terça-feira, abril 16, 2019

Vida ou morte

Todos os seres vivos nascemos, vivemos um determinado tempo. E morremos um dia. Nada mais certo, nesta Terra. Fatal é o instante da morte.

Contudo, muitos factores podem determinar que aceleremos o momento da nossa morte ou a retardemos.

Alguns pensamos que existe um dia, com hora e segundo certo de morrer. No entanto, isso não retrata a verdade.

Vejamos que as flores que plantamos em nosso jardim dependem de nossos cuidados. Podemos lhes abreviar a vida, deixando de lhes fornecer a água de que necessitam.

Ou podemos, simplesmente, arrancá-las e jogá-las no lixo.

Os animais domésticos igualmente aguardam que lhes providenciemos o alimento, a água, o abrigo. Quantos de nós lhes aceleramos o processo da morte por descuidos, abandono ou negligência?

Quantos não providenciamos os medicamentos e cuidados especiais que necessitam?

E nem temos ideia correta por quantas espécies animais extintas somos directa ou indirectamente responsáveis.

Se falarmos de nós mesmos, a questão não se faz muito diversa.

Podemos acelerar nossa passagem por este planeta, nos entregando a vícios, por exemplo.

Alguns acreditamos que são simples hábitos, que não nos causarão maiores males.

Esquecemos de que uma gota de veneno pode causar a morte. E existem venenos que aceitamos, diariamente, como o fumo, o álcool.

Um e outro podem nos ocasionar enfermidades que abreviarão a nossa estada nesta Terra. Ou irão, a pouco e pouco, minando cargas vitais, com igual resultado.

Também nossa forma de reagir ao que nos ocorre depõe contra nossa vida.

Uma explosão de raiva pode destruir energias preciosas, causando danos ao cérebro, aos neurónios.

De acordo com um estudo realizado por cientistas americanos, o mau humor, a impaciência e a raiva podem causar ataque cardíaco.

Afirmam que jovens, que reagem rapidamente ao stress  com raiva, tem três vezes mais chances de desenvolver doenças do coração.

Esses jovens têm cinco vezes mais chances do que as pessoas calmas de sofrer um ataque cardíaco prematuro, mesmo sem ter histórico de doenças cardíacas na família.

Conclui-se que temperamentos explosivos podem desenvolver doenças muito antes que qualquer outro factor de risco se torne aparente, como diabetes ou hipertensão.

Verificamos, assim, que nossa vida depende de nós. Mais longa ou mais curta. Mais calma, com menos dores de cabeça, de estômago e problemas biliares.

Ou mais stressada, recheada de manifestações agressivas e ataques de raiva.

A questão é como desejamos viver. E quanto mais desejamos viver.

Alguns homens na face da Terra atestam que respirar o saudável, em pensamentos e atos, coopera para a longevidade.

Ultrapassando os noventa ou os cem anos, mantêm a lucidez, excelente memória. E cooperam com a Humanidade, onde se encontrem.

Alguns constituíram família, criaram filhos e abençoaram os netos e bisnetos, deixando-lhes um exemplo de nobreza e dignidade.

Tudo recheado com muita calma e muito amor.

Pensemos nisso e nos amemos. Amemos nosso corpo, nosso instrumento de trabalho.

Amemos nossa vida, talento divino que nos foi concedido para a realização do melhor.

segunda-feira, abril 08, 2019

"A vida" por Bert Hellinger

“A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade.

A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.

A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”.

A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.

A vida envia pessoas conflitantes para te curar, para você deixar de olhar para fora e começar a reflectir o que você é por dentro.

A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.

A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio.

A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”.

A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.

A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo.

A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo.

A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti.

A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tabefes, até você finalmente ouvir.

A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.

A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir.

A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.

A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.

A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então tornar-se tudo.

A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.

A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e buscá-los.

A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.

A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta… Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste… até que só o AMOR permaneça em ti”

quinta-feira, fevereiro 07, 2019

a ilusão é a periferia da realidade
a existência é a ilusão da realidade

a realidade são os seres

a ilusão é a manifestação dos seres

a manifestação dos seres é o corpo

a matéria é a obra do corpo, a ilusão,

a ilusão ou os ecos dos egos

procurar-se é esquecer-se
esquecer-se é encontrar-se

encontrar-se é perder-se
perder-se é encontrar o lar

encontrar o lar é
equanimidade
Para viver melhor. Não se preocupe, se ocupe. Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente.

Não se desespere, espere. Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.

Não se indisponha, disponha. Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre.

Não se canse, descanse. Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.

Não menospreze, preze. Preze por qualidade, preze por valores, preze virtudes.

Não se incomode, acomode. Acomode seu corpo, acomode seu espírito, acomode sua vida.

Não desconfie, confie. Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus.

Não se torture, ature. Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância.

Não pressione, impressione. Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância.

Não crie discórdia, crie concórdia. Concórdia entre nações, concórdia entre pessoas, concórdia pessoal.

Não maltrate, trate bem. Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.

Não se sobrecarregue, recarregue. Recarregue sua forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança.

Não atrapalhe, trabalhe. Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes.

Não conspire, inspire. Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde.

Não se apavore, ore. Ore a Deus, ore aos santos, ore às forças e as energias.

Somente assim viveremos dias melhores.
Então não perca tempo, aproveite seu tempo!
Os Jogos Olímpicos da Humanidade

Os actuais jogos Olímpicos são uma reconhecida competição entre os mais dotados atletas de cada uma das nações participantes em determinadas modalidades desportivas, desde a sua origem na antiga Grécia.
Este evento evoluiu sobrevivendo ao passar das gerações, conseguindo o feito de atravessar mais ou menos incólume duas guerras mundiais.
Nos dias de hoje, apesar de manter alguns dos seus critérios originais ou regras de participação, como a idade jovem do atleta, sua quase perfeita compleição física, hoje sua organização é orientada por um comité de formação e ideologia fundamentalmente capitalista, à imagem das principais nações mundiais. Por esse mesmo motivo acabam muitos dos seus eventos contestados por revelações de conspiração às regras da competição justa, utilização de drogas dopantes, influências de pressão sobre atletas e juízes, critérios não imparciais e não raras manifestações populares de indignação.
São conhecidas as muitas irregularidades em modalidades que se repetem ano após ano e sempre exigem novos records nacionais e mundiais, quantos deles à custa da integridade física e moral de seus atletas, treinadores e equipes.
Será que este modelo de Jogos Olímpicos está como o nosso modelo civilizacional, caduco, demente e claramente insustentável a um curto prazo?
A esta questão é apontada a seguinte reflexão:
Porque não transformam estes jogos olímpicos oriundos de um modelo bélico do passado, para um modelo fraterno e do futuro?
Porque não se hão-de denominar de Jogos Olímpicos da Humanidade?
Cada nação faria representar seus mais dotados cidadãos, em determinadas modalidades definidas e documentadas num espaço de quatro anos como agora são aliás os jogos, e assim encontrados os eleitos para serem colocados em competição mundial directa, pelas medalhas do mais alto mérito e reconhecimento.
Porque não serem as modalidades a serem avaliadas por um colégio de juízes especializados e de reconhecida idoneidade, por exemplo; feitos registados ao nível da educação, ao nível social, da saúde, da ciência para o desenvolvimento, da caridade desinteressada, do desenvolvimento sustentado, da filantropia; da ecologia e ambiente, dos feitos de heroísmo mesmo o póstumo que também teria direito e muito justamente a homenagem e medalha, etc.
Enfim existem hoje em dia imensas disciplinas que poderiam facilmente reformar o paradigma competitivo entre nações, onde os Jogos Olímpicos recuperassem o seu mais nobre sentido, de unir competindo amigavelmente entre si, as nações do mundo inteiro, nos temas mais essenciais para a própria identidade humana, onde cada nação gostaria saber para sua própria identidade onde param os seus campeões, para lhes seja feita justa homenagem, seguido o exemplo, partilhado o saber.
Imagine-se o efeito pedagógico, económico e social sobre os cidadãos de cada país.
Imagine-se as dinâmicas positivas que um evento desta natureza mediatizado mundialmente geraria na globalidade das nações.
Enquanto a ambição de cada um, de cada povo, de cada nação for seu “umbigo”, seu destino será curto e pequeno.
A maior praga da actualidade

Reflexão acerca dos eventos nocivos que estão acontecer no mundo, de forma simultânea um pouco por toda a parte. Mesmo mudando pessoas, nacionalidades, culturas, os eventos chocantes são hoje uma constante publicitada à velocidade do próprio desenrolar do acontecimento.

Porquê?... estudando em cada nação seus problemas, tentando entender as suas desarmonias sociais, as assimetrias a variados níveis e presentes em temas profundamente essenciais para que se reúnam as condições para que uma vida seja dignamente vivida, a reparar no tipo de eventos que se sucedem e que lhes antecede,...

verifico que todos os eventos traumáticos de terrorismo são antecedidos por movimentações militares e politicos de grande impacto, escândalos financeiros, revelações de crimes que lesam as pessoas mais vulneráveis e onde se confirmam entretanto conspirações e influencias tenebrosas que acabam saindo impunes apesar de suas responsabilidades.

uns tempos depois em ciclos que se alternam, surgem por todo o lado como cogumelos, manifestações de revolta, que podem ser insanos, terroristas e outras monstruosidades organizadas.

tento aglutinar estes fortíssimos pólos de oposta influencia e compostos de gentes com diferentes posturas, os governos e os sistemas do poder, as economias e as empresas multinacionais, os agentes de informação, os militares e as hierarquias até ao próprio cidadão comum por um outro lado, tentando unir este vasto leque de personagens procuro uma causa comum para tanta desgraça, tanta loucura, já que a causa para o bem já todos a conhecemos, o amor puro.

Só me ocorre o egoísmo... é o egoísmo nas suas múltiplas manifestações, encrostado nos seres humanos, desde a menor das escalas à maior que está a causar a ruína do mundo e de seus habitantes, humanos e não humanos...

É o egoísmo compulsivo que cada um manifesta em casa, no trabalho, na relação com o seu semelhante, socialmente, na luta cega pelo seu interesse e ambição sem olhar o bem comum, é o Apocalipse!

Hoje tenho a certeza... a maior doença da humanidade desde à muito, causadora do desaparecimento de prosperas civilizações no passado... o egoísmo, essa incapacidade de se avaliar as circunstancias com clareza de espírito, com sanidade.
Uma espécie perigosíssima e venenosa de autismo com relação ao que nos rodeia.

Com razão se poderia considerar, que vivemos num mundo manicómio, onde a natureza e tudo que a constitui vive em permanente ameaça pela presença e acção humana, até a própria existência do homem está seriamente ameaçada refém de sua acção, desorientada e destruidora.

Egoístas e loucos...
"Se observarmos nosso organismo, veremos que Deus nos dotou de um par de ouvidos e uma só boca. Sabiamente, já prescrevia que mais se deve ouvir, e menos falar." (o valor de saber escutar)
Viver uma vida melhor é acreditar que tudo vai correr melhor e que a pessoa conta para que isso aconteça. 
Todo o ser humano tem uma natureza, que só ele próprio na generalidade dos casos conhece bem. 

Por esse mesmo motivo existe uma incapacidade natural de mentir a si próprio sem dificuldade.

Todo aquele que escolhe, permite e autoriza que a mentira se instale sobre si mesmo, apenas está a enganar-se, a vigarizar-se, a desconsiderar-se, e cabalmente a cavar a sepultura de sua própria riqueza espiritual.
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.

A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.

O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo.

Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflecte.

Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o património de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.

Se experimentas solidão no teu dia-a-dia, faz uma análise cuidadosa da tua conduta em relação ao teu próximo, procurando entender o porquê da situação.

Sê sincero contigo mesmo, realizando um exame de consciência a respeito da maneira como te comportas com os amigos, com aqueles que se te acercam e tentam convivência fraternal contigo.

Se és do tipo que espera perfeição nos outros, é natural que estejas sempre decepcionado, ao constatares as dificuldades alheias, olvidando, porém, que também és assim.

Se esperas que os outros sejam generosos e fiéis no relacionamento para contigo, estuda as tuas reacções e comportamentos diante deles.

A bênção da vida é o ensejo edificante de refazimento de experiências e de conquistas de patamares mais elevados, algumas vezes com sacrifício...

Não te atormentes, portanto, se escasseiam nas paisagens dos teus sentimentos as compensações do afecto e da amizade.

Observa em derredor e verás outros corações em carência, à tua semelhança, que necessitam de oportunidade afectiva, de bondade fraternal.

Exercita com eles o intercâmbio fraterno, sem exigências, não lhes transferindo as inseguranças e fragilidades que te sejam habituais.

É muito fácil desenvolver o sentimento de solidariedade, de companheirismo, bastando que ofereças com naturalidade aquilo que gostarias de receber.

A princípio, apresenta-se um tanto embaraçoso ou desconcertante, mas o poder da bondade é tão grande, que logo se fazem superados os aparentes obstáculos.

À semelhança de débil planta que rompe o solo grosseiro atraída pela luz, desenvolve-se e torna-se produtiva conforme a sua espécie...

Observa com cuidado e verás a multidão aturdida, agressiva, estremunhada, que te parece antipática e infeliz.

Em realidade, é constituída de pessoas como tu mesmo, fugindo para lugar nenhum, sem coragem para o auto-enfrentamento.

Contribui, jovialmente, quanto e como possas, para atenuar algum infortúnio ou diminuir qualquer tipo de sofrimento que registes.

Esse comportamento te fará muito bem e, quando menos esperes, estarás enriquecido pela afectividade que doas e pela alegria em fazê-lo.

Redacção do Momento Espírita, com base no texto Da solidão,
de Vinícius de Moraes, da obra Para viver um grande amor, do site
www.viniciusdemoraes.com.br e no cap. 15, do livro Atitudes renovadas pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL. Em 14.3.2014.

... Só por hoje todos os dias...

... Só por hoje todos os dias...

e que tal se consultasse a sua lista telefónica, corresse os olhos pelos contactos e seguisse a intuição que lhe surgisse, fizesse um telefonema àquela pessoa com quem não conversa tem muito tempo, ou lhe parece que faz sentido fazer essa chamada, essa ligação...

quem sabe não ficará surpreendido/a ao descobrir nessa pessoa, uma pessoa que já faz anos não lhe fala, ou alguém amigo que apesar de saber perto não contacta, ou até alguém de família, um parente... bem, extremando mas muito possível ainda... um irmão ou irmã.... o seu Pai ou a sua Mãe...

Vá!... faça ainda hoje essa chamada... essa ligação....

Só por hoje.... todos os dias....

Bom lembrar ...


sexta-feira, novembro 30, 2018

Swami Yoganand

A vida humana é karma dominante. Todas as situações (boas ou ruins, pequenas ou grandes) que recebemos em nossas vidas na forma de corpo, saúde, relacionamentos, lugar, coisas ou morte, etc., são as criações de nossos próprios karmas. nascimento para o qual temos lembrança ou feito em quaisquer nascimentos anteriores aos quais nos esquecemos. As regras da natureza (karmas) são muito precisas, não há erros. Os karmas sempre seguem seu fazedor, não importa em qual corpo você esteja ou em qual lugar você esteja. O karma não tem compaixão. Não podemos obter situações boas ou ruins sem fazer essa qualidade de karmas. Então, não culpe ninguém ou algo pelas situações ruins em nossas vidas, do contrário seria um novo karma ruim novamente. Directamente, parecerá que eles são responsáveis ​​pelas más situações em nossas vidas, mas eles são apenas médios através dos quais os resultados de nossos karmas retornam para nós. Portanto, aceite as situações com calma e mente estável e sempre se concentre em nossos karmas atuais, não em situações. Cada karma tem seu tempo de vida limitado, não é para sempre, ele passará. Nós somos os criadores de nossas próprias vidas.

segunda-feira, novembro 19, 2018

Perceba isso

Como, após cada estado de vigília, dormimos, da mesma forma após cada nascimento morremos. 

Como, após cada sono, despertamos novamente, da mesma forma após cada morte nós nascemos de novo. 

Como não temos medo do sono, da mesma forma não devemos ter medo da morte também. É um ciclo contínuo. Se queremos quebrar este ciclo, temos que perceber o verdadeiro eu. O corpo não é o nosso verdadeiro eu. 

Perceba isso ...

quarta-feira, outubro 24, 2018

Deus não quer...

Deus agora não quer que te manifestes exteriormente, Deus quer que te manifestes energéticamente.
O teu coração

quarta-feira, setembro 12, 2018

De coração cheio

As coisas mais caras estão cada vez mais fáceis de ser adquiridas. Afinal vivemos num capitalismo galopante. O mercado da oferta e da procura é a mais recente democracia do sistema, que se adapta às tendências de mercado e se corrompe quando necessário. Cada vez mais numa corrida desenfreada, é mais fácil possuir bens, objetos. O sistema agradece, reconhece e estimula essa economia, que aproveita bem montado para gerir as consciências a seu bel prazer, conduzir insustentavelmente os seus adeptos, até ao final infeliz da dependência e escravidão vestida de ócio. Contrariamente, os bens não perecíveis, os valores morais, éticos, humanos, espirituais, de respeito, de camaradagem, de hombridade, de amor, esses cada vez mais difíceis de alcançar, esses não se compram, não tem mercado de compra e venda, e em contra corrente, cada vez mais difícil é esbarrar com eles espontaneamente, onde andam os seus mestres? Quem os divulga, cada vez mais raros ou anônimos os seus divulgadores. Vejo, cada vez mais pessoas sedentas destes bens imateriais, é escasso o prazer desse alimento da alma. Então o que ocorre partilhar e recordar, é que o que se precisa, muito se precisa e não está à venda por nenhum sistema, tem o ser humano dentro de si o engenho, de encontrar o que procura e falta lhe faz. Assim dentro de ti mesmo tens o que mais falta te faz a ti e a todos, inicia hoje mesmo essa caminhada, essa iniciação. A viagem será fantástica, nunca estarás só e verás com o maior prazer de alma cheia, no outro o que lhe deste, que ele agora dá de volta com mãos largas e o coração cheio. Um abraço de paz e de cura, são os meus votos a ti, que lês este texto e não para que tu guardes, mas para que partilhes e com isso, te sintas de coração cheio. ❣️

terça-feira, setembro 11, 2018

Conversa de músico

nos graves sente-se quer se queira ou não. Nos médios, desde onde nos encontramos é possível uma percepção dos opostos, sem a nenhum momento necessariamente estar vinculado, é uma espécie de estado transitório onde a percepção dos opostos se precipita aos mais atentos como uma antevisão ou antecipação do acontecer. Nos agudos, não existe mistura, ou se é ou não. A percepção das fronteiras, normalmente só vivenciada em consciência pode ser escutada, entendida. Todas as 3 frequências permeiam o ser humano a cada inspiração e expiração. Maestros da melodia queremos fazer ouvir 🙏🏼🎼❣️