Ela passou anos apoiando mulheres e crianças em campos de refugiados na Síria, e dedicou sua vida a um trabalho humanitário pacífico e aos direitos humanos.
Agora pode ser condenada à morte por enforcamento.
Agentes da inteligência iraniana sumiram com a ativista curda Pakhshan Azizi, mantendo-a presa em uma cela solitária por meses e sob tortura. Pakhshan conseguiu enviar uma mensagem no ano passado, falando sobre os “interrogatórios” que viveu. Ela relata que foi enforcada diversas vezes e que chegou a ser enterrada a 10 metros do chão. O horror é inimaginável. Agora, depois de um julgamento suspeito, o Irã condenou Pakhshan à morte.
Ainda dá tempo de salvá-la!
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