiva do ambiente em que vivemos. Muitas vezes estamos com um vazo lindo de rosas que recém foram colocadas e então chega alguém em nossa casa. Quando esta pessoa vai embora percebemos que as rosas estão murchas, completamente mortas. O que aconteceu é que elas filtraram o mal e emitiram o bem.
As flores têm uma vibração mais elevada que a vibração humana. O contacto directo com as flores eleva nossas vibrações energéticas.
As flores naturais dentro de casa trazem grandes benefícios: elas agem no fisiológico, no emocional e activa o sistema límbico, produzindo mais neurotransmissores.
FLORES E BENEFÍCIOS
ROSA: simboliza o amor incondicional; antidepressiva; fortalece o sistema emocional;
LAVANDA: combate stress; tensão nervosa; traz harmonia;
ALECRIM: tem um aroma delicioso; protecção; expulsa demónios; restaura o equilíbrio da casa e das pessoas.
MARGARIDA: transmite afecto e confiança às pessoas. Ideal para enfeitar um arranjo em uma cerimónia entre amigos.
COPO-DE-LEITE: representa inocência e pureza, associa-se ao sagrado e simboliza a paz.
VIOLETA: a violeta não trabalha doando e sim tirando energia do ambiente. Portanto o único local em que se coloca um vasinho de violeta é no banheiro para que absorva as energias locais. Jamais presenteie alguém com violetas.
GERÂNIO: No emocional, oferece conforto e baixa a ansiedade. Alegra a alma para enfrentar com leveza os momentos difíceis de alguma perda.
JASMIM: o jasmim representa a doçura, a feminilidade e a sensualidade, atuando muito nas emoções e fortalecendo-as, pois ao mesmo tempo em que é um aroma sedativo é também eufórico, afastando a depressão, a negatividade, a indiferença e a apatia.
terça-feira, outubro 18, 2016
AS COISAS SECRETAS...
as coisas secretas não o são tanto porque estão escondidas, mais porque se não vêem.
Assim o desvendar dos segredos é muito mais abrir percepção que conjecturar mapas do tesouro
quarta-feira, outubro 12, 2016
Evangelho (Lc 11,42-46):
Naquele tempo, o Senhor disse:
«Ai de vós, fariseus, porque pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as outras ervas, mas deixais de lado a justiça e o amor de Deus. Isto é que deveríeis praticar, sem negligenciar aquilo.
Ai de vós, fariseus, porque gostais do primeiro assento nas sinagogas e de serdes cumprimentados nas praças.
Ai de vós, porque sois como túmulos que não se vêem, sobre os quais as pessoas andam sem saber».
Um doutor da Lei tomou a palavra e disse: «Mestre, falando assim, insultas também a nós!».
Jesus respondeu:
«Ai de vós igualmente, doutores da Lei, porque carregais as pessoas com fardos insuportáveis, e vós mesmos, nem com um só dedo, não tocais nesses fardos!».
terça-feira, outubro 04, 2016
Aprender a amar
De que vale a vida? Qual o motivo de estarmos aqui? São tantos os problemas, que temos dificuldades em responder a essas perguntas.
Ouve-se, com frequência, os noticiários das catástrofes naturais, que nos assustam. Outras vezes, são crimes hediondos que chocam.
Dias há em que a saúde nos falta, outros em que o nosso amor se despede e parte para onde os olhos não enxergam. E ainda outros são dias de problemas no seio da família e no trabalho.
Jesus, ao afirmar que neste mundo só teríamos aflições, lembra-nos que a vida é escola a nos dar lições, nem todas permeadas pela alegria e a satisfação.
Porém, qual a finalidade dessas lições? O que a vida espera de cada um de nós, ao nos impor desafios pesados, aflições que nos perturbam e nos exigem tanto da alma? Em outras palavras, o que a vida quer de nós?
Jesus foi indagado a respeito, quando, utilizando o linguajar da época, alguém lhe perguntou qual o maior mandamento da Lei de Deus.
Para o religioso que o indagara, entender o mandamento da Lei de Deus significava entender o próprio objectivo da vida.
E Jesus foi claro ao responder que o objectivo maior da vida é o de amar. Seja o amor a Deus, o amor ao próximo ou o amor a si mesmo, devemos aprender a amar.
Dessa forma, seja o que for que nos ocorra, essas situações serão sempre dádivas da vida a nos oferecer possibilidades para o aprendizado do amor.
Seja o que quer que venha a nos suceder, lembremos que no fundo e no final de tudo, está o aprendizado para o amor.
Por isso, a atitude mais sábia que podemos ter perante a vida é a de amar. Amar incondicionalmente.
Pensando dessa forma, Richard Allens escreveu um poema que diz o seguinte:
Quando ames, dá tudo o que tenhas
E quando tenhas chegado ao teu limite,
dá ainda mais
E esquece a tua dor.
Porque frente à morte, só o amor que tenhamos dado e recebido é que contará.
Tudo o mais: as vitórias, as lutas, os embates ficarão esquecidos em nossas reflexões.
E conclui o poeta:
E se tenhas amado bem,
então tudo terá valido a pena.
E o prazer que encontrarás nisso
durará até o final.
Porém, se não o tenhas feito,
a morte sempre te chegará muito rápida,
e afrontá-la será por demais terrível.
Assim, compreendemos que a única coisa que importa é o amor. Tudo o mais, nossas conquistas, nossos títulos, o dinheiro que temos ou a posição social que desfrutamos, é secundário.
O que fazemos não é importante. A única coisa que importa é como fazemos. E o que realmente importa é que o façamos com amor.
Por isso, antes que a morte nos convide a retornar ao grande lar, antes que nossa jornada de aprendizado aqui se conclua, aproveitemos o tempo e as lições para que o amor comece a ganhar espaço em nosso mundo íntimo.
Aproveitemos os dias valiosos da existência.
A cada nascer do sol aceitemos o convite ao aprendizado do amor que se renova.
Entendendo a vida por esse prisma, tenhamos a certeza de que as dores amenizarão e as ansiedades repousarão na certeza de que Deus vela por todos, aguardando que as lições do Seu amor se façam em cada um de nós.
terça-feira, setembro 20, 2016
a ilusão é a periferia da realidade
a existência é a ilusão da realidade
a realidade são os seres
a ilusão é a manifestação dos seres
a manifestação dos seres é o corpo
a matéria é a obra do corpo, a ilusão,
a ilusão ou os ecos dos egos
procurar-se é esquecer-se
esquecer-se é encontrar-se
encontrar-se é perder-se
perder-se é encontrar o lar
encontrar o lar é
equanimidade
segunda-feira, setembro 19, 2016
O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia deletéria do ambiente e transforma em energia boa, normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia, caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia estagnada no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia estagnada que está ali.
**
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério.
O gato não se relaciona com a aparência do homem.
Ele vê além, por dentro e pelo avesso.
Relaciona-se com a essência.
Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago.
A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver.
Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afecto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado.
É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem.
Se há desarmonia real ou latente, o gato sente.
Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós.
Nada diz, não reclama. Afasta-se.
Quem não o sabe “ler” pensa que “ele” não está ali.
Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo.
Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais e vê dentro e além de nós.
Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores.
O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo.
É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.
O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado.
O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.
O gato é uma lição diária de afecto verdadeiro e fiel.
Suas manifestações são íntimas e profundas.
Exigem recolhimento, entrega, atenção.
Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação.
Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências.
Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato!
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga.
Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos.
Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a acção imediata.
Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O gato sai do sono para o máximo de acção, tensão e elasticidade num segundo.
Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo.
Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal.
Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contacto com o mistério, com o escuro, com a sombra.
Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.
O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem.”
O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta.
No Egipto dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comummente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia.
Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos.
Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.
“O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final.”
(By: The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman)
Fonte: E-mail
Por: Jorge Bandeira
quinta-feira, setembro 15, 2016
O teatro da vida
A vida na Terra pode ser comparada a um imenso teatro, e as pessoas, nas suas diferentes vivências, grandes atores.
Neste palco colorido e cheio de emoções, ora esbarramos em personagens muito bonitas e cheias de charme; ora nos deparamos com cabeças coroadas a esbanjar seu orgulho.
Ora com o sábio observador, com o tolo indiferente e até mesmo, com o feio a se esgueirar; ora nos vemos à frente de palhaços brincalhões e de figuras carismáticas a se apresentarem como lhes convêm.
No final da peça que vivenciamos, acabamos percebendo que todos partilhamos os mesmos vestuários.
Quando os aplausos cessam, tanto uns como outros, dividimos o mesmo camarim.
Somos todos os verdadeiros atores dos dramas representados no grande palco.
O teatro da vida não conta com muito tempo de ensaio para a sua apresentação.
Cada qual vem com seu papel previamente planeado, podendo facilitar ou complicar durante a representação.
Há atores que, tendo recebido simples papéis, acabam se dedicando tanto que roubam a cena, deixando marcas que servem de exemplo para os demais.
Outros pedem grandes performances, mas o desânimo e a preguiça os fazem desmerecer o posto almejado, tendo que esperar por nova programação.
* * *
Assim acontece com cada um de nós, seres humanos, neste mundo.
Nosso palco é a Terra, a peça em que atuamos, a presente reencarnação, nossos companheiros de palco, os nossos familiares.
Se dentro da mesma cena os atores não apresentarem bom desempenho com relação à amizade, ao respeito e à participação positiva de todos, a cena se esfumaça, e o sentido real do ato deixa de existir.
Nossa plateia é a Humanidade, com suas preferências, seus padrões e seus preconceitos.
Se não nos revestirmos de respeito às diferenças, de carinhosa atenção aos demais, não teremos aceitação e êxito.
Todos nos vestimos do corpo carnal e dividimos o mesmo camarim das experiências comuns.
Todos almejamos os aplausos do sucesso, mas nem todos nos esforçamos o suficiente para merecê-los.
Da mesma forma, perdemos oportunidades e ficamos à espera de novas chances para refazer, para recomeçar.
Sejamos pois, a alma sedenta de bom desempenho, que se tranquilizará após nobre actuação, sem ficar a exigir os principais papéis.
Abençoemos o cansaço de cada dia, sem escolher leito sofisticado, mas que possamos descansar em qualquer banco do caminho, fazendo dele um castelo de paz.
Bendito seja o suor do trabalho árduo, a dor das mãos calejadas que dão mostras de ocupação valiosa, que não nos permite a mente vazia.
Mantenhamos o silêncio construtivo ao palavrório sem conteúdo.
Valorizemos o riso que embeleza a face sóbria de uma vida enriquecida de amor.
Bem-vindas as muitas perguntas rumo à sabedoria, as muitas buscas de oportunidades, que nos farão mais esclarecidos e realizados.
Abençoadas sejam as declarações de amor e amizade que colorirem nossos caminhos.
Benditos os dias que pudermos tropeçar, cair e nos erguermos, abraçados à poesia da vida, desejosos de emocionar até o último ato.
domingo, setembro 04, 2016
Os filhos que nos observam...
O garoto de nove anos chegou muito animado. A escola iria promover um evento, possibilitando aos pais empreendedores montarem pequenos stands para divulgação e venda dos seus produtos.
Vinicius foi direto para o avô, dizendo que colocaria um stand para venda de suco de laranja. Afinal, a laranjeira do quintal estava carregada de frutos.
Muito decidido, ele mostrou o nome e o slogan do seu empreendimento: SUVA – sucos que valorizam a sua sede.
Fez um plano de negócio, estabelecendo as necessidades, que iam da matéria prima, a laranja, para os copos, os canudos e até um funcionário.
Sim, ele precisaria de um ajudante porque, afinal, ele ficaria no marketing, conversando com os clientes, oferecendo o seu produto, enquanto outro ficaria no preparo e entrega ao cliente.
A cobrança? Bom, essa ficaria com ele mesmo.
O primeiro passo foi ir até a laranjeira.
Infelizmente, as laranjas não estavam suficientemente maduras. Concluiu o miniempresário que o suco poderia não ficar muito bom.
Então, optou por utilizar polpa de fruta. Logo, resolveu adicionar mais um detalhe: pão de queijo, logo substituído por pipoca. A essa anexou o apelo de saudável por ser feita sem óleo.
Com tanto planejamento e disposição, naturalmente que foi o menino e não os pais quem ocupou o stand de empreendedor.
E ficou ao lado de estandes de alimentos de marcas muito conhecidas, sem se intimidar.
Confiava na qualidade dos seus produtos.
Trabalhou com afinco e, como funcionário, contratou o irmão, João Vitor.
No final, contabilizando despesas e receitas, o menino teve um lucro de quarenta e seis reais. Maravilha!
Entretanto, a maior demonstração de um verdadeiro aprendizado estava por vir.
Comentando a respeito dos seus lucros com a mãe, de repente, exclamou: Nossa, preciso pagar João Vitor.
A mãe comentou que o irmão, em verdade, ficara no stand somente umas duas horas. Seria preciso pagá-lo?
Como não? – Falou o garoto. Ele me ajudou demais. Merece receber.
E retirando vinte reais, foi pagar o seu funcionário.
* * *
O fato nos merece considerações. Poderemos dizer que o menino tem a veia de empreendedor, pois que observa os pais e admira o que fazem.
Por isso, os deseja imitar, quiçá, inclusive, de futuro, se torne um grande empresário.
No entanto, o que merece destaque é o detalhamento, a planificação de toda a ação.
Acima de tudo, a honestidade, o reconhecimento do esforço e do trabalho do irmão a quem convidara para assessorá-lo na venda do SUVA.
De quem terá aprendido essa lição?
Com certeza, portas adentro do lar, onde observa o trato dos pais com fornecedores, clientes e funcionários.
Sim, nossos filhos nos observam, muito mais do que possamos imaginar.
Eles nos olham e imitam, nos mínimos detalhes.
Pensemos nisso porque, muito mais do que as palavras, que convencem, os exemplos arrastam.
Eles atestam da nossa qualidade moral.
E se desejamos um mundo realmente novo, precisamos de homens novos.
Homens de bem, honestos, justos.
Pensemos nisso.
sexta-feira, setembro 02, 2016
quinta-feira, agosto 11, 2016
Os Jogos Olímpicos da Humanidade
Os actuais jogos Olímpicos são uma reconhecida competição entre os mais dotados atletas de cada uma das nações participantes em determinadas modalidades desportivas, desde a sua origem na antiga Grécia.
Este evento evoluiu sobrevivendo ao passar das gerações, conseguindo o feito de atravessar mais ou menos incólume duas guerras mundiais.
Nos dias de hoje, apesar de manter alguns dos seus critérios originais ou regras de participação, como a idade jovem do atleta, sua quase perfeita compleição física, hoje sua organização é orientada por um comité de formação e ideologia fundamentalmente capitalista, à imagem das principais nações mundiais.
Por esse mesmo motivo acabam muitos dos seus eventos contestados por revelações de conspiração às regras da competição justa, utilização de drogas dopantes, influências de pressão sobre atletas e juízes, critérios não imparciais e não raras manifestações populares de indignação.
São conhecidas as muitas irregularidades em modalidades que se repetem ano após ano e sempre exigem novos records nacionais e mundiais, quantos deles à custa da integridade física e moral de seus atletas, treinadores e equipes.
Será que este modelo de Jogos Olímpicos está como o nosso modelo civilizacional, caduco, demente e claramente insustentável a um curto prazo?
A esta questão é apontada a seguinte reflexão:
Porque não transformam estes jogos olímpicos oriundos de um modelo bélico do passado, para um modelo fraterno e do futuro?
Porque não se hão-de denominar de Jogos Olímpicos da Humanidade?
Cada nação faria representar seus mais dotados cidadãos, em determinadas modalidades definidas e documentadas num espaço de quatro anos como agora são aliás os jogos, e assim encontrados os eleitos para serem colocados em competição mundial directa, pelas medalhas do mais alto mérito e reconhecimento.
Porque não serem as modalidades a serem avaliadas por um colégio de juízes especializados e de reconhecida idoneidade, por exemplo; feitos registados ao nível da educação, ao nível social, da saúde, da ciência para o desenvolvimento, da caridade desinteressada, do desenvolvimento sustentado, da filantropia; da ecologia e ambiente, dos feitos de heroísmo mesmo o póstumo que também teria direito e muito justamente a homenagem e medalha, etc.
Enfim existem hoje em dia imensas disciplinas que poderiam facilmente reformar o paradigma competitivo entre nações, onde os Jogos Olímpicos recuperassem o seu mais nobre sentido, de unir competindo amigavelmente entre si, as nações do mundo inteiro, nos temas mais essenciais para a própria identidade humana, onde cada nação gostaria saber para sua própria identidade onde param os seus campeões, para lhes seja feita justa homenagem, seguido o exemplo, partilhado o saber.
Imagine-se o efeito pedagógico, económico e social sobre os cidadãos de cada país.
Imagine-se as dinâmicas positivas que um evento desta natureza mediatizado mundialmente geraria na globalidade das nações.
Enquanto a ambição de cada um, de cada povo, de cada nação for seu “umbigo”, seu destino será curto e pequeno.
segunda-feira, agosto 08, 2016
terça-feira, julho 26, 2016
A maior praga da atualidade
Reflexão acerca de tudo de nocivo que está acontecer no mundo, de forma simultânea e em vários lugares, mesmo mudando as pessoas, as nacionalidades, culturas e no entanto os eventos chocantes são constantes e publicitados à velocidade do próprio acontecimento.
Porquê?, então começo em cada nação a estudar os seus problemas, a tentar entender as desarmonias sociais, as assimetrias a variados níveis e em temas profundamente essenciais para que seja uma vida dignamente vivida. A reparar no tipo de eventos que se sucedem e o que lhes antecede,...
Reparo por exemplo, que todos os eventos traumáticos de terrorismo são antecedidos por movimentações militares e politicas em grande escala, por escândalos financeiros, por revelações de crimes que lesam as pessoas mais vulneráveis onde se confirmam conspirações e influencias tenebrosas e que saem impunes quando descortinadas suas responsabilidades.
Claro depois uns tempos surgem por todo o lado como cogumelos, atos de revolta e insanidade, de terrorismo e outras monstruosidades organizadas.
Vago nos meus pensamentos e tentando aglutinar estes fortíssimos pólos de influencia e de gentes diferentes, os governos e os sistemas do poder, as economias e as empresas multinacionais, os agentes de informação, os militares por um lado até ao próprio cidadão comum por um outro lado, tentando unir este vasto leque de personagens procuro uma causa comum para tanta desgraça, que a causa para o bem já todos a conhecemos, o amor puro.
Então só me ocorre, o egoísmo... é o egoísmo nas suas múltiplas manifestações, desde a menor das escalas à maior, que está a causar a ruína do mundo e de seus habitantes, humanos e não humanos...
É o egoísmo compulsivo que cada um manifesta em casa, no trabalho, com seus semelhantes, socialmente, na luta cega pelos seus interesses e ambições, sem olhar o bem comum, o Apocalipse!
Hoje tenho a certeza... a maior doença da humanidade desde à muito, a causadora do desaparecimento no passado de inúmeras prosperas civilizações... o egoísmo, essa incapacidade de se avaliar as circunstancias com clareza de espírito, com sanidade. Uma espécie perigosíssima e venenosa de autismo.
Com razão se poderia dizer, que vivemos num mundo manicómio, onde a natureza e tudo que a constitui vive em ameaça permanente pela presença e acção humanas, até a própria existência do homem está seriamente ameaçada pela sua própria acção, desorientada e destruidora.
Egoístas e loucos...
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