terça-feira, agosto 21, 2007
ARTICULADORA DA PAZ
segunda-feira, agosto 20, 2007
domingo, agosto 19, 2007
quinta-feira, agosto 16, 2007
sexta-feira, agosto 03, 2007
baseado em factos reais
Aconteceu num estádio. O público comparecera para assistir disputado o jogo da temporada. Nada menos que vinte mil pessoas aguardavam.
Uma menina, de apenas 13 anos, ganhara como prémio, a honra de cantar o Hino Nacional do País, os Estados Unidos, na abertura do grande evento.
De vestido longo, cabelo penteado e um belo sorriso nos lábios, ela agarra o microfone e inicia a execução. Afinadíssima, sua voz se projecta, emocionada, pelo imenso estádio. Então, o braço treme, ela engasga, esquece a letra.
A câmara televisiva a mostra em grande plano, os olhos marejados de lágrimas, aguardando ansiosamente alguém próximo que a ajude.
Ela se vê absolutamente só. Treze anos. Uma menina. Sozinha, ali, no meio.
O público ameaça uma vaia. E ninguém toma a iniciativa de ir até lá para ajudar. Todos ao seu redor a observam, parados. De repente, um homem se destaca e caminha ao seu encontro. É Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers.
Postando-se ao lado de Natalie Gilbert, a jovenzinha assustada, ele a abraça. Ela intenta esconder o rosto em seu peito. Mas o homem alto, encorpado, começa a cantar, incentivando-a a que faça o mesmo. Ela vacila, mas ele continua, entusiasmando-a. E, depois, com gestos, incentiva o povo a que cante junto. E, o público, compenetrado agora, percebendo a grande lição de solidariedade do técnico, canta. Logo mais, o estádio inteiro forma um único coro, emocionado e vibrante. E Natalie Gilbert conclui o Hino. Olha para o seu salvador e diz: "Muito obrigada".
Um homem, um gesto fez a grande diferença. Aquela menina poderia sair dali traumatizada, acreditando-se a última das criaturas, por ter falhado em hora tão importante. Mas a alma solidária de Mo Cheeks não somente a auxiliou, tanto quanto deu uma lição a vinte mil espectadores. Uma lição de solidariedade. Uma lição da atitude de um verdadeiro líder, de quem se importa com o outro.
Demonstrou que, quando alguém está em dificuldades, quem estiver mais próximo, tem o dever de ajudar. Ensinou a utilizar a empatia. Será que todas aquelas pessoas ali reunidas não pensaram, por um minuto sequer, que poderia ter acontecido com eles, se estivessem no lugar dela? Será que tantos pais e mães ali presentes não pensaram que poderia ser a sua filha a ter aquele esquecimento?
Naquele dia, Natalie Gilbert realizou o que se propôs. E Mo Cheeks demonstrou a diferença que faz um ser humano no Mundo.
Todos nós, onde quer que nos encontremos, podemos e devemos fazer a diferença. Quando todos observam alguém que perde o equilíbrio, ou tropeça e cai, podemos ser aquele que estende os braços para amparar. Ante alguém que derruba pacotes em plena rua, podemos ser a mão que auxilia. Oferecer-se para trocar um pneu, providenciar algumas compras, atender uma criança por alguns momentos. Quem de nós, onde esteja, não pode fazer algo simples, mas muito especial?
Algo que expresse que o ser humano é um ser de extraordinário potencial de amor, que é accionado ao mais discreto movimento da necessidade alheia.
Pense nisso e, seja você, onde estiver, a criatura especial que faz a grande diferença no Mundo.Um exemplo para imitar. Um líder para seguir.
quarta-feira, agosto 01, 2007
terça-feira, julho 31, 2007
segunda-feira, julho 30, 2007
segunda-feira, julho 23, 2007
Família
sexta-feira, julho 20, 2007
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domingo, julho 01, 2007
quinta-feira, junho 28, 2007
sábado, junho 23, 2007
terça-feira, junho 19, 2007
sexta-feira, junho 15, 2007
quinta-feira, junho 14, 2007
Sérgio - STUM
"A imagem acima mostra a galáxia que foi chamada de Sombrero, distante 28 milhões de anos luz da Terra, e que é simplesmente a casa de 800 bilhões de sóis! Ela é tão vasta que um raio de luz gasta 50.000 anos para ir de um lado a outro! É realmente complicado imaginar algo tão imenso, tão extraordinário, com números que extrapolam nossa ainda modesta e pouco estimulada capacidade de compreensão... e vale lembrar que esta foto retrata somente uma ínfima parte do universo conhecido! Quando deixo a imaginação solta, quando sintonizo essas maravilhas que estão tão harmoniosamente se deslocando no espaço sideral, sempre percebo que tudo se encontra em permanente e divina ordem, num sistema tão perfeito e tão equilibrado que até esta distante galáxia passa a ser importante em nossa vida, fazendo parte de nossa realidade, interagindo com sua força gravitacional com outros corpos celestes num mecanismo que sequer conseguimos adjetivar. Não há, entre as palavras que usamos, nada que consiga descrever tamanha Obra, tamanha grandeza. Quantos bilhões de planetas estarão orbitando aquela infinitude de sóis? Quantos destes planetas terão civilizações habitando-os? Que níveis de evolução terão atingido? Qual o propósito de algo tão complexo e extraordinariamente majestoso? Quanta abundância de espaço, de vida e de possibilidades... saber que fazemos parte deste conjunto, que temos o poder de criar a nossa realidade, que não somos somente um corpo físico, uma casca, mas seres imortais se deslocando temporariamente como passageiros da espaçonave Terra, numa viagem infinita, que nos tem como protagonistas principais rumo a algo fabuloso, talvez ainda pouco compreensível, mas que está à nossa frente, nos chamando, pedindo que sigamos a Luz, os sinais que estão espalhados pelo caminho, que se nos abre, escancarado, glorioso e belo. Chegaremos lá todos, mesmo que agora muitos companheiros de jornada ainda vibrem emoções negativas, de medo, de perda, de separatividade e escassez. A energia que movimenta o Universo está agindo também em nossas Almas, pois todos somos feitos dos mesmos elementos e sujeitos às mesmas leis imutáveis e que somente foram estabelecidas para que tudo evolua mais e mais, numa expansão - creio - sem fim! A que níveis de evolução poderemos chegar como um todo, se pensarmos que, apenas 400 anos atrás (o tempo de uma simples respiração cósmica), Galileu Galilei quase acabou seus dias na fogueira da inquisição por teimar publicamente que a Terra não era o centro do Universo... Quanto ainda estamos condicionados negativamente pela imagem que nos foi gravada em nossa mente de um Deus severo e implacável que pune suas criaturas com castigos eternos... Vamos tirar de vez de nossas mentes estas imagens erradas e que somente travam nosso crescimento! Quantos de nós não percebem ainda sua própria divindade, o fato de pertencer, de considerar o Universo como nossa casa acolhedora e cheia de oportunidade e recursos para sustentar todos os seus filhos? Como podemos ainda lutar entre irmãos, buscar nas diferenças motivo de discórdia e conflito? Como é possível ainda - com testemunhos tão belos ao nosso alcance - não perceber nossa missão cósmica, nossa preciosa participação neste processo? Vamos nos inspirar em tamanha beleza sideral e lançar nosso olhar muito além do horizonte atual e realizar com intensidade e dedicação nossa parte aqui e agora, mirando-nos na grande realização Cósmica de Deus Pai/Mãe que essas imagens expressam muito além de qualquer palavra... afinal, também somos feitos à imagem e semelhança D'Ele. Seja Feliz! "



