sexta-feira, março 29, 2019
quarta-feira, fevereiro 27, 2019
quinta-feira, fevereiro 07, 2019
a ilusão é a periferia da realidade
a existência é a ilusão da realidade
a realidade são os seres
a ilusão é a manifestação dos seres
a manifestação dos seres é o corpo
a matéria é a obra do corpo, a ilusão,
a ilusão ou os ecos dos egos
procurar-se é esquecer-se
esquecer-se é encontrar-se
encontrar-se é perder-se
perder-se é encontrar o lar
encontrar o lar é
equanimidade
Para viver melhor. Não se preocupe, se ocupe. Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente.
Não se desespere, espere. Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.
Não se indisponha, disponha. Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre.
Não se canse, descanse. Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.
Não menospreze, preze. Preze por qualidade, preze por valores, preze virtudes.
Não se incomode, acomode. Acomode seu corpo, acomode seu espírito, acomode sua vida.
Não desconfie, confie. Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus.
Não se torture, ature. Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância.
Não pressione, impressione. Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância.
Não crie discórdia, crie concórdia. Concórdia entre nações, concórdia entre pessoas, concórdia pessoal.
Não maltrate, trate bem. Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.
Não se sobrecarregue, recarregue. Recarregue sua forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança.
Não atrapalhe, trabalhe. Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes.
Não conspire, inspire. Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde.
Não se apavore, ore. Ore a Deus, ore aos santos, ore às forças e as energias.
Somente assim viveremos dias melhores.
Então não perca tempo, aproveite seu tempo!
Não se desespere, espere. Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.
Não se indisponha, disponha. Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre.
Não se canse, descanse. Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.
Não menospreze, preze. Preze por qualidade, preze por valores, preze virtudes.
Não se incomode, acomode. Acomode seu corpo, acomode seu espírito, acomode sua vida.
Não desconfie, confie. Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus.
Não se torture, ature. Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância.
Não pressione, impressione. Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância.
Não crie discórdia, crie concórdia. Concórdia entre nações, concórdia entre pessoas, concórdia pessoal.
Não maltrate, trate bem. Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.
Não se sobrecarregue, recarregue. Recarregue sua forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança.
Não atrapalhe, trabalhe. Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes.
Não conspire, inspire. Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde.
Não se apavore, ore. Ore a Deus, ore aos santos, ore às forças e as energias.
Somente assim viveremos dias melhores.
Então não perca tempo, aproveite seu tempo!
Os Jogos Olímpicos da Humanidade
Os actuais jogos Olímpicos são uma reconhecida competição entre os mais dotados atletas de cada uma das nações participantes em determinadas modalidades desportivas, desde a sua origem na antiga Grécia.
Este evento evoluiu sobrevivendo ao passar das gerações, conseguindo o feito de atravessar mais ou menos incólume duas guerras mundiais.
Nos dias de hoje, apesar de manter alguns dos seus critérios originais ou regras de participação, como a idade jovem do atleta, sua quase perfeita compleição física, hoje sua organização é orientada por um comité de formação e ideologia fundamentalmente capitalista, à imagem das principais nações mundiais. Por esse mesmo motivo acabam muitos dos seus eventos contestados por revelações de conspiração às regras da competição justa, utilização de drogas dopantes, influências de pressão sobre atletas e juízes, critérios não imparciais e não raras manifestações populares de indignação.
São conhecidas as muitas irregularidades em modalidades que se repetem ano após ano e sempre exigem novos records nacionais e mundiais, quantos deles à custa da integridade física e moral de seus atletas, treinadores e equipes.
Será que este modelo de Jogos Olímpicos está como o nosso modelo civilizacional, caduco, demente e claramente insustentável a um curto prazo?
A esta questão é apontada a seguinte reflexão:
Porque não transformam estes jogos olímpicos oriundos de um modelo bélico do passado, para um modelo fraterno e do futuro?
Porque não se hão-de denominar de Jogos Olímpicos da Humanidade?
Cada nação faria representar seus mais dotados cidadãos, em determinadas modalidades definidas e documentadas num espaço de quatro anos como agora são aliás os jogos, e assim encontrados os eleitos para serem colocados em competição mundial directa, pelas medalhas do mais alto mérito e reconhecimento.
Porque não serem as modalidades a serem avaliadas por um colégio de juízes especializados e de reconhecida idoneidade, por exemplo; feitos registados ao nível da educação, ao nível social, da saúde, da ciência para o desenvolvimento, da caridade desinteressada, do desenvolvimento sustentado, da filantropia; da ecologia e ambiente, dos feitos de heroísmo mesmo o póstumo que também teria direito e muito justamente a homenagem e medalha, etc.
Enfim existem hoje em dia imensas disciplinas que poderiam facilmente reformar o paradigma competitivo entre nações, onde os Jogos Olímpicos recuperassem o seu mais nobre sentido, de unir competindo amigavelmente entre si, as nações do mundo inteiro, nos temas mais essenciais para a própria identidade humana, onde cada nação gostaria saber para sua própria identidade onde param os seus campeões, para lhes seja feita justa homenagem, seguido o exemplo, partilhado o saber.
Imagine-se o efeito pedagógico, económico e social sobre os cidadãos de cada país.
Imagine-se as dinâmicas positivas que um evento desta natureza mediatizado mundialmente geraria na globalidade das nações.
Enquanto a ambição de cada um, de cada povo, de cada nação for seu “umbigo”, seu destino será curto e pequeno.
Os actuais jogos Olímpicos são uma reconhecida competição entre os mais dotados atletas de cada uma das nações participantes em determinadas modalidades desportivas, desde a sua origem na antiga Grécia.
Este evento evoluiu sobrevivendo ao passar das gerações, conseguindo o feito de atravessar mais ou menos incólume duas guerras mundiais.
Nos dias de hoje, apesar de manter alguns dos seus critérios originais ou regras de participação, como a idade jovem do atleta, sua quase perfeita compleição física, hoje sua organização é orientada por um comité de formação e ideologia fundamentalmente capitalista, à imagem das principais nações mundiais. Por esse mesmo motivo acabam muitos dos seus eventos contestados por revelações de conspiração às regras da competição justa, utilização de drogas dopantes, influências de pressão sobre atletas e juízes, critérios não imparciais e não raras manifestações populares de indignação.
São conhecidas as muitas irregularidades em modalidades que se repetem ano após ano e sempre exigem novos records nacionais e mundiais, quantos deles à custa da integridade física e moral de seus atletas, treinadores e equipes.
Será que este modelo de Jogos Olímpicos está como o nosso modelo civilizacional, caduco, demente e claramente insustentável a um curto prazo?
A esta questão é apontada a seguinte reflexão:
Porque não transformam estes jogos olímpicos oriundos de um modelo bélico do passado, para um modelo fraterno e do futuro?
Porque não se hão-de denominar de Jogos Olímpicos da Humanidade?
Cada nação faria representar seus mais dotados cidadãos, em determinadas modalidades definidas e documentadas num espaço de quatro anos como agora são aliás os jogos, e assim encontrados os eleitos para serem colocados em competição mundial directa, pelas medalhas do mais alto mérito e reconhecimento.
Porque não serem as modalidades a serem avaliadas por um colégio de juízes especializados e de reconhecida idoneidade, por exemplo; feitos registados ao nível da educação, ao nível social, da saúde, da ciência para o desenvolvimento, da caridade desinteressada, do desenvolvimento sustentado, da filantropia; da ecologia e ambiente, dos feitos de heroísmo mesmo o póstumo que também teria direito e muito justamente a homenagem e medalha, etc.
Enfim existem hoje em dia imensas disciplinas que poderiam facilmente reformar o paradigma competitivo entre nações, onde os Jogos Olímpicos recuperassem o seu mais nobre sentido, de unir competindo amigavelmente entre si, as nações do mundo inteiro, nos temas mais essenciais para a própria identidade humana, onde cada nação gostaria saber para sua própria identidade onde param os seus campeões, para lhes seja feita justa homenagem, seguido o exemplo, partilhado o saber.
Imagine-se o efeito pedagógico, económico e social sobre os cidadãos de cada país.
Imagine-se as dinâmicas positivas que um evento desta natureza mediatizado mundialmente geraria na globalidade das nações.
Enquanto a ambição de cada um, de cada povo, de cada nação for seu “umbigo”, seu destino será curto e pequeno.
A maior praga da actualidade
Reflexão acerca dos eventos nocivos que estão acontecer no mundo, de forma simultânea um pouco por toda a parte. Mesmo mudando pessoas, nacionalidades, culturas, os eventos chocantes são hoje uma constante publicitada à velocidade do próprio desenrolar do acontecimento.
Porquê?... estudando em cada nação seus problemas, tentando entender as suas desarmonias sociais, as assimetrias a variados níveis e presentes em temas profundamente essenciais para que se reúnam as condições para que uma vida seja dignamente vivida, a reparar no tipo de eventos que se sucedem e que lhes antecede,...
verifico que todos os eventos traumáticos de terrorismo são antecedidos por movimentações militares e politicos de grande impacto, escândalos financeiros, revelações de crimes que lesam as pessoas mais vulneráveis e onde se confirmam entretanto conspirações e influencias tenebrosas que acabam saindo impunes apesar de suas responsabilidades.
uns tempos depois em ciclos que se alternam, surgem por todo o lado como cogumelos, manifestações de revolta, que podem ser insanos, terroristas e outras monstruosidades organizadas.
tento aglutinar estes fortíssimos pólos de oposta influencia e compostos de gentes com diferentes posturas, os governos e os sistemas do poder, as economias e as empresas multinacionais, os agentes de informação, os militares e as hierarquias até ao próprio cidadão comum por um outro lado, tentando unir este vasto leque de personagens procuro uma causa comum para tanta desgraça, tanta loucura, já que a causa para o bem já todos a conhecemos, o amor puro.
Só me ocorre o egoísmo... é o egoísmo nas suas múltiplas manifestações, encrostado nos seres humanos, desde a menor das escalas à maior que está a causar a ruína do mundo e de seus habitantes, humanos e não humanos...
É o egoísmo compulsivo que cada um manifesta em casa, no trabalho, na relação com o seu semelhante, socialmente, na luta cega pelo seu interesse e ambição sem olhar o bem comum, é o Apocalipse!
Hoje tenho a certeza... a maior doença da humanidade desde à muito, causadora do desaparecimento de prosperas civilizações no passado... o egoísmo, essa incapacidade de se avaliar as circunstancias com clareza de espírito, com sanidade.
Uma espécie perigosíssima e venenosa de autismo com relação ao que nos rodeia.
Com razão se poderia considerar, que vivemos num mundo manicómio, onde a natureza e tudo que a constitui vive em permanente ameaça pela presença e acção humana, até a própria existência do homem está seriamente ameaçada refém de sua acção, desorientada e destruidora.
Egoístas e loucos...
Reflexão acerca dos eventos nocivos que estão acontecer no mundo, de forma simultânea um pouco por toda a parte. Mesmo mudando pessoas, nacionalidades, culturas, os eventos chocantes são hoje uma constante publicitada à velocidade do próprio desenrolar do acontecimento.
Porquê?... estudando em cada nação seus problemas, tentando entender as suas desarmonias sociais, as assimetrias a variados níveis e presentes em temas profundamente essenciais para que se reúnam as condições para que uma vida seja dignamente vivida, a reparar no tipo de eventos que se sucedem e que lhes antecede,...
verifico que todos os eventos traumáticos de terrorismo são antecedidos por movimentações militares e politicos de grande impacto, escândalos financeiros, revelações de crimes que lesam as pessoas mais vulneráveis e onde se confirmam entretanto conspirações e influencias tenebrosas que acabam saindo impunes apesar de suas responsabilidades.
uns tempos depois em ciclos que se alternam, surgem por todo o lado como cogumelos, manifestações de revolta, que podem ser insanos, terroristas e outras monstruosidades organizadas.
tento aglutinar estes fortíssimos pólos de oposta influencia e compostos de gentes com diferentes posturas, os governos e os sistemas do poder, as economias e as empresas multinacionais, os agentes de informação, os militares e as hierarquias até ao próprio cidadão comum por um outro lado, tentando unir este vasto leque de personagens procuro uma causa comum para tanta desgraça, tanta loucura, já que a causa para o bem já todos a conhecemos, o amor puro.
Só me ocorre o egoísmo... é o egoísmo nas suas múltiplas manifestações, encrostado nos seres humanos, desde a menor das escalas à maior que está a causar a ruína do mundo e de seus habitantes, humanos e não humanos...
É o egoísmo compulsivo que cada um manifesta em casa, no trabalho, na relação com o seu semelhante, socialmente, na luta cega pelo seu interesse e ambição sem olhar o bem comum, é o Apocalipse!
Hoje tenho a certeza... a maior doença da humanidade desde à muito, causadora do desaparecimento de prosperas civilizações no passado... o egoísmo, essa incapacidade de se avaliar as circunstancias com clareza de espírito, com sanidade.
Uma espécie perigosíssima e venenosa de autismo com relação ao que nos rodeia.
Com razão se poderia considerar, que vivemos num mundo manicómio, onde a natureza e tudo que a constitui vive em permanente ameaça pela presença e acção humana, até a própria existência do homem está seriamente ameaçada refém de sua acção, desorientada e destruidora.
Egoístas e loucos...
Todo o ser humano tem uma natureza, que só ele próprio na generalidade dos casos conhece bem.
Por esse mesmo motivo existe uma incapacidade natural de mentir a si próprio sem dificuldade.
Todo aquele que escolhe, permite e autoriza que a mentira se instale sobre si mesmo, apenas está a enganar-se, a vigarizar-se, a desconsiderar-se, e cabalmente a cavar a sepultura de sua própria riqueza espiritual.
Por esse mesmo motivo existe uma incapacidade natural de mentir a si próprio sem dificuldade.
Todo aquele que escolhe, permite e autoriza que a mentira se instale sobre si mesmo, apenas está a enganar-se, a vigarizar-se, a desconsiderar-se, e cabalmente a cavar a sepultura de sua própria riqueza espiritual.
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo.
Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflecte.
Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o património de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Se experimentas solidão no teu dia-a-dia, faz uma análise cuidadosa da tua conduta em relação ao teu próximo, procurando entender o porquê da situação.
Sê sincero contigo mesmo, realizando um exame de consciência a respeito da maneira como te comportas com os amigos, com aqueles que se te acercam e tentam convivência fraternal contigo.
Se és do tipo que espera perfeição nos outros, é natural que estejas sempre decepcionado, ao constatares as dificuldades alheias, olvidando, porém, que também és assim.
Se esperas que os outros sejam generosos e fiéis no relacionamento para contigo, estuda as tuas reacções e comportamentos diante deles.
A bênção da vida é o ensejo edificante de refazimento de experiências e de conquistas de patamares mais elevados, algumas vezes com sacrifício...
Não te atormentes, portanto, se escasseiam nas paisagens dos teus sentimentos as compensações do afecto e da amizade.
Observa em derredor e verás outros corações em carência, à tua semelhança, que necessitam de oportunidade afectiva, de bondade fraternal.
Exercita com eles o intercâmbio fraterno, sem exigências, não lhes transferindo as inseguranças e fragilidades que te sejam habituais.
É muito fácil desenvolver o sentimento de solidariedade, de companheirismo, bastando que ofereças com naturalidade aquilo que gostarias de receber.
A princípio, apresenta-se um tanto embaraçoso ou desconcertante, mas o poder da bondade é tão grande, que logo se fazem superados os aparentes obstáculos.
À semelhança de débil planta que rompe o solo grosseiro atraída pela luz, desenvolve-se e torna-se produtiva conforme a sua espécie...
Observa com cuidado e verás a multidão aturdida, agressiva, estremunhada, que te parece antipática e infeliz.
Em realidade, é constituída de pessoas como tu mesmo, fugindo para lugar nenhum, sem coragem para o auto-enfrentamento.
Contribui, jovialmente, quanto e como possas, para atenuar algum infortúnio ou diminuir qualquer tipo de sofrimento que registes.
Esse comportamento te fará muito bem e, quando menos esperes, estarás enriquecido pela afectividade que doas e pela alegria em fazê-lo.
Redacção do Momento Espírita, com base no texto Da solidão,
de Vinícius de Moraes, da obra Para viver um grande amor, do site
www.viniciusdemoraes.com.br e no cap. 15, do livro Atitudes renovadas pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL. Em 14.3.2014.
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo.
Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflecte.
Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o património de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Se experimentas solidão no teu dia-a-dia, faz uma análise cuidadosa da tua conduta em relação ao teu próximo, procurando entender o porquê da situação.
Sê sincero contigo mesmo, realizando um exame de consciência a respeito da maneira como te comportas com os amigos, com aqueles que se te acercam e tentam convivência fraternal contigo.
Se és do tipo que espera perfeição nos outros, é natural que estejas sempre decepcionado, ao constatares as dificuldades alheias, olvidando, porém, que também és assim.
Se esperas que os outros sejam generosos e fiéis no relacionamento para contigo, estuda as tuas reacções e comportamentos diante deles.
A bênção da vida é o ensejo edificante de refazimento de experiências e de conquistas de patamares mais elevados, algumas vezes com sacrifício...
Não te atormentes, portanto, se escasseiam nas paisagens dos teus sentimentos as compensações do afecto e da amizade.
Observa em derredor e verás outros corações em carência, à tua semelhança, que necessitam de oportunidade afectiva, de bondade fraternal.
Exercita com eles o intercâmbio fraterno, sem exigências, não lhes transferindo as inseguranças e fragilidades que te sejam habituais.
É muito fácil desenvolver o sentimento de solidariedade, de companheirismo, bastando que ofereças com naturalidade aquilo que gostarias de receber.
A princípio, apresenta-se um tanto embaraçoso ou desconcertante, mas o poder da bondade é tão grande, que logo se fazem superados os aparentes obstáculos.
À semelhança de débil planta que rompe o solo grosseiro atraída pela luz, desenvolve-se e torna-se produtiva conforme a sua espécie...
Observa com cuidado e verás a multidão aturdida, agressiva, estremunhada, que te parece antipática e infeliz.
Em realidade, é constituída de pessoas como tu mesmo, fugindo para lugar nenhum, sem coragem para o auto-enfrentamento.
Contribui, jovialmente, quanto e como possas, para atenuar algum infortúnio ou diminuir qualquer tipo de sofrimento que registes.
Esse comportamento te fará muito bem e, quando menos esperes, estarás enriquecido pela afectividade que doas e pela alegria em fazê-lo.
Redacção do Momento Espírita, com base no texto Da solidão,
de Vinícius de Moraes, da obra Para viver um grande amor, do site
www.viniciusdemoraes.com.br e no cap. 15, do livro Atitudes renovadas pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL. Em 14.3.2014.
... Só por hoje todos os dias...
... Só por hoje todos os dias...
e que tal se consultasse a sua lista telefónica, corresse os olhos pelos contactos e seguisse a intuição que lhe surgisse, fizesse um telefonema àquela pessoa com quem não conversa tem muito tempo, ou lhe parece que faz sentido fazer essa chamada, essa ligação...
quem sabe não ficará surpreendido/a ao descobrir nessa pessoa, uma pessoa que já faz anos não lhe fala, ou alguém amigo que apesar de saber perto não contacta, ou até alguém de família, um parente... bem, extremando mas muito possível ainda... um irmão ou irmã.... o seu Pai ou a sua Mãe...
Vá!... faça ainda hoje essa chamada... essa ligação....
Só por hoje.... todos os dias....
e que tal se consultasse a sua lista telefónica, corresse os olhos pelos contactos e seguisse a intuição que lhe surgisse, fizesse um telefonema àquela pessoa com quem não conversa tem muito tempo, ou lhe parece que faz sentido fazer essa chamada, essa ligação...
quem sabe não ficará surpreendido/a ao descobrir nessa pessoa, uma pessoa que já faz anos não lhe fala, ou alguém amigo que apesar de saber perto não contacta, ou até alguém de família, um parente... bem, extremando mas muito possível ainda... um irmão ou irmã.... o seu Pai ou a sua Mãe...
Vá!... faça ainda hoje essa chamada... essa ligação....
Só por hoje.... todos os dias....
quarta-feira, dezembro 19, 2018
sexta-feira, novembro 30, 2018
Swami Yoganand
A vida humana é karma dominante. Todas as situações (boas ou ruins, pequenas ou grandes) que recebemos em nossas vidas na forma de corpo, saúde, relacionamentos, lugar, coisas ou morte, etc., são as criações de nossos próprios karmas. nascimento para o qual temos lembrança ou feito em quaisquer nascimentos anteriores aos quais nos esquecemos. As regras da natureza (karmas) são muito precisas, não há erros. Os karmas sempre seguem seu fazedor, não importa em qual corpo você esteja ou em qual lugar você esteja. O karma não tem compaixão. Não podemos obter situações boas ou ruins sem fazer essa qualidade de karmas. Então, não culpe ninguém ou algo pelas situações ruins em nossas vidas, do contrário seria um novo karma ruim novamente. Directamente, parecerá que eles são responsáveis pelas más situações em nossas vidas, mas eles são apenas médios através dos quais os resultados de nossos karmas retornam para nós. Portanto, aceite as situações com calma e mente estável e sempre se concentre em nossos karmas atuais, não em situações. Cada karma tem seu tempo de vida limitado, não é para sempre, ele passará. Nós somos os criadores de nossas próprias vidas.
segunda-feira, novembro 19, 2018
Perceba isso
Como, após cada estado de vigília, dormimos, da mesma forma após cada nascimento morremos.
Como, após cada sono, despertamos novamente, da mesma forma após cada morte nós nascemos de novo.
Como não temos medo do sono, da mesma forma não devemos ter medo da morte também. É um ciclo contínuo. Se queremos quebrar este ciclo, temos que perceber o verdadeiro eu. O corpo não é o nosso verdadeiro eu.
Perceba isso ...
quarta-feira, outubro 24, 2018
Deus não quer...
Deus agora não quer que te manifestes exteriormente, Deus quer que te manifestes energéticamente.
O teu coração
quarta-feira, outubro 03, 2018
quarta-feira, setembro 12, 2018
De coração cheio
As coisas mais caras estão cada vez mais fáceis de ser adquiridas. Afinal vivemos num capitalismo galopante. O mercado da oferta e da procura é a mais recente democracia do sistema, que se adapta às tendências de mercado e se corrompe quando necessário. Cada vez mais numa corrida desenfreada, é mais fácil possuir bens, objetos. O sistema agradece, reconhece e estimula essa economia, que aproveita bem montado para gerir as consciências a seu bel prazer, conduzir insustentavelmente os seus adeptos, até ao final infeliz da dependência e escravidão vestida de ócio. Contrariamente, os bens não perecíveis, os valores morais, éticos, humanos, espirituais, de respeito, de camaradagem, de hombridade, de amor, esses cada vez mais difíceis de alcançar, esses não se compram, não tem mercado de compra e venda, e em contra corrente, cada vez mais difícil é esbarrar com eles espontaneamente, onde andam os seus mestres? Quem os divulga, cada vez mais raros ou anônimos os seus divulgadores. Vejo, cada vez mais pessoas sedentas destes bens imateriais, é escasso o prazer desse alimento da alma. Então o que ocorre partilhar e recordar, é que o que se precisa, muito se precisa e não está à venda por nenhum sistema, tem o ser humano dentro de si o engenho, de encontrar o que procura e falta lhe faz. Assim dentro de ti mesmo tens o que mais falta te faz a ti e a todos, inicia hoje mesmo essa caminhada, essa iniciação. A viagem será fantástica, nunca estarás só e verás com o maior prazer de alma cheia, no outro o que lhe deste, que ele agora dá de volta com mãos largas e o coração cheio. Um abraço de paz e de cura, são os meus votos a ti, que lês este texto e não para que tu guardes, mas para que partilhes e com isso, te sintas de coração cheio. ❣️
terça-feira, setembro 11, 2018
Conversa de músico
nos graves sente-se quer se queira ou não. Nos médios, desde onde nos encontramos é possível uma percepção dos opostos, sem a nenhum momento necessariamente estar vinculado, é uma espécie de estado transitório onde a percepção dos opostos se precipita aos mais atentos como uma antevisão ou antecipação do acontecer. Nos agudos, não existe mistura, ou se é ou não. A percepção das fronteiras, normalmente só vivenciada em consciência pode ser escutada, entendida. Todas as 3 frequências permeiam o ser humano a cada inspiração e expiração. Maestros da melodia queremos fazer ouvir 🙏🏼🎼❣️
terça-feira, setembro 04, 2018
segunda-feira, setembro 03, 2018
sexta-feira, julho 27, 2018
Evangelho (Mt 13,18-23):
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: «Vós, portanto, ouvi o significado da parábola do semeador. A todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu coração; esse é o grão que foi semeado à beira do caminho. O que foi semeado nas pedras é quem ouve a palavra e logo a recebe com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, é de momento: quando chega tribulação ou perseguição por causa da palavra, ele desiste logo. O que foi semeado no meio dos espinhos é quem ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra, e ele fica sem fruto. O que foi semeado em terra boa é quem ouve a palavra e a entende; este produz fruto: um cem, outro sessenta e outro trinta».
quarta-feira, junho 06, 2018
quinta-feira, abril 05, 2018
Consciência Atenta
Texto de Mirtzi Lima Ribeiro (João Pessoa/PB) publicado em 29/03/2015
"Logo cedo, me pus a pensar na cultura descartável que se instalou no mundo.
A influência ostensiva para o consumo, para a adopção de modelos superficiais e efémeros tem produzido efeitos muito nocivos em nossa sociedade. As pessoas não olham mais nos olhos da outra, ao contrário, a atenção é voltada para a marca da roupa, do calçado, da bolsa, do carro.
Muitos não prestam atenção e nem valorizam a sua linha de conduta, mas, aos seus bens materiais, à beleza produzida artificialmente, a um corpo esculpido em academias e a dietas extravagantes.
O que se tem bem presente nos dias de hoje é o culto à forma em detrimento da essência, a deificação do corpo, separando-o da unicidade trina Corpo/Mente/Alma.
Essa tríade unificada representa a CONSCIÊNCIA ATENTA.
Ao contrário, a super-valorização da forma ao invés dos princípios que a pessoa deve desenvolver e nutrir, o foco no poder aquisitivo como medida de sucesso, o apelo às sensações e prazeres tomando o lugar dos sentimentos e da felicidade compartilhada.
Muitos preferem o prazer fugaz do momento, a satisfação de paixões, em lugar do trabalho interior que se deve empreender para alcançar a excelência da consciência, e isso está fazendo desmoronar a sociedade e seus princípios basilares.
Embora muitos ainda se identifiquem com certo credo religioso ou determinada filosofia de vida, ainda assim, milhares se deixam influenciar pela maciça e poderosa média que impõe a superficialidade, o consumismo, a cobiça, a luxúria, a satisfação de todo e qualquer desejo ou satisfação IMEDIATA, independente dos MEIOS empregados para adquiri-la. Vemos esse estereótipo em tudo, incluindo as novelas que a cada dia expõem motivos e incentivos os mais estapafúrdios, desde roubar e até matar para conseguir o que se deseja, como meios normais.
A sociedade tem permitido que essa falha danosa se espalhe como endemia e isso desfaz o verdadeiro propósito da existência.
Quando a preferência geral é por aquilo que se degrada e está separado da energia e da luz intrínseca à verdadeira essência da vida, a sociedade se encaminha para o caos.
Mas, qual a solução prática para dar um novo impulso e uma nova perspectiva à sociedade? A religião e a filosofia devem desempenhar papeis fundamentais para o resgate da verdadeira essência humana e dos valores que dignificam e engrandecem a existência. Elas precisam se adaptar para ter esse olhar quanto ao seu papel no re-ligare, na volta do ser humano à sua essência e aos valores que engrandecem uma sociedade e não aqueles que a desfazem e geram caos, desagregação, ódio e desunião.
Cabe-nos divinizar a matéria, ou seja, ressaltar e nutrir no nosso plano de existência os sentimentos nobres, as corretas relações interpessoais, a ética, a hombridade, a cooperação mútua, o voluntariado para projectos sociais, a valorização e a validação do outro, etc.
Ou aprendemos a nos amar e nos apoiar mutuamente ou a sociedade cairá num poço sem fim, quadro tenebroso que já visualizamos diariamente na vida prática.
Mas, esse resgate da dignidade humana precisa ser empreendido e alcançado com tenacidade, determinação e foco.
Mãos à obra, construtores e plantadores de ideias e ideais saudáveis.
Avante! É preciso e o tempo urge".
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