quinta-feira, janeiro 27, 2011

Sortudo


Somos todos umas extensões de nós mesmos, literalmente. 

Como se o Cosmos fosse um colossal e inimaginável instrumento musical e cada um de nós, um som de escala, dessa escala de sons emitidos.

Nessa escala cada um de nós, relacionados como as notas de uma escala sobre uma melodia. 

Todos facetas imanentes de nós próprios, complementares, envolvidos no mesmo vislumbre momentâneo da melodia Universal.

Como é que uma nota de escala se poderá relacionar, fora da melodia da sucessão de notas que a compõe?

Porque há-de o Humano esquecer que tem à sua mercê o que pediu, todas as notas da sua melodia…, as pessoas, os seres e os eventos que cruzam consigo diariamente a mando do Cosmos, em seu serviço.

Como querer estar noutro lugar?

Como recusar o Pão Nosso de Cada Dia? - Se em cada pedaço de tudo que me acontece está o que pedi. Porquê virar as costas e perder o olhar no horizonte, quando a mesa está posta?

Todas as alegrias, contrariedades, festejos e dores necessárias, para ti te foram ofertadas, para pleno desfruto.
Tudo para o teu crescer. Que esperas? 

Achas que por voares para longe, vais deixar os teus fantasmas para trás? 

Não vês que tudo que tu és, por amor de teu Pai por ti, levas contigo para onde fores. 

É que tal relaxares e entregares a tua Alma aos gozos que o teu Pai te preparou. 

E que tal seres o tal filho pródigo, com a imensa capacidade Universal de amar tudo que a vida te dá manifestado e não manifestado...

Sortudo

Sem comentários:

Enviar um comentário