sábado, setembro 12, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009
Um olhar puro
quarta-feira, setembro 09, 2009
Quebrando antigos padrões e Resgatando seu potencial divino
segunda-feira, setembro 07, 2009
Dialogo entre dois irmãos
quinta-feira, setembro 03, 2009
Fronteiras sem fim da amizade
Até onde vai a amizade? Diz-se que, por vezes, temos amigos que são mais do que irmãos.
São eles que nos sustentam nas crises, nos auxiliam na enfermidade, nos oferecem o ombro para chorar, a qualquer dia, a qualquer horário.
Pessoas há que, decepcionadas com pretensos amigos, afirmam que é muito difícil existir, hoje, amizade desinteressada.
No entanto, todos os dias, se ouvem histórias de pessoas que devem sua vida a algum amigo.
As gémeas Rita e Ruth nasceram, em 1988, numa cabana de barro na África Central.
Seus pais eram agricultores da tribo Tutsi e temiam pela vida das filhas, porque os rebeldes Hútus, da oposição ao governo, atacavam constantemente os Tutsis.
Por isso, o casal decidiu ir para Uganda, 240 quilómetros ao norte.
Cada um com uma filha às costas, alguns poucos pertences e a tia das meninas, de apenas 11 anos, começaram a grande viagem.
O pai foi o primeiro a ser assassinado, na tentativa de conseguir alimentos em uma aldeia. A mãe, quando ia à frente, tentando verificar se era seguro prosseguir a jornada, desapareceu para sempre.
Durante dois meses, Katie, na floresta com as duas crianças, esperou a volta da mãe das meninas.
Então, amarrou as gémeas ao seu corpo e saiu andando. Depois de dez meses, chegaram a Uganda.
Estavam sozinhas, dormindo ao relento e vivendo de restos de alimentos. Um dia, Jane, uma agricultora, as encontrou e as levou para sua casa, condoída de sua triste situação.
Jane tinha somente uma filha de 4 anos e, por três vezes, enfrentou os rebeldes Hútus, escondendo as crianças.
Quando as gémeas estavam com 11 anos, Katie ganhou uma passagem para longe da África, para o asilo no estrangeiro.
Naquela noite, Rita e Ruth ficaram abraçadas a Katie, chorando. Ela fora o centro de suas vidas desde sempre.
Mas, ao partir, Katie prometeu que mandaria alguém para buscá-las.
Para uma moça de 21 anos, como Katie, se adaptar à vida aonde quer que fosse, levaria tempo. E mais tempo ainda levaria para conseguir alguém que buscasse as gémeas.
Os meses se sucederam, sem qualquer notícia. Os Hútus matavam e sequestravam dezenas de Tutsis.
As meninas pensavam: Será que ela nos esqueceu?
Três anos se passaram. Com 15 anos, Rita e Ruth já tinham se resignado à vida de medo e incerteza em Uganda.
Então, elas foram apanhadas em casa por um agente estrangeiro e levadas ao aeroporto.
Quatorze horas depois, estavam em Londres, abraçando Katie. Ela explicou como tinha sido difícil conseguir que elas fossem levadas para a Grã-Bretanha antes de milhares de outros refugiados.
Mas disse: Espero que saibam que eu nunca as abandonaria.
As gémeas passaram o restante da sua adolescência morando com Katie.
Para elas, Katie é a grande amiga a quem agradecem por terem o privilégio de viverem num país de oportunidades.
Diz Rita: Apesar de tudo o que passei, sinto como se tivesse ganhado na loteria.
Amigos... Preciosidades que Deus coloca em nossas vidas para nos atapetar a estrada de ternura, a fim de nos tornar menos áspera a jornada.
com base no artigo Cuidem de mim,
de Rita Komunda, conforme contado a Nick Morgan, publicado na
Revista Seleções Reader’s Digest, de março de 2009.
terça-feira, setembro 01, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
A PROFECIA DE PETER DEUNOV
quinta-feira, agosto 27, 2009
terça-feira, agosto 25, 2009
O místico prático
sexta-feira, agosto 07, 2009
Isso eu aprendi
Um periódico de circulação nacional promoveu uma pesquisa bastante interessante.
Fizeram a seguinte pergunta para pessoas em todo Brasil: O que você aprendeu na sua vida, de mais valioso, até hoje?
As respostas foram, na maioria, bastante ricas, e convidam a muitas reflexões necessárias.
Uma delas dizia:
Aprendi que, não importa quanto eu queira, nem quanto tente: eu não consigo mudar ninguém. As pessoas são o que elas são.
É preciso amá-las por sua verdade, não pelo que eu gostaria que fossem. Entendi isso aos 70 anos, na missa de minhas bodas de ouro.
A pessoa entrevistada, na época da pesquisa, já contava com 83 anos, e mostrava que nunca é tarde para se aprender algo importante na existência.
Nosso compromisso de mudança é connosco mesmo. Tentar mudar o outro só nos traz frustração profunda, e possível malquerença mútua.
Outra pessoa inquirida, dizia:
Aprendi que o sorriso é contagiante. Não espero ninguém me cumprimentar; faço questão de saudar todo mundo com um sorriso, todos os dias.
É incrível, mas até as pessoas tímidas ou sisudas sorriem de volta e falam bom dia.
Posturas como essas são posturas que irão salvar o mundo da tristeza, do sofrimento, dos comportamentos depressivos, das doenças.
Tomar a iniciativa é fundamental. Não esperar o sorriso do outro e sempre sorrir, nos faz agentes da alegria na sociedade.
Outro entrevistado, ainda, afirmava:
Aprendi que as coisas são sempre piores na nossa cabeça do que na realidade. Sofria demais por antecedência, imaginando “e se” isso, “e se” aquilo.
Quando acontecia, não era nada demais. O pior já havia passado, e foi dentro de mim.
Quantas vítimas têm feito a nossa ansiedade... Quantas enfermidades geradas pelo comportamento ansioso do mundo moderno.
Entender que a preocupação excessiva não resolve, faz-se fundamental para poder se levar uma vida mais leve, mais agradável.
É indispensável confiar em Deus, em Suas Leis, na perfeição do Universo.
Fazer a nossa parte, sim, e confiar. Confiar sempre, pois o que é melhor para nós sempre acontece.
* * *
De tempos em tempos, precisamos nos perguntar: O que de importante aprendi?
O aprendizado precisa ser identificado, catalogado, amadurecido na alma.
A existência de quem vive coleccionando aprendizados é sempre mais feliz. Ela tem propósitos, metas, avaliações e resoluções constantemente.
A postura de quem realiza tais conquistas, e as identifica, não deve ser a postura exibicionista, vaidosa, não.
Essa contabilização é íntima. A comemoração é do coração.
Os que estão à volta poderão identificá-la, claro, mas através de nossas acções no bem, de nossa renovação de valores, que faz brilhar a nossa luz com força e segurança para todos os lados.