segunda-feira, julho 29, 2019

Falando ao oceano...

Algumas folhas de papel, caídas sobre a areia de uma praia pouco visitada, traziam as seguintes linhas:

Quando abraço o oceano com o olhar, volto a questionar milhões de coisas, tantas quanto as ondas que ganham a areia.

Volto a questionar: Como alguém pode sentir-se só na presença do mar? Na presença desta brisa incessante? Na companhia deste perfume raro?!

Como ainda posso me sentir só, sabendo que os braços do invisível me abraçam, que aqueles que partiram continuam existindo, e que todos nós, sem exceção, somos amados por alguém!? Como ainda posso me sentir só?

Talvez seja porque eu me isole do mundo, e seja exigente demais com as pessoas. Pode ser isso.

Talvez seja porque eu não permita que os outros conheçam minha vida, meus sonhos, minhas dificuldades. Acho que há um pouco de orgulho nisso.

Quem sabe seja porque eu procure a solidão, e não ela que me persiga, como eu imaginava.

É... Talvez eu precise conversar mais com as pessoas, me interessar mais por suas vidas, ouvir.

Há tempos que não ouço alguém; um desconhecido relatando os acontecimentos corriqueiros do dia a dia; um colega de trabalho falando das peripécias de seus filhos.

Meus irmãos: há tempos não converso com eles sobre assuntos profundos, como planos para o futuro, lembranças boas do passado.

É curioso, pois lembro-me de que há algumas semanas ouvi uma mensagem de cinco minutos, num programa de rádio, que falava sobre isso, sobre como as pessoas se isolam umas das outras, e do quanto isto é prejudicial para a saúde mental e física, já que uma é consequência da outra.

O locutor dizia que quem ama não se sente só, pois está sempre se doando, se envolvendo com os corações mais próximos, na intenção de ajudar.

Dizia ainda que, quando nos sentimos úteis, e concluímos que muitos dependem de nossa dedicação, de nosso amor, também esquecemos da solidão.

Acredito que ele tenha razão, pois lembro que naquele dia fui visitar uns tios que não via há muito tempo, e aquela visita fez-me tão bem!

Falamos de assuntos comuns, como notícias de televisão, notícias da família, mas ao final saí de lá menos tenso, menos preocupado com a solidão.

Abracei minha tia, e a ouvi dizer, por entre lágrimas discretas: Gostamos muito de você, viu? Venha mais vezes! Não é sempre que recebemos visitas!

Ela está certa. Não é sempre que recebemos visitas, pois não é sempre que visitamos os outros, creio eu.

Naquela tarde, vi que poderia ser útil em pequenas coisas, e que aquilo me afastava um pouco da solidão.

Dentro do carro, voltando para casa, observando o movimento intenso nas ruas, lembro de fazer estas mesmas perguntas: como pode alguém sentir-se só na presença de tanta gente, de tanta vida!?

Quantos desses corações esperam apenas por uma visita? E quantos deles estão dispostos a fazer uma?

E aqui está você, amigo oceano, à minha frente, ouvindo todas estas minhas divagações. Acho que foi sua presença, rei das águas, que me ajudou a entender melhor o que se passa em meu íntimo.

Agradeço profundamente por sua companhia, por conseguir me ouvir, e por me dizer, mesmo sem falar, que o que preciso fazer é visitar mais o coração de meu próximo.

Muito obrigado.

sexta-feira, julho 19, 2019

Baleias ou sereias?

Estamos vivendo a época do culto ao corpo. Naturalmente que cuidar desse precioso instrumento de trabalho é muito importante.

Contudo, criou-se a ideia de que as pessoas precisam ter corpos esculturais.

Cresce o número de escolas para modelos e muitas adolescentes sonham em se tornar top model. Em serem ricas e famosas.

Nas lojas, encontram-se manequins que se direccionam para esse segmento de mercado, em número expressivo.

As academias anunciam fórmulas diversas para se atingir o objectivo de um corpo perfeito.

Medicamentos, drogas são receitadas e utilizadas para se conseguir o efeito almejado.

A propósito, lemos que uma determinada academia, colocou, no início do verão, um outdoor com o seguinte apelo:

Neste verão, você quer ser sereia ou baleia?

Uma mulher dirigiu à academia a seguinte resposta:

Ontem vi um outdoor da academia, com a foto de uma moça escultural, de biquíni, e a frase: “Neste verão, qual você quer ser? Sereia ou baleia?”

Respondo que as baleias sempre estão cercadas de amigos.

Elas engravidam e têm filhotinhos fofos. Elas amamentam.

Nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares maravilhosos como as baías de gelo da Antárctida, ou os recifes de coral da Polinésia.

Baleias esguicham água e brincam bastante. Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados.

Baleias são lindas e amadas.

E quanto às sereias? Bom, sereias não existem. Se existissem, viveriam em crise.

Elas não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza e sua melodia.

São lindas, mas tristes e solitárias.

*   *   *

A resposta encaminhada nos leva a refletir em como temos dado excessiva ênfase ao corpo.

Ênfase que se reflete na sociedade, de um modo geral.

Tanta que, por vezes, pessoas com maior peso têm dificuldades para entrar em determinados lugares, para se sentar em bancos pequenos, estreitos.

É claro que o descuido com o corpo gera uma série de inconvenientes, de enfermidades.

Não menos o exagero que leva as pessoas a não se alimentarem, a desenvolverem fobias por gramas a mais, a padecerem de bulimia.

E em tudo isso temos esquecido de algo muito importante: o ser que habita o corpo é mais importante do que o corpo.

Assim, nem tanto ao mar, nem tanto à Terra, como diz a sabedoria popular.

Mais adequada está determinada marca de produto que, no verão, aproveitou para divulgar que o sol, o mar e a praia são para todas as mulheres.

Mesmo aquelas que não têm um corpo escultural.

Assim, preservar-se, alimentar-se de forma adequada, exercitar-se. Tudo muito bom.

Mas, sem exageros, a fim de que não se caia no desleixo ou no excesso de cuidados.

E, mais que tudo, recordar que é preciso cultuar valores imperecíveis, que não acabam com o corpo.

Uma pessoa é amada e tem valor real não pelo peso de seu corpo, pela forma harmoniosa ou não, mas pelo seu conteúdo.

Conteúdo que não perece com os anos, não enruga, não envelhece.

Conteúdo que se traduz em saber granjear amigos, manter a família, produzir para o benefício de todos.

Assim, sejamos sábios e aproveitemos o que há de bom na sereia e na baleia.

Cuidado exterior, sim. Beleza interior, também.

E, por fim, lembremos que somos seres imortais, destinados à perfeição.

Hoje, somos humanos. Amanhã, seremos anjos, benfeitores dessa e de outras Humanidades, espalhadas por esse imenso Universo de Deus.

quinta-feira, junho 06, 2019

Para vc pensar...

A principal causa do medo é a morte. A vida pode terminar a qualquer momento devido a qualquer motivo. A morte é a causa de todos os tipos de medo na vida. É por isso que nos identificamos ou nos conectamos com coisas diferentes do lado de fora. Dá uma sensação de protecção. Apenas pessoas com medo anexar com as coisas e outros povos. Nossa identificação com o corpo é o começo do medo. Se você quer viver uma vida destemida, quebre sua identidade com este corpo. A vida não é apenas corpo, a vida é antes e depois do corpo também. Perceba esse mistério. Quem é Você ! 

quarta-feira, junho 05, 2019

“Mergulhe em si mesmo” – por Mahatma Gandhi

Temos medo de estarmos connosco, mergulharmos em nosso interior. O silêncio e sua prática nos leva a esta possibilidade de encontro profundo e revitalizador.

Com o silêncio, encontramos a paz e o amor incondicional vem com toda a força transformadora. O amor é a força mais sutil do mundo. O mundo está farto de ódio. É é este ódio irracional e distante da força criadora que destrói, corrompe e ensurdece a humanidade.

Pare! Recomece! Reprograme-se… O silêncio pode ser o ponto chave desta nova caminhada. Pratique-o diariamente e transforme um pouco nosso mundo. Ouça-se.

Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo. Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim.

Pratique diariamente o silêncio da paz. Respire profundamente algumas vezes. Inspire e sopre lentamente até ir relaxando e mergulhando dentro de si mesmo. Feche os olhos e silencie seus medos, preocupações e ansiedades diárias, por alguns momentos. Dê a chance à sua paz e a paz do mundo.

Faça a sua parte, se doe sem medo. O que importa mesmo é o que você é… Mesmo que outras pessoas não se importem. Atitudes simples podem melhorar sua vida.

Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados. Espalhe esta ideia.

Transforme o mundo, a partir de você. Seja a mudança que você deseja para o mundo.

Mahatma Gandhi


sexta-feira, maio 31, 2019

Inoperância cívica e social

Desde que me recordo na assim denominada democracia, em sociedade existe todo um esforço pedagógico para educar os cidadãos de forma a estes constituírem uma sociedade justa, esclarecida, fraterna e evoluída.

Sendo a governação de uma sociedade, um modelo que se pretende implementar em que cidadãos participem activamente, verifica-se contrariamente que são os actores políticos do governo um repetido exemplo de agentes da mesquinhice que afasta o cidadão da vida política activa, sentindo-se um marginalizado ou cidadão de inferior categoria social. 

Considerando esta introdução, faz sentido uma reflexão sobre o tema, utilizando um simples e compreensível exemplo, e multiplicar por a quase totalidade das atitudes prepotentes de dirigentes nos diversos meios, escolas, hospitais, empresas, etc.

“Numa determinada cidade, há imenso tempo se sofre a falta de um edifício especializado para uma certa função. 

Com uma plena consciência desta necessidade junto do comum cidadão dessa cidade, finalmente o governo consegue reunir consenso a vários níveis para ser lançada mediante concurso a obra, para benefício de todos.

Passaram-se 3 anos desde que a obra foi lançada.

Mais de duas centenas de almas das mais diversas especialidades, operam dia após dia, fazendo sol ou chuva, almoçando juntos entre os tijolos enquanto o edifício toma lentamente forma. Mais de um milhar de dias em que muitos pernoitaram na obra, riram, choraram, foram dias passados vendo a obra crescer e envelhecendo junto com ela. 

Desses trabalhadores responsáveis por a materialização desse edifício, entre alguns acidentes ligeiros fica registada inclusive a trágica morte de um trabalhador que sucumbiu no cumprimento da sua missão cívica: trabalhar de manhã à noite para no erigir desse edifício que das suas mãos brotou, em consequência levar o sustento familiar ao final do dia para casa.

Ao final de cerca de três anos de intensas histórias de duas centenas de pessoas, de toda essa carga emocional humana, fica como testemunho, como assinatura, um magnifico edifício construído, que irá ser finalmente de grande utilidade para todos cidadãos.

Passaram-se três anos e o edifício pronto é marcada a inauguração.

É dia de festa na cidade, anunciado feriado municipal, vem convidados de fora, a frente do edifício é engalanada, as ruas coloridas com decorações, o governante local e sua comitiva escolhida de gente bem vestida e de alto gabarito, comparece para perante os média, perante o rádio, jornalistas e televisão cortar a fita e quebrar a garrafa de champanhe. 

Toda esta festa inaugural, continua dentro do edifício com um maravilhoso almoço, para essa diminuta comitiva onde se seguem os discursos e as fotografias, os louvores e os aplausos.

Entretanto, onde estão as duas centenas de trabalhadores nesta inauguração? 

Nem um foi convidado! 

A elegante placa dourada na entrada do edifício, menciona um nome que nem um prego colocou no edifício, não de algum trabalhador, nem tão pouco daquele que na obra perdeu tragicamente a vida pelo edifício. 

Nas fotografias institucionais aparecem muitos estranhos engalanados, mas nenhum dos trabalhadores foi convidado, para nenhum dos momentos inaugurais do edifício, nem ele nem ninguém de sua família, nem a viúva do trabalhador que perdeu a vida a trabalhar.

Este é o ilógico deste modo de reconhecer as pessoas válidas e verdadeiros intervenientes de uma sociedade em construção. 

A mensagem pedagógica que passa, só acentua divórcio entre o povo e as classes governativas.

Como é possível os governos esquecerem os governados?!

Esquecer que sem povo para governar a sua existência é uma falácia e os seus feitos uma mentira.

Haja vergonha, e dê-se o mérito inclusivo a quem merece, quando merece!

O desprezo que os poderosos sentem pelos mais desfavorecidos, é o reconhecimento de sua própria vergonha.

quarta-feira, maio 22, 2019

Os invisíveis que estão connosco

A noite seguia festiva no amplo auditório da Universidade. Pais, familiares, amigos tomavam quase todas as poltronas.

A entrada dos formandos, um a um, sob os flashes dos fotógrafos, se sucedia, num mar de emoções.

Pais orgulhosos, lembrando as horas intermináveis de estudo, o esforço para a conquista do diploma universitário do filho;

Pais que mal continham as lágrimas, nas recordações dos pequenos há pouco e agora recebendo os louros de um curso concluído.

Havia esposos, namorados, padrinhos e madrinhas. E as manifestações de uns e outros, aconteciam, a cada formando que tomava assento no grande palco.

Depois, foram os discursos. E as homenagens aos professores, aos pais, aos colegas.

No entanto, houve um momento mais especial de todos os demais. Foi quando a festa transcendeu as paredes do auditório.

Transpôs fronteiras e estabeleceu uma ponte com a Espiritualidade. Anteriormente, o nome de Deus, o Senhor da vida, fora lembrado mais de uma vez.

Prece de gratidão se erguera e fossem religiosos ou não, os minutos se transformaram em envolvente vibração.

Então, o mestre de cerimónias anunciou que seria prestada uma homenagem aos que não estavam presentes.

As luzes se apagaram e todos foram convidados a acender a lanterna dos seus celulares. O ambiente parecia um céu de minúsculas estrelas brilhantes.

E, enquanto eram lembrados pais que haviam partido, uma esposa, um amigo, aquelas pequenas luzes brilhando, nas mãos que se movimentavam, diziam que eles, os invisíveis, estavam ali.

Sim, essa era a mensagem. Eles estavam invisíveis, mas presentes, ao lado dos seus amores.

Não houve quem não derramasse uma lágrima, furtiva que fosse.

As vozes embargadas das formandas, responsáveis pela homenagem, quase não conseguiam chegar ao final do texto previamente preparado.

Foram instantes de uma vivência espiritual. Instantes em que os dois mundos se interpenetraram e os do lado de cá nos demos conta disso.

Os mais sensíveis sentiram os abraços, os afagos dos que estavam na Espiritualidade.

Com certeza, foi o momento mais extraordinário daquela noite.

*   *   *

Como seria bom se repetíssemos mais vezes essas vivências, em nossas vidas. Se lembrássemos de estabelecer essa ponte de comunicação com os que se foram.

Afinal, a fronteira da Espiritualidade inicia exactamente quando finda a fronteira da vida material.

E bastará um pensamento de tempos felizes juntos vividos, para que façamos a conexão com as suas mentes.

Eles, como nós, sentem saudades. E, muitas vezes, nas horas do dia ou nas horas mortas da madrugada, nos procuram.

Não os sentimos, habitualmente, porque nos encontramos imersos em preocupações. Então, vez ou outra, permitamo-nos sentir abraçados por esses que prosseguem nos amando.

Porque o amor não acaba nunca. Não fica encerrado em uma urna ou vira cinzas.

A alma imortal leva consigo o perfume dos seus amores, a doce lembrança dos que ficaram e, de onde se encontra, envia seu carinho.

São como pequenos ramalhetes de delicadas flores que nos são endereçados.

Permitamo-nos sentir-lhes o perfume. Oremos. Pensemos neles, endereçando-lhes nosso amor, a eles, os invisíveis que estão connosco.

terça-feira, maio 07, 2019

O que é urgente?

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, ter urgência em tudo que faz.

Mas não esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo, e você pode evitar que ela vá a falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você, e seu corpo físico vai reclamar contigo.

Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos, sem desilusões.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros, paciência e tolerância, com todos.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas reflectir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise, e dificuldades.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história, sem dó ou piedade.

É atravessar desertos, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos, É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “não”, é ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

É ter maturidade para falar: “eu errei”, é ter ousadia para dizer: “me perdoe”.

É ter sensibilidade para expressar: “eu preciso de você”, é ter capacidade de dizer “eu te amo”.

Quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita e única.

Usar as lágrimas para irrigar a tolerância, é usar as pedras para refinar a paciência e usar as falhas para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência e do discernimento, sem se importar pela ingratidão que lhe fizeram.

Jamais desista de si mesmo, jamais desista das pessoas que você ama, seja perseverante e não teimoso.

Ser feliz é levantar cada manhã e agradecer a Deus por mais um dia pelo milagre da vida, e a oportunidade de continuar crescendo.

segunda-feira, maio 06, 2019

EMMANUEL - Chico Xavier

IRMÃOS(AS) PRESTEMOS MUITA ATENÇÃO NA TRANSIÇÃO QUE ESTA OCORRENDO EM TODO SISTEMA SOLAR:

Já entramos na era da regeneração planetária...


Não só a Terra, mas o sistema solar inteiro já está imerso no cinturão de fótons que emana de Alcyonne, o Sol Central da Galáxia, vem recebendo sua energia para a transmutação e para o salto quântico evolutivo.....


O cansaço e as novas frequências:


O cansaço físico que estamos sentindo é devido às novas frequências electromagnéticas inteligentes que estão chegando do Sol Central. 


Estas estão mexendo radicalmente em nossas estruturas físicas, emocionais e espirituais. Como se fôssemos apenas um aparelho de celular ligado a uma bateria de um imenso navio. 


Há muita energia vindo do mundo espiritual. Sendo assim, há a necessidade de estabilização.



O QUE FAZER?

Mentalmente:


Vibrar em alta ressonância, de preferência na mais alta energia possível, a energia da Gratidão, da Compaixão, da Generosidade, da Benevolência e do compartilhamento mútuo das ideias.

Evitar julgamentos alheios, pois não sabemos realmente o que cada um veio passar nesta vida. 
Elevar o pensamento para coisas nobres, ao invés de continuar compartilhando notícias fúteis e terríveis que teimam em multiplicar pela televisão e medias sociais. 
Faça diferente, encontre coisas boas nas pessoas e nas situações, elas existem, mas estão sendo esquecidas. 
Pare de reclamar e comece a agradecer, a Gratidão é a energia que moldará o novo mundo. 
Quando um pensamento ruim vier, compreenda-o e imediatamente neutralize com outro superior e positivo.
Quando um problema vier a sua mente, transmute a informação, procurando imediatamente a solução e foque nesta. Mude o foco, encontre coisas belas em você, em seu comportamento, pare de se mutilar energeticamente, pois todos nós temos coisas boas e virtudes.

Fisicamente:


Fazer exercícios calmos e concentrados, emitindo, ao mesmo tempo em que os faz, ondas azuis para todos os locais onde sente supostamente dor, desconforto ou fadiga muscular, transformando um simples exercício de alongamento e fortalecimento em um exercício vibracional quântico intensificado.

Beber bastante água mineral, de preferência aquela que sai directo das pedras , pois traz fragmentos minerais puros do centro da montanha, rochas e cristais. 
Evitar alimentos industrializados e com condimentos exagerados.
Coloque para dentro do seu corpo sentimentos bonitos, e saudáveis para a tua vida. 
Tomar sol e agradecer enquanto faz isso. Mergulhar na água do mar ou na água de rio corrente para entrar na frequência nova da Natureza.

Espiritualmente:


Prestar atenção na intuição, pois ela está chegando com mais força e é a primeira informação que chega do mundo espiritual para adentrar em sua mente. .. Ouvir uma música boa, aquela que faz os seus pêlos do seu braço arrepiar, pois esta é capaz de produzir a ressonância com seu espírito.

Prestar atenção também nas inspirações, pois elas vêm pura e simples, caso contrário, não conseguimos anotar o que é recebido ou fazer no exacto momento em que ela chega, quando perdemos o contacto o espírito demora para trazê-la novamente. 
Inspiração também é, algo que seu próprio espírito lhe envia das profundezas de seu inconsciente e não apenas o que vem de um espírito amparador.
É você mesmo em manifestação futura e em dimensão divina, rebuscando o que já há de bom dentro de si, tentando conversar consigo mesmo.

Relacionamentos:


Não precisa mais gritar com ninguém, seu coração já não suporta mais gritos e discussões, ele só quer harmonia e entendimento, a época dos sofrimentos terminou, quem ainda continuar nesta ideia passará por grandes provações. 

Se for preciso se posicionar, posicione-se sem precisar fazer alarde de sua posição, pois a posição e sua.

Trabalho:


Seu espírito não está mais querendo fazer o que não faz sentido e não preenche o seu propósito de vida. 

Ele está forçando-o a entrar com força total no seu centro de sinergia, aquele que sintoniza com as forças que vêm do Universo. 
Se não mudar ou melhorar sua relação com seu trabalho, sua vida vai ficando cada vez mais vazia, mesmo que através dele receba bastante dinheiro, nada disso poderá dar um sentido real para a sua existência daqui em diante. 
Não se preocupe em encontrar o novo mundo, ele não é um lugar, mas sim uma frequência, um estado vibracional em que todos podem estar, se assim o desejarem.
O estado da gratidão pura e silenciosa. 
Sintonia é o caminho, sintonia consigo mesmo.
Essa é a verdadeira espiritualidade que os mentores desejam de nós, pois estando completos e conectados, estamos em plena Sintonia com o Todo.

O PROCESSO OBSESSIVO EM SUA VIDA


Nem sempre conseguimos perceber. Os processos obsessivos, vastas vezes, porém, principiam de bagatelas:


  • O olhar de desconfiança…
  • Um grito de cólera…
  • Uma frase pejorativa…
  • A Maledicência sem pensar..
  • A ponta de sarcasmo…
  • O momento de irritação…
  • O julgamento ferrenho...
  • A tristeza sem motivo…
  • O instante de impaciência…
  • A indisposição descontrolada…


Estabelecida a ligação com as sombras por semelhantes tomadas de invigilância, eis que surgem as grandes brechas na organização da vida ou na moradia da alma


  • A desarmonia em casa…
  • A discórdia no grupo da ação…
  • O fogo da crítica…
  • O veneno da queixa…
  • A doença imaginária…
  • A rede da intriga...
  • A treva do ressentimento...
  • A discussão infeliz...
  • O afastamento de companheiros…
  • A rixa sem propósito…

As obsessões que envolvem individualidades e equipes quase sempre partem de inconveniências pequeninas que devem ser evitadas, qual se procede com o minúsculo foco de infecção.

Para isso, dispomos todos de recursos infalíveis, quais sejam:



  • A dieta do silêncio;
  • A vacina da tolerância;
  • O detergente do trabalho;
  • O antisséptico da oração.


EMMANUEL | Chico Xavier

terça-feira, abril 16, 2019

Vida ou morte

Todos os seres vivos nascemos, vivemos um determinado tempo. E morremos um dia. Nada mais certo, nesta Terra. Fatal é o instante da morte.

Contudo, muitos factores podem determinar que aceleremos o momento da nossa morte ou a retardemos.

Alguns pensamos que existe um dia, com hora e segundo certo de morrer. No entanto, isso não retrata a verdade.

Vejamos que as flores que plantamos em nosso jardim dependem de nossos cuidados. Podemos lhes abreviar a vida, deixando de lhes fornecer a água de que necessitam.

Ou podemos, simplesmente, arrancá-las e jogá-las no lixo.

Os animais domésticos igualmente aguardam que lhes providenciemos o alimento, a água, o abrigo. Quantos de nós lhes aceleramos o processo da morte por descuidos, abandono ou negligência?

Quantos não providenciamos os medicamentos e cuidados especiais que necessitam?

E nem temos ideia correta por quantas espécies animais extintas somos directa ou indirectamente responsáveis.

Se falarmos de nós mesmos, a questão não se faz muito diversa.

Podemos acelerar nossa passagem por este planeta, nos entregando a vícios, por exemplo.

Alguns acreditamos que são simples hábitos, que não nos causarão maiores males.

Esquecemos de que uma gota de veneno pode causar a morte. E existem venenos que aceitamos, diariamente, como o fumo, o álcool.

Um e outro podem nos ocasionar enfermidades que abreviarão a nossa estada nesta Terra. Ou irão, a pouco e pouco, minando cargas vitais, com igual resultado.

Também nossa forma de reagir ao que nos ocorre depõe contra nossa vida.

Uma explosão de raiva pode destruir energias preciosas, causando danos ao cérebro, aos neurónios.

De acordo com um estudo realizado por cientistas americanos, o mau humor, a impaciência e a raiva podem causar ataque cardíaco.

Afirmam que jovens, que reagem rapidamente ao stress  com raiva, tem três vezes mais chances de desenvolver doenças do coração.

Esses jovens têm cinco vezes mais chances do que as pessoas calmas de sofrer um ataque cardíaco prematuro, mesmo sem ter histórico de doenças cardíacas na família.

Conclui-se que temperamentos explosivos podem desenvolver doenças muito antes que qualquer outro factor de risco se torne aparente, como diabetes ou hipertensão.

Verificamos, assim, que nossa vida depende de nós. Mais longa ou mais curta. Mais calma, com menos dores de cabeça, de estômago e problemas biliares.

Ou mais stressada, recheada de manifestações agressivas e ataques de raiva.

A questão é como desejamos viver. E quanto mais desejamos viver.

Alguns homens na face da Terra atestam que respirar o saudável, em pensamentos e atos, coopera para a longevidade.

Ultrapassando os noventa ou os cem anos, mantêm a lucidez, excelente memória. E cooperam com a Humanidade, onde se encontrem.

Alguns constituíram família, criaram filhos e abençoaram os netos e bisnetos, deixando-lhes um exemplo de nobreza e dignidade.

Tudo recheado com muita calma e muito amor.

Pensemos nisso e nos amemos. Amemos nosso corpo, nosso instrumento de trabalho.

Amemos nossa vida, talento divino que nos foi concedido para a realização do melhor.

segunda-feira, abril 08, 2019

"A vida" por Bert Hellinger

“A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade.

A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.

A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”.

A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.

A vida envia pessoas conflitantes para te curar, para você deixar de olhar para fora e começar a reflectir o que você é por dentro.

A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.

A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio.

A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”.

A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.

A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo.

A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo.

A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti.

A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tabefes, até você finalmente ouvir.

A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.

A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir.

A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.

A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.

A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então tornar-se tudo.

A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.

A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e buscá-los.

A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.

A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta… Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste… até que só o AMOR permaneça em ti”

quinta-feira, fevereiro 07, 2019

a ilusão é a periferia da realidade
a existência é a ilusão da realidade

a realidade são os seres

a ilusão é a manifestação dos seres

a manifestação dos seres é o corpo

a matéria é a obra do corpo, a ilusão,

a ilusão ou os ecos dos egos

procurar-se é esquecer-se
esquecer-se é encontrar-se

encontrar-se é perder-se
perder-se é encontrar o lar

encontrar o lar é
equanimidade
Para viver melhor. Não se preocupe, se ocupe. Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente.

Não se desespere, espere. Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.

Não se indisponha, disponha. Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre.

Não se canse, descanse. Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.

Não menospreze, preze. Preze por qualidade, preze por valores, preze virtudes.

Não se incomode, acomode. Acomode seu corpo, acomode seu espírito, acomode sua vida.

Não desconfie, confie. Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus.

Não se torture, ature. Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância.

Não pressione, impressione. Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância.

Não crie discórdia, crie concórdia. Concórdia entre nações, concórdia entre pessoas, concórdia pessoal.

Não maltrate, trate bem. Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.

Não se sobrecarregue, recarregue. Recarregue sua forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança.

Não atrapalhe, trabalhe. Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes.

Não conspire, inspire. Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde.

Não se apavore, ore. Ore a Deus, ore aos santos, ore às forças e as energias.

Somente assim viveremos dias melhores.
Então não perca tempo, aproveite seu tempo!
Os Jogos Olímpicos da Humanidade

Os actuais jogos Olímpicos são uma reconhecida competição entre os mais dotados atletas de cada uma das nações participantes em determinadas modalidades desportivas, desde a sua origem na antiga Grécia.
Este evento evoluiu sobrevivendo ao passar das gerações, conseguindo o feito de atravessar mais ou menos incólume duas guerras mundiais.
Nos dias de hoje, apesar de manter alguns dos seus critérios originais ou regras de participação, como a idade jovem do atleta, sua quase perfeita compleição física, hoje sua organização é orientada por um comité de formação e ideologia fundamentalmente capitalista, à imagem das principais nações mundiais. Por esse mesmo motivo acabam muitos dos seus eventos contestados por revelações de conspiração às regras da competição justa, utilização de drogas dopantes, influências de pressão sobre atletas e juízes, critérios não imparciais e não raras manifestações populares de indignação.
São conhecidas as muitas irregularidades em modalidades que se repetem ano após ano e sempre exigem novos records nacionais e mundiais, quantos deles à custa da integridade física e moral de seus atletas, treinadores e equipes.
Será que este modelo de Jogos Olímpicos está como o nosso modelo civilizacional, caduco, demente e claramente insustentável a um curto prazo?
A esta questão é apontada a seguinte reflexão:
Porque não transformam estes jogos olímpicos oriundos de um modelo bélico do passado, para um modelo fraterno e do futuro?
Porque não se hão-de denominar de Jogos Olímpicos da Humanidade?
Cada nação faria representar seus mais dotados cidadãos, em determinadas modalidades definidas e documentadas num espaço de quatro anos como agora são aliás os jogos, e assim encontrados os eleitos para serem colocados em competição mundial directa, pelas medalhas do mais alto mérito e reconhecimento.
Porque não serem as modalidades a serem avaliadas por um colégio de juízes especializados e de reconhecida idoneidade, por exemplo; feitos registados ao nível da educação, ao nível social, da saúde, da ciência para o desenvolvimento, da caridade desinteressada, do desenvolvimento sustentado, da filantropia; da ecologia e ambiente, dos feitos de heroísmo mesmo o póstumo que também teria direito e muito justamente a homenagem e medalha, etc.
Enfim existem hoje em dia imensas disciplinas que poderiam facilmente reformar o paradigma competitivo entre nações, onde os Jogos Olímpicos recuperassem o seu mais nobre sentido, de unir competindo amigavelmente entre si, as nações do mundo inteiro, nos temas mais essenciais para a própria identidade humana, onde cada nação gostaria saber para sua própria identidade onde param os seus campeões, para lhes seja feita justa homenagem, seguido o exemplo, partilhado o saber.
Imagine-se o efeito pedagógico, económico e social sobre os cidadãos de cada país.
Imagine-se as dinâmicas positivas que um evento desta natureza mediatizado mundialmente geraria na globalidade das nações.
Enquanto a ambição de cada um, de cada povo, de cada nação for seu “umbigo”, seu destino será curto e pequeno.