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terça-feira, setembro 17, 2019

Até já amiga e Mestre...

Ontem partiste, foste enfim de volta para casa. 

Por aqui onde ainda permaneço deixaste tudo que foste para os que te conheceram. 

Deixaste muito, e partiste para o continuar da tua senda, deste testemunho de amor e de tolerância. 

Iniciaste uma família Reikiana na pura tradição do Mestre Usui e acompanhaste amorosamente todos que formaste com paciência e entusiasmo. 

Serás sempre para os que te conheceram uma fonte de inspiração. 

Deus te abençoe e o descanso merecido te seja justamente atribuído. 

Obrigado por tua amizade e bem querer inigualável. 

Minha estrela da sorte, agora estrela do céu...


sexta-feira, maio 31, 2019

Inoperância cívica e social

Desde que me recordo na assim denominada democracia, em sociedade existe todo um esforço pedagógico para educar os cidadãos de forma a estes constituírem uma sociedade justa, esclarecida, fraterna e evoluída.

Sendo a governação de uma sociedade, um modelo que se pretende implementar em que cidadãos participem activamente, verifica-se contrariamente que são os actores políticos do governo um repetido exemplo de agentes da mesquinhice que afasta o cidadão da vida política activa, sentindo-se um marginalizado ou cidadão de inferior categoria social. 

Considerando esta introdução, faz sentido uma reflexão sobre o tema, utilizando um simples e compreensível exemplo, e multiplicar por a quase totalidade das atitudes prepotentes de dirigentes nos diversos meios, escolas, hospitais, empresas, etc.

“Numa determinada cidade, há imenso tempo se sofre a falta de um edifício especializado para uma certa função. 

Com uma plena consciência desta necessidade junto do comum cidadão dessa cidade, finalmente o governo consegue reunir consenso a vários níveis para ser lançada mediante concurso a obra, para benefício de todos.

Passaram-se 3 anos desde que a obra foi lançada.

Mais de duas centenas de almas das mais diversas especialidades, operam dia após dia, fazendo sol ou chuva, almoçando juntos entre os tijolos enquanto o edifício toma lentamente forma. Mais de um milhar de dias em que muitos pernoitaram na obra, riram, choraram, foram dias passados vendo a obra crescer e envelhecendo junto com ela. 

Desses trabalhadores responsáveis por a materialização desse edifício, entre alguns acidentes ligeiros fica registada inclusive a trágica morte de um trabalhador que sucumbiu no cumprimento da sua missão cívica: trabalhar de manhã à noite para no erigir desse edifício que das suas mãos brotou, em consequência levar o sustento familiar ao final do dia para casa.

Ao final de cerca de três anos de intensas histórias de duas centenas de pessoas, de toda essa carga emocional humana, fica como testemunho, como assinatura, um magnifico edifício construído, que irá ser finalmente de grande utilidade para todos cidadãos.

Passaram-se três anos e o edifício pronto é marcada a inauguração.

É dia de festa na cidade, anunciado feriado municipal, vem convidados de fora, a frente do edifício é engalanada, as ruas coloridas com decorações, o governante local e sua comitiva escolhida de gente bem vestida e de alto gabarito, comparece para perante os média, perante o rádio, jornalistas e televisão cortar a fita e quebrar a garrafa de champanhe. 

Toda esta festa inaugural, continua dentro do edifício com um maravilhoso almoço, para essa diminuta comitiva onde se seguem os discursos e as fotografias, os louvores e os aplausos.

Entretanto, onde estão as duas centenas de trabalhadores nesta inauguração? 

Nem um foi convidado! 

A elegante placa dourada na entrada do edifício, menciona um nome que nem um prego colocou no edifício, não de algum trabalhador, nem tão pouco daquele que na obra perdeu tragicamente a vida pelo edifício. 

Nas fotografias institucionais aparecem muitos estranhos engalanados, mas nenhum dos trabalhadores foi convidado, para nenhum dos momentos inaugurais do edifício, nem ele nem ninguém de sua família, nem a viúva do trabalhador que perdeu a vida a trabalhar.

Este é o ilógico deste modo de reconhecer as pessoas válidas e verdadeiros intervenientes de uma sociedade em construção. 

A mensagem pedagógica que passa, só acentua divórcio entre o povo e as classes governativas.

Como é possível os governos esquecerem os governados?!

Esquecer que sem povo para governar a sua existência é uma falácia e os seus feitos uma mentira.

Haja vergonha, e dê-se o mérito inclusivo a quem merece, quando merece!

O desprezo que os poderosos sentem pelos mais desfavorecidos, é o reconhecimento de sua própria vergonha.

quarta-feira, outubro 24, 2018

Deus não quer...

Deus agora não quer que te manifestes exteriormente, Deus quer que te manifestes energéticamente.
O teu coração

quinta-feira, dezembro 14, 2017

segunda-feira, setembro 04, 2017

o cair do muros

Cada uma das actividades humanas é desde sempre marcada por inúmeros preconceitos, marcas regionais, de género, de estatuto social, uma panóplia de manchas nos relacionamentos naturais entre pessoas, que lhes trouxe como que uma roupagem sobre si próprias, uma espécie de uniforme de guerra, interface ou casca, que lhes permitisse comunicar uns com os outros e simultaneamente, de forma o mais segura possível, nivelar e identificar os encontros e as respectivas actividades. 

Este proceder é fonte de praticamente todos os maus entendimentos e desavenças, pois permite actuações falsas, mal-sãs e de-simuladas, além de desentendimentos de toda a ordem.

Nos novos e actuais padrões energéticos de enorme transparência, terão de ser demolidos estes muros obtusos por força maior, ou darão origem a enorme desconforto e sofrimentos a quem neles persistir...

Nos relacionamentos entre as pessoas, nos objectivos de vida e seus gestos diários, a energia avassaladora não abrandará sua pressão pelo contrário, e não mais os velhos padrões serão suportados.

A onda criativa e crescente não permitirá mais escudos de sentimentos. As pessoas terão agora de se purificar, se lavar, antes de se apresentarem socialmente, publicamente.

Quem mais será afectado a opor-se a este processo? - As vidas falsas, não resolvidas.

ser-se um guru do amor, 
não assegura o curso de sobre amar

Deixar os olhos comunicar, 
é olhar de frente as pessoas e as coisas.

Tenho muita pena de quem não é feliz, eu sou não porque o seja mas porque o desejo ser; é uma esperança, uma fé. Isso permite ir até onde não fui, sem sair do lugar.

O mais magnifico; olhar uma pessoa, qualquer pessoa, alguém, no decurso de uma actividade qualquer, e sem receios reflectir.
No final ficar sobre essa pessoa a impressão de a achar tão bonita que se lhe deseja todo bem do mundo.
Se ela sente? - não sei não interessa.

Uma enorme sensibilidade sem abertura de espírito, de compreensão pelos outros, de nada serve. A não ser, para cerrar os cantos da boca, em prantos de solidão, a de quem deixa e a de quem deixou.


sexta-feira, agosto 04, 2017

fui...

O fim está anunciado desde a data do inicio;

Como uma etérea fagulha de uma fogueira que ao arder se eleva no ar e em derradeiro suspiro brilha de um belo intenso antes de apagar, como irás tu tomar a tua vida?

Neste instante final que tão bem se mistura com o momento original, que vais tu querer ser?

- A flor incandescente que desabrocha para o Universo enquanto se finda?, ou aquele tanto de teimoso, que será fértil adubo do mundo que se regenera, reformula...


quinta-feira, junho 08, 2017

Yesua

Sobre as dúvidas de a cada instante estar mais fácil; Yesua conhecia o Pai integralmente, para dar de seu testemunho foi selvaticamente e cobardemente assassinado por nossos antepassados em Jerusalém. Seus directos discípulos conheceram o Senhor em vida, e por seus ensinamentos um pouco por todo mundo, perseguidos foram selvaticamente assassinados. Comparativamente tu hoje, não conheces a nenhum Humano dessa estirpe mas, tu próprio tens um ambiente propício a adorares e transformares a tua vida, como nenhum deles anterior a ti teve, e para que isso aconteça, nem és perseguido nem tens que dar a vida,... apenas que ser feliz ❤️

quarta-feira, novembro 02, 2016

Façamos ou Sejamos?

Porque é para tantos de nós sabendo o poder da oração, ainda assim reservar os momentos necessários à sua prática é de tal forma difícil, que parece levamos uma vida quase completamente oposta à oração. 

Porque é que a vida assim contraposta com esta realidade nos parece em consequência algo profana? - Atenção!, muito cuidado com esse terrível equivoco. 

O que é de Deus não tem nada de profano, a vida que nos é dada pela existência é de origem divina e benevolente até nos mais pequeninos detalhes, nossa conduta é que deverá estar desviada...

Aqui surgem as dúvidas: - "mas faço por cumprir, por ser cumpridor das regras que entendo ser as do bom convívio, fraterno, solidário, então porque é que o tempo que me resta e dedico à oração, às minhas conversas com Deus, me parece algo ilusório?

Porque Deus quer que lhe dediques a tua atenção dentro da Sua Realidade, ou seja dentro de tua vida e em todas as coisas da tua vida. 

Deus deseja que a tua vida seja uma oração por inteiro, que a tua existência seja uma longa e interminável conversa com ele,... e não um acto ritualizado de onde sais de tua vida comum, para o ires procurar onde tão pouco o encontrarás.

Deus não quer tanto que façamos orações mas sim, que sejamos as próprias orações. Que todo o ar que inspiremos seja em nossos actos, por nossos actos purificado, que sejamos autores coo-criadores do mundo que ele nos sussurra na alma.

Assim o desafio é esse: Sê uma Oração!

terça-feira, outubro 18, 2016

AS COISAS SECRETAS...

as coisas secretas não o são tanto porque estão escondidas, mais porque se não vêem.


Assim o desvendar dos segredos é muito mais abrir percepção que conjecturar mapas do tesouro

terça-feira, setembro 20, 2016

a ilusão é a periferia da realidade

a existência é a ilusão da realidade

a realidade são os seres

a ilusão é a manifestação dos seres

a manifestação dos seres é o corpo

a matéria é a obra do corpo, a ilusão,

a ilusão ou os ecos dos egos

procurar-se é esquecer-se
esquecer-se é encontrar-se

encontrar-se é perder-se
perder-se é encontrar o lar

encontrar o lar é
equanimidade

terça-feira, agosto 16, 2016

quinta-feira, agosto 11, 2016

Os Jogos Olímpicos da Humanidade

Os actuais jogos Olímpicos são uma reconhecida competição entre os mais dotados atletas de cada uma das nações participantes em determinadas modalidades desportivas, desde a sua origem na antiga Grécia.

Este evento evoluiu sobrevivendo ao passar das gerações, conseguindo o feito de atravessar mais ou menos incólume duas guerras mundiais.

Nos dias de hoje, apesar de manter alguns dos seus critérios originais ou regras de participação, como a idade jovem do atleta, sua quase perfeita compleição física, hoje sua organização é orientada por um comité de formação e ideologia fundamentalmente capitalista, à imagem das principais nações mundiais. 

Por esse mesmo motivo acabam muitos dos seus eventos contestados por revelações de conspiração às regras da competição justa, utilização de drogas dopantes, influências de pressão sobre atletas e juízes, critérios não imparciais e não raras manifestações populares de indignação. 

São conhecidas as muitas irregularidades em modalidades que se repetem ano após ano e sempre exigem novos records nacionais e mundiais, quantos deles à custa da integridade física e moral de seus atletas, treinadores e equipes.

Será que este modelo de Jogos Olímpicos está como o nosso modelo civilizacional, caduco, demente e claramente insustentável a um curto prazo?

A esta questão é apontada a seguinte reflexão:
Porque não transformam estes jogos olímpicos oriundos de um modelo bélico do passado, para um modelo fraterno e do futuro?

Porque não se hão-de denominar de Jogos Olímpicos da Humanidade? 

Cada nação faria representar seus mais dotados cidadãos, em determinadas modalidades definidas e documentadas num espaço de quatro anos como agora são aliás os jogos, e assim encontrados os eleitos para serem colocados em competição mundial directa, pelas medalhas do mais alto mérito e reconhecimento.

Porque não serem as modalidades a serem avaliadas por um colégio de juízes especializados e de reconhecida idoneidade, por exemplo; feitos registados ao nível da educação, ao nível social, da saúde, da ciência para o desenvolvimento, da caridade desinteressada, do desenvolvimento sustentado, da filantropia; da ecologia e ambiente, dos feitos de heroísmo mesmo o póstumo que também teria direito e muito justamente a homenagem e medalha, etc.

Enfim existem hoje em dia imensas disciplinas que poderiam facilmente reformar o paradigma competitivo entre nações, onde os Jogos Olímpicos recuperassem o seu mais nobre sentido, de unir competindo amigavelmente entre si, as nações do mundo inteiro, nos temas mais essenciais para a própria identidade humana, onde cada nação gostaria saber para sua própria identidade onde param os seus campeões, para lhes seja feita justa homenagem, seguido o exemplo, partilhado o saber.

Imagine-se o efeito pedagógico, económico e social sobre os cidadãos de cada país.

Imagine-se as dinâmicas positivas que um evento desta natureza mediatizado mundialmente geraria na globalidade das nações.

Enquanto a ambição de cada um, de cada povo, de cada nação for seu “umbigo”, seu destino será curto e pequeno.

terça-feira, julho 26, 2016

A maior praga da atualidade

Reflexão acerca de tudo de nocivo que está acontecer no mundo, de forma simultânea e em vários lugares, mesmo mudando as pessoas, as nacionalidades, culturas e no entanto os eventos chocantes  são constantes e publicitados à velocidade do próprio acontecimento.

Porquê?, então começo em cada nação a estudar os seus problemas, a tentar entender as desarmonias sociais, as assimetrias a variados níveis e em temas profundamente essenciais para que seja uma vida dignamente vivida. A reparar no tipo de eventos que se sucedem e o que lhes antecede,... 

Reparo por exemplo, que todos os eventos traumáticos de terrorismo são antecedidos por movimentações militares e politicas em grande escala, por escândalos financeiros, por revelações de crimes que lesam as pessoas mais vulneráveis onde se confirmam conspirações e influencias tenebrosas e que saem impunes quando descortinadas suas responsabilidades.

Claro depois uns tempos surgem por todo o lado como cogumelos, atos de revolta e insanidade, de terrorismo e outras monstruosidades  organizadas.

Vago nos meus pensamentos e tentando aglutinar estes fortíssimos pólos de influencia e de gentes diferentes, os governos e os sistemas do poder, as economias e as empresas multinacionais, os agentes de informação, os militares por um lado até ao próprio cidadão comum por um outro lado, tentando unir este vasto leque de personagens procuro uma causa comum para tanta desgraça, que a causa para o bem já todos a conhecemos, o amor puro.

Então só me ocorre, o egoísmo... é o egoísmo nas suas múltiplas manifestações, desde a menor das escalas à maior, que está a causar a ruína do mundo e de seus habitantes, humanos e não humanos...

É o egoísmo compulsivo que cada um manifesta em casa, no trabalho, com seus semelhantes, socialmente, na luta cega pelos seus interesses e ambições, sem olhar o bem comum, o Apocalipse!

Hoje tenho a certeza... a maior doença da humanidade desde à muito, a causadora do desaparecimento no passado de inúmeras prosperas civilizações... o egoísmo, essa incapacidade de se avaliar as circunstancias com clareza de espírito, com sanidade. Uma espécie perigosíssima e venenosa de autismo.

Com razão se poderia dizer, que vivemos num mundo manicómio, onde a natureza e tudo que a constitui vive em ameaça permanente pela presença e acção humanas, até a própria existência do homem está seriamente  ameaçada pela sua própria acção, desorientada e destruidora.

Egoístas e loucos...

quarta-feira, junho 15, 2016

domingo, abril 03, 2016

Em Deus...

Em Deus todos os acontecimentos são oportunidades,


afinal para quem sente sua filiação Divina quem mais importante que Deus, seu Pai




terça-feira, fevereiro 23, 2016

A TEU CONTENDO....

Sempre que tu fazes por estar de consciência plena em que fazes o melhor que te está ao alcance da compreensão, que basicamente significa uma parte de vivências menos fáceis tomadas em tuas mãos resignadamente, tudo mas tudo no Cosmos, estará velando para que as coisas aconteçam a teu contendo.

Necessário será, que não sejas o freio consciente ou inconsciente dessa dinâmica, tomando pensamentos de controlo sobre vivências que te fogem ao controlo, pois a lição soberana é que não tens o controlo de todas as coisas. 

Não dominas todos os assuntos.

Não detens toda a sabedoria para bem conduzir todos os assuntos que se te deparam, sobretudo os mais difíceis, envolvendo outras pessoas e seus livre arbítrios.

No entanto, sobre o teu livre arbítrio tens esse ascendente, de após fazeres o que te parece o indicado para uma determinada situação apesar de até te retirar da tua zona de conforto, da tua preguiça ou inércia, findos os esforços e sem vislumbre de soluções para o em causa, tu deixes sair o ar do peito, respires profundamente, e confiadamente entregues a tua vida e a do assunto em questão, às entidades superiores que presidem ao equilíbrio da Natureza, para sob instruções superiores, daquelas que sabem melhor do que tu próprio o que é mais apropriado para ti, a um determinado momento actuem sobre os planos de vida.

Estas entidades amparadoras presentes na vida de todo o ser humano, estão especialmente activas e prazerosas em quem conscientemente lhes entrega as chaves de sua alma.

É esse o desafio maior, para um maior conhecimento de ti próprio.

Entregares a tua alma como corolário do controlo que exerces sob os teus pensamento e acções a quem desconhecendo por ora em pessoa, te guardará, amparará, e conduzirá da forma mais apropriada no teu crescer em harmonia e equilíbrio.

O meu reconhecimento em todas as áreas da minha vida, àquelas amizades espirituais benfazejas que sempre me tem acompanhado, protegido e orientado, sob o peso dos meus passos.

Bendigo a todos os Amparadores da Espiritualidade Médica, Todos os Espíritos Protectores, Todos os Anjos Guardiãos.

terça-feira, dezembro 15, 2015

Sabe

sabe ....

que enquanto respirares à estrelas no céu...
enquanto sentires à indicações do caminho a seguir...


sabe...

enquanto procurares irás encontrar...
enquanto encontrares irás sempre procurar...


porque da Lua se fez Sol...
do Sol se fez alimento,
do alimento surges tu
de ti encontro eu
de mim chego até lá...

onde tudo se resolve antes mesmo que se prenuncie...

sabe...

onde tu chegas mesmo antes do separes das coisas,
a mais profunda da tua essência, que vive e pulula...

só para te amar... assim como tu és,
inatingível.

do longínquo caminho,
que faz perto a percepção
do vulgar atributo
sacralizas a acção.

sabe...

que muito antes de lá chegares
já não estavas só.

porque do Divino Amor
nasceste tu.

quarta-feira, dezembro 02, 2015

saber para não entender...

agora é o tempo chegado
de saber para não entender...

não entender as arrelias,
os desentendimentos desconhecer...

não conhecer os sentidos do intelecto,
quando estes professam acima de si mesmos...

não ofuscar as fragilidades alheias,
com as arrogâncias que sobram de si mesmo...

não escrever histórias parvas,
vestidas de explicação para o mundo que se desconhece, apenas porque se julga saber tanto.

o mundo já conheceu sua regeneração...
afinal esteve sempre onde a fossem capaz de percepcionar...

nunca deixou ninguém de fora, 
apenas não enche taças cheias de si mesmo...

agora é  tempo da primavera
onde a matéria finalmente se decompõe
de resíduo em gaz esférico

onde os sonhos do criador e de seu filho predilecto fazem de nós próprios...
a razão do nascer e pôr do Sol...

agora não existe motivos de ser incompreendidos
pelas vozes que não articulam sons
e todos os celestiais ouvidos
escutam e encantam...

agora não mais tens que temer algum desfecho
de qualquer historia queiram contar
se ela não te trás o que acreditas ser
não mais levará o que não queiras dar.

só amplamente dá
quem não espera receber

agora afinal é o tempo 
de no tempo tua alma desnudar.